História Reasonable Doubt - Norminah G!P - Capítulo 29


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Norminah
Visualizações 61
Palavras 1.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ei, amores!

Tomei vergonha nessa minha cara e voltei para finalizar essa fanfic. Minha vida ficou de cabeça para baixo nesse um ano em que me ausentei, para ser bem sincera não tinha planos de voltar a escrever e muito menos finalizar isso aqui, mas cá estou eu. Espero que aproveitem bastante o capítulo.

Boa leitura ❣

Avisos: Palavras de baixo calão.

Capítulo 29 - Juramento.


Fanfic / Fanfiction Reasonable Doubt - Norminah G!P - Capítulo 29 - Juramento.

Juramento (v): Declarar sob juramento que vai dizer a verdade.

 

Dinah Jane Hansen Point Of View.

— Você jura dizer a verdade, toda a verdade e nada além da verdade com a ajuda de Deus? – Disse o juiz para mim algumas manhãs mais tarde.

Eu não disse nada, a partida repentina de Normani ainda estava fresca em minha mente.

— Sra. Hansen, eu lhe fiz uma pergunta. – O juiz repreendeu-me.

— Peço desculpas. – Eu disse. — Eu juro dizer a verdade, toda a verdade e nada além da verdade com a ajuda de Deus.

— Nós podemos continuar.

O advogado de defesa levantou-se e limpou a garganta.

— Sra. Jane Hansen, seu nome legal antigamente era Dinah Jane Hansen, correto?

— Correto.

— Você pode dizer ao tribunal como você conheceu o meu cliente, Kevin Hart?

— Nós éramos sócios na Hansen & Hart.

— Sócios e melhores amigos, correto?

Olhei para um Kevin inexpressivo. Ele estava vestindo um terno cinza, ainda incapaz de usar uma gravata adequada.

— Sim. – Eu disse para o advogado. — Éramos, antigamente.

— É verdade que a senhora entrou em uma briga com ele em um bar há seis anos e meio atrás?

— Defina a briga.

O homem pegou uma folha de papel.

— A senhora entrou em um bar e o socou? Deixando-o com uma mandíbula quebrada e uma costela fraturada?

— Ele estava fodendo a minha esposa.

Os jurados arfaram e o juiz bateu o martelo.

— Sra. Hansen... – O juiz falou severamente. — Esse tipo de linguagem não é permitido em meu tribunal. Por favor, responda a pergunta.

— Sim. – Eu disse. — Sim, eu feri o Sr. Hart...Severamente.

— Da mesma forma que a senhora feriu sua própria mulher?

— Objeção! – O promotor levantou-se. — Relevância, meritíssimo?

— Mantido.

— Tudo bem. – O advogado de defesa levantou as mãos em sinal de rendição. — É verdade que a senhora culpou o Sr. Hart pelo fracasso da sua antiga empresa?

— É evidente que o Departamento de Justiça o fez, já que ele é o único julgado hoje.

— Sra, Hansen....

— Sim. – Cerrei minha mandíbula. — Sim, eu culpei-o pela falência da nossa antiga empresa.

— E é verdade que a senhora também o culpou pela lamentável morte da sua filha?

— Meritíssimo! – O promotor me lançou um olhar de simpatia. — Relevância?

— Negado. Responda a pergunta Sra, Hansen.

Desviei o olho de Kevin e fechei os punhos.

— Sim.

— Sua filha morreu entre as semanas que antecederam o colapso completo da sua empresa, e dentro dessas semanas a senhora conseguiu bater severamente em seu melhor amigo e sócio, espancar a sua esposa...

— Eu não espanquei a porra da minha esposa. Ela armou esta merda. Você fez alguma fodida pesquisa?

O juiz bateu o martelo, mas eu continuei falando.

— Eu não tenho certeza de qual faculdade de baixo nível foi burra o suficiente para te emitir uma licenciatura em Direito, mas o caso entre eu e a minha esposa foi julgado e arquivado anos atrás, porque ela mentiu sobre inúmeras coisas para um grande júri. E levando em conta que ela foi enviada para a prisão e eu fui inocentada de todas as acusações, você pode aceitar isso como um fodido fato. Portanto, antes de me fazer mais uma pergunta idiota e tentar prejudicar a minha imagem, lembre-se que os meios de subsistência do seu cliente estão em jogo durante este julgamento. Não o meu.

O juiz soltou um suspiro profundo, mas não disse mais nada. Apenas fez um gesto para a defesa continuar.

— Durante a sua parceria, é verdade que sua esposa estava no comando de todas as transações monetárias da empresa?

— Ex-esposa. E sim.

— E a senhora nunca pensou em verificar onde ela estava destinando a maior parte dos fundos?

— Eu tinha licenciatura em Direito, não contabilidade.

— Então, nunca pensou que era um pouco estranho sua empresa estar trazendo sete contas mensais?

— Não. – Eu suspirei, pensando de volta àqueles dias, naqueles clientes. Todos com os que lidamos tinham mais do que eu poderia ganhar na vida e eu não pensei nada sobre os lucros mensais que Claire os reportava. Confiava nela.

— É justo dizer que a falência da sua empresa pode ser devido a manipulação de sua esposa no setor financeiro?

— Sim. – Respondi, cerrando os dentes.

— Interessante. – Ele pegou uma folha de papel e pediu ao juiz se poderia se aproximar. — A senhora pode ler isso para o tribunal, por favor?

— Prefiro que não. – Eu disse.

— Você prefere que não? – Ele sorriu. — Sra. Hansen, como uma advogada, certamente sabe que será presa por desacato por se recusar a ler provas solicitadas.

— Leia, Senhora, Hansen. – O juiz exigiu.

“Voce é uma fodida mentirosa, Claire." – Eu leio as minhas velhas palavras. — Você fodeu com tantas pessoas em minhas costas que perdi as contas. Por tudo que sei, você merece apodrecer atrás das grades. Talvez então a sua boceta sobrecarregada terá uma pausa necessária.”

Um jurado cobriu a boca em choque, mas eu continuei lendo.

“Obrigado por me dizer que meu pau nunca foi acima do padrão, que depois de todos esses anos de casamento você nunca esteve satisfeita....Desde que você e Kevin não só conseguiram tirar a minha empresa, mas também arruinaram a única coisa que fez a minha vida valer a pena, aceite esta carta como um adeus.” – Olhei para a defesa.

— Poderia ler também o que escreveu depois do PS?

Revirei os olhos, e continuei lendo.

“ Uma vez que você só vai estar em torno de mulheres pelos próximos 15 anos, eu sugiro que você dê uma boa chance a bocetas. O sabor é absolutamente perfeito.”

— Objeção, meritíssimo! – O promotor levantou-se. — Eu não vejo como este documento é relevante para o caso. A defesa também falhou em ter conhecimento desta carta anteriormente. Eu solicito que seja retirada dos autos.

— Mantido. Considere-o nulo. – O juiz olhou para o relógio e, em seguida, levantou-se. — Vamos fazer uma pausa para o almoço. O testemunho continuará esta tarde.

Enquanto o júri ocupava-se em sair, eu ainda estava sentada. Eu não tinha para onde ir.

— Eu não sabia que ele iria trazer a tona sua filha. Sinto muito. – O promotor ofereceu-me um pequeno sorriso. — Eu vou redirecionar uma vez que ele tiver encerrado....Seu parceiro está indo definitivamente para baixo, está apenas tentando prejudicar sua imagem, para fazê-lo parecer um pouco mais simpático ao júri.

— Você sabe que eu sou uma advogada, certo? – Eu pisei fora da proteção. — Eu sei exatamente o que ele está tentando fazer.

Saí do tribunal e fui para fora em uma forte nevasca, olhando para o céu. Considerei deixar o tribunal e correr o risco de ser pega por desacato, mas uma parte de mim queria ajudar a selar o acordo sobre o destino de Kevin.

Tinha sido um longo tempo para chegar aqui, todas as mentiras, a traição, a dor, e ele merecia o que quer que fosse receber.

Alguém tocou em meu ombro por trás.

— Você tem um minuto? – Perguntou uma voz familiar. Kevin.

— Não.

— Eu pensei... – Ele suspirou. — O que quer que aconteça no final deste julgamento...

— Você não ouviu o que eu disse? – Me virei para encará-lo, surpresa pela forma como ele parecia abatido de perto. O tempo não tinha sido nada bom para ele.

— Eu sinto muito por tudo que eu e Claire fizemos você passar. – Disse ele com um olhar genuíno. — O dinheiro e os clientes foram chegando tão rápido e todos nós éramos tão jovens...

— Jovens?

— Sim. – Ele acenou com a cabeça. — Jovens e idiotas, sabe? Era...

— Idiota pra caralho. – Apertei minha mandíbula. — Mas foi mais do que estupidez, Kevin. Foi ganância. E quando os jornais começaram a juntar as peças, quando os clientes começaram a exigir respostas, vocês dois viraram as costas para mim. Você culpou a mim. Você entrou com pedido da guarda de Tessa, sabendo muito bem que não a queria. Você queria me machucar desde que você era o pai biológico.

— Dinah...

— E você conseguiu. – Eu poderia honestamente admitir isso de uma vez por todas. — Você realmente conseguiu, porra...

— Se eu pudesse voltar no tempo.

— Você não pode. – O interrompi. — Mas você pode me dizer uma coisa.

— O que?

— A noite em que você arruinou a minha vida. Bem, não a primeira noite, a noite que veio meses depois, você estava bebendo?

— O que importa agora?

— Você estava fodidamente bebendo naquela noite? – Olhei para ele que apenas suspirou, olhando para o chão.

— Sim.

— Obrigado por finalmente ser honesto. – Zombei. — Vou conseguir dormir até mais fácil à noite sabendo que você vai se juntar a Claire atrás das grades depois desta semana.

— Claire está de volta na prisão? – Ele parecia magoado. Decepcionado.

— Por mais nove anos - Eu sorri, mas rapidamente o sorriso em meus lábios desapareceu. — Seis a mais do que Tessa teria.

Eu não dei a ele uma chance de responder. Meu coração estava apertado mais uma vez com a ideia da perda de Tessa, de imaginar toda a dor que ela deve ter sentido em seu último dia, então, fechei meus olhos, tentando bloquear outra memória dolorosa que com certeza viria à tona.


Notas Finais


Bom, por hoje é isso. Espero que tenham gostado e hum, não deixem de comentar, ok? não sei bem como as coisas andam por aqui, não sei se têm alguém ainda lendo essa história, então deixem-me saber. Até a próxima! 💛

(erros arrumo depois.


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