História Real Life - Capítulo 21


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Categorias Barbara Palvin, Cara Delevingne, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber, Romance, Violencia
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Palavras 2.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Eu sei o que vai dizer.


Point of View - Bárbara Palvin

Meus olhos doem, a medida qua a luz se a luz ficam sob eles, eu sinto-os arderem cada vez mais. O barulho da máquina, chega a doer meus ouvidos, mas fico aliviada por ela apitar, porque consigo saber que Justin está respirando.

Seu corpo se encontra em uma cama branca, seu rosto está quase igual e sua boca seca. Vários fios ligados em seu corpo, e o soro que ele toma para ficar forte.

Eu não durmo, há cerca de 60 horas desde o ocorrido, eu não consigo, da última vez que eu tentei tive um pesadelo horrível com ele dentro do caixão. Então eu tomo entre sete a catorze xícaras de café por dia, isso me deixa mais acordada, porém mais fraca.

Meus pensanentos são afastados assim que vejo a doutora de jaleco entrar no quarto.

- Bom dia Senhorita Palvin, como se sente? -- ela pergunta me encarando com aqueles olhos verdes escuros.

- Como ele está? -- eu pergunto sem pensar duas vezes. Aqui a única coisa que importa é Justin, só ele.

- Bom, está tudo bem. Sinais vitais estão ótimos -- ela mede sua pressão, passa a lanterna pelos seus olhos e ouvidos. - Desde a cirurgia ele está bem, só precisa somente acordar -- ela mantém um sorriso em seu rosto.

- Você tem esperança? -- eu pegunto com a minha voz fraca.

- Temos que ter. Sem esperança não vivemos Senhorita Palvin. Eu acredito sim que ele acorde -- assim que ela termina de falar, escutamos uma voz rouca.

- Alguém apaga essa maldita luz -- meus olhos se arregalam e eu encaro duas íris camarelas que estão incomodadas pela luz.

Eu não consigo me mover, simplesmente observo a doutora ficar em sua frente.

- Senhor Bieber, como se sente? -- ela pergunta e passa a mão em seu rosto.

- Sinto como se um caminhão tivesse passado em cima do meu corpo -- ele resmuga. - Eu preciso falar com ela.

Sinto um incomodo passar pelo meu corpo e o choro preso na garganta fica mais forte.

- Sua mãe? -- ela pergunta não entendendo e rapidamente observa seus olhos com a lanterna.

- Minha namorada -- sinto que vou desabar nesse momento, mas seguro o chorl3 e rapidamente caminho até ele. Seus olhos me encontram e ele sorri fraco.

- Oi -- é tudo o que eu consigo dizer.

- Oi -- ele diz da mesma forma e a médica nos encara.

A doutora começa a falar mas ele me encara e tudo que sinto é um alivio.

- Preciso fazer uns exames em Justin -- ela diz o encarando. - Talvez dure umas duas horas ou menos, mas tem que ser agora -- ela diz e eu assinto sem resitar.

- Tudo bem, sem probelmas -- eu digo e sinto uma mão quente em meu pulso.

- Você vai estar aqui quando eu terminar? -- ele me pergunta com os olhos brilhando e eu engulo o seco.

- Sim, eu preciso pegar umas roupas pra você -- digo e ele assente com a cabeça. - Eu estarei aqui -- digo e beijo sua testa.

Sem esperar ele falar algo, eu viro as costas e em questão de segundos saio do quarto sem olhar para trás.

Meu rosto são consumidos pelas lágrimas que caem em questão de segundos e a dor no meu peito me consome. Por que todos em minha volta se machucam? Será que sou um ima para coisas ruins?

Todas as pessoas em minha volta morrem ou somem. Meus pais morrerem por minha causa, meu tio sumiu e eu não sei nenhum paradeiro dele, Justin levou um tiro e está no hospital. Quem será o próximo?

Meus pensamentos param assim que paro na frente de sua casa. Coloco a chave na porta e cruzo o cenho assim que percebo que a porta está aberta, abro-a e encaro a sala que se encontra vazia, mas sinto o perfume de Justin como se ele estivesse aqui.

Fecho a porta e em questão de segundos escuto uma voz vindo do corredor. Arregalo meus olhos e entro no banheiro que está mais perto, fico atrás fa porta e engulo o seco ao escutar as mesmas vozes que escutei no dia que estava na minha casa.

- Ele está naquele hospital com a vagabunda né -- sinto um arrepio passar pelo meu corpo ao escutar aquela voz que escutei dias atrás.

O medo entra em contato com minha pele e minhas mãos começam a tremer freneticamente.

- Está -- a outra voz diz. - Aqui não tem nada interessante -- ele diz e eu consigo escutar o barulho que ele faz ao revirar as gavetas. - Esse moleque irá pagar por tudo o que ele fez -- ele diz com uma cerga raiva.

Penso o quão grave Justin fez para atrais caras assim? Será que por esse motivo ele tem uma arma debaixo do travesseiro?

Aonde eu me meti? Faço essa pergunta à mim mesma.

Escuto a porta da sala bater e o silêncio prevalecer pela casa. Respiro fundo e saio de trás da porta, volto a sala e vejo tudo revirado, em passos silenciosos eu ando até a janela e empurro a cortina em uma tentativa de ver algo.

Os mesmos caras que estavam na minha casa naquele dia. Eles entram em um carro preto e saem cantando pneus.

Engulo o seco e sinto mais lágrimas vir em meu rosto, ando até seu quarto e rapidamente abro a porta, vendo todas as suas coisas reviradas. Pego uma sacola e coloco algumas roupas, sapato, e todas as outras coisas necessárias com rapidez com medo deles voltarem.

Point of View -- Justin Bieber

Nada mais dói, nada além de não ter ela aqui ao meu lado. Sinto que meu coração vai sair pela boca, de tanta angústia que sinto.

Assim que eu termino os exames, a doutora anota algumas coisas no papel e retira os óculos.

- Você está bem -- ela diz e rapidamente me olha. - A cirurgia foi concluída com sucesso, você acordou e os exames estão ótimos. Você pode ir para casa mocinho, mas tenho que pedir algumas coisas para você -- ela caminha até mim e me entrega o papel. - Durante o período de uma semana você não poderá fazer nenhum esforço, nem carregar pesos e ficar de repouso absuluto.

Assinto e não digo nada, apenas coloco o papel na escrivaninha.

Escuto duas batidas na porta e meu coração começa a bater fortemente. Ergo meus olhos e vejo Bárbara passar pela porta com uma sacola grande na mão.

Seus olhos estão inchados e eu consigo perceber que ela chorou, de novo.

- Desculpa a demora -- ela diz e uma enfermeira entra junto a ela. - Trouxe suas roupas.

Tento levantar meu corpo, mas sinto uma dor nas minhas costas e faço uma careta.

- A enfermeira irá te ajudar Sr. Bieber -- a médica me reprova e eu apenas assinto com a cabeça.

(…)

Assim que saio do quarto, vejo Bárbara no corredor conversando com a médica. Assim que elas me vê, as duas param e Bárbara fica ao meu lado.

- Quer ajuda? -- ela pergunta em um tom preocupado e eu nego.

- Estou bem -- digo e ela não fala nada, apenas assente e caminha junto à mim em direção ao estacionamento.

- Tchau Senhor Bieber, nos vemos daqui há uma semana -- a doutora diz e eu sorrio fraco.

No estacionamento o silêncio absoluto incomoda meus ouvidos, olhar em seus olhos doem, muito. Saber que ela chorou por minha causa, eu me sinto um monstro.

Entramos no carro e eu agradeco por sentir um conforto em minhas costas. Ela começa a dirigir e eu consigo perceber qur algo está a incomodando.

- Você pode ser sincero comigo -- eu digo e ela rapidamente me encara com aqueles olhos tão intensos.

- Eu não sei o que dizer -- ela respira fundo. - Não sei o que está acontecendo, meu peito dói -- ela desvia seu olhar do meu e rapidamente pega rumo a estrada.

- Eu…..

- Justin o que você é? -- ela me pergunta e vira para o lado esperando uma resposta uma. - Por que esses caras estão atrás de você e agora de mim?

Não consigo responder ela, apenas fico em silêncio sem saber o que dizer, sei que entrei em uma decisão muito difícil.

- Você pode ser sincero comigo -- ela repete as mesmas palavras que eu disse antes.

- Bárbara você não entende -- eu digo e ela simplesmente fica em silêncio sem dizer nada.

Assim que o carro para, consigo perceber que chegamos à minha outra casa que é um pouco afastada da cidade. Ela retira o cindo do corpo e pega as sacolas em sua mão, da a vonta no carro e abre a porta para mim.

Sinto suas mãos pequenas em meu braço e ela me ajuda a sair do carro.

Entramos em casa e eu sinto um cheiro diferente e faço uma careta estranha sem entender.

- A Cara limpou tudinho e deixou pronto para você -- ela coloca as sacolas no chão e me encara. - Pode ir tomar um banho, eu vou fazer à janta.

Point of View -- Bárbara Palvin

Talvez eu seja idiota o suficiente de estar com um cara que ao menos eu pensei que conhecia e nesse momento sinto-o como um estranho.

Não contei para ele sobre o acontecimento dos últimos dias em que eu fui pegar suas roupas, e vi homens desconhecidos procurando-o.

Assim que a água dentro da panela ferve o suficiente jogo os palitos de macarrão sobre ela. Corto a cebela em picados e começo a preparar o molho de tomate.

- Está com um cheiro ótimo -- escuto sua voz e rapidamente viro meu corpo vendo-o parado na porta.

Seus cabelos estão úmidos e ele veste uma camista junto com uma bermuda preta.

- Vai demorar só uns minutinhos -- digo tampado a panela, e lavando minhas mãos em seguida.

- Você não está bem -- ele diz e eu sinto uma raiva passar pelo meu corpo.

- Eu pareço bem Justin? -- viro meu corpo e eu encaro. - Não, eu não estou bem! Meu namorado me faz de burra, mente na minha cara e não me conta as coisas que estão acontecendo!

- Barb….

- Eu estou cansada! Jonh sumiu faz meses e eu não sei do paradeiro dele, simplesmente sumiu e você….. -- engulo o seco e o encaro. - Você é traficante por acaso?

- Bárbara não! -- ele diz completamente perplexo.

- Então me diz Justin! Eu estou aqui pra escutar você -- digo o encarando sério. - Quando você vai me dizer a verdade? Quem são aqueles caras? Você levou um tiro, você quase morreu!

- Você não entende -- ele diz passando as mãos em seus cabelos nervoso.

- Então faz eu entender! -- eu grito e sinto minha garganta doer. - Eu não sou uma criança, eu tenho capacidade de entender tudo.

- O molho está queimando -- ele diz sério mudando de assunto e passa pelo meu corpo, logo em seguida assumindo as panelas.

Ele mesmo prepara todo o macarrão e coloca na mesa, começamos a comer e o silêncio fica entre nós. A comida está quentinha e deliciosa, o macarrão ficou macio e o molho só precisava de mais um pouco de sal.

Comemos em silêncio e assim que eu termino minha refeição, pensamentos que eu tento afastar invandem a minha cabeça.

Não o reconheço mais, faz algum tempo e cada ves eu sinto medo, medo por andar na rua e ver aqueles homens e o pior de tudo é não saber o que está acontecendo.

Assim que Justin termina sua comida, entrego pra ele o remédio e sentamos no sofá para ver TV, mas em questão de segundos ele dorme, cubro seu corpo e desligo a TV.

Fico parada olhando para o nada e sem saber o que fazer, eu não consigo dormir e meus olhos se enchem de lágrimas novamente.

(…)

Assim que termino de descer as escadas, vejo seu corpo deitado no sofá da sala. Pego minha pequena mala que tinha preparado pra ficar com ele e coloco-a no chão fazendo um pequeno barulho, xingo baixinho e vejo as íris carameladas.

Não queria acordá-lo.

- O que você está fazendo? -- ele pergunta ficando sentado rapidamente e me encarando de um modo sem acreditar. - Bárbara….

- Fui idiota -- começo a falar e ele me encara sem entender. - Eu não consigo Justin, você não confia em mim pra me dizer a verdade e eu me sinto desamparada sem saber o que fazer -- eu sinto meus olhos encherem de lágrimas. - Eu fiquei pensando todos esses dias que tudo iria se resolver e você iria se abrir pra mim quando acordar, mas não aconteceu e eu me sinto estúpida.

- Não faz isso -- ele começa a dizer e assim que tenta se levantar, ele faz uma dor e coloca a mão na perna sem conseguir andar.

- A Cara já está vindo e ela vai ficar aqui -- eu digo e ele começa a negar com a cabeça. - Justin…..

- Eu sei o que vai dizer -- ele fala e consigo ver seu rosto de decepção.

- Estão deixa eu dizer -- eu digo e ele encara o chão. - Eu sei que estou sendo egoísta demais, porque eu gosto muito de você, mas não dá. -- respiro fundo. - Acabou Justin -- eu digo e sinto que meu peito vai rasgar em mil pedaços.

- Não Bárbara -- ele nega com a cabeça.

- Tem que acabar Justin, tem que ser assim. Acabou!


Notas Finais


Ooi pessoal, espero que estajam bem. Desculpe pela demora, mas aqui mais um capítulo.

Comentem o que estão achando por favor, é muito importante para mim e eu leio todos.

Mil thankkks.

Xoxo.


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