História Razões Para Respirar - Capítulo 6


Escrita por: e FahKitsune

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Daniel, Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Once Upon A Time, Swan Queen, Swanmills, Swanqueen Family Love
Visualizações 78
Palavras 3.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não é ilusão. Sim mais um capitulo para vcs

E novamente pedimos desculpas pela a demora

Capítulo 6 - Reatando os laços


Fanfic / Fanfiction Razões Para Respirar - Capítulo 6 - Reatando os laços

 

Pov Ruby

Após o estado caótico que presenciei de Regina, tentei conversar com ela, porém ela se fechou mais do que eu a conhecia. Eu até entendo, eu sumi por onze anos e muita coisa aconteceu em minha vida e na dela até então, eu tinha conhecimento de algumas coisas mas não de tudo e seu silêncio me matava por dentro, porém eu esperaria, pois tinha consciência do tamanho da mágoa dela.

Quando vi minha pequeña mais calma subi para tomar um banho, entretanto fui direto para o banheiro do corredor pois o do meu quarto estava quebrado porque pelo menos isso Regina me avisou, ele estava quebrado e ela não arrumou, acredito que por achar que eu não voltaria mais.

Não consegui segurar as lágrimas, sim, chorei e não tenho vergonha de dizer se eu tivesse aqui na época metade das coisas que Regina passou não teria acontecido mas ela tinha que entender que sumi para o seu bem, eu tinha que investigar Daniel da forma certa para que ele não voltasse para sua vida, porém ele se mostrou escorregadio e não está sendo fácil, só que eu não vou desistir.

Quando terminei de refletir gastando metade da água do planeta, um lembrete eu tinha que parar com isso, saí do box me deparando com a ruiva mais linda que já vi na vida.

- Reginaaaaaaaa - Quem é você e o que está fazendo na casa da minha irmã? - Ela pegou um frasco de perfume e ameaçou jogar em mim.

- Irmã? - Essa casa é minha e a irmã também - Iria avançar para tirar o frasco de sua mão e ela jogou em mim, desviei e por pouco ela não me acerta.

Corrigindo ela é a ruiva linda e mais maluca que já vi na vida, ta bom que não vi muitas ruivas ainda por cima lindas assim, mas é como dizem por aí “os ruivos vão dominar o mundo” aff já estou divagando com ela encarando meu corpo, pêra esse olhar de cobiça eu conheço.

- Gosta do que vê esquentadinha - Tentei me aproximar mas ela pegou outra coisa na bancada para jogar em mim - Ou Ou está maluca cabelo de fogo, tenho certeza que me machuca é a última coisa que você quer, de verdade acho que quer fazer outras coisas bem melhores - Sorri sacana pra ela que jogou o vidro na parede bem perto de mim, mas sei que não era a intenção de me acertar porque se quisesse teria a chance perfeita.

- Você se acha né, Reginaaaaa  - A ruiva louca gritou - Vai vestir uma roupa - Além de linda é mandona.

Coloquei o roupão que havia trago pro banheiro e fui em direção às escadas. Encarei Regina sem entender quem era a ruiva gostosa e marrenta.

- O que está acontecendo? - Ela perguntou séria.

- Está louca que entrou no banheiro quando eu estava tomando banho e ainda vem gritar como se fosse dona da minha casa - Olhei para a ruiva marrenta agora com raiva e me encarou de volta sustentando o olhar em uma briga interna que só existia nós duas.

Fui tirada do transe por Regina jogando toda a mágoa que tem de mim em sua voz.

- Sua casa? - Eu percebia Regina magoada, mas eu também estava então era os ingredientes perfeitos para uma briga e se era assim que ela queria conversar comigo, era isso que eu daria, briga.

- Agora você está falando comigo? - Respondi com outra pergunta e encarei a loira que estava ao seu lado e nervosa a encarei, minha memória fotográfica me respondeu quem ela é. Minha pergunta era, o que ela estava fazendo ali e como elas se conheciam? “Será daí que Regina sabia sobre meu trabalho e o que fiz esses anos todo, então porque ela estaria me tratando assim? Muitas perguntas e você está divagando de novo Luccas.”

- Não estou falando com você, aliás, o que ainda está fazendo aqui? - Regina me chamou para a briga de novo e desviei meu olhar de Emma.

- Minha casa sim e você deixe de ser mimada e aja como adulta que é e pare com birra - Gritei. se é assim que ela quer, assim que ela vai ter até sentar e conversar como uma pessoa civilizada.

Ela descontrolou e colocou para fora tudo que a magoou e angustiou esse tempo todo longe de mim e eu recuei, sentia tudo o que ela sentia saudade de Nanâ, do padrinho e tentei mais uma vez falar com ela mas Hanry se assustou com os gritos da mãe que estava ainda gritando.

- Hanry - O chamei tocando Regina que na mesma hora olhou para o filho que se mijou nas calças.

Ele correu para trás da estante e ali naquele momento mais uma vez percebi que algo de muito errado aconteceu com aqueles dois, principalmente com Hanry chorando que não consegue controlar suas ações. Fiquei ali um tempo tentando o tirar de trás da estante junto com Regina.

- Ei ursinho koda desculpa a dindinha eu não queria te assustar - O chamei me aproximando de Regina.

- Filho, por favor, vem na mamãe, a mamãe não queria gritar eu só estou chateada com sua madrinha, por que ela ficou muito tempo sem vim nos ver e a mamãe acabou gritando com ela - Regina falou já chorando e eu me aproximei dela lhe dando um selinho e a puxando para meus braços.

- Ursinho a dinda também não quis gritar eu amo tanto sua mamãe ela é minha irmã e irmãs brigam mais nos amamos muito e eu nunca machucaria sua mamãe, pois ela é minha irmãzinha e tudo que faço e que fiz foi para proteger ela e depois quando você nasceu eu tinha que proteger você também, eu prometo não brigar mais vem cá na dinda vem - Falei chorando ainda agarrada a Regina, ele saiu devagar e se jogou nos braços de minha pequeña chorando.

Ver Hanry daquele jeito estava me matando, sempre me considerei uma pessoa controlada e muitas vezes fria pelo tanto de casos macabros que já vi, eu tinha que manter minha mente sã, porém ver as pessoas que mais amo nessa vida tão traumatizadas e expostas dessa forma acabava com minhas estruturas, entretanto minha raiva por Daniel aumentava a níveis estratosféricos.

- Eu não gosto que grite eu tenho medo, não grita com a mamãe, dindinha não pode gritar com minha mamãe - Meu ursinho falou entre o choro se apertando ainda mais a Regina.

- Desculpa, eu não tive a intenção meu ursinho - Beijei e os abracei apertado tentando mostrar que ficaria ali por eles.

- Promete não ir mais embora? Promete não deixar a mamãe nem eu mas dindinha promete? - Henry me olhou chorando e mostrando o dedinho para eu prometer.

- Eu prometo! Eu não vou mais ir embora! - Cruzei meu dedo com o dele selando a nossa promessa.

- Vou subir com ele, faça algo de útil e começa a fazer o almoço, quero seu macarrão - Regina falou com o filho no colo e eu sorri e revirei os olhos pois ela sempre foi mandona - Zelena está é Ruby, fomos criadas juntas, Ruby está é Zelena minha irmã biológica depois eu te explico -  Olhei para a ruiva que agora sei o nome e a encarei me perdendo e mais uma vez algo me prendeu em seu olhar - E esta é Emma irmã da Zelena - Regina nos apresentou, e agora sem interrupções tentei me concentrar em Emma.

- Nós já nos conhecemos - Emma falou olhando diretamente para mim querendo ver minha reação - Trabalhamos em dois casos no FBI – Completou e  Regina nos olhou assustada.

- Sim é um prazer revê-la Swan – A cumprimentei sorrindo tenho certeza que assim como todos eles também se pergunta o porquê do meu sumiço está estampada no rosto dela e não a culpo, pois me reencontrar assim deve ser surpreendente.   

- O que você fazia no FBI? - Regina me perguntou em choque.

- Sou agente Gina, olha sobe com o ursinho depois nós conversamos, pequeña eu tenho tanto pra te falar! Eu prometo que vai ficar tudo bem -  Toquei seu ombro mas ela sacudiu o ombro para retirar a minha mão e suspirei frustrada com seu ato.

- Não faça promessas que não possa cumprir! Onde você estava quando papai morreu? Quando eu precisei de você? Quando Henry seu afilhado Ruby, quando ele nasceu? Onde você estava – Ela me perguntou tantas coisas com lágrimas nos olhos.

- Tentando te proteger! – Falei exasperada com os dentes cerrados, desde quando Regina virou essa mulher quebrada, não vou mais adiar minha conversa com ela - Gina mesmo longe era isso que eu estava fazendo! Eu não podia voltar eu juro! E eu sabia que o tio Henry estava te protegendo! Eu sabia! Eu descobri ontem que ele havia morrido, por isso eu estou aqui ele conseguiu te proteger enquanto estava vivo mas agora com a morte dele, você corre perigo e por isso estou aqui, eu vim antes que ele vol.... - Tentei tocar nela novamente, mas ela deu um passo para trás e desistir da aproximação triste com sua atitude.

Sentei-me no sofá de roupão, mesmo não olhando para a ruiva podia sentir meu corpo sendo queimado pelo seu olhar e não sei explicar, mas isso mexia comigo como nem Doroty e nenhuma outra mulher conseguiu, mas não tenho e nem quero ter tempo para isso agora.  

- Ele já voltou! Ele esteve aqui ontem! Você o está investigando certo? Eu vi que ele era podre, eu quero ajudar, por favor, eu não quero que Regina nem o Henry passe pelo que eles passaram ontem, nem consigo pensar no que podia ter acontecido se não tivéssemos chegado – Emma jogou as palavras de uma vez e eu a olhei incrédula com a audácia de Daniel depois das ameaças de Hanry e as provas que tínhamos contra ele, juro que meu sangue explodiu de ódio.

Contei a Emma um pouco sobre meu relacionamento com Regina, o motivo do meu sumiço e o mais importante o porquê eu não voltei, apesar de estar sempre à espreita de Daniel, mas não a ponto de pegá-lo ainda. Emma encarou o nada temerosa acho que por tudo o que falei sobre o crápula.

- Você se afastou! Está em uma missão! E algo me diz que é sobre ele, ele está envolvido com algo grande certo! – Ela não perguntou, simplesmente afirmou e a energia e a vontade dela em ajudar minha irmã me dizia que Emma entraria nessa comigo.

Eu deixei as duas na sala e fui me trocar segui para a cozinha com as duas em meu encalço e comecei a preparar o almoço, por mais que eu tenha seguido a profissão em que estou no momento, eu tenho mesmo que pouca a mesma habilidade de vovó para a cozinha. Com quase tudo pronto e deixando Emma e Zelena a par de tudo o que fiz esses anos todos fomos interrompidas por Hanry me chamando para falar de sua mãe e pelo visto em menos de vinte e quatro horas era outra crise acontecendo, corri com as meninas atrás e me deparei com uma cena no mínimo desesperadora tanto para quem estava no transe, Regina, quanto para nós que observamos.

- Gina? Pequeña – Tentava a chamar e tirá-la do transe passando a mão carinhosamente em seu rosto, ela voltou seu olhar para mim e entrou em um choro convulsivo, a abracei pedindo que ela se acalmasse, quando se deu por um tempo ela me perguntou.

- O que Daniel fez a você para que fosse embora? Eu sinto muito Ruby, eu sinto muito me perdoe? Perdoa-me! Não me deixe de novo, por favor, não me abandona eu não vou suportar te perder novamente – Se jogou em meu colo voltando a chorar me agarrando mais ainda como se sua vida dependesse daquilo.

Foi ali naquele momento que percebi que a tal famigerada conversa entre a gente aconteceria, estava na hora de dar um basta em Daniel de uma vez por todas e Regina precisaria saber de tudo, mesmo que a realidade sobre tudo fosse cruel, só assim para ele sair de sua vida e da de Hanry. Olhei para Swan que entendeu, levaram meu ursinho e fiquei sozinha ali com minha pequeña até ela se acalmar e conversarmos.

Levantamos do chão do banheiro após Regina se acalmar, deitamos em sua cama e a coloquei deitada em meu peito como fazia quando éramos pequenas e ela tinha medo da tempestade, só que dessa vez eu não cantei uma música para ela se acalmar, eu contei a história desde o momento em que conheci Daniel e desconfiei dele, contei de minha decepção quando ela não acreditou de imediato em mim, pedi desculpas por ter sido imatura e ter sumido naquele dia, expliquei que voltei a procurá-la pessoalmente pois havia perdido o meu celular, mas que sempre que tentava falar com ela, Daniel dava um jeito de impedir alegando que ela não queria falar comigo e eu não tinha maturidade suficiente para tratar o assunto de outra forma senão aquela.

- Espera – Ela me interrompeu a explicação – Eu recebi dias depois uma mensagem sua dizendo que sentia muito – Ela me olhou confusa – Se havia perdido o celular quem me mandaria àquela mensagem? – Eu olhei para ela e ela entendeu minha resposta muda e dessa vez ela não desconfiou de mim, fiquei feliz com a constatação, porém triste ao mesmo tempo, precisou passar por tudo isso para fortalecer nosso vínculo, mas agora nada irá nos separar. Voltei o meu relato contando todo o meu trajeto pelo FBI até agora.

- Eu assim que percebi que não iria voltar a falar comigo decidi que iria te provar que Daniel não era o seu príncipe encantado pequeña – Respirei em frustração, pois tudo o que eu queria é ver minha irmãzinha feliz com alguém que a ame de verdade – Antes de terminar a faculdade um professor da mesma disse que viu muito potencial em mim e com a ajuda do chefe do FBI que era seu amigo me convidou para entrar, fiz uma prova de memória fotográfica, pois você conhece essa minha facilidade e foi ali que vi a melhor oportunidade de pegar Daniel mesmo que eu te decepcionasse com as provas – Me levantei e fiquei de frente para ela – Nem tudo foram flores o começo foi árduo como de qualquer novato e eu simplesmente não podia acusar Daniel sem provas então eu trabalhava dia e noite, ora nas investigações que meu chefe mandava e nas horas vagas sozinha procurando algo que Daniel possa ter feito, nem que fosse a mínima infração, eu precisava de algo contra ele.

- Eu sinto tanto em ter te metido nisso – Deitou a cabeça em meu colo chorando, limpei suas lágrimas e beijei sua testa continuando.

- Esse tempo todo a saudade estava me corroendo Gina a ponto de saber de seu casamento e não me controlar e vir atrás de você e pedir perdão por ter sumido -  Ela se levantou do meu colo com os olhos arregalados – sim eu estava lá e disposta a tentar fazer você mudar de idéia mesmo estando cegamente apaixonada.

- Porque Lub não me impediu – Sorri com o apelido que ela me chamava desde bebê quando não sabia pronunciar meu nome ainda – Eu precisava tanto de você naquele momento – Voltou chorar e eu nunca vi uma mulher tão quebrada e traumatizada a minha frente quanto Regina naquele momento e meu coração se apertou.

- Me diz se você teria acreditado em mim e não se casado? – Ela me olhou e abaixou a cabeça – É eu sabia que você não acreditaria, afinal quem acreditaria em uma pessoa que não tinha prova nenhuma contra a outra, no mínimo iriam achar vários motivos menos o óbvio, inclusive você – Eu não falei em tom de acusação mas queria deixar claro que naquele momento ela ainda não estava preparada para ficar contra Daniel e acreditar em mim.

- Depois que foi embora eu passei muitas coisas ao lado dele – Se sentou à minha frente na cama – E sim eu não teria me casado com ele se você estivesse lá – Me culpei com o que ela disse – Mas não se sinta culpada por erros meus ok – Pegou em minha mão - Eu não acreditaria, mas não casaria pelo simples fato de já naquele momento meu conto de fadas não ser exatamente como naquela época entende – Me encarou – Ele já fazia algumas coisas que não condizia com o príncipe que conheci, porém ninguém tem culpa a não ser eu que mesmo com todos vocês falando eu resolvi insistir em algo que me marcou da pior forma possível – A abracei desta vez deixando minhas lágrimas rolarem pelo seu sofrimento que de alguma forma é meu também.

Em meios a muito choro de ambas continuei a seu pedido a contar sobre minha vida longe dela, continuei da parte em que enfim achei algo que o pudesse incriminar, mas que por ele ser escorregadio precisava de mais coisas, esclareci que passei sete anos sozinha a procura de provas a ponto de conseguir um bom dossiê e entregar ao meu capitão que iniciou a investigação, ela me olhou em espanto quando lhe contei que foi nessa época a quatro anos atrás que passei a ter contato com meu padrinho que me procurou e achou, me contou tudo que ela havia dito a ele, acho que depois de tudo o que lhe contei sobre Daniel ela não se surpreendeu com o fato dele ter sumido devido ao dossiê que dei a Hanry e o ter tirado de sua vida mesmo que por pouco tempo.

- Obrigada por ter mesmo que de longe me protegendo de alguma forma – Ela me sorriu e dessa vez eu pude ver seu sorriso chegar aos olhos nem que fosse por pouco tempo.

- Eu queria ter feito mais eu juro – Falei com a voz embargada, não queria mais chorar por tudo mesmo sendo impossível.

- Ei já falei não é culpa de ninguém, aliás, se alguém tem culpa – Esse alguém é Daniel.

Continuei a contar omitindo a parte em que eu trabalho infiltrada, claramente essa parte eu não tenho autorização de falar, e mesmo que eu ame Regina, não podia pôr em risco anos de investigação. Terminei de contar até a parte que peguei Doroty na cama com outro e vim parar na nossa casa.

- Minha casa Lub – Ela sorriu implicando comigo – Quer dizer que você tinha uma namorada – Dessa vez abaixei a cabeça, minha sexualidade nunca foi exposta a ela, não tivemos tempo mesmo ela já desconfiando das meninas que iam à nossa casa na adolescência, entretanto Gina sempre respeitou minha privacidade – Essa é nova Ruby Luccas envergonhada com algo – Dessa vez consegui tirar uma gargalhada dela mesmo que as minhas custas.

- Engraçadinha – Empurrei ela na cama – E me sentei de frente para ela - Ninguém está envergonhada aqui. - Falei a jogando na cama e a enchendo de cócegas, como era bom ouvir o riso da minha irmã e o meu também, Daniel tirou isso da gente, tirou nossos momentos, nossa cumplicidade, parei de atacar minha pequeña quando ela começou a tossir e ficar com falta de ar, a levantei rapidamente temendo uma de suas crises de asma

- Desculpas pequeña, ai meu deus desculpa, respira, respira - Entrei em desespero Regina tentando puxar o ar começou uma crise de riso me olhando - Pare de rir e respira - Gritei nervosa só conseguindo que ela risse ainda mais - Se você der um treco eu dou na sua cara, pare de rir e respira - Ela começou a ficar vermelha tentando puxar o ar, Zelena e Emma apareceram correndo a ruiva marrenta me olhou como se a culpa fosse minha, okay tecnicamente a culpa é minha por fazer minha irmã ter crise de riso - Respira Gina ou eu dou na sua cara - Falei abanando em frente ao seu rosto

- Você não vai bater na minha irmã - A ruiva marrenta me olhou furiosa - E pare de balançar as mãos na cara dela, Regina olha para mim respira veja como é fácil - A ruiva começou a puxar e soltar a respiração, ai do nada ela começou a respirar como cachorro olhei para Emma que também olhava a ruiva segurando o riso.

- Okay Ginger, chega você está ridícula respirando cachorrinho, morena onde está sua bombinha? - Minha irmã apontou para a gaveta do criado mudo ao lado da cama, ela começou a ficar mais e mais vermelha, mais que depressa tanto eu quando a ruiva a abraçamos na mesma hora olhei para a ruiva que fez um bico adorável e tentou disfarçar o rubor que surgiu em seu rosto, eu dei um sorriso sacana para ela que me fuzilou com o olhar.

- Aqui - Emma entregou a bombinha para a Gina que estava tendo dificuldade e mais uma vez eu e a ruiva pensamos a mesma coisa e fomos pegar a bombinha da mão da minha irmã a ruiva retirou a mão rapidamente da minha voltando a ficar vermelha eu definitivamente gosto desta cor em suas bochechas.

- Espera Gina eu te ajudo - Retirei a bombinha da capa e deu algumas sacudidas antes de colocá-la na boca da minha irmã - Pronto pequeña - Falei fazendo carinho em suas costas - Já passou viu - Falei como falava com ela quando éramos crianças - Cadê meu ursinho? - Perguntei olhando para os lados.

- Ele dormiu - A ruiva nervosinha falou se arrumando ao lado da Regina fazendo carinho em seus cabelos – O Que houve para ela ter uma crise? - A ruiva perguntou, Emma se sentou ao lado da Regina também, Regina estava com a respiração pesada ainda, e meio sonolenta, resolvi não responder a ruiva já não vai com a minha cara se souber que eu fiz cócegas na minha irmã até ela perder o ar de tanto rir ela com certeza vai me culpar.

- Pequeña eu estava pensando - Regina levantou os olhos me encarando - Podíamos ir passar o fim de semana no rancho em Storybrooke o que acham de um break desse filme de novela mexicana misturado com aventura policial que virou as nossas vidas?

 


Notas Finais


Gente obrigada por quem não desistiu da fic. E prometemos que vamos responder os comentários dos cap anteriores e digo a vcs foram estes comentários que nos faz querer escrever

Oque acharam?
Continuamos com a fic?


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