História Reality Show (Barbie and Ken) - Capítulo 3


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Categorias Barbie
Personagens Personagens Originais
Tags Barbie, Barken, Big Brother, Dinheirinho, Família, Irmãs, Ken, Perfeições Amor Ódio, Reality Show, Riqueza, Sister
Visualizações 7
Palavras 1.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hehe 💜

Capítulo 3 - Você...?


Ken Bak 

Dias haviam se passado. Eu parecia um garotinho mimado querendo trocar de quarto e evitando Bárbara quase que a semana inteira pelas coisas que me disse, e não esperava por mais uma bomba dessas quando ouvi a voz do líder da semana. Quase grunhi de raiva entalando com o macarrão que eu mesmo cozinhei enquanto Ryan, conversava com a loira que não parecia nenhum pouco entusiasmada com o que o "amigo" sugeriu. 


Foi tudo no automático. Corri até a pia frustrado e pensativos sobre as coisas que vinham acontecendo nessas últimas horas e não tive controle da pressão que impus no objeto de vidro em minha mão. Quebrei o copo na bancada de mármore, sem querer. 

— AAA! –foi ouvido um grito agudo de susto, que eu me surpreendi não ter vindo dela. 

Logo, outro grito. Esse, de repreensão que foi exatamente ela quem deu antes de vir em meu encalço. 

Algumas pessoas estavam na sala, conversando enquanto outros participantes na piscina. Ryan saiu de fininho que eu nem percebi e parada na minha frente a senhorita Millicent Roberts parecia querer me fulminar. Desviei o olhar de seus olhos azuis para meu pulso cortado, mordendo os lábios de dor. Aparentemente, ela fitou minha boca antes que nossos olhares se encontrassem outra vez. 

— Vem!–Bufou, a contragosto antes de varrer os cacos no chão. Fiquei olhando-a, confuso, esperando uma atitude! — Ai como você é lerdo! Vem logo!– Me puxou pelo pulso até o quarto que dividíamos com mais seis pessoas. —Senta aí. 

— O que você vai fazer? – Indaguei, enquanto via ela mexer em algumas gavetas da cômoda próxima a sua cama. 

— Eu adoraria responder que vou arrancar seu pulso fora, mas não posso correr o risco de ser eliminada.–Falou, e arregalei os olhos.— Eles deixam Kits de primeiros socorros para um caso emergencial. Vou ver o que posso fazer. 

— Já foi enfermeira? 

— Eu já fui tudo o que você possa imaginar. 

— Professora?

— Sim. Babá em creche infantil também. 

— Já foi médica? 

—Tinha médico em falta no hospital que eu trabalhei e fiz uma cirurgia.. é, acho que sim. 

— Uma pergunta… a pessoa morreu?–Indaguei, literalmente assustado. 

— É claro...–Ela sorriu largo. Arregalei os olhos.  — Que não! –Riu.— Vamos, pra quem se gaba de muita coisa você até que está me parecendo um molenga medroso. 

— Medroso, eu? Nunca! 

— Que bom! Então fica quieto e deixa eu limpar isso antes que infeccione. 

— Tá!–Estiquei a mão. Ela pegou, e analisou com cuidado. 

—Corte fundo, como conseguiu isso? 

— O copo quebrou. 

— Sim, sei,mas… tem que ser bem desastrado mesmo pra deixar isso acontecer. 

— Eu tava distraído. –Bufei. 

— Até já imaginou com o que!–Ela revirou os olhos. 

— Eu não quero falar disso. 

— Igualmente. 

—Bom.

— Muito bom. –Me encarou. 

— Ótimo, eu diria. 

— Perfeito! 

— Mais que perfeito. 

TÁ PARA JÁ COM ESSA MERDA QUE EU ESTOU ME IRRITANDO!– Gritou. 

— Nossa, que gentileza. 

VOCÊ ME IRRITA! 

— Tá, vou ficar Quieto. 

— Ótimo!– Falou, irritada. Olhei-a, evitando rir. —Que?–Falou, me olhando de lado. 

—Nada.. você aí, dando brechas pra voltar em um assunto do qual não queria mais falar. 

Ela riu.— Desculpa, não tô muito bem hoje. 

— Porque? 

— Vamos cuidar da sua mão!– Ela mordeu os lábios inferiores. — Deixa só eu ver onde guardei o álcool.. 

Ela virou as costas, e eu suspirei, como uma reclamação sutil, sem palavras, da dor que sentia. Aproveitei para admirar aquela que as garotas gentilmente chamavam de "Barbie" . Era realmente linda. Agora, eu via, por dentro e por fora. Então ela voltou. No rosto uma expressão chorosa a medida que limpava minha pele. Me encolhi, quando o líquido gelado e ardido tocou minha pele. 

— Essa merda é pior que Merthiolate!

PARA DE INFANTILIDADE E ME DÁ ESSA MÃO DE UMA VEZ?– Gritou. Me calei, pelo resto do "tratamento". 

Fiquei observando-a, enquanto limpava e cobria o meu ferimento que depois de tanto "amor" já nem doía tanto. 

—Você me lembra alguém com quem me consultei uma vez em Malibu.–Falei, pensativo. 

— Você me lembra um dos meus pacientes de Mali… bu? Espera! –Ela me olhou quando soltou minha mão.— Você disse… Malibu? Malibu? C-com… É claro! 

— Você também é de Malibu? Espera! 

—Kennedy.. claro, Kennedy Baker! Kenny, Ken Bak, o garoto perfeição ai meu Deus! É por isso que eu te odiei desde o primeiro dia, eu nunca odeio ninguém sem motivos.. tinha que ser você! Tinha que ser! Era tudo o que me faltava! 

De repente foi como um flash. Um turbilhão de memórias invadindo a mente. 


[...] 

—Oi, eu sou a Barbie!– Ela disse, e ouvi uma multidão de pessoas gritarem, animadas. Bufei. O que essa garota tem, no final das contas? Não tem metade do meu charme. 

—Ken? – gritou Ben. Outra pessoa que não vou com a cara. Ele me lançou outro de seus sorrisos falsos, que eu retribuí.— Meu pai quer falar com você. 

Uma mesa. Uma grande mesa servida de um trilhão de comidas que eu nunca comeria. Não por não gostar, a dieta não permitia. Às vezes odeio ser modelo. A tal da Barbie parecia tão insatisfeita quanto eu. 


— Pois bem?!– O senhor de meia idade segurou sua mão, e ela sorriu. Alguém diz que ele não tem um caso com ela?(?)

Sério! Muito bonita para um velho tarado. Urgh que nojo só de pensar. 

— Eu sou a.. 

—Barbie, já sei. –Cortei, grosseiro. Estava irritado com a possibilidade dela namorar o "tio" Wendell  ela bufou. 

— Barbie esse é o Ken.

— Prazer.–Respondeu, com a mesa sequidão que eu lhe direcionei na frase passada. 

—Só na cama.–Resmunguei baixinho não entendendo onde isso iria chegar. 

—O que? 

—Nada, eu quis dizer… onde vamos chegar com isso? 

— Bem, é o que eu queria saber.–Ela agora tinha as mãos sobre a mesa, inquieta. Olhamos Wendell. — Você me disse que tinha uma proposta de publicidade… poderia explicá-la?

— Vocês são as duas figuras de mais popularidade aqui por Malibu. –Ele alternava seu olhar entre nós.— Não apenas isso… em todo o mundo vocês tem bilhares de fãs. 

— Diga algo que eu não sei.–Bufei. Barbie me olhou, indignada. —Que é? 

— Como eu ia dizendo, vocês são ótimos influencers. Eu diria que não existe perfeição mas vocês são a reencarnação dela. 

—Eu sou.. a perfeição em pessoa. –Ela disse, num tom de voz cansado. 

— É isso aí! –Meu tio sorriu e se virou para ela. — Vocês são perfeitos. Perfeitos para as pessoas, perfeitos um para o outro.. perfeitos! Perfeitos para Malibu. 

—Onde você quer chegar?–Falamos, juntos.  

—Eu quero convidá-los a tomar posse do nome de "imperadores da cidade." "o casal perfeito de Malibu". 

[...] 

—Você!– dissemos em uma só voz. 



Notas Finais


É isso


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