História Raridade - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Fuyumi Todoroki, Inko Midoriya, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Ochako Uraraka (Uravity), Rei Todoroki, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Tsuyu Asui
Tags Abo, Bnha, Boku No Hero Academia, Kiribaku, Lemon, Omegaverse, Tododeku, Uratsuyu
Visualizações 249
Palavras 1.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Lemon, LGBT, Mistério, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Em vão


Shouto e Izuku estavam sentados em um banco na rua, atrás deles estava à loja de coisas para bebês.


— É essa a loja? — Perguntou Shouto.


— Sim. E eu vi um caminhão da Lupa saindo daqui, provavelmente deixaram um carregamento.


Lupa. Era a única palavra que ecoava na mente de Shouto, era a empresa de seu pai, que acabou virando uma fábrica de drogas. E Shouto era o herdeiro.


— Shouto? — Perguntou Izuku. — Shouto! 


— Ah. — Shouto deu um pulo no banco. — O que foi? 


— Vamos entrar já tá ficando estranho. — Izuku o puxou do banco.


Eles entraram na loja. Dentro dela havia uma grande variedade de berços e guarda-roupa. 


— Nem eu sabia que tinha tanta coisa para bebês. — Disse Shouto passando a mão em um berço.


Izuku não prestou nenhuma atenção ele ficou olhando para uma cadeirinha de viagem. Se estivesse mesmo grávido, como seria o bebê deles?


Izuku imaginou um menino com bochechas grandes com sardas, um olhos verde e outro azul. Cabelos cacheados brancos com pequenas mechas verdes. 


— Tá imaginando nosso filho? — Perguntou Shouto.


— O que? Não. Eu… eu só… — Gaguejou Izuku.


— Calma Izuku, eu tava brincando. — Shouto olhou para um homem.


— O que foi? 


— Aquele homem, é um beta. E não parece muito interessado em berço e essas coisas, ele está olhando para aquelas almofadas como se procurasse algo.


— Será que está dentro de uma delas? 


— Talvez.


Shouto e Izuku começaram a andar pela loja como se estivessem interessados em algumas coisa.


— Com licença vocês estão procurando algo? — Perguntou uma atendente.


— Nós… bem… — Shouto não sabia o que falar.


— Nós estamos procurando almofadas para o nosso… bebê. — Disse Izuku como se fosse a palavra mais difícil do mundo.


— Vocês não são muitos jovens? — Ela questionou.


— Tive um problema com a… — Izuku engoliu seco. — tomada do supressor e acabei engravidando.


— Eu sei como é muitos casais têm esse problema. Quanto tempo?


— Uma… uma semana. — Gaguejou Izuku.


— Meio cedo para procurar isso, mas é melhor providenciar o mais rápido possível. Se me acompanharem eu os levarei para ver os travesseiros.


A atendente começou a guiá-los por entre berços e guarda-roupas. Ela parou em um mostruário cheio de almofadas com diversas cores e palavras escritas.


— Eu os deixarei aqui, então quando precisarem me chamem. — Disse a atendente.


— Obrigado. — Disse Izuku.


A atendente foi embora até sumir de vista por entre as mercadorias.


— Essa foi por pouco. — Disse Shouto. — Bela atuação Izuku.


— É… obrigado. — Izuku pegou uma almofada. — Como vamos saber qual tem a droga?


— Cheirando. Eu tenho o olfato apurado lembra?


— Claro. 


Eles começaram a pegar algumas almofadas, de longe pareciam qualquer casal normal, escolhendo itens para bebês.


Em uma das almofadas Shouto fez uma cara de nojo.


— É essa. — Shouto colocou a mão no nariz.


Era uma almofada pequena azul, escrito: É um ômega. 


Izuku a segurou com receio, um pensamento veio em sua mente, será que seu filho teria uma almofada assim?


— Vamos Izuku comprar isso. — Disse Shouto.


Eles se dirigiram ao caixa, Shouto pagou a almofada, e os dois saíram, vendo de relance o beta mexendo nas almofadas e as abrindo.


— Vamos para minha casa. — Disse Izuku.


Sentados no sofá Izuku começou a abrir o zíper. Ele começou a vasculhar por dentro tirando um pouco do algodão. E finalmente achou o pequeno saco contendo 5 pílulas.


— Pelo menos impedimos que essa remessa chegasse na mãos do traficante. — Disse Shouto.


— Mas enquanto estávamos lá pode ser que outras remessas tenham chegado aos traficantes. — Disse Izuku.


— Calma. Nós vamos impedir esse tráfico.. — Disse Shouto.


Porém nem ele mesmo sentia confiança em suas próprias palavras. Endeavor era uma cobra, que ninguém podia prever o que ele iria fazer.


Provavelmente agora ele deve ter descoberto que Shouto havia estado naquela loja, e impediu da droga chegar ao traficante.


"Você tem seus amigos e eu tenho os meus" as palavras de Endeavor ecoavam em sua mente. "Quem sabe eu mando um deles visitar o Izuku" o sangue e os feromônios de Shouto queimavam por baixo de sua pele.


— Shouto você tá bem? — Izuku pegou em sua mão.


— Sim. 


Shouto recebeu uma mensagem de Endeavor "Venha para casa agora".


— Izuku eu tenho que ir. — Disse Shouto.


— Agora? Se acabou de chegar. — Izuku implorou.


— Sim, meu… pai chamou para eu voltar.


Izuku cruzou os braços com raiva.


— Você fica fofo com raiva. — Disse Shouto.


— Para eu não sou fofo. — Ralhou Izuku.


Shouto não pode deixar de rir. Ele se aproximou de Izuku e o beijou.


— Tá melhor agora? — Perguntou Shouto.


— Não. Mas talvez melhore se você fazer de novo. — Disse Izuku.


Shouto o beijou mais uma vez, as mãos de Izuku foram para sua nuca aprofundando mais o beijo.


— Izuku, você sabe que não dá para fazer hoje. — Disse Shouto.


— Mas faz tanto tempo que a gente… não faz. — Izuku corou.


— Não faz tanto tempo assim. E eu prometo que um dia eu fico o dia todo com você.


Izuku não pode deixar de sorrir. Ele beijou Shouto mais uma vez antes dele ir.


Quando os feromônios de Shouto se afastaram ele sentiu o enjôo novamente, ele correu para o banheiro, e vomitou de novo.


— Não pode ser. Por favor. — Pediu Izuku.


Ele abriu o armário da pia e tirou uma caixa que continha um teste de gravidez. Ele fez todos os procedimentos das instruções agora só restava um coisa, esperar.


Cada minuto era uma tortura para Izuku. Aquele teste poderia mudar sua vida por completo. Enquanto andava de um lado para o outro Izuku murmurava "Por favor".


Após alguns minutos o teste estava pronto. Izuku o pegou e comparou o resultado com a caixa.


— Negativo. — Izuku suspirou aliviado.








Notas Finais


Destruí todos os seus sonhos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...