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História Rebelde - Capítulo 14


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Capítulo 14 - Primeiro amanhecer


Fanfic / Fanfiction Rebelde - Capítulo 14 - Primeiro amanhecer

[...] E isso é fantástico. [...]

 

                                                                            Caleb
 
Eu abri os olhos tomando uma lufada de ar, estiquei o braço e a primeira coisa que senti foi o corpo de Sophia ao meu lado. Ela ainda estava dormindo, virada de frente para mim, e parecia tão tranquila. Tive que acalmar meu coração por vê-la assim, era ainda mais linda pela manhã, sua pele de porcelana reluzia junto de suas bochechas rosadas, seu cabelo vermelho se destacava na colcha. Eu soltei o ar preso em meus pulmões, ela era a visão do paraíso. Como eu sonhei com esse momento, por um longo tempo pensei que Sophia era algo impossível para mim, e fico feliz de ver que estava errado. Eu quero fazer as coisas direito, do jeito certo, ela merece o sol e a lua, e estou disposto a dar tudo isso e muito mais. Delicadamente acariciei sua bochecha com a costa dos dedos, contornando sua boca, ela não se mexeu. Será que tem o mesmo sono pesado que a Anna? Já ouvi dizer que quando o sono a pega não há nada no mundo que a acorde, talvez Sophi seja do mesmo jeito?! Eu soltei uma leve risada nasal ao pensar nisso. Não resisti e dei um beijinho na ponta do seu nariz, o que ela logo arrebitou, respirou fundo e lentamente abriu seus olhinhos sonolentos, expondo lindas esmeraldas brilhantes. Ela curvou a boca e soltou um gemido baixo, que me deixou encantado:
- Bom dia – Falei.
- Hmm! Bom dia – Sua carinha sonolenta era a coisa mais fofa do mundo, eu queria enche-la de beijos.
- Dormiu bem? – Acariciei seu rosto.
- Como um bebê, e você?
- Também – Passei o braço por debaixo da coberta, toquei seu corpo nu e a abracei. Depois que voltamos da academia, continuamos o que começamos no vestiário. Ela apalpou meu rosto, beijei sua bochecha – É muito bom acordar com você.
- Eu posso dizer o mesmo. Tinha me acostumado a acordar sozinha.
- Eu também, faz tempo que não durmo com alguém
- Bom saber que sou uma exceção à regra
- Você com certeza é – Lhe dei um selinho – E eu adoro isso.
Ela abriu um sorriso radiante, parecia que o sol tinha jogado todos os seus feixes de luz dentro do quarto, tudo ficou iluminado, até aqueceu todo o ambiente:
- Meu Deus, você tem o sorriso mais lindo do mundo
- Jura?
- Sim, é lindo. - Dei outro selinho.
- Você também é uma bela visão para os olhos – Deslizou a ponta do indicador sobre o meu nariz. Eu sorri com seu comentário. – O que acha de tomarmos café?
- Acho uma ótima ideia
- Perfeito, eu cozinho – Ela sentou na cama e o lençol caiu revelando sua nudez – Eu posso pegar uma roupa sua?
- Pode – Eu estava curioso para ver Sophi usando uma das minhas camisas. Eu a admirei por trás, sua bunda redondinha e branca, prometi a mim mesmo que um dia eu me divertiria bastante com ela. Abriu a porta do meu guarda roupa e tirou de dentro uma camisa simples e vestiu, também catou sua calcinha do chão para vestir. Pegou seu cabelo e o amarrou em um coque bagunçado.
- Muito bem, vamos preparar o café – Ela se virou para mim e perdi o fôlego, como pode uma mulher ficar ainda mais deslumbrante? Deus do céu, é um pecado. Ela saiu saltitando do quarto. Eu me espreguicei e lancei o lençol para o lado me levantando, vesti uma calça moletom e fui para a cozinha. Sophia já estava com frigideira no fogo, e a máquina de café estava a todo vapor.
- Nossa, você é rápida
- Eu gosto de comer, mas detesto passar muito tempo na cozinha, então procuro fazer tudo o mais rápido possível.
- Há! Há! Entendi, bom eu também não sou uma maravilha na cozinha
- O que? Mas seu jantar aquele dia estava delicioso
- Eu tive muita sorte, e também queria impressionar você – Dei um beijo em seu ombro quando andei até o armário, peguei duas xícaras e comecei a arrumar a mesa. O cheiro de bacon invadiu todo o apartamento despertando minha fome. Eu peguei o bule com o café assim que ficou pronto e levei para a mesa, Sophia havia acabado de fritar o bacon, e foi a vez dos ovos.
- Como gosta dos seus ovos? Gema mole? Bem assado?
Eu cheguei por trás passando os braços em volta da sua cintura, abraçando-a. Beijei seu pescoço:
- Mexidos – Respondi.
- Perfeito, eu também – Sorriu e continuou o que estava fazendo, e eu a enche-la de beijos.
- Você cheira tão bem
- Oh! É o bacon – Ela sorriu.
- Não, é um cheirinho doce – Inspirei o perfume em seu pescoço – Combina muito com você. – Sentir seu bumbum empinado encostando contra mim era uma perdição, e se eu não estivesse com tanta fome, com certeza a faria de café da manhã. Apoiei meu queixo sobre seu ombro vendo-a trabalhar com rapidez. Em poucos minutos tudo já estava pronto, e fomos para a mesa. Eu me servi de uma xícara de café e coloquei os ovos no prato.
- O que você vai fazer esse final de semana?
- Não tenho nada programado, por quê?
- É que eu soube que chegou um circo novo, e...
- Você gosta de circo?
- Sim, muito. Desde pequena eu amo ir ao circo, adorava ver aqueles acrobatas girando no ar – Ela falava com um brilho nos olhos, o que me deixou encantado – Eu queria ser igual a eles.
- Eu não pensei que gostasse tanto, mas já que é assim, eu vou adorar levar você ao circo neste final de semana
- Haa! Jura? – Ela ficou tão animada de repente.
- Sim, nós vamos
- Haaa! Que demais – Ela se esticou e me abraçou, enchendo meu rosto de beijos. O que me arrancou várias risadas.
- Se eu soubesse que reagiria assim e me daria todos esses beijos, teria convidado bem antes.
- Seu bobo – Tornou a sentar com um sorriso no rosto. – Eu gosto de ser mimada, mas não precisa fazer coisas mirabolantes para ganhar uns beijinhos, basta me pedir.
- Ora! Se é assim, eu vou deixar anotado. – Voltei a comer. – Isso aqui tá muito bom.
- Obrigada – Piscou e voltou a comer.    

Depois do café nós fomos tomar banho, claro que foi uma verdadeira tentação não fazer nada com ela no chuveiro, mas como nosso tempo estava apertado, apenas tivemos um momento de carícias e beijos molhados. Na hora de nos vestirmos eu lembrei de algo. Me virei e a vi só de calcinha e sutiã, novamente a vontade bateu, mas me controlei, não tínhamos tempo:
- Sophi
- Hmm?
- Como vai subir na moto? Ontem não foi para a academia comigo porque estava usando saia, e não quero que vá de metrô.
- Ah! Não se preocupe – Ela mexeu em sua bolsa – Parece que eu estava advinhando, pois trouxe uma calça – Ela tirou a roupa da bolsa e me mostrou.
- Há! Há! Muito esperto
- Sempre sou – Vestiu primeiro a blusa, abotoou os botões e então vestiu a calça. Pegou a maquiagem e ficou na frente do espelho. Quanta coisa cabia naquela bolsa? Eu terminei de me vestir, e quando ia fazer a fatídica pergunta se já estava pronta, eu apenas tive que me virar e vê-la calçando seus saltos – Estou pronta.
- Uau! Está linda
- Obrigada – Se aproximou de mim, tocou meu rosto e me deu um selinho – Você está muito bonito.
- Obrigado. Pronta para ir?
- Sim – Pegou sua bolsa em cima da cama, e então marchamos para fora do quarto, mas ela parou de repente – Oh! Espere, minhas roupas, eu esqueci de pega-las.
- Deixe-as aí – Segurei sua mão antes que voltasse para o quarto.
- O que?
- Pode deixar suas roupas aqui
- Mas... Sério?
- Sim, é claro
- Eu não quero invadir seu espaço
- Não vai. Ter algo seu aqui é a garantia que tenho de que você voltará. – Eu sei que as coisas estavam indo rápido, mas eu não me importava, eu tinha essa necessidade de ficar sempre com Sophia, eu não me importava de ver seus objetos pela casa e muito menos que deixasse suas roupas, isso me alegrava, e me dava um sopro de esperança. Ela sorriu, e pude ver um leve rubor em suas bochechas.
- Seu bobo, mesmo sem as roupas aqui eu sempre voltarei – Voltou para perto de mim e me deu um selinho. – Eu agradeço, isso é muito importante para mim.
- Para mim também, e fico feliz de dividir com você – Toquei seu nariz, e então nós saímos de casa. Descemos para a pequena garagem do prédio, e entreguei um capacete a ela antes de subir na moto. Ela colocou, e me esperou subir primeiro para poder sentar atrás de mim. Então seguimos para a rua.

Eu estacionei na vaga especial dentro da garagem da Lencastre, tirei o capacete e esperei Sophia descer:
- Eu sempre adorei andar de moto, é tão libertador – Ela falou toda sorridente.
- Concordo, eu me sinto livre, é como se fosse o dono da rua
- Eu tenho uma enorme vontade de comprar uma moto
Um arrepio correu por minha espinha, só de pensar em Sophia sobre uma moto pilotando por aí sozinha, meu coração já disparava, e dolorosas memórias vinham me assombrar:
- Não tem porque comprar, você pode andar comigo sempre que quiser – Eu tentei desconversar, não queria parecer assustado, ou ate mesmo ser rude, então abri um largo sorriso e cocei a cabeça – Eu gosto de andar com você na minha garupa.
- Hmm! É, eu também gosto, mas não seria divertido se nós andássemos por aí cada um em sua moto? – Ela parecia tão animada, mas eu não compartilhava daquela mesma alegria, pelo contrário, eu só sentia o peito apertado por medo.
- Motos são muito caras, e pode acreditar dão uma grande despesa. E eu acho que um passeio de duas pessoas em cima de uma única moto é mais romântico. Elas ficam mais juntas, e compartilham o momento.
Sophia jogou ligeiramente a cabeça para o lado, me olhou com desconfiança, talvez ela tenha percebido algo de errado, eu sabia que ela não era nem um pouco ingênua, e por isso eu tinha de acabar com essa conversa o mais rápido possível. Coloquei minha mochila:
- Vamos subir? Aposto que Bob já deve ter chegado e está apenas esperando por você para pegar o café.
- Aposto que sim – Segurei sua mão e a fomos juntos para o elevador. Paramos em alguns andares antes de chegarmos ao nosso, seguimos direto para as nossas mesas. Como eu suspeitei, Bob já estava lá. – Bom dia grandão.
- Hey! Bom dia casal, chegando juntos, que fofo.
- Bom dia Bob – Tirei minha mochila pendurando na cadeira, então sentei.
- Como foi a noite?
- Bob, isso é pergunta que se faça? – Sophia retrucou.
- Ué! Não faz mal perguntar
- É claro que faz – Ela sentou. – E só por isso hoje é você que vai lá na máquina pegar café.
- O que?
- Pode ir, xô – Ela o expulsou com as mãos, o que me fez rir, esses dois são engraçados juntos. Bob se levantou estufando o peito, e seguiu direto para a sala de descanso atrás do café.
- Há! Há! Um homem daquele tamanho é comandado por uma mulher baixinha.
- Eu não sou baixa, ele que é grande demais
- O que significa que você é baixa, eu sou mais alto que você
- É mais baixo que o Bob – Respondeu com um sorriso irônico.
- Há! Há! Tudo bem, mas ainda continua sendo baixinha
- Seu chato – Bateu de leve em meu braço.
- Mas eu adoro – Peguei sua mão dando um beijo sobre.
- Oh! Eu preciso falar com o Gabe – Ela ficou de pé.
- Precisa ser agora?
- Sim, ele vai ter uma reunião daqui a pouco – Ela começou a correr, mas parou e então retornou. – Esqueci a pasta – Puxou a dita pasta debaixo da bolsa, mas fez isso com força e rapidez, a bolsa acabou caindo no chão espalhando quase tudo o que tinha dentro – Ah! Que merda.
- Vai, deixa que eu arrumo para você
- Obrigada, você é incrível – Ela me jogou um beijo e foi correndo para o escritório de Gabe. Eu afastei sua cadeira e apoiei o joelho no chão, então comecei a recolher suas coisas colocando de volta na bolsa. Organizei tudo o que caiu, e pus de volta sobre a mesa.
- Pronto – Fechei sua bolsa e me sentei, mas notei algo debaixo da sua mesa, era um papel, deve ter caído junto das outras coisas. Me abaixei para pegar, quando toquei senti que não era um papel comum, mas um guardanapo, e parecia ter algo escrito. Eu abri e vi o nome Mason e o telefone embaixo. – Hmm! Quem é Mason?
- Caleb, você viu a Sophia? – Bob me perguntou se aproximando, tratei de guardar no bolso o guardanapo.
- Ela foi até o escritório do Gabe, logo vai voltar – Eu tive vontade de perguntar a Bob se ele conhecia algum Mason, mas então ele me perguntaria sobre como descobri isso, e talvez levasse a mal, já que Bob era muito mais amigo da Sophia do que meu. Então preferi esperar e perguntar diretamente a ela. Tornei a me sentar, e ele fez o mesmo. Liguei meu computador e comecei a procurar os novos trabalhos.
Minutos depois Sophia voltou, e desabou em sua cadeira:
- O que foi? – Perguntei estranhando.
- Não sei bem, Gabe parecia um tanto aborrecido
- Era algo com o arquivo que levou?
- Não, ele olhou rápido e me elogiou. Acho que é outra coisa – Ela torceu a boca – Se fosse algo sério Anna já teria me contado.
- Ou talvez nem ela saiba que ele está de mau humor.
- Sim, pode ser – Ela suspirou e se virou para a mesa de Bob. – Ué. Cadê meu café?
- Você demorou para voltar, ele estava esfriando então tomei.
- O que? Mas era para mim.
- Mas ia ficar frio, e você ia acabar jogando
- É claro que não, quem é o insano que joga café?
- Bom...
- Não fala nada, só me dá as moedas para comprar mais um na máquina
- O que? Por que você não compra? Eu comprei.
- E bebeu, ou seja, foi como se tivesse comprado dois para você e nenhum para mim. Vamos – Ela abriu a mão, e eu comecei a rir dos dois. Bob resmungou, mas caçou as moedas em seu bolso. Entregou a ela e virou ainda ruminando para seu computador, Sophia levantou e foi para a sala de descanso. Ótimo, essa era a minha oportunidade. Fiquei de pé e fui atrás dela. Eu não sei porque estava fazendo tanto alvoroço por causa de um número, mas eu tinha que tirar essa pulga de trás da orelha. Ela parou em frente a máquina, colocou as moedas e apertou na escolha do café:
- Sophi
Ela virou quando a chamei:
- Oi?
- Eu estava arrumando sua bolsa quando caiu, e encontrei isso – Eu não gostava de ficar de rodeio, então fui direto no assunto. Tirei o guardanapo no bolso e mostrei a ela. – Eu não sei se você queria de volta, ou simplesmente esqueceu lá.
- Hmm – Ela piscou algumas vezes, e parecia não entender sobre o que eu estava falando.
- Quem é Mason?
- Ahh! Mason... – Ela pegou o guardanapo e o abriu – Sim, eu pretendia contar a você, só para evitar surpresas. Mas espera, você vasculhou minha bolsa?
- Não, não, tinha caído debaixo da mesa, eu já tinha guardado tudo e colocado sua bolsa de volta na mesa quando vi isso.
- Certo – Ela suspirou – Mason é o cara com quem dancei na boate.
Acho que meu cérebro congelou, então tive que perguntar:
- Dançou na boate? Que dia?
- Você sabe muito bem que dia
Meu coração perdeu dois compassos:
- Achei que vocês não tivessem mais nenhum contato
- E não temos, ontem nos encontramos por acaso no restaurante, ele veio falar comigo e pedir uma explicação do porque eu ter fugido sem dizer nada.
- E trocaram telefones?
- Mais ou menos, ele me desculpou pelo o que eu fiz, e me deu seu número, disse que queria ser meu amigo.
- Você deu seu número para ele?
- Não, e nem pretendia até ele me dar o dele. Eu ia te contar de qualquer maneira, não quero esconder nada de você.
- Já mandou mensagem para ele?
- Não, eu queria falar com você antes
- E ele sabe que você tem namorado?
- Não, eu menti para ele ontem, mas isso não vem ao caso.
- E você quer ser amiga dele? – Aquilo não estava me cheirando bem. Eles se beijaram e dançaram juntos, ou melhor, colados.
- Eu comecei errado com ele, o usei para fazer ciúmes em você, me sinto culpada.
- Hmm! Sophi, eu não sei, não gosto muito dessa história de vocês dois serem amigos, porque aquele cara vai querer mais que isso.
- Eu pretendo deixar tudo às claras com ele, que tenho um namorado e não vou traí-lo.
- Eu confio em você, mas não posso dizer o mesmo dele. Essa situação não me deixa nem um pouco feliz, se ponha no meu lugar.
- Tudo bem, se você não quiser então não mandarei nenhuma mensagem. – Ela segurou meus braços. Eu não podia ser o namorado ciumento, se eles se encontraram uma vez, podem se encontrar de novo, e será bom ter os inimigos por perto.
- Ouça, eu não quero te proibir de nada – Empurrei uma mecha solta de seu cabelo por trás da orelha. – Se acha que deve falar com esse tal de Mason, tudo bem.
- Sério?
- Sim, eu respeito sua decisão e sei que não fará nada escondido de mim.
- Pode ter certeza, eu gosto de transparências em meus relacionamentos.
- Ótimo, eu também. Se quiser pode ser amiga dele, mas deixe bastante claro que sou seu namorado, e se tentar qualquer gracinha vai levar um soco direto nos dentes, o mesmo que deveria ter dado aquela noite.
- Há! Há! – Ela passou os braços por trás do meu pescoço, aproximando seu corpo do meu – Sim senhor, tudo será dito. Evitaremos conflitos diretos.
- Acho bom – A abracei, desci meu rosto e a beijei.
- Eu gosto quando você fica cheio de ciúme
- Eu não estou com ciúme
- Há! Não? Ter vindo até aqui só para me perguntar quem era o Mason, não quer dizer nada?
- Não, era pura e simples curiosidade – Dei de ombros.
- Há! Há! Há! Continue falando, quem sabe acredite. – Ela me deu mais um beijo. Pegou seu café na máquina e voltamos para nossas mesas.
Primeiro eu tinha que me preocupar com o Peter, e agora com esse tal de Mason, será que foi uma boa ideia ter aceitado essa situação? Eu confiava em Sophia, sabia que não teria coragem de me trair.

 

Continua...


Notas Finais


Muuuito bem meus amores!!! Esse foi o capítulo de hoje, eu quero pedir desculpas por ter demorado tanto, mas é que tive uns probleminhas aqui. Mas enfim...

E começamos com as cenas de ciúmes, e podem esperar que ainda teremos muito maaaiis. O que vocês acharam do Caleb ter aceitado a amizade da Sophia com o Mason? No lugar dele, vocês aceitariam?

Ok, isso é tudo por hoje, espero que tenham gostado!!! Bjsss


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