História Rapto por amor - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Félix, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Plagg, Tikki
Tags Adri, Adrien, Adrinette, Amizade, Amor, Chat Noir, Heróis, Ladybug, Loucura, Mari, Marinette, Miraculous, Nath, Plagg, Romance, Tikki
Visualizações 103
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal!

Espero que vocês gostem deste capítulo!

Boa leitura!

Capítulo 4 - Imortalidade com um obcecado


Pov. Marinette

 

Esperei pelo Adrien mais do que alguma vez alguém podia ter imaginado. Eu sabia mais ou menos o caminho por onde tinha vindo, mas dali não ia conseguir nem por sombras.

Fiz tudo o que podia fazer para sair: gritei por socorro, fingi que me estava a sentir mal, tentei arrombar a porta, empinei coisas para chegar às ventilações, forcei as grades, tudo tentativas falhadas.

Com o cansaço a apoderar-se do meu corpo não tive outra opção sem ser deitar-me na cama que estava no quarto. Era confortável, mas fazia-me sentir sozinha.

Tentei processar tudo, para que quando acordasse pudesse contar o meu sonho todo ao Adrien. De certeza que ele se ia rir de mim e dizer que eu devia escrever um livro.

Tentei adormecer e o meu corpo permitiu-me a isso. Quando acordei, estava no mesmo sítio, o que não me agradou minimamente.

Se me tinham raptado, porque me estavam a dar aqueles confortos de ter uma cama, e um quarto estranhamente confortável.

Já era de noite e havia uma vela com cheiro a alfazema acesa em cima de uma cómoda. Qual não foi o meu espanto quando vi uma sombra estranha a movimentar-se na escuridão do quarto.

-Quem está aí? O que quer de mim? – perguntei assustada, pegando na vela.

-Não tens de temer nada, minha doce Marinette. Aqui estás segura de todos os perigos que te aguardam lá fora. És minha.

Marinette soltou uma gargalhada de desagrado. Tudo aquilo era uma questão de possessões?

-Eu sou de uma pessoa gentil que me ama, loiro, olhos verdes lindos, meu noivo, Adrien Agreste. Chamas-te assim por acaso?

-Posso não me chamar de Adrien Agreste, mas podes ter a certeza de que te amo muito mais do que ele.

Voltei a rir-me. Aquela não era uma reação que tinha normalmente, mas quando os nervos me apanhavam desprevenida, faziam o que queriam de mim.

-Tenho muita pena de te dizer, oh, espera não tenho pena nenhuma, mas eu estou noiva de outra pessoa. É lei que não posso estar com outra pessoa se estou noiva de alguém. Ainda por cima ia casar hoje. Estragaste o melhor dia da minha vida! – atirei à pessoa escondida nas sombras.

-Tu dizes isso agora, mas daqui a um mês vais agradecer-me por te ter trazido para aqui.

-Nunca vou deixar de fugir de ti, seu anormal. Eu nunca vou ser feliz aqui, muito menos contigo. Odeio-te!

-Nem sabes quem eu sou. – disse ele acompanhado de uma risada cínica.

-Não preciso de saber quem és tu para saberes que és uma pessoa horrível. E a tua voz não me é estranha. É como se já te tivesse ouvido noutro sítio...

-Muito provável. Eu pelo menos estou sempre a ouvir-te.

-Quem és tu? – perguntei por fim. Se ia ficar ali até o Adrien me encontrar, tinha de saber pelo menos mais informações sobre aquele homem que me tinha raptado.

Ele sorriu e aproximou-se da luz. Tudo nele me era familiar. Desde os cabelos ruivos como sangue até aos olhos azuis profundos.

-Tu... tu és... - ele aproximou-se ainda mais, mas foi em vão. – Eu não faço a mínima ideia de quem tu sejas.

Ele pareceu levar aquilo na brincadeira, mas levou a mão ao peito, como se o tivesse atingido com uma bala no coração.

-Claro que não. A maior parte das vezes eu observava-te sem tu veres. – o que queria ele dizer com aquilo?

-Eu não vou perguntar mais nada, mas aviso-te que o Adrien virá à minha procura. Tu não te vais safar desta. Se me soltares eu não digo a ninguém que foste tu e cada um segue com a sua vida.

-Achas que eu estive este tempo todo a fazer o quê? É claro que não te vou soltar nunca! És minha! – a voz dele começou a elevar-se e ele começou a aproximar-se de mim. Eu recuei até cair na cama.

Ao ver que me tinha metido medo, a expressão dele suavizou-se e ele voltou a pôr um sorriso nos lábios.

-Desculpa, eu não me costumo irritar assim tão facilmente. O nosso casamento vai ser daqui a um mês, quando os planetas estiverem alinhados. Isso vai tornar-nos imortais e viveremos para sempre os dois.

-Imortais? Que porcarias estás para aí a falar ... Tens nome? – perguntei tentando não parecer aterrorizada. Aquele homem fazia-me ter arrepios só de olhar para mim.

-Eu sou o Nathanael, mas prefiro que me trates por meu amor, querido, Nath, ou marido. Nunca ouviste falar na magia poderosa de um medalhão asteca? Esse medalhão, com uma amostra de sangue de duas pessoas a unirem-se em matrimónio, fará com que se tornem imortais.

Eu gelei a ouvir aquelas palavras. Para mim já bastava estar presa com alguém obcecado por mim, mas ter de casar e estar com ele para sempre era demais para mim. Preferia morrer a estar com alguém que não fosse o Adrien.

-Não te preocupes, minha doce Marinette, tu acabarás por te habituar a mim e vais amar-me tanto como eu te amo. – ele levou a mão dele à minha face e acariciou-a. Eu afastei-me bruscamente e dei-lhe um tapa na cara.

-Não me toques! – gritei, mas aquilo pareceu mais um pedido do que uma afirmação.

-Eu não te posso fazer nada antes do casamento, mas depois farei aquilo que quiser. – as palavras acertaram-me em cheio no coração. O Adrien nunca me diria aquilo em toda a vida.

Ele voltou a acariciar-me a cara e desta vez eu não o afastei, com medo de que ele voltasse atrás com o que tinha dito.

Ele saiu e trancou a porta.

Eu fiquei deitada na cama, pensando em tudo o que tinha acontecido.

-Adrien, por favor salva-me. – sussurrei eu para a escuridão, a minha nova melhor amiga.

 

Pov. Adrien

Comecei logo a procurar em todos os casarões, mansões e palacetes. Consegui de imediato ordem policial para entrar em todos os locais das casas em busca da Mari.

No primeiro dia devo ter procurado em pelo menos sete sítios diferentes. Todos estavam limpos e não tive boas notícias o dia todo.

Pelo menos até o meu pai me trazer todas as informações sobre o ruivo perseguidor da Mari.

Ele chamava-se Nathanael e era descendente real, o próximo herdeiro do trono. Ele tinha historial de filho perfeito e toda a gente do seu reino o venerava.

A minha cabeça deixou de pensar por uns momentos. Se o Nathanael era herdeiro do trono, nunca iria conseguir entrar em nenhum dos seus palacetes, palácios e heranças.

Como iria encontrar a Mari, então?

Tinha de encontrar uma solução rapidamente se queria ter a minha noiva de volta. Eu faria qualquer coisa. Qualquer coisa...


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Até ao próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...