História Ratatouille (Taehyung - BTS) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abuso Familiar, Abuso Psicológico, Bangtan Boys, Bts, Colegial, Cozinha, Crossover, Culinária, Drama, Fei!chef, Hae, Hoseok, Jeon Jungkook, Jeongguk, J-hope, Jimin, Jin, Jin!chef, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Namjoon, Namjoon!chef, Park Jimin, Ratatouille, Seaseok, Suga, Taehyung, Taehyung!chef, Você, Você X Taehyung, Você!chef, Yoongi, Yoongi!crítico
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Palavras 2.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lírica, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, mochis! ♡
*sings amigo estou aqui*

Bem-vindos a mais um capítulo de Ratatouille.
O Remy ainda não aparece nesse capítulo, mas se preparem que a participação dele está próxima.

Esse capítulo eu ainda não mandei para betar, não deu tempo. Mas, eu ainda irei mandar e, quando mandar, vou atualiza-lo. Não se preocupem.
O que esperam do capítulo de hoje? Estamos bem próximos de realmente começar Ratatouille – até agora, tudo foi um prólogo. As coisas vão realmente começar no primeiro dia de trabalho no restaurante, o que não está muito longe, e a visita do primeiro crítico gastronômico. Veremos como tudo será, não? rs

Sem mais delongas:
Boa leitura ♡

Capítulo 5 - IV. Six Places


Fanfic / Fanfiction Ratatouille (Taehyung - BTS) - Capítulo 5 - IV. Six Places

Chapter IV Six Places

Para cada ação,

há uma reação igual e oposta.

Hae (S/N).

 

Minha expressão não era a das melhores enquanto vistoriava os cozinheiros que preparavam seus pratos – principalmente porque, eu havia acabado de encontrar o cara que roubou meu táxi e ainda me empurrou em duas ocasiões diferentes – e quando passava pela mesa do tal Kim Taehyung, minha expressão se fechava como um dia de tempestade.

Eu conseguia ver mamãe mais olhar para o seu celular do que para os ‘competidores’, entretanto, não havia problema, certo? Não é ela quem vai julgar, afinal. Sou eu.

E isso me causa um frio extremo na barriga.

— O que está preparando, senhor...?

— Kim. – O timbre rouco me assustou – de início –, mas o homem logo deu um sorriso de covinhas que entrou em contraste com a voz grossa. Os cabelos são completamente pretos, arrepiado apenas nas laterais. Tem um perfume forte, que embriaga. – Eu estou fazendo pimentão recheado com carne moída, chef.

— É um prato simples demais, não acha? – Perguntei, arqueando uma das sobrancelhas. – Digo, para uma competição de tão grande tamanho e...

— Dizem que as coisas de aparência mais simples, são as que mais impressionam no final, chef. – Ele sorriu, voltando sua atenção para a carne que cozinhava.

— Entendo. – Balancei a cabeça, sorrindo pequeno. – Boa sorte, senhor Kim.

— Obrigado.

Continuei o meu caminho para vistoriar os outros candidatos as únicas seis vagas no L’Espoir. Quando estava passando pelo último balcão da quarta fileira, um copo de suco de limão foi desperdiçado em cima da minha blusa azul-claro. O sangue ferveu, me fazendo olhar para a pessoa que segurava o copo a poucos centímetros da minha blusa, com um sorriso que me pareceu deverás cínico – ou talvez, eu só estivesse paranoica. Mordi o lábio inferior, para não dizer nada que me arrependesse.

— Me desculpe, chef. Mil perdões... E-Eu posso a-arrumar uma outra blusa para você...

— Já basta. – Mamãe se levantou, com o queixo erguido. – Qual o seu nome, senhorita?

— Woo Minji. – A moça ergueu o queixo tanto quanto minha mãe, encarando-a com soberba.

— Volte ao seu trabalho, Woo Minji-ssi. – Minha mãe mandou, e a moça fez o que lhe foi dito. – Quanto a essa blusa, Hae, venha comigo e irei trocá-la. Jeongyeon! – Ela gritou pela sua funcionária, que em poucos segundos surgiu na porta com uma expressão de pânico, mas logo a suavizou. – Fique de olho para que não trapaceiem olhando receitas em seus celulares, não quero nenhum trapaceiro em meu restaurante.

— Sim, senhora. – Ela assentiu, nervosa, e se prostrou frente a todos ali.

Mamãe apenas segurou o meu braço, pondo-se a andar comigo a seu encalço. Seguimos até o seu escritório – ao lado da cozinha – onde ela trancou a porta e me olhou com uma feição nada amigável.

— Graças a Deus aquela garota derrubou suco em sua blusa. – Mamãe resmungou, abrindo o seu armário e tirando dali um blusa branca lisa. – Estava ridícula com tudo azul, parecendo um smurf. E essa maquiagem? Fez ela vindo para cá? Por isso está tão mal feita.

— Me perdoe, mamãe. – Mordi o lábio inferior, tirando a blusa molhada e colocando a nova. – A senhora poderia arrumar ela para mim?

— E você acha que eu tenho algo aqui ao seu tom, Hae (S/N)?! – Ela elevou a voz, com uma expressão impaciente. – Cresça, garota. Nem tudo estará aos seus pés.

— Me desculpe, eu... – Me encolhi, quando vi o olhar furioso que ela lançava.

— Pelo menos fez algo certo. – Ela suavizou a expressão, sorrindo maldosa e olhando para as janelas cobertas por cortinas. – Colocou aquele Kim no próprio lugar. Essa escória de família...

— Você o conhece? – Questionei, confusa.

— Claro que não! – Mamãe voltou o seu olhar para mim, revirando os olhos. – E está esperando o que para dar o fora daqui, (S/N)? Anda, chispa.

Assenti, abrindo a porta do escritório e fechando-a’ tempo de ver mamãe buscar uma garrafa de vinho em sua mesa. Sai dali o mais depressa possível, sei bem o quão ruim ela fica quando bêbada.

— Hae (S/N). – Jeongyeon se curvou novamente, assim que me viu. Fiz o mesmo. – Devo ir, senhorita? Ou prefere que eu fique?

— Você tem algo para fazer? – Perguntei, sentando-me a mesa. Mamãe não voltaria para cá tão cedo, imagino.

— Não, senhorita. – Ela negou. – Já fechei as portas de entrada e o senhor Im Jaebum disse que me avisaria quando terminasse com os selecionados para garçom, assim poderia reabrir as portas e deixá-los ir.

— Im Jaebum está aqui?! – Meu tom de voz se elevou com surpresa, o que atraiu a atenção das pessoas e fez a mulher ao meu lado se assustar.

— S-Sim, senhorita. – A Yoo acenou diversas vezes, com os olhos arregalados. – Por que?

— É uma longa história. – Revirei os olhos, ao me lembrar do patife que tanto falava que era meu melhor amigo. Nós paramos de nos falar quando ele acusou a minha mãe de ser uma bruxa e eu, de um pau mandado dela, um pouco antes de meu avô morrer. Essa é uma das únicas coisas que mamãe me contou sobre ele, depois que esqueci de tudo e Jaebum não me visitou em casa como sempre fazia. – Mas nós nos odiamos. Ou eu odeio ele, algo do tipo.

— Ah, sim. Compreendo. – Ela afirmou. – Cá entre nós, o senhor Im não estava muito contente em trabalhar para sua mãe.

— E ele nem deveria estar aqui. – Retruquei com raiva, sentindo minhas bochechas quentes por esse mesmo motivo. – O pai dele quem trabalhava aqui quando vinha com meu avô.

— Não ficou sabendo, senhorita Hae? – Jeongyeon franziu o cenho. Neguei com a cabeça. – O pai de Jaebum faleceu dias antes dele entrar ao L’Espoir. Coitadinho, quando chegou aqui estava arrasado...

— O senhor Im... Morreu? – Mordi o lábio inferior, chocada com a notícia. – E-Eu... O que houve com ele?

— Jaebum-ssi não diz. – Ela suspirou. – Mas de velhice não foi, disso todos tem certeza.

Antes que me dissesse mais do que isso, Jeongyeon foi chamada no meio do corredor. Por Jaebum, que parecia se manter longe da cozinha.

— Tenho que ir, senhorita Hae. – Ela suspirou.

— Me chame de (S/N) ou dongsaeng, Yoo Jeongyeon-ssi. – Sorri pequeno, me levantando.

— Bom, então, como sou mais velha, me chame de unnie. – Ela também sorriu, antes de completar nervosa: – Se quiser, é claro.

— Nós vemos depois, unnie. – Ri, acenando para Jeongyeon que fez o mesmo da porta.

Chequei o relógio da parede, pouco tempo depois que a Yoo se foi. Faltavam menos de trinta minutos para que os pratos fossem entregues, e as pessoas corriam de um lado para o outro a procura de ingredientes finais para finalizar o prato ou decora-lo para uma boa apresentação; o tempo passou rápido demais.

Eu passei o restante do tempo passando de balcão em balcão vistoriando tudo, desde o modo de decoração – dando preferência aos mais rápidos, do que aos lentos. Observei cada detalhe para que nada pudesse escapar. Quase todos tinham seus pratos prontos quando faltou apenas 10 minutos para que se encerrasse o tempo programado. Os que não terminaram, ficaram afobados e acabaram se enrolando.

— Acabou o tempo. – Alertei, pondo-me a frente da sala e olhando para a mesa onde havia uma prancheta com uma lista extensa de nomes em ordem alfabética. Era assim que iria julgar, então. – Eu irei chamar um nome de cada vez, quando ouvir seu nome, traga seu prato. Não pergunte a nota ou qualquer coisa do tipo, apenas voltem ao lugar onde estavam quando mandar e levem os seus pratos consigo. – Pausei para respirar. Jeongyeon estava na porta, pedi para que se aproximasse. – Pode pegar um garfo e uma faca para mim, eonnie?

— Claro. – Ela assentiu, indo para a gaveta onde se encontravam. – Quer mais alguma coisa?

— Tem mais alguma coisa para fazer? – Perguntei, ela negou. – Então sente-se comigo e saboreie.

A Yoo sorriu, buscando mais um par de talheres para ela. Nós nos sentamos, e eu comecei a chamar os nomes daqueles que estão na lista. Foi como uma extensa chamada, fora que alguns pratos não estavam na minha lista de “favoritos”, como um que continha bife de fígado como ingrediente principal.

— Carter, Chloe. – Chamei. Uma garota de pele morena, pequena, com cabelos na altura dos ombros e cara definitivamente amarrada trazia consigo um prato de sobremesa. – Preparou o que para nós?

— Palha italiana, chef. – Ela deixou o prato sobre a mesa. Eu assenti, dando uma longa garfada na sobremesa. Estava maravilhosa.

— Pode se retirar, senhorita Carter. Muito obrigada. – Sorri para ela, depois que Jeongyeon também provou do prato.

Continuamos nossa seleção, seguidos de pratos maravilhosos. Os que mais me deliciaram foram o de Chloe Carter – e a sua deliciosa Palha Italiana –, Kim Namjoon – e o seu pimentão com carne moída que, apesar de que quando fui vê-lo estava simples, ficou perfeitamente decorado e delicioso, no final –, até o momento.

— Kim Taehyung. – Verbalizei, minha voz saindo monótona por que talvez fosse o décimo Kim que havia chamado, ou porque talvez eu o estava odiando. – O que preparou, Kim?

— Paella Valenciana. – Ele suspirou com a minha falta de vontade.

— É um prato difícil, você sabe? Preparou-o bem? A decoração parece boa, mas e o sabor? – Perguntei, com os braços cruzados.

— Prove e verá. – Retrucou, e eu me surpreendi. Ele não tem medo de perder sua chance nessa cozinha? Suspirando, provei um pequeno pedaço de seu prato. E, droga, estava maravilhoso. – Como pode ver, chef, é um prato que tenho experiência. Faço-o desde que nasci.

— Pode se retirar, Kim. Obrigada.

Depois de certo tempo, a lista estava quase no fim. Kim SeokJin trouxe um cação ao molho vermelho divino, e Wang FeiFei trouxe algo exótico de seu país: Zong Zi. Faltava apenas mais algumas pessoas para que pudesse tirar aquele peso dos meu ombros.

— Woo Minji. – Chamei pelo último nome, recostando-me na cadeira. A mesma garota que havia derrubado suco de limão em mim. Ela sorriu, deixando seu prato no balcão. – O que tem aí?

— Camarão no Linguine com Limão e Pimenta. – Ela deu espaço para que provássemos. Entretanto, quando coloquei a garfada na boca, acabei quase morrendo com o molho forte da pimenta. – Apimentando demais, chef?

— Me dê um pouco de água, Jeongyeon. – Me abanei, enquanto a loira ia fazer o que pedi. Tomei tudo em uma golada só, suspirando em alívio. – Está muito apimentado, Woo Minji-ssi.

— Sinto muito, eu preparei algo do paladar coreano.

— Até para o coreano, isso está apimentando, Woo Minji. – Jeongyeon ditou séria.

— Está tudo bem, unnie, eu só me desacostumei à culinária coreana apimentada. – Sorri pequeno, ainda sentindo a minha língua arder. – Você colocou pimenta em todo o prato?

— Não, apenas na parte do prato que a senhorita pegou. – Ela apontou para onde o garfo jazia. Retomei o talher em minha mão, pegando a outra parte.

Quando dei a garfada, senti a pimenta mais suave e o gosto do limão mais vivo. Detesto admitir – afinal, ela derrubou suco de limão em minha blusa –, mas o prato está maravilhoso.

— Pode se retirar, senhorita Woo. Obrigada.

Me levantei da mesa, com a prancheta em mãos, e decidi ir até o escritório de minha mãe para saber como deveríamos escolher aqueles que se tornariam cozinheiros no L’Espoir. Parei em frente a porta do escritório, deixando três batidas na mesma. Assim que ouvi um “Pode entrar”, o fiz.

— Mamãe, eu quero saber como escolheremos aqueles que vão trabalhar aqui. – Parei em frente a mesa, vendo a mulher levar a taça de vinho até os lábios. Ela revirou os olhos.

— Faça como quiser, (S/N). – Mamãe deu de ombros. – Eu sou a chef, você a sous-chef, infelizmente. Precisamos de um chef de partie, um demi-chef de partie para substitui-lo, e as quatro vagas restantes serão para os commis de cuisine. Sabe como todo o esquema funciona.

— Está bem. Obrigada. – Sai da sala com pressa, andando ligeira de volta à cozinha.

Eu não tenho a mínima noção de quem irei escolher. Quer dizer, eu tenho; os seis melhores e que apresentaram o melhor prato até ali. Eu só não sei em qual função vou coloca-los. É o meu dever escolher e coloca-los em seu devido lugar, para que nada que prejudique o restaurante ocorra.

Me sentei a mesa, novamente, Jeongyeon e todos me olhavam com expectativa. Eu espero não quebrar nenhuma.

— A chef me deu liberdade para escolher e coloca-los em suas devidas funções. – Fiz uma pausa, sentindo minhas mãos tremerem. Não quero gaguejar. – Primeiro, eu irei falar os nomes daqueles que passaram. Boa sorte.

Segurei a prancheta com força, suspirando. Os nomes que passarão estavam sublinhados pela caneta azul.

— Aqueles que não passarem, a senhorita Yoo Jeongyeon irar acompanhar até a saída. – Esclareci. – Se houver algum problema com os cozinheiros selecionados, qualquer um de vocês poderá ser contatado no período deste ano que passar.

Olhei para a lista, revirando os olhos ao ver o nome dele sublinhado, infelizmente, ele fez um bom e delicioso prato.

— Os escolhidos são: – Dei um suspense, vendo todos ali agoniados. – Chloe Carter, Kim Namjoon, Kim Taehyung, Kim SeokJin, Wang FeiFei e Woo Minji. Vocês são os seis escolhidos para trabalhar na cozinha do L’Espoir.

Dei um tempo para que todos os restantes se retirassem, sobrando apenas eu e os escolhidos. Jeongyeon havia ido levar aqueles que não passaram para o lado de fora do restaurante, com uma expressão contente no rosto.

— Podem puxar uma cadeira e se sentar. – Apontei para as banquetas espalhadas pela cozinha. Eles o fizeram, sentando-se em frente a bancada onde eu estava. – Quero que saibam que o L’Espoir não é um lugar para brincadeiras, a senhora Hae não tolera brincadeiras ou coisa do tipo, ela quer um ambiente sério. Eu estou apenas dando algumas palavras, mas é ela quem irá deixar os avisos, regras, carga horária e, claro, o salário oficial.

— Então por que estamos aqui, ouvindo você, e não ela? – A atrevida Woo Minji questionou, com uma de suas sobrancelhas arqueadas.

— Porque eu quero. – Retruquei. – Se quiser, senhorita Minji, pode se retirar e eu irei, com prazer, substitui-la por uma das outras vinte e quatro pessoas que estiveram aqui preparando seus pratos.

Ela se calou, me fazendo dar um sorriso cínico. Ouvi algumas risadinhas, mas resolvi ignorar. Se ela se acha no direito de me diminuir, vai acabar se iludindo à toa.

— Eu lhes direi quais serão os seus cargos e espero que todos fiquem de acordo. É claro que, os cargos de Chef e Sous-Chef, não lhes pertencem. No futuro, quem sabe. – Dei-lhes esperança, sorrindo pequeno. – Kim Seokjin é o Chef de partie, cuidando da seção de carnes, peixes e saladas; Kim Namjoon é o Demi-chef de partie, que substitui o Chef de partie em sua ausência; agora, Chloe Carter, Kim Taehyung, Wang FeiFei e Woo Minji são os Commis de cuisine. Qualquer alteração dessas áreas, serão lhes notificadas. Mas, até então, esses serão seus cargos.

Eles pareceram ficar contentes com seus cargos, me dando certo alívio.

Só espero estar fazendo o certo ao trazer Kim Taehyung para esse restaurante, imagino-me sendo empurrada por esse energúmeno a cada minuto.


Notas Finais


O que acharam do capítulo? O que pensar sobre o que a Hae disse sobre a mãe dela quando bebe? Aliás, o que esperar de Woo Minji? E de Chloe Carter? Minji se mostrou uma vaca – até agora –, mas e a senhorita Carter? Aguardem que ela ainda irá nos surpreender.

Link do Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=VHv9oI-sq7I

Obrigada por lerem até aqui ♡

byebye~♡


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