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História Rebelde - Capítulo 13


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Capítulo 13 - E quem resiste a essa ruiva?


Fanfic / Fanfiction Rebelde - Capítulo 13 - E quem resiste a essa ruiva?

[...]  - Sou Juan  [...]

                                                                                 
                                                                                                        Sophia

Aquele cara tinha um sorriso muito convencido no rosto, e seu estilo de se vestir, calça solta, blusa social aberta até o segundo botão e o casaco por cima, parecia ser do tipo de homem que adora arrumar encrenca, e tinha plena consciência do efeito que causa nas mulheres. Não posso mentir, ele é muito bonito, tinha olhos castanhos penetrantes e muito familiares. Mas eu não gostava do jeito que estava me olhando, e muito menos se insinuando:
- Certo, Juan eu não me lembro de ter convidado você para sentar
- Não? Que coincidência, eu também não me lembro de ter perguntado, afinal o local é público.
- Mas a mesa vaga não.
- Calma, é que você me olhou de uma forma que eu achei que pudesse te fazer companhia. Seu olhar diz tudo.
- Está enganado, meu olhar diz que não faz ideia de quem seja você ou de onde saiu, mas espera que volte pelo mesmo caminho que veio.
- Nossa, a gatinha tem garras afiadas
- E se continuar fazendo piadinhas sem graça ela vai te mostrar o quão afiadas são
- Há! Há! Certo, desculpe, acho que começamos com o pé esquerdo, eu não sou um cara mau. Deixa eu me redimir, que tal se fossemos dar uma volta? Eu conheço a cidade inteira, e os melhores pontos.
- Há! Não acredito, qual a parte do “vai embora” você não entendeu?! –
Qual o problema desse cara? Porque simplesmente não vai embora?.
- Tão bonita, e tão mal humorada. Será que nada pode te relaxar?
- Bom, eu tenho esse celular aqui, se eu jogar ele na sua cara eu fico relaxada na hora
- Uau! Há! Há! Retiro o que disse, você tem senso de humor
- Escuta, vai embora eu não quero e muito menos pedi a sua companhia, ofereça sua oferta de tour para outra garota, pois não a nenhuma razão que me fizesse considerar aceitar tal insanidade, você seria a ultima pessoa com quem eu poderia pensar em passar mais de dois minutos. –
Eu fiquei de pé – Agora vai embora, antes que eu arraste seu traseiro daqui, eu não sei com que tipo de garota está acostumado a lidar, mas posso te garantir que sou bem diferente.
- Eu percebi –
Ele me mostrou mais um sorriso de canto, o que significava que estava me desafiando.
- Sophia, algum problema aqui? – Bob apareceu no momento exato. Juan olhou para cima e levantou, mas parece que não se intimidou com o tamanho do meu amigo, o que geralmente não acontece.
- Este senhor está me importunando, mas acredito que depois de todas as nossas trocas de gentilezas ele irá embora, certo?
- Sim, não se preocupe, estava apenas fazendo companhia –
Ele continuava com o mesmo olhar presunçoso no rosto. Bob cruzou os braços o que chamou a atenção de Juan – Você é grande, mas não me assusta. – Eu acreditava no que estava dizendo.
- Posso não assustar, mas aposto que te tiro daqui a ponta pés
- Parece que a gatinha está muito bem vigiada –
Tornou a olhar para mim – Meu convite continua de pé, e espero encontra-la outra vez.
- E eu espero nunca mais ter o desprazer de te ver
- Há! Não conte muito com isso, a cidade não é tão grande assim, existem pessoas que estão fadadas a se encontrarem.
- Adeus –
Falei duramente a ponto de perder a paciência. Ele sorriu ajeitando o casaco então piscou antes de se virar e sair.
- Quem era esse cara?
- Um idiota que apareceu do nada, estava me enchendo o saco –
Sentei, e Bob tomou o lugar na frente.
- Ele era tão convencido
- Nem me fale. –
Bufei, eu só queria sair da conversa, então lembrei do que aconteceu antes. – Você não vai acreditar quem veio falar comigo antes desse palerma.
- Quem? – Bob arregalou os olhos curiosos.
- Se lembra do Mason? O cara da boate.
- O cara... –
Agora foi a vez da sua boca cair – Aquele que você deu um perdido?
- Esse mesmo
- Não brinca Sophi. E como foi? Vocês discutiram?
- Hmm! Não, na verdade foi tudo muito tranquilo, eu me desculpei pelo o que aconteceu.
- Disse a verdade?
- Não, é claro que não, ele ia se sentir usado
- E meio que foi isso, né.
- Sim, mas ele não precisava saber, então contei uma mentirinha. Disse que tinha visto um ex namorado, e que fiquei desanimada, então achei melhor ir embora.
- E ele acreditou?
- Acho que sim, ou então não teria me dado seu número –
Mostrei o guardanapo com telefone dele.
- Caramba. E o que você vai fazer?
- Talvez eu mande uma mensagem –
Dei de ombros.
- Mas você disse a ele que está namorando?
- Não, eu jamais pensei que ele fosse me passar seu número
- Você sabe que ele vai tentar algo com você, não sabe?
- Hunf! Sei, mas na primeira oportunidade deixarei bem claro minha situação
- E quanto ao Caleb? Vai dizer a ele?
- Hmm! Não sei... Bem, ele sabe que beijei o Mason na boate apenas para provocar ciúmes, e que não tivemos nada além disso.
- Bom, se você realmente for mandar mensagem para ele, é melhor que diga ao Caleb o que aconteceu aqui, ele não vai gostar de ser pego de surpresa lá na frente
.
- É, você tem razão. Enfim, quando eu decidir o que fazer eu converso com ele.
De repente Anna entrou no restaurante, acenei para ela e chegou quase correndo na nossa mesa. Puxou a cadeira e sentou ofegante:
- Me desculpem... A demora – Respirou fundo colocando a mão no peito.
- Você está bem? – Bob perguntou.
- Não precisava vir correndo mana
- Eu sei, mas sei como você fica irritada quando está com fome e mais ainda quando tem que esperar
- Há! Há! Ainda bem que me conhece
- Mas então, já pediram?
- Ainda não, estava esperando vocês dois –
Acenei para o garçom e ele trouxe mais dois cardápios. Escolhemos rápido os nossos pratos, e então voltamos a conversar enquanto esperamos. – Mas então mana, por que demorou para chegar?
- Porque eu estava falando com a senhora Clif, a dona da vila em Laguna
- Oh! Sim, e o que ela disse?
- Estava um pouco ocupada na hora que liguei, mas prometeu que vai verificar sua agenda e ligará de volta quando tiver uma data certa.
- Precisa mesmo alugar todas as casas da vila?
– Bob perguntou.
- No início achei que não, mas eu e Sophi fizemos a lista de convidados, e de fato teremos que alugar todas.
- Sim, a maioria dos convidados é por parte da nossa família –
Acrescentei. – Não colocamos todo mundo na lista, é claro, mas mesmo assim ficou grande.
- Verdade, aqui temos os nossos amigos, e alguns deles possuem namoradas, temos que pensar nisso também. Eu já estou organizando tudo, tipo, meus pais, Vanessa, Kaio e Sophia vão ficar em uma casa, você e Caleb podem dividir o mesmo quarto. – Ela apontou para bob, o que fez meus olhos arregalarem.
- Como é? – Perguntei.
- Sim, Bob e Caleb serão colegas de quarto, o que acha?
- Acho horrível. Eu não vou ficar com a mamãe e o papai, e deixar o Caleb longe de mim. Quero ficar no mesmo quarto que ele.
- Eu é que não quero assistir de camarote o que vocês fazem a noite. –
Bob respondeu sacudindo os ombros.
- Há! Há! Há! Há! Eu to brincando com você sua boba. É claro que os dois vão ficar no mesmo quarto.
- Acho bom –
A olhei de canto de olho, então sorri – Sua chata.
- Longe de mim querer separar o recém formado casal –
Ela ergueu as mãos em rendição. Nós três começamos a rir.

Eu me alonguei na cadeira, minha costa não estava nada feliz por ter ficado sentada a tarde inteira, mas finalmente o expediente acabou. Ergui os braços me espreguiçando, e escutei quando Caleb fechou sua gaveta, olhei para o lado:
- Vai para a academia? – Perguntei.
- Vou, quer carona?
- Na sua moto?
- Sim, o melhor transporte do mundo.
- Sei disso, mas é que estou de saia e apertada, acredito que não vou conseguir sentar direito na moto.
- Hmm! Talvez... –
Ele se aproximou de mim com um olhar malicioso – Eu possa tirar sua saia, assim facilitará as coisas.
- É, pode facilitar –
Toquei seus joelhos – Mas me responda uma coisa, eu iria como? Só de calcinha? Você não sentiria ciúmes com outras pessoas me olhando assim?
Ele olhou para o lado pensativo, com certeza pensando na ideia, e pela sua testa franzida posso dizer que não gostou nem um pouco:
- Apesar de ver você desprovida de qualquer roupa é um grande prazer, não gosto da ideia de outros homens vendo.
- E eu prefiro ficar sem roupa só na sua frente
- Confesso que também prefiro –
Ele passou a mão sobre minha coxa até meu quadril – Tenho que guardar muito bem esse corpo, percebi que tem muita gente querendo-o.
Dedilhei sua calça indo até o meio da sua barriga:
- Está com sorte, o único que eu quero também me quer – Falei me inclinando para perto dele.
- Sorte a minha mesmo – Ele tomou meu rosto em sua mão e me beijou. Era tão bom sentir seus lábios macios e cheios de desejo. Ele se afastou me dando vários selinhos – Eu posso levar você.
- Não se preocupe, eu vou com Bob. É muito difícil andar de moto com essa roupa.
- Imagino, mas você fica tão bonita nela
- Eu sei
– Sorri – Mas eu encontro você lá na academia.
- Tudo bem – Ele ficou de pé, segurou minhas mãos me puxando então me abraçou – O que acha de ir para minha casa hoje?
- Acho uma ótima ideia –
Toquei seu peito.
- Otimo, fecharemos a academia juntos.
- Tudo bem –
Sorri e tornei a beija-lo. De repente escutei um pigarro, e de imediato notei que era Bob. Eu afastei minha boca de Caleb. – Você sempre chega nas melhores horas, não é?!
- Hey! Esse é um lugar de trabalho, e não de beijinhos. Não me culpem por andar inocentemente por aí.
– Ele fez uma cara de ofensa, o que nos fez rir.
- Ok, está certo. Será que pode me dar uma carona ate a academia?
- Posso, já estava indo para lá –
Ele pegou sua mochila em cima da cadeira.
- Está bem – Olhei para Caleb e acenou com a cabeça, pegou sua mochila também, e eu peguei minha bolsa, então nós três fomos para o elevador. Não demorou para subir.
As portas tornaram a se abrir no estacionamento, antes de nos separarmos eu agarrei Caleb e lhe dei um longo selinho:
- Nos vemos lá
- Ok –
Ele sorriu me devolvendo o selinho, então foi em busca da sua moto. Eu segui Bob até sua picape. Ele deu a partida e em poucos segundos saímos do estacionamento para o intenso tráfego de Nova York.
- Me conta, e a garota cubana? Ainda estão juntos?
- Sim e não, quer dizer, não rotulamos nada, ela me procura quando está carente, e faço o mesmo, esse final de semana ela ficou lá em casa.
- Sério? E você não sente que pode haver algo mais entre vocês?
- Eu não tenho certeza, ela é muito legal, é divertida e me faz rir.
- Mas?
- Ela não parece querer nada além de uma amizade colorida
- E já perguntou a ela?
- Não
- Devia perguntar, talvez ela tenha a mesma duvida que você
- Você acha?
- Só perguntando para saber –
Dei de ombros.

Eu treinei com Bob até que estivesse sem fôlego e pedindo arrego, ele nunca pensou que uma aula comigo seria tão exaustiva. Confesso que derrubar aquele homem enorme não foi nada fácil, mas nós dois aprendemos coisas novas. Eu me despedi do meu amigo, e comecei a ajudar Caleb a organizar tudo:
- Esses meninos deixam os pesos todos fora do lugar – Reclamei.
- Sim, e já os avisei sobre isso – Ele separou as anilhas por peso e as colocou no lugar certo.
- Avisar não está funcionando, tente ser mais agressivo – Coloquei os tapetes empilhados no canto. – Acho que é só.
- Falta só aquelas cordas, mas eu guardo
- Ok, então vou tomar um banho rápido antes de sairmos. –
Eu segui caminho até os vestiários. Entre no banheiro feminino, tirei minhas roupas e deixei sobre o banco que ficava bem no meio, então entrei em um dos box. Amarrei meu cabelo para não molhar, e só então liguei o chuveiro e a água desceu quente sobre meu corpo. Aquilo era muito bom, iria relaxar meus músculos cansados. Fechei os olhos jogando a cabeça para trás, deixando a água me acalmar. Eu estava um pouco dolorida depois da sessão com aquele gigante, e tudo o que eu queria era estar dentro de uma banheira com água quentinha, cheia de espuma e com velas aromáticas. Seria o paraíso. Eu virei a cabeça para o lado deixando a água passar pelo pescoço, de repente senti duas mãos segurando minha cintura e um corpo quente recostar em contra minha costa.
- Eu pensei em me juntar a você no banho – Ele sussurrou perto do meu ouvido me deixando inteiramente arrepiada.
- Achei que já quisesse ir para casa
- Eu quero, mas também quero aproveitar esse banho com você, posso?
- Deve –
Esbocei um suave sorriso, ergui a mão para tocar seus cabelos quando seus lábios quentes começaram a acariciar meu pescoço. De repente todo o ambiente começou a esquentar, a água estava mais quente a cada segundo, a temperatura dentro de mim nem se fala, eu estava pegando fogo. Suas mãos grandes agarraram meus seios, apertando-os suavemente. – Tem certeza que todos foram embora?
- Absoluta. Somos só nós dois. –
Mordeu o lóbulo da minha orelha, me fazendo suspirar. Seus dedos correram sobre minha barriga ate chegar ao epicentro do prazer, sua mão se fechou em concha me tocando de uma forma tão intima que fez minha cabeça girar. – Você não tem ideia de quanto tempo eu desejei para fazer isso aqui.
- No chuveiro da academia?
- Sim, toda vez que eu via você entrar para tomar banho, eu imaginava você tirando a roupa, indo para debaixo do chuveiro, a água escorrendo por todo o seu corpo –
Seus dedos me pressionaram com mais atrevimento, e eu já sentia minhas pernas bambas. – Você passando as mãos ensaboadas por cada curva, delicadamente, e sem a menor intenção de provocar alguém, um prazer sem malícia, tendo apenas essas paredes como expectador.
- Ahh! Caleb...
- Quantas vezes fantasiei com você?! Desejando ter você em minhas mãos exatamente como está agora. –
Seus dedos me deixaram apenas para segurar minha cintura e me virar de frente para ele. Toquei seu peito e o vi totalmente nu, com certeza ele entrou nesse box com as melhores intenções. Passei a mão por trás do seu pescoço e o puxei, selando minha boca a dele. Sua língua quente e aveludada se enrolava a minha, a água do chuveiro agora escorria por sua cabeça e vinha se juntar ao nosso, já tão molhado beijo. Caleb era mais alto que eu, tinha de ficar na ponta dos pés e me esticar o máximo que podia, e seu corpo se agigantava sobre o meu, recém conhecido pelos meus dedos, e queria continuar explorando-o, ate reconhecer cada pedaço de sua anatomia de olhos fechados. De repente Caleb me tirou do chão, me obrigando a passar as pernas em torno de sua cintura, e me imprensou contra a parede.
- Sua fantasia está ficando cada vez mais interessante – Sorri contra sua boca.
- Vai ficar cada vez melhor – Mordeu meu lábio, e o segundo seguinte lentamente ele estava abrindo passagem para dentro de mim. Eu ofeguei ao senti-lo por inteiro, fechei os olhos erguendo a cabeça, apreciando essa deliciosa intrusão. Segurou minha bunda, apertando e ditando nosso ritmo. Me agarrei em seus ombros e o deixei liderar o caminho que nos levaria direto para o precipício, o qual eu pulo de olhos fechados e gritando o nome daquele que me enche de prazer. Caleb gemeu ao estocar mais fundo, e seu rosnado ao me sentir apertando-o em mim foi sensacional. – Minha nossa Sophia... Como você faz isso?
- Há! Há! Técnica –
Puxei seu lábio inferior, e fiz o mesmo movimento, o apertei. Novamente ele rosnou, e me penetrou com mais força e rapidez. Cruzei as pernas atrás dele, meu corpo todo estava formigando e parecia que a qualquer momento iria explodir.
Nossas respirações estavam misturadas, me agarrava a seu ombro e seu cabelo, implorando para durar mais, Caleb apertava minha carne, beijava meu pescoço como se estivesse a ponto de desmaiar. Eu gemi alto quando tocou meu ponto sensível, arranhei seu peito como reflexo. Ele tinha razão, a fantasia ficaria ainda melhor, e devo dizer que não era o único a fantasiar algo assim, eu também perdia horas pensando em seu corpo sendo molhado e ensaboado por suas mãos grandes e fortes. Só esse simples pensamento me deixou ainda mais desejosa, agarrei sua costa e fiz trilhas avermelhadas com minhas unhas:
- Você vai me deixar louco – Sussurrou.
- A ideia é essa – Capturei sua boca e o beijei com fome, tomada pela luxúria que esse espanhol me infligia. Ahh! Eu o adorava ver trabalhar daquele jeito, estávamos no limite do prazer, o formigamento descia por meus ombros até meu ventre. – Ah! Caleb, eu estou... Ahh – Meu gemido alto cortou o vapor provocado pela água quente e nossos corpos, Caleb sabia exatamente onde me tocar.
- Venha comigo – Ele acelerou, nos deixando quase sem fôlego, então em uma grande explosão nós nos desfizemos, gritei seu nome, e podia apostar que deu para escutar lá da rua.
Meus espamos demoraram para passar, meu corpo tremia a cada batida frenética do meu coração, estávamos com as testas recostadas uma na outra, nossa respiração fora de controle:
- Isso foi... Incrível – Falei ofegante.
- Sim, foi – Ele sorriu, e me deixou de pé, mas minhas pernas estavam bambas, então tive que me agarrar a ele. – Você é maravilhosa.
- Você também não fica atrás –
O beijei. Ele nos trouxe para debaixo do chuveiro.
- Me deixe dar banho em você
- Se é o que quer
- Quero, muito. –
Antes de pegar o sabonete que trouxe, tornou a me beijar mais uma vez, e ficamos assim por alguns segundos. Esse vestiário nunca mais será o mesmo, pelo menos não para mim. E isso é fantástico.      

 

Continua...
 


Notas Finais


Muuito bem meus amores, esse foi o capítulo de hoje!!

Geente, esse Juan chegou todo convencido, se achando dono de tudo, mas como sempre, Sophia tem uma respostas na ponta da língua hahaha
E muito bom escrever as cenas desse casal, e sei o quanto que vocês gostam de um bom Hot, então está aí!! rsrsrs

Vejo vocês no próximo capítulo, bjss!!


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