História Re: Zero Devil May Cry - Capítulo 2


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Categorias Devil May Cry, Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu
Personagens Beatrice, Betelgeuse, Dante, Emilia, Felt, Lady, Nero, Personagens Originais, Puck, Ram, Rem, Roswaal L. Mathers, Sparda, Vergil
Tags Amfa
Visualizações 277
Palavras 6.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Uma Amostra do Poder de Um Demônio


Fanfic / Fanfiction Re: Zero Devil May Cry - Capítulo 2 - Uma Amostra do Poder de Um Demônio

 

Anteriormente...

 

- Se segura. – Avisa o albino, antes de dar um pulo que os levou pra longe, indo direto na direção onde a insígnia de Emília aparentemente poderia estar.

Emília se segurava com certa força ao redor do pescoço de Nero, mas não o bastante pra machuca-lo ou sufoca-lo. A platinada não pode deixar de notar que o toque da mão direita de Nero lhe trazia uma certa paz, na qual ela não sabia de onde esse sentimento estava vindo. O calor que emanava naquela mão era diferente da que vinha da esquerda. Era mais quente, mas ao mesmo tempo era reconfortante e terno.

A mesma estava tão perto dele que podia sentir um aroma agridoce vindo dele. Não conseguia distinguir que cheiro era aquele, mas parecia que aquele cheiro a deixava entorpecida, como se fosse uma droga, a deixando mais relaxada do que deveria.

Queria sentir mais aquele cheiro, então aproximou seu rosto dos cabelos de Nero e respirou fundo, puxando bastante o cheiro dele para suas narinas e se deixando levar por aquela nova droga que descobriu, o cheiro de Nero. O cheiro dele lhe causava muita tranquilidade.

Estava tão entorpecida pelo cheiro do Sparda, que nem percebeu que chegaram no seu destino e o albino tentava acorda-la pra vida.

- Terra chamando Emília, acorda. – Chamou o albino, ainda segurando a platinada pelas coxas e com o rosto virado pro dela, ficando bem perto por sinal. – Já chegamos.

Emília não conseguiu evitar de corar por conta da vergonha que estava sentindo, em ter ficado avoada com seus pensamentos e de estar com o rosto tão perto do de Nero.

Se ela estivesse mais perto, seus lábios estariam roçando um no outro, quase se beijando e isso não deixou de passar pela cabeça da garota.

Como se levasse um susto, Emília se jogou pra trás e afastou Nero com um empurrão. Vendo que ela iria cair dura no chão, o albino soltou as pernas dela e girou ao redor da perna direita e segurou as costas dela, a pegando no colo como uma noiva, dando um olhar de desaprovação para a platinada.

- Era só pedir que eu te desceria, sua boba. – Diz Nero, colocando Emília no chão com cuidado.

- VOCÊ QUE É O BOBO AQUI!!! SEU IDIOTA!!! – Retruca a platinada, mais vermelha que um tomate e saiu batendo o pé pra uma direção aleatória.

- A sua insígnia está pra aquele lado. – Disse o albino, apontando pro lado oposto da qual Emília tinha tomado, a fazendo dar meia volta e continuar a andar com certa raiva dele, falando “Eu já sabia”, enquanto passava por Nero e Pack, que estava ao lado de Nero.

E tanto Nero, quanto Pack, não sabiam do porquê dessa birra toda.

 

Agora...

 

Depois de uns 15 minutos de caminhada, o sol já começava a se pôr e o trio estava diante de um casarão no meio de um terreno vazio com algumas poucas casas ao redor. E pela aparência do lugar, ela já teve dias melhores. Alguns vidros quebrados, musgo crescendo no telhado e nas paredes, onde até mesmo as ervas daninhas estavam escalando e tomando conta da pintura. Árvores mortas completavam o visual um tanto macabro do local.

- Que lugarzinho aconchegante, hein? – Disse o albino, claramente de forma sarcástica para os outros dois, antes de andar até a porta, ao lado de Emília e Pack.

Nero aguçou seus ouvidos e com a mão, pediu que os dois fizessem silêncio. Com um ouvido perto da porta, o Sparda conseguia ouvir as vozes de duas pessoas. Uma masculina, velha e um tanto rouca por conta da idade, e uma feminina, jovem e fina, quase que irritante aos ouvidos de Nero. Eles falavam de como foi o trabalho da jovem em ter conseguido a insígnia do seu alvo no centro da cidade e do quão difícil foi para conseguir despistar ela.

- Parece que são duas pessoas lá dentro. – Informa Nero, ainda perto da porta. – Um homem, aparentemente velho. E uma garota, provavelmente uma jovem de 15-16 anos. Deve ser a sua ladra, já que ela fez uma breve menção a você e falou de uma insígnia.

- Vamos entrar! – Sussurrou a platinada, visivelmente irritada com a ladra e seu companheiro de crimes.

- Ok, se afastem. – Pediu o albino, fazendo com que Pack e Emília se afastassem um pouco.

Nero então dá uma sequência de batidas leves na porta, como se estivesse criando um ritmo, dando a primeira lenta e as outras quatro rápidas, para depois dar uma batida longa e depois um gancho de direita, criando um braço espiritual, bem maior que o seu braço e em cima dele, quebrando a porta em pedaços, praticamente a explodindo, surpreendendo os moradores locais, sendo eles um homem careca de pele morena, bem grande e cheio de músculos, e uma garotinha de cabelos dourados e olhos vermelhos, que foi rapidamente identificada por Emília.

- Devolva o que você me roubou, sua ladra!! – Exigiu a platinada, apontando para a loira e sua cara não era a das mais agradáveis para o trio invasor.

- Mas que merda... Você não desiste mesmo, não é, cacete?! – Pergunta a loira, bastante brava com Emília.

- Infelizmente, isso é uma coisa da qual eu não posso abrir mão. – Responde Emília, também de cara fechada com relação a loira. – Se devolverem minha insígnia, garanto que não vamos machucar vocês.

- Até parece que você e esse branquelo aí vão....

A loira nem teve tempo de responder, pois Nero apareceu ao lado do gigante moreno, apontando um revólver de cano duplo na cabeça do grandão.

- Melhor não mexer um músculo. – Avisa Nero, sorrindo de canto para o gigante, que ri nasalmente da ameaça.

- Como se essa coisa fosse me ferir.

Pra provar que o grandão estava errado, Nero atira na parede ao lado do gigante e abre um buraco do tamanho de uma laranja no mesmo, além de ter feito o som do estampido da arma assustar aqueles que estavam no local, que não sabiam o que era aquela arma, mas claramente era perigosa.

- O que disse? – Pergunta o albino, bem tranquilo para a surpresa dos moradores locais.

- Melhor eu ficar quieto. – Respondeu o moreno gigante, ainda um tanto assustado com o estampido da arma e pelo estrago que ela podia fazer. Não só na sua parede, como também nele mesmo e na sua pequena parceira.

- Nisso eu vou ter que concordar.

 

Cap. 2 – Uma Amostra do Poder de Um Demônio

 

Emília retoma sua postura e cria estacas de gelo que flutuavam perto dela, apontando para a loira, que recuou um pouco com a ameaça da platinada.

- Eu só desejo uma coisa: A devolução da minha insígnia. – Disse a maga, apontando as estacas para a loira com a mão e olhando fixamente para os olhos dela. – Ele é muito importante pra mim e para a realização do meu sonho.

O gigante ficou tenso depois do que viu. Primeiro uma arma que nunca tinha visto na vida, muito menos ouviu falar na mesma, com um poder de fogo muito maior do que aparentava, um garoto albino tão rápido quanto sua parceira e agora uma maga, que consequentemente era a dona do item roubado pela loira, demostrava bastante aptidão para a magia.

É... Esse realmente não era o seu dia de sorte.

- Felt, se ela fosse uma maga qualquer, eu não diria nada. Assim como esse cara. Mas esses daí são problema na certa. Principalmente o garoto aqui. – Conta o gigante, olhando brevemente para a loira, autointitulada como Felt, e logo em seguida olhando para o braço direito de Nero, que não passou despercebido pelo mesmo.

- Cê só pode estar de brincadeira, Rom-jiji? Mal começou a luta e já tá jogando a toalha? – Pergunta Felt, indignada com a desistência do gigante, denominado como Rom.

- Garota, você é uma elfa, não é? – Perguntou o gigante, olhando com certo temor pela resposta que viria.

Emília parecia não querer responder a aquela pergunta, pelo menos, foi o que pareceu aos olhos de Nero, que achou aquilo um pouco estranho. Talvez ela não gostasse de ser uma elfa, ou algo assim, mas parecia que era algo além disso.

- Bem, não exatamente. Você está meio certo. Eu sou na verdade uma meia-elfa. – Responde Emília, olhando para Rom, mas mantendo as estacas apontadas para Felt.

- Meia-elfa? E esse cabelo... Espera, você é... – Felt já estava quase que desesperada com o que ia dizer com sua conclusão precipitada, mas Emília a interrompe.

- Não! É apenas uma semelhança acidental. Isso também me incomoda, sabe? – Disse a platinada, mostrando seu desgosto por essa “coincidência acidental” com seja lá quem eles estavam falando, no ponto de vista de Nero.

Num breve instante, Nero pode ver uma lâmina negra ser erguida contra as costas de Emília e sem pensar duas vezes, o albino desvia sua mira para a adaga e atira contra o agressor da meia-elfa, acertando a lâmina e a partindo em dois com a potência do tiro, além de atrair a atenção de todos para onde Nero havia atirado. A figura que estava segurando a adaga dá um salto longo pra trás, com algumas cambalhotas no ar e pousando no chão na frente de todos. A figura se revelou como uma mulher de cabelos pretos e olhos de mesma cor, só que opacos e sem vida. Seu corpo era esguio e ela segurava o que restou da sua arma com a mão direita.

- Que pena que você fede a sangue. Caso contrário, eu não teria sentido o seu fedor, vadia. Faz o seguinte, da próxima vez, usa um perfume, tá? – Diz Nero, com um sorriso provocador no rosto, além de não deixar o sarcasmo de lado, fazendo a agressora sorrir de maneira... Estranha.

- Ara, ara... Mas o que temos aqui? Um mestiço bem... Intrigante. Eu nunca abri a barriga de um mestiço. Pelo menos, não como você, garoto. – Disse a agressora, abrindo ainda mais seu sorriso macabro e olhando para o braço direito de Nero, enquanto se livrava da arma destruída e sacava uma nova.

- Mas que merda você tá fazendo, hein, tia? – Questiona Felt, confusa e irritada com a mulher.

- Ora, com a dona do objeto aqui, fica difícil de negociarmos. Então eu decidi fazer uma pequena mudança de planos. – Explica a morena, aparentemente bastante calma aos olhos de todos.

- E por acaso essa sua mudança, incluía matar todos aqui dentro? – Pergunta Nero, surpreendendo a mulher e os outros perto dele. – Nem precisa fingir. Da pra ver na sua cara que você não tava nem um pouquinho afim de deixar alguém sair daqui vivo.

- Acertou. Afinal, a garota ali falhou em finalizar o serviço pela qual ela foi contratada pra fazer. – Diz a mulher, confessando seus planos para todos. – Não me entenda mal, Felt-chan. Você é boa de papo, mas seu serviço é péssimo. De fato, você não passa de uma favelada de merda.

- Falo a pessoa que não passa de uma psicótica doente, com sérios problemas mentais. – Rebate Nero, mantendo seu sorriso debochado no rosto e o olhar provocante para a morena, que ri de uma maneira claramente psicótica.

- Você realmente tem uma língua afiada, garoto. Acho que vou começar por você e esse seu braço tão chamativo. – Diz a mulher, sacando outras duas adagas e indo em direção a Nero.

Porém, o que ela não esperava, era que Nero usasse sua velocidade e aparecesse atrás dela, a surpreendendo com isso. Ele então a pega pelo pescoço e a gira no ar, lançando ela contra uma parede, bem longe dos outros, derrubando vários objetos em cima dela, além de ter levantado bastante poeira. Nero ficou com seu revólver apontado pra onde ele jogou a mulher maluca e ficou atento a qualquer som ou movimento que ela pudesse fazer. Pack aproveita a chance e lança uma barragem de estacas de gelo no local, aumentando a quantidade de poeira que subiu e o estrago no local.

- Deu certo? – Pergunta o espírito, torcendo pra que isso fosse o suficiente.

- Vai por mim, vaso ruim não quebra. Pelo menos, não assim tão fácil. – Adverte Nero, ainda olhando pra frente, sem desviar a atenção.

Quando a poeira baixa, um grande bloco de gelo era visível aos olhos de todos e logo depois ela foi destruída facilmente.

- Você tem razão, Mestiço-san. – Concorda a maluca, escondida atrás de uma capa que se desfaz logo após o gelo ser desfeito. – Tem que estar preparado pra tudo hoje em dia.

A maluca tenta atacar Nero novamente, mas uma saraivada de tiros começa a ser disparado contra ela pelo albino. A psicopata não teve outra escolha a não ser desviar dos tiros e tentar se esconder no andar de cima.

- Acertou ela, Branquelo? – Pergunta Felt, se aproximando de Nero, assim como Emília e Rom, ficando de frente para onde a louca tinha ido.

- Só de raspão. Ela é rápida. – Responde o albino. – Rom, tira elas daqui. Eu cuido da psicótica aqui. – Pede Nero, ainda mantendo o local que a louca subiu na mira da arma.

- Não, eu vou ficar e lutar com você. – Retruca Emília, séria em suas palavras e olhando de forma repreensiva para Nero.

- Com todo respeito meu jovem, um gigante não foge de uma luta. Mesmo quando isso significa a sua própria morte. – Diz Rom, pegando uma grande clava do balcão que ele estava atrás. – Pelo menos é o que eu ouvi.

Nero apenas dá um suspiro de cansaço e olha pra eles.

- Tá. Mas vão ficar apenas no suporte. Não interfiram diretamente na minha luta. – Ordena o albino, vendo o resto acenar positivamente, antes de se posicionarem em outro canto da casa. Nero guarda sua arma e invoca sua espada, bem similar a uma faca, só que 10 vezes maior e mais pesada, com um motor de uma moto embutido dentro da lâmina. Quando Nero girou o punho da espada, o som do motor se fez presente no local, assustando a todos ali presentes. – Que que foi, tá com medinho de um mestiço, Vadia Louca?

- Digamos que meus instintos de autopreservação disseram pra eu ter mais cuidado com você do que com eles. E parece que estavam certos. – Responde a mulher, enfaixando sua perna que tinha sido atingida por um dos tiros de Nero, atravessando a carne da perna esquerda. Por sorte, não atingiu nenhum osso ou artéria, o que poderia ser mais grave. – Eu cortei você na barriga antes de me jogar e tentei arrancar o seu braço direito fora. Mas parece que a pele do seu braço direito é mais dura do que eu previa.

Depois que Nero ouviu isso, ele deu uma olhada pra sua camisa e percebeu que havia um corte bem onde a louca tinha dito onde cortou, dividindo a imagem da caveira estampada da camisa preta do albino em duas.

- Filha da puta... Era minha camisa favorita!

Nero, full pistola com a maluca psicótica, salta pra onde ela poderia estar e desfere um golpe de cima pra baixo, bem perto da onde ela estava. Por ter errado alguns centímetros de diferença, a maluca deu uma cambalhota pra trás e tentou cortar o braço esquerdo de Nero, mas ele bloqueou com a espada e foi atrás dela, fazendo golpes horizontais, verticais e diagonais, sendo todos ou defletidos, ou esquivados pela morena doida. Ela foge de um golpe que com certeza iria matá-la, mesmo se ela bloqueasse, saltando pro andar de baixo e no meio do trajeto do salto, Pack e Emília fizeram uma saraivada de estacas de gelo contra ela.

- Fala sério, pra uma garota, ela está bem habituada ao combate. – Comenta Pack, enquanto disparava contra a agressora de sua contratante.

- Faz um bom tempo que alguém me trata como uma simples garota. Estou lisonjeada. – Rebate a morena, destruindo algumas estacas que vinham contra ela e desviando de outras.

- Bem, já que eu sou um espírito e meu tempo de vida é diferente da de um humano normal, todos os oponentes que enfrento são praticamente crianças ao meu ponto de vista. Ainda assim, você e o Nero são bem fortes. Quase que tenho pena de vocês. – Continua Pack, provocando a ira do Sparda.

- VAI SE FUDER, SEU GATO MALHADO DE UMA FIGA!! VOCÊ NEM TÁ ACERTANDO ESSA VADIA, CARALHO!!! – Berra o albino, puto como espírito.

- Estou honrada por esse elogio, Espírito-san. – Comenta a louca, enquanto desviava dos tiros de Emília e Pack.

- NÃO SE ESQUEÇA DE MIM!!! – Gritou Nero, enquanto caia em cima da morena maluca com sua espada e abrindo uma cratera no chão da casa, assustando os amigos e surpreendendo a agressora. E falando na morena com o parafuso solto, ela conseguiu desviar do ataque inicial, mas não conseguiu desviar do que vinha logo atrás. Aproveitando a oportunidade de que ela estava no ar, Nero chutou a barriga dela e a lançou contra a mesma parede da qual ele havia lançado da última vez, a deixando com uma grande rachadura na mesma, o que deixou os amigos, principalmente o espírito, chocados com a força bruta dele. – E SE ME CHAMAR DE FRACO DE NOVO, SEU TAMPINHA, EU VOU ARRANCAR O SEU COURO E USA-LO PRA FAZER UM CHAPÉU PRA TAMPINHA ALI!! – Ameaça o albino, ainda furioso com o felino flutuante.

- O Nero... É perigoso... – Comenta Pack, se encolhendo atrás de Emília e com todos os seus pelos gritando para não irritar o albino a sua frente.

- Aí, aí, aí... Eu tenho que dizer, essa doeu. – Diz a morena maluca, se levantando com certa dificuldade e escorada na parede. Uma das mãos estava sobre a costela, provavelmente quebrada por conta do chute de Nero. E sem que ela percebesse, seu pé ficou envolto por uma camada de gelo, a prendendo no local.

- Boa noite! – Diz Pack, antes de combinar seu poder com Emília e lançar um grande pilar de gelo na direção da psicótica, congelando tudo pelo caminho.

Nero desviou do ataque facilmente, porém, o que eles não previram, era que a maluca desse um salto alto o bastante para evitar o ataque da maga e de seu espírito e ainda no estado que ela se encontra.

- Ufa... Essa foi por pouco. Achei que ia morrer. – Comenta a morena, enquanto pousava no chão com o pé direito bastante ferido por conta do esforço que deu para poder tira-lo do gelo enquanto saltava

- Ei, Pack, pode fazer um ataque desses de novo? – Pergunta Nero, sem desviar a atenção da morena psicótica.

- Não da. Eu tô ficando sonolento e meu tempo aqui está acabando. Acabei subestimando ela e fiquei quase sem mana, então vou ter que me retirar. – Responde o espírito, coçando os olhos que demonstravam o seu sono chegando, além do cansaço que ele estava sentindo, desaparecendo aos poucos no ombro da platinada. – Emília, se algo acontecer com você, vou agir conforme o contrato.

- Não se preocupe. – Diz Nero, ficando entre Emília e a morena maluca, com a espada sobre o ombro. – Não vou deixar que nada de ruim aconteça com ela. – Continua o Sparda, dando um joinha pro espírito com a mão direita, junto com um sorriso confiante no rosto.

- Será que consegue fazer isso? – Pergunta a mulher, arrancando um pedaço de gelo e colando na sola do pé ferido, fazendo com que um pouco de vapor saia com o contato com a pele. – Vamos ver se você consegue.

A morena avançou contra Emília, mas Nero ficou na frente e contra-atacou com seu braço direito, criando uma mão espiritual e agarrando sua oponente. Ele apertou onde chutou, fazendo com que o osso quebrado entrasse mais na carne dela, fazendo com que a morena fechasse a cara por conta da dor, e logo depois ele a jogou pro ar e a rebateu com as costas da espada, a jogando novamente contra a parede e abrindo um buraco no local.

- Home run. – Disse Nero, mostrando seu melhor sorriso convencido e vitorioso pra morena, que se levantava dos escombros.

- É... Você não é nem de longe fraco. Se for pra levar em conta a sua força física, acho que é mais forte que o gigante ali. Não... Você é muito mais forte que ele, além de ser bem mais rápido do que eu, isso eu garanto. – Aponta a psicótica, ficando de pé com dificuldade por conta dos ferimentos que estavam ficando graves demais pra ela.

- Tem razão. Eu sou forte. Forte o bastante pra levantar essa espelunca e jogar pra bem longe se eu quisesse, com todos os pertences e quem estivesse nele a uns 500 metros eu diria. Isso é claro, se ele estiver lotado até a boca de gente e objetos ridículos que ninguém quer. – Conta Nero, colocando a espada sobre o ombro novamente.

- NÃO FALE MAL DA MINHA LOJA, PIRRALHO!! – Reclama o gigante, nada feliz com a crítica do albino sobre sua loja.

- E eu nem iria estar fazendo esforço. – Acrescenta o albino, deixando o gigante e as garotas pálidas com aquilo. – E acho que você sabe o porquê de eu ter toda essa força, não é?

- Tem algo a ver com seu braço? – Sugere a psicótica, olhando para o braço direito de Nero, que começava a brilhar bastante com a escuridão que tomou conta do local, visto que o sol já se pôs.

- Sim. Afinal... – Nero fez uma pequena pausa pra sorrir com deboche. Não por causa da mulher maluca diante dele, mas de si mesmo. – Eu sou um descendente de um demônio.

Agora fazia todo sentido para eles do porquê de Nero ter tanta força e velocidade, que beiravam a sobre-humanos. Ele era meio humano, mas também era meio demônio, fazendo essa parte fortalecer a parte humana várias vezes acima do convencional. Mas aquela notícia não pareceu abalar tanto assim a meia-elfa, que estava boquiaberta com o que ouviu do albino. Ela parecia um tanto... Alegre?

- Entendo. Acho que terei que recuar agora, se não eu com certeza vou morrer aqui e eu não quero isso. Em breve vou estripar todos que estão aqui. Até lá, cuidem bem das suas barrigas. – Diz a morena, começando a se afastar calmamente e logo depois dar um grande salto, pousando num telhado longe do casarão onde eles estavam e correndo e pulando de telhado em telhado.

Vendo que a psicopata não iria voltar assim tão cedo, Nero desfez sua espada, a guardando dentro de seu braço direito e logo depois se virando para os companheiros da luta contra a psicopata. Ele queria saber quem era aquela vadia, mas as respostas teriam que esperar, pois um homem de cabelos vermelhos e roupas brancas com detalhes azuis, parecendo um cavaleiro, apareceu no buraco de onde Nero jogou a vaca.

- Vocês estão bem? Emília-sama... O que você está fazendo aqui? – Pergunta o garoto, entrando pelo buraco e se aproximando da platinada. Aproximação que não foi de agrado do mestiço.

- Estamos bem Reinhard. Quanto à sua pergunta eu estava indo atrás dessa ladra aqui, que roubou a minha insígnia... – Responde a platinada, pegando no braço de Felt e apontando pra mesma, ganhando um “Hey!” de desaprovação da baixinha. – Foi quando eu encontrei um amigo que se ofereceu pra ajudar a encontrar essa ladra. – Continua a mesma, sem perceber que estava sorrindo para o albino. – Quando encontramos o esconderijo dela, uma maluca apareceu e tentou nos matar. – Termina a mesma, fechando a cara quando se lembrou da psicopata.

- Como ela era? – Pergunta Reinhard, preocupado com a descrição que iria ouvir.

- Alta, cabelos, olhos e roupas pretas e sorria que nem uma maluca psicótica. – Responde Nero, se encostando numa das paredes do casarão e cruzando os braços, junto com uma boa dose de sarcasmo na voz.

- Além de usar uma espécie de lâmina das províncias do norte. – Complementa Emília, mencionando a arma da agressora.

- Com essas características, só pode ser ela. A Caçadora de Entranhas. – Diz Reinhard, já massageando as têmporas por conta da dor de cabeça que essa mulher dava para ele e seus colegas de trabalho.

- Mas que nomezinho de merda vocês deram pra ela, hein? – Zomba Nero, junto com seu sorriso de escarne para o ruivo.

- É por conta do seu estilo de matar. Ela parece gostar muito de deixar as entranhas das vítimas à solta e espalhadas pelo chão. – Explica o ruivo, voltando seu olhar para Nero e só então vendo seu braço direito ser uma coisa totalmente o oposto do normal. – Nome real, Elsa Granhiert. E você, quem é?

- Nero Kurokami Sparda.

- Muito prazer, Nero-kun. – Cumprimenta o cavaleiro, antes de voltar a atenção para Emília novamente. – E o que aconteceu depois, Emília-sama?

- Eu lutei contra a vadia das entranhas e mandei ela picar a mula. Botei ela pra correr. – Responde o albino pela meia-elfa, que assente para confirmar a história de Nero, mesmo que de forma resumida os acontecimentos. – Ela até me cortou na barriga, mas não foi nada que minha regeneração não desse conta.

- Pera aí! Quer dizer que ela fez um corte na sua barriga naquela vez e você continuou lutando mesmo assim?! Isso é impossível!! – Pergunta Felt, descrente do que ouviu.

- Quer uma prova? Então lá vai. – Responde Nero, invocando sua espada novamente e a jogando no ar, bem acima de si.

- NÃO! – Gritou Emília, quase desesperada quando viu o albino lançar a espada no alto sem nenhuma preocupação.

Como ele estava longe de todos, eles não conseguiriam chegar a tempo de impedir a espada de cair bem no meio do peito dele, o que acabou acontecendo.

A espada atravessou o peito de Nero e fincou no chão, fazendo o seu sangue escorrer pela lâmina da espada. Mas para a surpresa de todos, Nero começou a se mover, o que era pra ser impossível, e aos poucos ele foi retirando a espada de seu peito e novamente fincando no chão e se apoiando na arma, enquanto o buraco em seu peito se fechava com bastante velocidade e em instantes, não havia nenhum sinal de que havia um buraco enorme no próprio peito.

Todos estavam chocados e assustados com aquilo, até mesmo com medo.

Mas por algum motivo, Emília não tinha medo de Nero. Ela se sentia diferente de quando estava perto dele em comparação as outras pessoas, como Reinhard. Ela se sentia como se houvesse uma conexão entre eles. Talvez por conta de se acharem monstros, mas não era isso que parecia que Nero achava de si mesmo. Talvez por serem chamados de monstros pelas outras pessoas, mas isso não parecia incomodar o albino, aparentemente. Talvez algo de seu passado seja parecido com o dela? Não tinha como saber, pelo menos, não agora.

- E então? – Pergunta Nero, sorrindo como se nada tivesse acontecido.

E para a surpresa de todos, Emília se manifestou da forma mais inesperada possível.

Ela deu um tapa na cara de Nero, o surpreendendo com aquilo.

- SEU IDIOTA!!! – Gritou a platinada, nitidamente brava com o albino. – E aquele papo de “Camisa favorita”?! Era papo furado por acaso?! Tem ideia de o quão assustada eu fiquei por acreditar que você iria morrer ao fazer aquilo?!

- Então ficou com medo de me perder é? – Pergunta Nero, de uma forma sugestiva para Emília, que só percebeu agora que ela falou demais e nem tinha pensado no que estava falando, ficando vermelha que nem um tomate de tanta vergonha que estava sentindo.

Os olhares de todos, que estavam voltados para Nero, foram em direção a Emília, que corava cada vez mais com o que disse e de cabeça baixa por conta da vergonha disso.

Até sentir aquele calor característico da mão direita de Nero sobre sua cabeça, fazendo um leve afago nela.

- Relaxa, eu não vou morrer, mesmo que me matem. – Garantiu o albino, com um sorriso singelo no rosto, ganhando um vislumbre dos olhos de Emília, que parecia ser tão hipnótico para ele, fazendo ele esquecer de todos ao seu redor.

Mas o momento um tanto romântico foi interrompido por Reinhard, que fingiu uma tosse, acordando o casal e fazendo os dois recuarem, bem envergonhados com o que fizeram. Se alguém os visse daquele jeito, com certeza iriam pensar que eram namorados.

- B-Bem, agora que está tudo explicado, por que não nos dá algumas explicações, Reinhard? Como por exemplo, por que está aqui? – Pergunta Emília, desarmando o ruivo mencionado e o mesmo começou levemente a suar frio com aquilo.

- Bom... Eu estava andando no distrito comercial, mais cedo, quando ouvi você gritando. Achei que estava sendo sequestrada. Eu segui vocês até a igreja, mas não cheguei a tempo, mas vi que estavam indo até as favelas. Quando eu cheguei, eu tinha perdido vocês de vista, mas o som de uma briga me trouxe pra cá. – Explica o ruivo, desviando do olhar acusatório de Emília sobre si.

Emília o encarou por um tempo antes de soltar o ar de forma pesada e falar.

- Bem, acho que qualquer um iria conseguir ouvir a barulheira da nossa briga com aquela louca. – Diz a platinada, olhando pra um canto qualquer enquanto falava isso. Até sentir ser cutucada no braço esquerdo e encontra Felt, mexendo num dos bolsos do seu casaco.

- Pode ficar. Vocês salvaram as nossas vidas e eu não gosto de estar em dívida com alguém. Então vou devolver o que te roubei. – Conta a loira, enquanto procurava a insígnia de Emília. – Se era tão importante pra você, deveria manter isso escondido em algum ligar seguro. E não deixa-lo no bolso pra qualquer um roubar. – Acrescenta a mesma, um tanto séria com suas palavras.

- Ela está certa, Emília. Tem certas coisas que você não pode levar por aí no bolso. – Comenta Nero, mostrando seu amuleto para Emília e a mesma se lembrando do incidente com os ladrões que tentaram roubar o meio demônio mais cedo.

- Você não é a pessoa mais recomendada pra me dar esse conselho, Nero. Já que quase foi roubado mais cedo. – Rebate Emília, fazendo um pequeno biquinho pro albino, no qual ele teve que se segurar pra não dar um selinho ali mesmo na frente de todos, de tão fofa que ela estava naquele jeito.

- Eu me garanto, então não tinha problema em deixar ele amostra. Já no seu caso... – Rebateu o albino, com um sorriso de escarne para a platinada, que aumentou o biquinho e fechou ainda mais a cara, a deixando mais fofa ainda.

- Ele tem razão. Aqui. – Concorda Felt, entregando a insígnia para Emília.

Porém o que ninguém esperava, muito menos Reinhard, é que a insígnia estivesse brilhando, mesmo que de forma fraca, nas mãos de Felt. Aquilo deixou o ruivo assustado e chocado.

- “Não pode ser... Será que ela é...?” – Pensou o cavaleiro, ainda chocado com o que estava vendo e sem mais nem menos, ele segurou o pulso de Felt com demasiada força, machucando a pequena.

- Reinhard? – Chamou Emília, mas foi ignorada pelo ruivo

- Me solta, caralho!! Tá me machucando, porra!! – Exige a loira, mostrando que estava sendo machucada pelo cavaleiro.

- Como isso é possível?! – Disse o ruivo, ainda com os olhos voltados para a insígnia nas mãos de Felt. – Seu nome e o nome da sua família!! Qual é?! – Pergunta o mesmo, afrouxando o aperto, mas ainda a segurava de maneira firme.

- Felt. Eu não tenho essas coisas chiques como essas merdas de nomes de família. – Responde Felt, confusa com as perguntas de Reinhard.

- E sua idade?!

- Ahn... Eu tenho 15 anos. Eu acho... Eu não sei quando é o meu aniversário. E dá pra me soltar de uma vez, cacete?!?! – Pergunta a menor, já se cansando daquele aperto incomodo em seu pulso.

- Emília-sama, me desculpe, mas vou ter que levar essa garota comigo. – Diz o ruivo, segurando com mais força o pulso de Felt, que se debatia com todas as suas forças pra se livrar das mãos de Reinhard.

- Se for por causa da insígnia que ela roubou...

- Bem, esse não é um crime pequeno. Mas não é por isso que eu vou leva-la. Em comparação com os acontecimentos recentes com a gravidade de ignorar o crime que acabei de presenciar, é algo trivial. – Explica o cavaleiro para a maga, levantando Felt do chão e olhando fundo nos olhos dela. – Preciso que você me acompanhe. E infelizmente, você não está em posição de negar esse pedido.

- Vai se fuder!! Só porque você é um cavaleiro, não significa que...

Felt simplesmente parou de reclamar quando Reinhard lançou uma espécie de feitiço contra ela, a fazendo dormir no mesmo instante.

- Que educação, hein, xará? – Zomba Nero mais uma vez, com uma expressão de desgosto puro para o ruivo.

- Eu tomei o cuidado pra não exagerar.

- Sei... – Rebateu o albino, não acreditando nas palavras de Reinhard e mantendo a cara de desgosto no rosto.

- Emília-sama, é bem provável que nós vamos ter uma conversa bem importante com você, muito em breve eu creio. Eu espero que você entenda. – Continua o ruivo, entregando a insígnia a sua legitima dona, antes de começar a andar pra fora do casarão. – É melhor aproveitarmos esses momentos de paz, Emília-sama. Pode ser a última vez que possamos ver a luz da lua tão calmamente. – Nisso ele para e se vira para encarar o albino. – Nero-kun, posso te pedir um favor?

- Não tenho nada contra, contanto que você me devolva o favor. – Responde o meio demônio, com um sorriso divertido no rosto.

- Por favor, tome conta da Emília-sama. Ela não tem ninguém pra protege-la e pelo o que eu vi aqui, você é mais do que capaz de fazer isso. Posso confiar essa missão a você? – Pergunta o ruivo, olhando com seriedade para Nero.

- Meu amigo, considere ela mais segura do que se estivesse sendo mantida presa numa prisão de segurança máxima. – Diz Nero, dando um joinha pro cavaleiro, que sorri com a resposta. O que não foi de muito agrado para a maga em questão.

- Eu não preciso de proteção! Muito obrigada! – Reclama a maga, cruzando os braços e virando a cara com raiva dos amigos.

- Mas você não foi a primeira que quase morreu aqui? Se não fosse pelo garoto albino, você iria ter sua cabeça rolando no meu chão, lembra? – Comenta Rom, derrubando todos os argumentos que Emília poderia ter contra essa decisão de Reinhard.

- Agora você não tem escolha, garota. Eu vou com você até sua casa e explicar aos seus pais que sou seu novo guarda-costas, graças ao ruivinho ali. – Disse Nero, apontando Reinhard, que ainda estava parado perto do buraco do casarão.

- Eu não tenho pais. – Disse a meia-elfa, num tom triste e um tanto melancólico.

- Nem eu. Eu perdi a minha mãe e irmã aos 7 anos e cresci sem pai. Então estamos na mesma situação. – Rebateu o meio demônio, surpreendendo a platinada. – Meu tio me criou desde então e agora eu estou solto no mundo, como um homem feito.

Emília estava chocada com a forma que Nero falou de sua perda com total naturalidade, como se não fosse grande coisa. Mas seus olhos diziam o contrário. Mostravam tristeza, culpa, vergonha. Ela ficou pensando o porquê de Nero estar agindo daquele jeito, que nem percebe que ele já estava praticamente indo embora, sem ela o acompanhando. E quando o albino percebeu isso, ele se vira para encara-la e ela ainda estava parada no mesmo lugar. O meio demônio bufa de frustração.

- Você vem ou eu vou ter que te carregar como eu fiz pra que a gente chegue naquela igreja? – Perguntou o albino, com um certo ar provocativo para a meia-elfa, que sentiu suas bochechas esquentarem quando ouviu aquela última parte.

- Nem se atreva a fazer aquilo de novo, ou eu juro que vou congela-lo pra sempre! – Pragueja a platinada, completamente envergonhada pela fala do meio demônio.

- E eu lhe digo, boa sorte pra me acertar com o seu gelinho, garota. Por que vai precisar. – Provoca Nero, se aproximando de Emília e ficando a um passo de distância e olhando fundo nos olhos dela.

Vendo que não iria ganhar de Nero com aqueles argumentos e com essa briguinha infantil, Emília decidiu se retirar, chamando o albino para segui-la. Nero apenas a segue e coloca seus fones de ouvido, conectado ao seu celular e começou a ouvir suas músicas, pra ver se o tempo passava mais rápido.



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