História Re: Zero - O Último Guardião - Capítulo 2


Escrita por: e LiraOnesama

Postado
Categorias Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu
Personagens Beatrice, Betelgeuse, Emilia, Felt, Personagens Originais, Puck, Ram, Rem, Roswaal L. Mathers, Subaru Natsuki
Visualizações 58
Palavras 2.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Capítulo 2 - O Segredo


Fanfic / Fanfiction Re: Zero - O Último Guardião - Capítulo 2 - O Segredo

Minha consciência voltava aos poucos enquanto eu começava a sentir minha cabeça deitada sobre uma superfície macia. Ao abrir meu olhos, pude ver uma garota me encarando, a mesma de antes, uma coisa me fazia uma pequena falta: Pack, o espírito que a acompanhava...

-Você ficou aqui por esse tempo todo? –Perguntei enquanto me levantava lentamente.

-Não se engane, precisamos te desacordar para garantirmos que você não faria nada de espertinho! –Disse ela.

Ao olhar para trás, percebi rapidamente o espírito, ele estava numa forma humanoide... Também percebi que Subaru me olhava com ódio...

-Também queremos lhes fazer algumas perguntas... –Continuou a garota.

-Claro, pode perguntar. –Escondi meu medo, pois há muitas chances de que Pack possa ter contado para ela o que ele descobriu sobre mim em pouco tempo (Pack já confrontou Cast várias vezes há mais de 400 anos atrás, mas a memória  dos espíritos são muito boas...) –Dependendo do assunto...

-Vocês têm alguma ideia de quem roubou meu brasão, não têm? –Perguntou ela.

-Seu brasão? Por que não procura pela garota que os criminosos mencionaram? –Falei.

-Hm... Não sei onde ela pode estar e nem o rosto dela, de qualquer forma, isso já é o suficiente, obrigado pela informação. –Disse ele enquanto começava a se retirar.

-Espera aí! –Disse Pack antes de voltar para sua forma original e seguir a garota até se aproximar de seu ouvido. –Acho melhor mantermos os dois por perto, não confio muito em um deles... –Pude ouvi-lo sussurrar novamente.

-Acalme-se Pack, tenho certeza de que eles são inofensivos... –Rebateu a garota.

-Hm... Talvez...

Então, os dois deixam o beco, até que...

-Esperem! –Gritou Subaru enquanto tentava alcança-los.

-Droga, Subaru... –Murmurei enquanto o seguia.

Bem, basicamente acabamos convencendo a garota para nos deixar ajudar...

O Subaru fez merda... Tipo... MUITA merda, ele diz estar ajudando, mas ele estava mesmo é atrapalhando, o que acabou até sendo engraçado... acabamos até ajudando uma garotinha perdida a encontrar sua mãe.

Acabamos na varanda de uma cafeteria em cima de um pequeno morro para pensar sobre onde poderíamos encontrar o brasão da garota.

-E você? –Ouvi uma voz conhecida...

-Huh?

-Qual o seu nome? –Era Pack, para um espírito que já sabe a verdade sobre mim, ele parece simpático diante de algo que pode ser uma ameaça.

-Ah... Claro... –Ele já sabia meu nome, mas eu não queria que a garota soubesse, ao julgar pelos seus poderes, já percebi que é alguém que eu possa ter medo de machucar... –Connor Madrazzo.

Pack parece ter notado que eu estava mentindo, pois demonstrou uma expressão de desgosto...

-Bem, sabemos o nome do seu gato, mas e o seu nome? –Perguntou Subaru para a garota.

-Meu nome?

-Sim!

-Bem, meu nome é... Satella.

QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE-

16:57

-Andamos um monte, que benefício você vai dizer que tirou disso? –Provocou Subaru.

-Que agora podemos continuar nossa busca com a consciência limpa. –Respondeu Satella. –Aliás, por que vocês me ajudaram?

-Bem, achar seu brasão vai ser minha boa ação do dia! –Ele é realmente hipócrita...

Tá na cara que ele tá apaixonado pela “Satella”.

É melhor pularmos para a parte interessante...

17:47

Resumindo, fomos para a cena do crime, nos reencontramos com o vendedor arrogante, que, por alguma coincidência muito específica do universo, também era o pai daquela garotinha, que também reencontramos, e depois que o dono da tenda soube do que fizemos para sua filha, nos agradeceu e nos deixou pedir qualquer coisa, então...

Favelas de Lugunica

-Tem certeza de que é aqui? Não temos mais nenhuma informação sobre a ladra? –Perguntou Subaru.

-Não, mas se ela é conhecida nas favelas, significa que podemos ter mais informações sobre ela, ou até mesmo podemos encontra-la! –Disse “Satella”.

Eles continuavam conversando, como se eu não existisse, o único que “se preocupava” comigo era Pack, que me encarava pensativo.

Tentei ignorar esse olhar, e então me fiz presente ali.

-O nome dela é Felt. –Falei.

-Huh?

-Ela tem 15 anos e rouba para sobreviver, mas não sei o porquê de ela ter roubado seu brasão, por mais que as ações que ela pratica sejam contra a lei, eu acho certo ela não querer morrer... –Falei.

Logo, todos nós paramos de caminhar.

-Se sabia, por que não falou nada?! –Perguntou Subaru “irritado”.

-Por que você não deixa de ser hipócrita? A razão é que eu não queria atrapalhar a conversa dos dois. –Falei. –E se for útil, também sei onde fica a casa de saques onde Felt vai depois de roubar algo...

-Você podia simplesmente dizer, se você esconde tantas coisas de nós, como quer que confiemos em você?! –Continuou Subaru.

-Você não diria isso se eu fosse uma garota bonita qualquer! E principalmente, se eu fosse você, abaixaria o meu tom, você não faz nem ideia do que eu sou capaz. Agora se querem que eu faça algo útil na equipe, então me sigam. –Falei antes de começar a caminhar em direção à casa de saques, e, obviamente, eles me seguiram.

Pack aproveitou que, no meio do caminho, Subaru e “Satella” conversavam algo entre si, então puxou um assunto comigo, mais para um teste de confiança...

-Ei, Connor, se é que posso te chamar assim... –Pack me chamou.

-Sim?

-Será que posso garantir que você não vai matar todos nós aqui? –Disse ele num tom sarcástico.

-Heh, claro! –Essa foi a resposta menos suspeita que eu encontrei...

-Bem, por algum motivo, eu sinto que já te vi alguma vez na minha vida... –Disse Pack.

-Também sinto isso, só não faço ideia de onde eu te vi... –Tento esconder meu segredo, tenho quase certeza de que ele me matará se eu admitir...

-Então você está mesmo com medo, pelo visto sabe muito bem do poder de um espírito, hein, guardião. –Disse ele, só não percebi se foi provocação ou sei lá.

Me mantive em silêncio, agora minha vida está dependendo do que ele decidirá...

-Esse silêncio, posso julgar que isso significa derrota, não é? Bem, você teve sorte na nossa última batalha, você teve sorte de ter fugido. Vou admitir que fiquei com um pouquinho de pena, pois sua feição era tão determinada... e depois, se tornou uma feição de ódio, e por fim você fugiu, e deixou sua criadora morrer, nem mesmo olhou para trás... Eu podia simplesmente te matar agora mesmo, mas sinto que você não merece a morte, te devo uma chance para explicar o que aconteceu naquele dia, e também, por que está com o cheiro da bruxa? –Disse ele.

Desculpa, fala de novo. –Pedi, fingindo não ter prestado atenção.

-Não ouviu nada do que eu falei? –Perguntou ele. –Eu sei que você é o sétimo guardião, não tente esconder isso de mim!

-Eu realmente não sei do que você tá falando, eu literalmente sou só um humano qualquer que por algum motivo foi invocado para um mundo paralelo.

-Olha, eu sei que, se você for amigável, você vai admitir, com medo mas vai. Caso contrário...

Novamente, me mantive em silêncio, uma frase dessas é seguida de uma ação previsível, o mínimo que eu posso fazer é demonstrar respeito diante de alguém tão poderoso.

-Não conta pra eles... –Pedi num tom bem baixo.

-E aí está! Vou deixar você contar quando quiser! Então, quer me explicar o que aconteceu com você? –Perguntou Pack.

-Olha só... Eu vou te explicar tudo quando eu estiver pronto Pack...

-E quando vai ser isso?

-Quando eu tiver certeza de que eu posso confiar em você e... nela. –Falei, me referindo à “Satella”.

-Qualquer coisa pra fazer um inimigo se tornar meu amigo! –Disse ele entusiasmado.

-Eu queria saber o nome dela... –Falei, novamente me referindo à garota.

-Hm... Por que? –Perguntou Pack.

-Não me sinto confortável tendo que chama-la de Satella... –Expliquei.

-Hm... Entendo... é Emilia. –Respondeu ele.

-Bem melhor...

Chegamos no local...

-É aqui. –Falei, tendo certeza de que todos os três ouviriam.

-Bem, não sei vocês, mas eu já estou sem tempo... –Disse Pack enquanto voava para o ombro de Emilia.

-Como assim, “sem tempo”? –Perguntou Subaru.

-Eu tenho uma aparência fofa, mas ainda sou um espírito, preciso de bastante mana para me manifestar em minha forma física, então à noite eu volto para o cristal do qual sou invocado e me preparo para o amanhecer do dia seguinte. Na média, o ideal é que eu fique acordado entre as 8 e 18 horas. –Essa é nova...

-8 às 18? Você parece um funcionário público. Os termos de empregos de espí- -BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA BLA...

-Desculpe exigir tanto de você Pack. Cuidaremos das coisas a partir daqui, então descanse um pouco. –Disse Emilia antes de deixá-lo subira em sua mão estendida.

-Certo, estou contando com vocês, não façam nada estúpido, principalmente você Cast! –Disse Pack antes de sua pele tomar um brilho verde muito forte, em seguida seu corpo se dividiu em várias esferas pequenas e brilhosas, que foram direto para a esmeralda pendurada pelo pescoço de Emilia. Espera, ele disse meu nome...

-Tudo certo, eu vou entrar lá, vocês fiquem aqui até eu dizer que está tudo limpo! –Disse Subaru antes de simplesmente entrar na casa com a lanterna do seu celular ligada.

E agora eu estava sozinho com Emilia, hora de conhecer mais sobre ela.

-Então, quando você conheceu o Subaru? –Mas parece que ela tomou a iniciativa.

-Hoje mesmo. Ele tentou usar poderes que não tem pra salvar uma garota de ser atingida por uma carruagem de dragão... –Respondi.

-Foi assim que conheceu ele?

-Isso fez parte, se ele não chamasse minha atenção, eu não teria essa relação com ele, pois apenas notamos que a vestimenta de ambos é do mesmo mundo paralelo. –Expliquei.

-Vocês vieram de um mundo paralelo? –Perguntou Emilia.

-Sim...

-Ah...

Nos mantivemos em silêncio, como se fosse uma transição para outro assunto.

-É Connor, não é? –Perguntou ela.

-Sim, Connor Madrazzo. –Respondi.

-Por que o Pack te chamou de “Cast”? –Perguntou ela novamente, só que um pouco mais preocupada.

-Ele me disse que eu me parecia com um tal de 7° guardião de alguma Bruxa da Inveja...

-Você se parece mesmo... –Disse ela.

-Mas já que você perguntou, esse guardião ter dado bastante trabalho para a humanidade, não?

-Sim, e realmente deu... As lendas diziam que Cast havia cometido suicídio, mas Pack me contou sobre sua última luta contra ele, a luta em que a bruxa morreu... Ele me contou que Cast fugiu da luta chorando, mas suas lágrimas pareciam ser de ódio... Sabe, até seu jeito é bem parecido com o que as histórias diziam: “40 anos depois de sua criação, Cast foi o único de todos os 7 que criou sentimentos, ele sabia que todos os odiavam, até mesmo a sua criadora, Satella. E com o tempo, ele foi entrando em depressão por conta da rejeição... O que antes eram a falta dos sentimentos, agora eram todo o desejo de morte à todos os seres existentes, e dizem que foi Cast quem matou a própria bruxa.”

-“Satella”, você disse? –Perguntei.

Presumo que ela iria responder que sim, mas o raciocínio instantâneo foi o que a salvou...

-Ah... Não dá mais pra esconder... Bem, meu nome não é Satella, é até perigoso pronunciar esse nome... Eu só não confio o suficiente em vocês para dar meu nome real...

-Isso é normal... Meu nome também não é Connor...

-E qual o seu nome?

Me mantive em silêncio, ela parece ser inteligente, então descobrirá rápido.

-Antes que você tenha ideias erradas, eu sou e sempre serei inofensivo com você.

Logo, senti o cheiro de sangue fresco vindo de lá de dentro... Não era nada bom...

-Subaru está em perigo! –Falei enquanto corria em direção à porta da construção.

Abri a porta e entrei na pressa, Emilia vinha logo atrás.

-Subaru? –Emilia chamava o nome do garoto.

-N-não... Satella... Corra... –Ouvi uma voz, pelo visto agonizando em dor, eu sabia de onde vinha.

-Ali! –Falei enquanto me movia na direção de onde veio a voz, então o encontrei no chão com a barriga aberta por um corte. –Você tá aí... Aguenta, acho que a Satella pode estabilizar esse corte.

Perfect Timing, bem na hora em que eu falei isso, Emilia caiu no chão ao lado de Subaru, com um corte na mesma região.

-Putz...

Tenho vários motivos para querer morrer agora, como o fato de que eu não quero ser perseguido pelo Pack, e também não deve ser tão ruim.

-Tá, tanto faz. –Falei enquanto me virava de costas, pronto para qualquer coisa.

-O guardião... –Ouvi uma voz feminina conhecida. –Então você está mesmo vivo... –Elsa... –Não devia proteger aquela vadia que você chama de rainha... –Foi a última coisa que ouvi antes de sentir uma lâmina se aproximara de minha testa, também notei que minha testa deve ser gigante para as pessoas quererem tanto acertar coisas nela.

Minha visão se escureceu instantaneamente...

“E agora, você conhecerá sua habilidade, meu guardião...”

Eu podia ver de novo, minha visão estava embaçada, meu corpo não doía nada, e eu estava num lugar diferente... Eu morri...

-O que foi, garoto? Parece que viu um fantasma. –Ouvi uma voz que já havia ouvido antes...

-Hein? –E outra, que também já havia ouvido antes...

Com o passar dos segundos, minha visão foi ficando mais precisa, eu já estive naquele lugar eu estou no... TIO DA RINGA?!

-Eu te perguntei sobre a ringa, a ringa! Você ao menos tem dinheiro? –Perguntou o tio.

-Hein? –Subaru? Ele estava vivo? O que aconteceu? Eu estava sonhando?

-Deixe disso! A ringa! Você vai comprá-la ou não?

-Ah... Não... Como eu disse, estou totalmente falido... –Parece que sim... Mas foi tão real... Eu senti aquela lâmina por um milésimo...

-Então caia fora, estou aqui trabalhando, não tenho tempo para curiosos! –Sonhos conhecem o mundo muito bem...

Obedecemos ao dono da tenda, começamos a caminhar para a mesma direção que da última vez, até que Subaru parou no meio do caminho...

-O que está acontecendo? –Perguntou ele para si mesmo. –Não estava de noite há pouco tempo?

-E-Então você também viu aquilo?! –Perguntei assustado, isso rebate o fato de ser um sonho...

Em seguida, Subaru levantou sua jaqueta, deixando sua barriga exposta, que não possuía nenhum corte.

-Você viu a ferida aqui? –Perguntou ele.

-Vi sim...

-Espera... Se aquilo e alguma forma foi real... então a Satella... –Lembrei Subaru sobre Emilia.

-Ah, é mesmo, a Satella! Temos que voltar para aquela loja! –Disse ele antes de começar a correr de volta para o tio da ringa, e, eventualmente, eu o segui.

Passamos por um beco, mas fomos interrompidos novamente por quem? Claro...

-Ei, por que estão tão assustados? –Disse o T A M P I N H A .

-Se não quiserem se machuc- -Interrompi WL.

-Cala a boca! –Gritei.

-Ora, ora, então você quer acabar esfaqueado de novo? –Ameaçou WL enquanto puxava suas duas adagas.

-Uhm... Connor, acho que- -Interrompi Subaru.

-Subaru, eu dou dano crítico e você pega a kill! –Falei, já que Subaru é idiota o suficiente pra acreditar que isso é literalmente um jogo.

Hora de usar magia, vamos ver se eu me lembro...

Então, estendi minha mão direita e esvaziei minha mente.

-Zun Haal! –Gritei as palavras sagradas criadas por Satella, o que resultou em desarmar o WL.

-O que? –Ingênuo, só porque não lhe mostrei nem 2% do que eu posso fazer.

-Ru Faas! –Mais uma, essa resultou em desânimo no maromba, resumindo, os que ele considera ameaça (Cast e Subaru) ele vê seu maior medo.

-Agora vai ganhar umas kills! –Falei, encorajando-o a fazer o que eu achava um saco de fazer.

Pois é, ele derrubou os três facinho...

Vamos pular pra parte legal...



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