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História Realidade - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Prazer arrogante


Fanfic / Fanfiction Realidade - Capítulo 3 - Prazer arrogante

 

Eu sabia o que faria e como faria. Eu apenas precisava da ajuda de Douglas e Cuadrado. Eles tinham me confirmado que Dybala já estava na festa, afinal, nem tinha olhado na minha cara durante a comemoração do vestiário e nem quis tirar fotos comigo. Ficamos apenas num abraço para o público. Era isso que ele queria, me provocar, mas ele ainda não viu como eu sou bom nisso. Mas, eu tive um pequeno problema. 

Recebi durante a festa uma mensagem de Marcelo. Georgina tinha saído com as crianças e me disse que ficaria fora por um tempo. Eu não me importei por conta das comemorações. Marcelo queria falar comigo urgentemente e eu sabia porque. Eu disse que estava na festa e que se ele quisesse me encontrar teria que ir até lá. Ele concordou e lá estava eu. 

 

.Apreensivo e com medo desse encontro. 

 

A única pessoa que sabia do meu envolvimento com Marcelo era Danilo, afinal, eles eram amigos há muito tempo. Eu fiquei procurando ele pela festa, ele sabia do meu segredo e eu precisava contar que Marcelo estava a caminha, mas… Dybala me parou no meio do caminho. 

P.D/ Vai tentar me ignorar? Sabe que não consegue. — Disse ao se aproximar. Eu recuei e ele estranhou. — O que foi? — Eu apenas mexi a cabeça em negação e sai dali o deixando falando sozinho. Claramente ele sentiu que eu não estava bem, mas esse não era o foco de agora. 

Andei por mais alguns minutos e recebi uma mensagem de Marcelo. Ele estava na rua me esperando. Aquilo me deixou pior do que eu já estava. E eu não encontrava Danilo em nenhum lugar. Cuadrado chegou a me parar e me perguntar o que estava acontecendo, mas eu não o respondi. Apenas fui para a porta encontrar Marcelo. 

C.R/ A resposta é não, Marcelo. — Entreguei ao o ver vir na minha direção. Ele estava bravo e impaciente. — Eu sei porque tá aqui e eu não vou te deixar ver ele. — Eu tenho esse direito! Ele também é meu filho! — Gritou e algumas pessoas nos olharam. Eu fui o mais próximo que pude dele e apontei em sua direção bravo. 

C.R/ Ele pode ter teu nome na certidão, mas você nunca foi um pai de verdade, e muito menos dele. Pai não abandona o filho, mas… você não tem a mínima noção do que é ser pai mesmo. Não sei porque ainda perco meu tempo falando contigo, Marcelo. — Eu estava ofegante. Claramente tinha gritado o mais alto que pude. Aquilo era um segredo, eu deveria tomar mais cuidado. 

Cris Jr é meu filho com Marcelo, mas acontece que esse daí resolveu largar o filho comigo e viver sua carreira. Ficou com medo de não poder jogar do jeito que queria por ter que cuidar de uma criança. Eu disse que ficaria com meu filho, mas ele nunca mais poderia o ver ou sequer pensar nisso. Ele concordou na época, mas agora, quer ficar com ele regularmente e até mesmo o levar para a Espanha. 

D.S/ Ei! O que tá acontecendo aqui? Vocês dois tão gritando no meio da rua! — Disse ao nos afastar. Eu assenti ao dar alguns passos para trás. — Marcelo? O que tá fazendo aqui? — Ele o encarou sem saber o que dizer. Danilo deduziu e o encarou com decepção. — Não, Marcelo. Vai embora. Vocês dois não vão conversar isso aqui. Amanhã. Só amanhã. — Disse ao me puxar consigo. Marcelo tentou o impedir, mas sabia que era o melhor. 

Danilo me levou para um quarto separado da festa. Eu respirei fundo para não quebrar tudo o que estava na minha frente. Ele percebeu que eu estava assim e tentou me acalmar de todas as formas, mas eu não queria me acalmar.

C.R/ Eu quero que ele vá a merda! Depois de todo esse tempo! Ele simplesmente decide que quer ser pai? Não, ele não vai levar meu filho de mim! — Eu senti as lágrimas caindo após gritar aquilo. A música estava alta e ninguém ouvia a nossa conversa. Danilo me ajudou a sentar. 

D.S/ Olha… precisa se acalmar. Qualquer juiz vai perceber o que o Marcelo fez. Não precisa ficar assim. O Junior nunca vai ser tirado de ti, Cris. — Ele disse ao me encarar com um sorriso de canto. Eu concordei para o não preocupar tanto, mas eu tinha descoberto essa semana que Marcelo tinha iniciado uma luta pela guarda do Junior. 

 

.Ele estava completamente enganado se achava que tiraria meu filho de mim. 

 

[...]

 

Dybala

 

P.D/ Sabe dizer porque o Cris tá assim? — Indaguei na direção do Cuadrado. Ele negou ao beber um gole de sua bebida. Vi Danilo saindo de um quarto e achei estranho. Fui até lá devagar e ouvi Cristiano gritando com alguém no celular. Eu achei estranho, mas entrei sem ele perceber. 

C.R/ Eu não quero saber! Quero que leve eles pra casa agora! — Disse bravo. — Georgina, eu tô falando sério contigo. Ele… tá aqui. — A outra linha ficou muda. — Obrigada. De verdade. — E desligou. Eu estava escorado na porta o encarando. Cristiano respirou fundo ao guardar o celular. Se virou e semicerrou os olhos ao me ver ali. 

P.D/ Podia estar gritando comigo, né? — Comentei ao me aproximar. — Mas… — Cheguei perto de seu ouvido. — Seria de prazer. — Ele riu ao se distanciar. — O que? Tá recuando tanto, até parece que nega. — Ele me encarou com superioridade. Achei estranho, nunca tinha feito isso. 

C.R/ Não seria eu a gritar de prazer. — Disse sério. Eu fiquei surpreso e levantei meus braços em tom de rendição. Ele riu de mim e nos escoramos na mesa do cômodo. 

P.D/ Isso se eu sentisse prazer, né? — Devolvi com um tom debochado. Ele me puxou na sua direção e me colou em cima da mesa. Levou sua mão até meu membro e o estimulou. Eu engoli em seco ao sentir sua respiração pesada em meu pescoço.

C.R/ Não compra o que não consegue carregar, Dybala. — Disse ao me dar alguns beijos no pescoço. Eu neguei ao colocar as minhas pernas em sua cintura e o grudar em meu corpo. Ele deu uma risada ao deixar um leve chupão em mim. 

P.D/ Quem sabe para com essa merda de jogo e drama. — Ele parou e me encarou com uma careta brava. — Termina com a Georgina de uma vez. Aposto que nem consegue satisfazer ela do jeito certo. Só pensa em mim mesmo…— Entreguei ao o ver bravo. Era tudo o que eu queria naquele momento. 

C.R/ Eu acho que… — Ele levou sua mão por debaixo da minha blusa e começou a mexer em meus mamilos. — Eu posso pensar em quem eu quiser durante o meu prazer. Posso ter os dois mesmo. — Disse e eu ri daquela arrogância. Ele me deu um beijo profundo e se distanciou. — Desculpa, mas… tô com dor de cabeça. — Saiu da sala e me deixou na vontade. Ótimo. Dessa vez ele ganhou. Vamos ver se ele gosta de saber que eu passei a noite com outra pessoa. E não seria a Antonella. 

 

 

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