História Reaching infinity - Capítulo 1


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Categorias Seventeen, Stray Kids
Personagens Han Ji-sung, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags 95ji97kook, Abo, Changlix, Junhao, Junhao¡centric, Minsung, Mistério, Psicometria
Visualizações 11
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma fanfic que eu sei que ninguém vai ler, mas eu continuo escrevendo. Porque é disso que eu gosto, imaginar.

Boa leitura♡

Capítulo 1 - Começando de novo


Fanfic / Fanfiction Reaching infinity - Capítulo 1 - Começando de novo

" Eu vou alcançar o infinito. Nem que isso custe tudo o que eu tenho. "

☆☆☆☆☆☆




Lee Felix era um ômega, morava em Sidney,  na Austrália, onde nasceu e cresceu até os doze anos.

Seu sonho era dançar pelo resto da vida, até estar tão velhinho, que não aguentaria mais. Ele queria que isso se realizasse.

Ele queria dançar para as outras pessoas, queria mudar a opinião delas. Queria faze-las pensar, que a dança também era um trabalho importante.

Mas sua família não queria isso. Felix se lembrava bem das palavras de seu pai quando pediu para que o matriculásse numa escola de dança.

"É claro que não. Primeiro porque você é ômega, e ômega tem que ficar cuidando da casa, sem opinar sobre nada. Segundo, dança é uma arte desprezível, ninguém ganha dinheiro dançando, isso mancharia a imagem desta família. Eu não quero meu filho rebolando para todo mundo ver, isso é incabível. Você é um ômega, então aja como tal."

Aquelas palavras queimavam como fogo. Um ômega então, teria sempre que ser tratado como empregado? Como um brinquedo sexual para os alfas?

Isso para a cabeça de apenas dez anos de Felix, era inacreditável. Ele queria dançar, então escolheu desobedecer as ordens de seu pai.

Com a ajuda de um tio que ficou sabendo da confusão, foi matriculado na escola de dança tão desejada.

Ia sozinho para o lugar onde ficava a academia. Estava mais feliz que nunca. A adrenalina subindo no sangue era incrivel.

Ele amava fazer aquilo.

Mas um dia sua felicidade foi embora, e só ficou o vazio.

Quando chegou em casa pela noite, numa quarta-feira chuvosa, seu destino estava ali. Com fotos de seu filho na academia de dança, e um cinto na mão.

Felix em toda sua vida, nunca achou que seu pai não seria capaz de encostar um dedo em si.  Mas sua suposição estava errada.

Aquela não foi a única vez que seu pai lhe bateu, esse ato se tornou frequente.

Ele cuspia as palavras na cara de Felix enquanto lhe dava socos fortes por todo o corpo.

E para um ômega, apanhar para um alfa, é sinônimo de morte. Realmente o Lee estava quase morrendo, tanto por dentro, quanto por fora.

Felix só andava com marcas rochas por todo o corpo.

Se passaram dois anos. Dois anos de sofrimento, sem poder fazer o que gostava.

Aquele Felix de doze anos só sabia pensar no quanto odiava seu pai. Enquanto se sentia triste e infeliz, pois também foi abandonado pela mãe e pela irmã, que decidiram o iguinorar.

Tudo por causa de um sonho. Todo mundo tem um sonho. Porque o sonho de Felix era desprezado? Por não ser popular? Por não ser o sonho de todo mundo? Esse ódio era irremediável!

Era nisso que aquele pré-adolecente pensava.

Um ato impulsivo poderia mudar sua vida, e ele não sabia se seria para melhor ou para pior. Seu medo era evidente.

Afinal, um ômega poderia ir para outra cidade sozinho? Isso daria certo? Ele realmente pensava nisso a todo segundo.

Felix tinha um amigo, que conheceu pela internet. O nome dele era Lee Minho, e era um alfa. Dois anos mais velho que Felix, este morava Seul com seus pais.

Eles se deram super bem, logo que se conheceram por meio de um jogo. Minho foi o caminho para Felix não entrar em depreção.

Com seu jeito divertido e brincalhão, alegrou o ômega na hora que ele precisou. Tanto por chamada de voz e vídeo, ou por uma simples mensagem.

Minho era o único e melhor amigo que Felix teve em toda sua vida. A exigência de seu pai em cima de si, o impedia de fazer amizades.

E juntos, como em todos os momentos, eles pensaram naquela ideia.

Era algo perigoso, cheio de riscos. Mas Felix repetia em sua mente ."Sem riscos, sem recompensas.".

Isso o fez ir até o aeroporto, com o pouco de dinheiro que tinha. Esse que só deu para comprar o passaporte e comida o suficiente para chegar sem fome em Seul.

Minho tinha conversado com seus pais, estes que já conheciam Felix, não por aparência, mas pela sua personalidade.

Felix poderia viajar sem preocupações, pois chegando na capital sul-coreana teria um lar, e o suficiente para viver. Além de claro, seu melhor amigo ao seu lado.

E foi assim, que pela madrugada de um sábado para domingo, Felix abandonou Sidney.

Deixando para trás, sua cidade natal, sua escola, sua casa, e sua família confusa e furiosa.


[♡]{...}


Felix desceu do ônibus, preparado para enfrentar o mundo. A viagem longa durou um dia.

Seul era tão frio quanto ele pensava. Mas viajou suficientemente preparado. Com tudo que precisaria.

Bateu na porta da casa de Minho. Com medo e receio do que o aguardaria do outro lado da madeira.

Ele viu a porta abrir, e na sua frente aparecer um homem alto, que parecia ser de meia idade. Será que o endereço da casa estaria errado?

Félix não parava de pensar nisso.

– Oi, boa noite, quem é você? Precisa de algo? – O homem falou com a foz grossa, baixa e calma.

– Boa noite. Por acaso, o Minho mora aqui? — Felix respondeu tentando ser tão gentil quanto o homem a sua frente.

– Ah sim, vou chama-lo. MINHO, VEM AQUI!...— O homem gritou alto, fazendo Felix se assustar.

– Oi pai, quem tá... – Minho perdeu a fala quando viu o garoto com sardas e cabelo avermelhado que tanto gostava. — Felix?

– Sou eu... — O ômega respondeu abrindo os braços, fazendo Minho vir ao seu encontro e abraçar sua cintura.

– Meu Deus, você tá mesmo aqui – Minho não estava acreditando que poderia mesmo ser Felix, seu melhor amigo estava bem ali, na sua frente, o abraçando.

Depois de vários abraços, Minho se deu conta de que precisava levar Felix para dentro e apresentam o aos seus pais. E assim o fez.

Agora Felix tinha uma família que o amava de verdade. Um amigo/irmão com quem compartilhar  seu sonho. Isso era inacreditável para si.

O sonho de Minho também era dançar, ele queria isso desde que era pequeno.

Eles dançavam juntos todos os dias, tanto em casa, quanto na academia de dança em que foram matriculados.

Estavam muitos felizes. Felix dizia não poder estar mais realizado que isso.

Mas dez anos depois ele estaria. Ele e Minho. 

Juntos eles encontrariam o infinito.




☆☆☆☆☆☆

" Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. "

O Pequeno Príncipe -


Notas Finais


Obrigado por quem leu,não poderia estar mais agradecida.
Semana que vem tem mais um capítulo.

Amo você, caro leitor♡


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