História Rebel Live - Second Season - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber, Zendaya
Personagens Justin Bieber, Zendaya
Tags Justin Bieber, Zendaya
Visualizações 40
Palavras 1.981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Notas finais

Capítulo 6 - Back to New York


   Zendaya P.O.V.

 

 

 Joe me olhava apreensivo, meu pai não sabia o que fazer e minha mãe estava preparando um copo de água com açúcar, ainda com esperança queaquklo me acalmasse. Sabia que estava a chorar à mais tempo que o normal, mas acho que 6 anos de mágoa e tristeza precisam de mais tempo que uns meros minutos para serem libertos.

 — Vem se sentar filha — disse meu pai, me puxando pelo braço até às cadeiras da mesa da cozinha. 

 — Filha, toma isso para se acalmar…

 Minha mãe se sentou na cadeira ao meu lado e pousou o copo de água em minha frente. Depois de mais alguns minutos chorando descontroladamente, finalmente consegui me acalmar para beber a água, e aos poucos, as lágrimas foram desaparecendo, até deixar de chorar completamente.

 — Então filha, que se passa?

 — O que se passou é que eu sou uma idiota mãe. O QUE SE PASSOU É QUE SUA FILHA NÃO CONSEGUE ESQUECER UMA PESSOA DE MERDA E QUE SÓ LHE FAZ MAL  …  Mas esteja descansada. Não vou deixar que ninguém me faça mal como ele me fez. Nunca mais. 

 Me levantei e fui ao banheiro lavar minha cara.O inchaço dos olhos me dava raiva… No que eu me tornei. Chorando por um homem. Que desilusão da pessoa que me tornei.

 Saí da casa de banho, ainda estavam todos na cozinha, decidindo que ía levar Joe à escola.

 — Eu levo. E depois passo em casa da Taylor. 

 — Tem a certeza filha?

 — Sim pai, está tudo bem. Vem Joe.

 

 

     Justin P.O.V.

 

 Aquele dia passou mais lentamente que todos os outros. Não estava concentrado em nada, dispensei três das quatro aulas que tinha e saí 30 minutos mais cedo da última para não ter de ir com Katherine para casa. Precisava de algum tempo para desanuviar. Entrei em meu carro e encostei minha cabeça no banco com os olhos fechados enquanto aproveitava o sol do meio da tarde. O silencio foi interrompido quando alguém abriu a porta do passageiro me sobressaltando.

 — Calma Bieber, sou só eu.

 — Zendaya… O que você está fazendo aqui? Não pode entrar em meu carro dessa maneira!— tentei que minha voz soasse firme, mas era visível que eu tinha gostado de a ver.

 — Já acabou? Ótimo, então arranca logo com esse carro, ou quem conduz sou eu.

 Eu estava sem reação. Ali estava ela, como dantes. Mas seus olhos não transmitiam nenhuma emoção, estavam avermelhados e sua cara parecia não ter maquilhagem, deixando transparecer sua beleza natural.

 — Anda logo com essa merda! — ela disse me arrancando de meus devaneios.

 — Não sei se isso é boa ideia.

 — Então já não me quer explicar o que me queria explicar de manhã? Que seja assim então, mas eu vou falar. 

 — Não, eu quero me explicar— dei ignição antes de ela ter tempo de sair do carro e comecei aquele caminho que já não fazia à quase 4 anos.

 

 

     Zendaya P.O.V

 

  Se me perguntarem como é que eu vim parar no carro de Justin, eu não sabia responde. Ou melhor dizendo não sabia o porquê de o ter feito. Por sadismo provavelmente, gostava de sentir a dor de o ver com seu anel de noivado no dedo, senti-lo tão perto, mas não lhe poder tocar.

 Meus pensamentos me levaram para um mundo à parte e só acordei quando senti o carro a ser desligado. Foquei minha visão no exterior do carro e quando me apercebi aonde estávamos tive a certeza que não devia ter vindo ter com ele.

 Ele saiu do carro e começou a andar à minha frente, tirou as chaves do prédio e abriu a porta, segurando para eu passar. Subimos as escadas e entramos no apartamento em silêncio. Ainda estava tudo como eu me lembrava, tirando os montes de papeis e os livros de biologia.

 — Não tenho mais nenhum lugar para falarmos. Pensei em vende-lo à dois ou três anos, mas apercebi-me de que é útil para as aulas de apoio extra curriculares. Todos os  meus alunos são convidados a vir, normalmente aparecem uns 5 o 6 em cada aula—um silêncio constrangedor instalou-se no apartamento quando ele deixou de falar, e assim permaneceu durante alguns minutos. Finalmente, ele respirou fundo e recomeçou a falar:

 — A Katherine esteve lá quando você não estava. Quando eu me senti carente. Eu sou homem Zendaya. Enquanto estivemos juntos, você e nossa relação eram o que eu tinha de mais importante na vida. Estraguei o que nós tínhamos e fiquei um farrapo… Naquele verão tranquei-me neste apartamento e só saí quando as aulas voltaram. Foi aí que vi que a Katherine podia ser uma boa distração. Ela era fácil, era só estalar os dedos que ela caía em meus braços. Depois de algum tempo em que a nossa relação só existia na cama, ela disse que queria uma relação séria, e eu, ao imaginar-te rodeada de garotos aceitei. Ela era boa companhia, e aos poucos, aprendi a gostar dela. E depois veio o Jet. Um filho já não é brincadeira, já não posso simplesmente dizer adeus à Katherine de um dia para o outro. E claro que o passo seguinte a ter um filho é casar-nos— ele disse enquanto brincava com a aliança em seu dedo — por isso à 3 meses pedi Katherine em casamento… Nós éramos demasiado novos e demasiado irresponsáveis. O que tivemos foi um ato de rebeldia e agora consigo ver isso. Tenho muita pena se você saiu magoada, mas isto foi o melhor a se fazer.

 Fiquei processando o que ele tinha acabado de dizer, apesar de não conseguir aceitar. Eu amo-o, tal como no primeiro dia, enquanto que ele diz que nossa relação foi um erro… Não posso impedir a sua felicidade. Quero que ele seja feliz, mesmo que seja do lado de outra pessoa. Afinal qual era meu objetivo em vir falar com ele? O que eu tinha para dizer de tão importante? Ainda te amo, por favor volte para mim? Não, por muito que me apetecesse beijado nesse momento, não me ía rebaixar a esse ponto. Mas por muito que tudo isso fosse verdade, ele ainda estava muito presente em mim.

 Senti meus olhos se cobrirem de lágrimas, e saí do apartamento correndo, para que ele não me visse chorando.  

 Sentia que Miami estava a fazer isso para me tirar dali. A verdade é que aquele já não era meu lugar.

(…)

 

 — Por favor, não vás já! — pediu a Taylor pela milionésima vez.

 — Já cheguei até ao aeroporto, não vou recuar outra vez Taylor— disse com lágrimas nos olhos da emoção de me despedir dela de novo.

 Era suposto ficar mais duas semanas em Miami, mas depois do incidente com Justin, decidi voltar para Nova York ao mesmo tempo que o resto da academia. Meus pais aceitaram a ideia, porque perceberam que algo em Miami me estava fazendo mal, meus amigos aceitaram contrariados, mas por outro lado a academia adorou a ideia. Já tínhamos combinado e até já se tinha combinado irmos sair todos porque o Paul e a Nina andaram a espalhar pelo grupo que eu estava meio triste e que precisava de me animar.

 — Bem, parece que já está nas hora — disse quando ouvi a chamada para meu voo.

 — Fica aqui, por favor! — Taylor suplicou mais uma vez.

 — Não posso Taylor, mas eu prometo que te ligo amanhã — disse e abracei-a uma última vez antes de ir para a porta de embarque. 

 Ía ter muitas saudades de meus amigos e da minha família, mas ficar em Miami mais duas semanas só me iria fazer mal.

 

 

(…)

 

 Aquela noite revelou-se muito satisfatória para todos os meus colegas, menos para mim. Não estava com vontade de dançar nem de beber até cair. Já o Paul e a Nina estavam praticamente a ter relações sexuais no meio da boate. Os outros meio que se espalharam pela boate e, ou estavam tentando levar alguém para a cama, ou estavam dançando em grupos. Para ser sincera já não conseguia distingui-los da multidão, porque a quantidade de pessoas que entravam ia aumentando de 15 em 15 minutos e o lugar espaçoso onde tínhamos entrado estava me deixando claustrofobica, pela quantidade de cabeças por metro quadrado.

 E depois lá estava eu, sentada na bancada do bar contando os minutos para ser uma da manhã e puder ir embora. Quando estava pedindo meu 4º whisky, vi alguém a sentar-se no banco do lado do meu, olhei para o lado e fiquei impressionada com o homem que estava li sentado: era muito bonito, tinha olhos azuis claros, cabelo preto brilhante e umas rugas de expressão que permitiam dizer que ele tinha entre 30 e 35 anos.

 — Mais uma mulher bonita sofrendo por amores… — ele ficou me fitando com um olhar intenso e sedutor ao mesmo tempo. Passado uns segundos de silêncio perguntou: — O que ele fez? Te traiu?

 — E quem lhe garante que eu estou sofrendo por amor?— perguntei e voltei a olhar para a frente.

 — Ninguém, mas com a quantidade de pessoas aqui, você estar sozinha denuncia muita coisa.

 — Hmm, será uma questão que lhe vai acompanhar pela vida toda e tirar noites de sono.

 — J´á vi que o bom humor não veio com a senhorita. Já agora, como estão correndo as apresentações do Cats? 

 — Como é que sabe do Cats?

 — Bem, digamos que um realizador como eu tem de estar sempre a par das novas estrelas no meio cinematográfico e no teatro. 

 — Então quer dizer que você é um realizador? Que filmes produziu?

 — “Inception” e “Hunger Games a Revolta” são os mais conhecidos.

 — Parte 1 ou 2?

 — Ambas.— Ele disse com um olhar presunçoso — Tem alguma ideia de quem eu seja?

 — Claro que tenho. Quer dizer, como pessoa não, mas conheço alguns trabalhos seus. Para que conste, Hunger Games a revolta, parte 1 é melhor que Hunger Games a revolta parte 2.

 — Cada um com seus gostos. Me chamo Ian Somerhalder, e você é a Zendaya Coleman.

 — Prazer — disse enquanto lhe apertava a mão.

 — Este é seu primeiro trabalho? Só soube de sua existência depois de ver a peça e ver que a pessoa que fazia de Grisabella era uma tal de Zendaya.

 — Sim foi. Inicialmente não era para fazer nada que tivesse a haver com representação, mas quando entrei para a academia ode continuo, percebi que era o que eu gostava. Mas se não der certo, sempre tenho a licenciatura.

 — Ainda bem que decidiu seguir com o teatro, você tem talento e seria uma pena se o desperdiçasse.

 — Obrigada, acho eu— ficámos em silêncio durante uns segundos, tempo suficiente para beber mais um shot de whisky.

 — Já vai em quantos copos?

 — 4º, acho eu — disse olhando para o copo vazio.

 — Vamos dançar?

 — Porquê? Não o conheço de lado nenhum.

 — Porque acredito que você precisa de se divertir hoje, e é muito deprimente continuar te vendo aqui sentada pedindo copo atrás de copo e se divertindo com o barman fazendo servindo bebidas.— corei com a ultima parte — Então, vem?

 Me levantei e fui com ele para a pista. Ele me agarrou na mão enquanto andávamos pela pista de dança, até um lugar mais central. Começámos a dançar, falávamos um com o outro e aproveitávamos a música. Passados umas três músicas, veio uma lenta mais sensual: naquela boate, até à uma da manhã só passavam músicas electrónicas e pop; a partir da uma, mudam para músicas mais sensuais. Ficámos a dançar chegados um ao outro. Eu sabia que se não saísse dali, provavelmente ía acabar a fazer o que não queria mas, que mal tinha. 6 anos sem me envolver com ninguém física ou mentalmente… Ele provavelmente está nesse momento com sua família, por isso, porque não viver minha vida? Beijei o Ian com urgência por contacto físico. Eu estava carente, se ele estivesse disposto a envolver-se comigo, eu ía aproveitar.

 — Vamos para minha casa?— ele perguntou em meu ouvido

 Assenti e segui-o para fora da boate .


Notas Finais


O que acharam do capítulo? É muito importante que vocês comentem para eu saber como está a ser o Feedback da fanfic, visto que já não a escrevo à muito tempo.
Bem, em relação ao Próximo capítulo não prometo nada, tanto pode ser na próxima semana, como daqui a um mês, porque vou começar com minha segunda época de testes, por isso, beijos e até ao próximo capítulos <3


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