História Realidade Distorcida-IT A Coisa No Meu Universo - Capítulo 5


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Categorias It: A Coisa
Personagens Beverly "Bev" Marsh, Pennywise - o Palhaço Dançarino ("A Coisa"), Personagens Originais, William "Bill" Denbrough
Tags It: A Coisa, Mary, Marywise, Pennywise
Visualizações 67
Palavras 2.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey my friends!

Eu estava sem inspiração para esse capítulo mas tive um sonho muito louco envolvendo o Pennywise e então resolvi incluir esse sonho na história.

Chega de enrolação e Boa Leitura!

Capítulo 5 - "Pesadelos e Ilusões"


Fanfic / Fanfiction Realidade Distorcida-IT A Coisa No Meu Universo - Capítulo 5 - "Pesadelos e Ilusões"

-Certo senhorita Mary... Seus amigos podem ir embora.-Pennywise fala calmamente

-Obrigada.-Falo caminhando em direção aos meus amigos porém ele agarra o meu braço me segurando

-Mas você vem comigo.-Ele falou sorrindo psicoticamente e, então, nos teletransporta para outro lugar

Assim que teletransportamos ele me empurra fazendo em cair sentada no chão.

Olho ao redor e vejo que o local estava escuro e havia um cheiro forte de...

-Esgoto? Sério? E eu achava que a sua casa era nojenta...—Reclamo

Ele agarrou meu pescoço e me cheirou (????)

-Tu é cachorro, tu é Palhaço... Tu é o que animal?—Perguntou irritada

-Sem medo...-Ele murmura

-Até parece que eu teria medo de um cara como você.-Falei debochadamente

-Como assim "um cara como eu"?-Ele perguntou confuso

-Você sabe... Você não é assustador... Você é fofo!—Eu falo calmamente

-Fofo?—Ele pergunta surpreso

-Sim... Esse seu sorriso psicopata... Pode assustar todo mundo menos a mim.

Ele larga o meu pescoço me jogando no chão novamente e fica de pé andando de um lado ao outro meio que pensando em algo.

Eu fiquei somente olhando aquela criatura linda quase que o comendo com os olhos.

-Como sabia meu nome? Tenho certeza que não foi o seus amigos que contaram...—Ele pergunta do nada me encarando

-Olha eu sou alta mas você é um poste ambulante!—Eu falo debochadamente

Ele agarra meu pescoço denovo.

-Você tem tara por agarrar pescoços? Toda hora você me esgana?

-Me responda humana!—Ele fala apertando mais meu pescoço

-Calma amor, pra que agredir?

-Se não me contar eu te mato.-Ele falou sádicamente

-Você acha que tudo que eu sei é apenas o seu nome? Você é tão ingênuo... Querido, eu sei de várias coisas sobre você!—Afirmei sorrindo psicoticamente

-Tipo o que?-Ele perguntou com curiosidade

-Não lhe interessa.—Falei com um sorriso debochado

Ele levantou a mão e me deu um tapa no rosto.

Eu olhei para ele com ódio e então lhe disse:

-A próxima vez que ousar em levantar a mão para mim, será a última vez que terá mãos.

-Você nunca faria isso.—Ele falou rindo

-Acha mesmo? Me dá uma faca pra você ver!—Falei com raiva

Ele ficou sério e então estalou os dedos fazendo aparecer uma faca e me entregou.

Ele é mais louco que eu!

-Vai... Duvido voc...—Antes dele terminar a frase eu cravei a faca no braço dele

Ele gritou de dor.

-Dúvida ainda?—Perguntei debochadamente

-VOCÊ É RETARDADA????!!!!—Ele berrou

-Sim, eu sou!—Falei sorrindo

-IDIOTA!!!!—Ele gritou me olhando com ódio

-Olha quem fala...-Retruquei com deboche

Ele se aproximou de mim com uma cara ameaçadora e eu fiquei tipo: "Você não me assusta criatura"

-Você pode não ter medo de mim... Mas vai ter!—Ele afirmou sorrindo psicoticamente e eu apaguei

{QUEBRA DE TEMPO}

Acordei e olhei ao redor. Eu estava em um quarto, as paredes eram pintadas de azul-bebê clarinho e o teto, assim como o chão, de branco.

Me levantei da cama que estava e fiquei olhando ao redor até que a porta foi aberta e uma mulher entrou.

-Megan, acorde logo querida. Você tem que conhecer a cidade!—A moça falou me olhando com um olhar amoroso

-Sim maninha. Já estou acordada.-Respondi me espreguiçando

Era como se eu não tivesse controle sobre o corpo e nem sobre a voz. Era como se eu apenas estivesse assistindo pelos olhos da garota.

Então a garota (eu) se levantou e fui até o banheiro jogando água no rosto. Ela olhou para o espelho e vi que, com certeza não era eu, era uma garota ruiva de olhos esmeraldas.

Ela abriu a torneira novamente para lavar as mãos e começou a sair um líquido gosmento de cor escarlate ao invés de água... Era sangue.

-Irmã... O que é isso?—Ela pergunta um pouco assustada

-Não se preucupe mana. É apenas o sangue das pessoas que morreram nesta casa.—Ela respondeu calmamente como se o que ela dissese fosse normal

A irmã começou a sorrir de um jeito macabro revelando dentes afiados como navalhas.

O sangue começou a transbordar da pia e, quando a jovem iria sair de lá, a porta foi fechada sozinha e trancou-se deixando a menina presa lá.

De repente toda a luz do banheiro apagou-se deixando o local na mais completa escuridão.

Ela olhou para a banheira e viu um ser em forma de uma garota zumbi saindo de lá e avançando em sua direção.

De repente senti como se me puxassem e eu atravessei a porta do banheiro deixando a jovem ali sozinha.

-Mas que droga foi essa?—Perguntei assustada

Até que ouvi uma voz atrás de mim, era a irmã da garota:

-"O que foi garota está com medo?

Não fique com receio.

Isso pode parecer um horror...

Mas se for boa menina,

Sua. será indolor.

1, 2 e 3

Quero brincar com vocês

4, 5 e 6

Chegou a sua vez

7, 8 e 9

Agora você morre

E por último dez

Quero ver quem tu és."—Ela ficou cantarolando e veio até mim

Eu a empurrei e corri até uma porta tentando abri-la.

-Não, não, não, não!!! ABRE ESSA DROGA!!!—Gritei chutando a porta

A garota que continha a boca com dentes afiados para fora caminhava muito lentamente em minha direção.

Eu tenho trauma de ficar em lugares fechados com uma pessoa vindo lentamente até mim!

-ABRE ESSA DESGRAÇA!!!!—Gritei e chutei a porta, porém acabei caindo de uma escada enorme parando em um corredor

-Mary!!! Onde você estava?—Laura falou me ajudando a levantar

Olhei para onde estava a porta e vi Pennywise com uma cara mais macabra que o normal.

-VAMOS EMBORA DAQUI!!!—Ela gritou me puxando e começamos a correr pelo corredor e o Palhaço veio atrás de mim andando de uma maneira bizarra

Havia várias colunas pelo local que deixava-o parecido com aqueles estacionamentos de shopping. A iluminação fraca e o sangue nas paredes deixava com um clima mais assustador.

Reparei que, perto de algumas colunas, havia várias crianças com a aparência entre 5 a 13 anos sorrindo de uma maneira macabra.

Quanto mais corríamos parecia que mais o corredor aumentava até que avistamos uma luz no final que, provavelmente, é a saída.

Passamos pela luz que ofuscou minha visão e percebi que estávamos em uma espécie de teatro e havia vários jovens que são da minha escola e que eu conheço.

Olhei para trás e vi que o corredor havia sumido dando lugar a vista da rua.

-O que vocês estão fazendo aqui em pé??? VÃO SE SENTAR AGORA!-A minha professora de ciências gritou nos empurrando para os acentos

-Já viu essa peça? Eu realmente estou ansiosa para ela!—Uma mulher encapuzada que estava sentada ao meu lado me falou

-Não... Não vi.—Falei ainda assustada e com a respiração ofegante

-Acho que não era esse tipo de coisa que você esperava do Pennywise não é Mary?-Laura perguntou assustada

-Não... Não era...

-Você está com medo?-Ela me perguntou

-Não. Nunca vou ter medo do Penny... Eu... Achava que isso seria como aquelas Fanfics românticas que eu escrevia dele... Ele é o amor da minha vida... Meu futuro marido!—Falei

Não me pergunte porque! Eu também não sei porque estou dizendo isso sendo que a Laura já sabe.

-Mas miga... Sabe o que dizem?-Um amigo meu que eu não via a anos chamado Luís apareceu, ele era ruivo de olhos verdes

-O que?-Perguntei confusa

-Todas as mulheres que morrem pelas mãos de Pennywise serão consideradas suas esposas.-Ele falou com um sorriso macabro

Eu me assustei mas me virei em direção a mulher encapuzada.

-Você sabe o nome desta peça minha jovem?—Ela perguntou me olhando fixamente

-Não... Qual é?—Perguntei

-"A Morte de Mary"—Ela respondeu com um sorriso macabro

-Venha, venha Mary! Venha morrer por minhas mãos... Venha até mim minha querida... Venha flutuar conosco!—Uma voz de apresentador falou vinda do palco

Todos que estavam no recinto viraram o rosto para me encarar e TODOS estavam com sorrisos macabros

-Venha flutuar conosco Mary!-Todos falaram incluindo Laura

Eu empurrei o Luís e saí correndo para a porta da saída. Assim que eu a abri, eu apareci no meio de uma avenida e quase fui atropelada por um caminhão.

De repente eu apareço do outro lado da rua em uma pequena barraca com um homem servindo café para mim.

Detalhe: Estava de noite.

-A morte pode ser dolorosa... Depende de como se comportar perante ela.—O homem falou e colocou veneno no café e me entregou para mim beber

Eu simplesmente joguei a xícara no rosto dele e me afastei andando para trás completamente assustada.

De repente bato as costas em alguém e duas mãos masculinas me abraçam por trás.

-Maaaaryyy—Ele chama como se estivesse cantando—Você ainda é a minha garotinha?

Eu me viro assustada e vejo um homem em forma de zumbi todo podre vindo até mim. Pelo susto eu acabo caindo no chão e começo a me afastar dele mesmo estando sentada.

-Você é minha garotinha ainda Mary?—Ele pergunta, a essa altura eu já estava completamente cheia de medo

De repente apareço na varanda da minha casa. Olho para a rua e vejo meus pais andando na rua com uma mulher velha.

Algo assume o controle do meu corpo fazendo eu pular a varanda e andar em direção a meus pais.

Olho para minha mãe e percebo que ela está grávida.

Eu tiro uma arma da cintura e aponto para eles.

-Não, não, não... Por favor pare!-Pedi tentando assumir o controle do meu corpo porém sem sucesso

Eu disparo cinco vezes em cada um deles e vejo os morrer sem poder fazer nada.

-NÃO!!!—Gritei

De repente sou meio que teletransportada para um local meio bizarro. Ele era cheio de escadarias ao redor mesmo eu estando no telhado do que parecia um castelo. Essas escadarias davam para lugar nenhum.

Olhei para o céu e estava de noite, havia poucas estrelas e nenhum sinal de lua.

Do nada começa a trovejar e relampear. Como eu tenho pavor disso tampo meus ouvidos e começo a chorar de medo.

-Mary!!!—Laura grita no outro telhado do local

Eu subo a escadaria correndo indo até ela e, quando eu chego, ela simplesmente desaparece.

Uma risada maligna ecoa pelo local e eu fico olhando ao redor para ver se onde vem.

-Não parece tão perigosa agora não é Mary?—Pennywise pergunta não sei da onde entre as risadas

-Para com isso... Me deixa em paz!-Grito com medo

Eu não estava com medo dele me matar, mas sim com meio que tristeza por ele querer me matar.

-Own... Mary, Mary, Mary... Esta assustada agora criança?-A voz dele ecoa com debocha com deboche pelo local e logo em seguida uma risada macabra

-Eu não tenho medo de você!!—Gritei

-Não é o que parece!—Ele do ainda rindo malignamente

Aquela risada estava me enlouquecendo.

-Eu irei devorar a sua carne enquanto me alimento do seu medo...—A voz ecoa de um jeito psicótico me assustando mais

A essa altura eu não conseguia mais segurar as lágrimas e comecei a chorar.

-Você não pode! Você não pode matar!! Se não fosse EU você não estaria aqui na minha realidade!!! É MINHA CULPA VOCÊ ESTAR VIVO!!!—Eu surtei gritando com ódio enquanto chorava

De repente a risada parou e tudo ficou em silêncio.

Outra fobia minha: Ficar em um local a noite, sozinha, no mais completo silêncio.

Comecei a ficar com falta de ar e meu coração começou a bater em um ritmo completamente descontrolado.

Não... Eu não posso ter outra crise... Não agora!

Comecei a andar para trás e, sem querer cai da escada e as risadas voltaram mais diabólicas ainda.

Depois elas pararam do nada.

Eu não sei o que houve, mas quando percebi eu já estava no chão me debatendo tendo um tipo de convulsão.

Meu corpo queimava completamente, eu sentia como se tivesse ácido correndo pelas minhas veias. E aquilo doía... Doía muito.

-Aether...—Falo com voz fraca

Abri os olhos com a visão embaçada e vejo Pennywise me olhando.

-O que...?-Ele pergunta confuso e levemente assustado

-SAI DE PERTO DE MIM!!!!—Grito e uma espécie de energia de cor escarlate sai do meu corpo causando uma pequena explosão que jogou o Palhaço a alguns metros de distância de mim

Me levanto ainda passando um pouco mal e olho assustada para Penny que se levanta vindo até mim.

Eu estico minha mão em sua direção e uma energia vermelha a cobre prestes a ser lançada em Pennywise a qualquer momento.

-Ei, ei, ei, ei... Não atira em mim não! Se acalma!—Ele pede um pouco assustado mas eu continuo na minha posição

Minha respiração estava ofegante e eu estava com medo.

-Você... Está com medo... Mas não com medo de eu te matar... Você não tem medo de morrer por mim...—Ele afirmou calmamente

Eu não respondi. Não estou com medo dele, estou com medo de mim. Eu me apaixonei por um Palhaço Psicopata! Isso que dá ver filmes de terror!

-Eu não vou te machucar... Pode parar de mostrar essas mãos brilhando.—Ele pediu suavemente-Se é que isso pode me ferir...

Eu apontei umas das mãos para o céu e joguei a energia em uma estrela que acabou literalmente pegando fogo e caindo na Terra.

-É... Acho que pode fazer mais do que me ferir...—Ele falou dando um pequeno sorriso do tipo: "Que merda eu faço agora"

-Posso te matar.—Afirmei

-É bem provável... Tira essa energia aí. Eu não vou te machucar... Se acalme.—Ele pediu

-Não sei como faz ela sumir.-Respondi tentando me acalmar

-Tenta somente se acalmar.-Ele falou

Respirei fundo e senti o poder sumindo de minhas mãos.

-Isso... Fica calminha humana.-Ele pediu vindo até mim

-Fica... Longe... De mim!—Ordenei com raiva

Ele agarrou meu braço e se teletransportou para aquele local onde as crianças ficam flutuando.

Assim que chegamos eu empurrei ele e saí correndo para minha casa.

De tanta coisa que eu vi começo a achar que eu é que usei alguma droga e não estou sabendo.


Notas Finais


Essas "ilusões" que a Mary viu foi quase o que eu sonhei hoje, somente adaptei-as para a história.
Tenso.


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