História Rebelião (Akatsuki) - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Itachi Uchiha, Kabuto, Kakashi Hatake, Kakuzu, Kankuro, Karin, Kisame Hoshigaki, Nagato, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasori, Temari, Tsunade Senju, Zetsu
Tags Akatsuki, Naruto, Tragedia, Yaoi
Visualizações 4
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Survival, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu fiz merda de postar 2 capítulos iguaaaais! Estou me sentindo culpada, por isso postei 2 hj

Desculpem por isso! Vou tomar mais cuidado da próxima vez!

Capítulo 6 - Capítulo 6


Sasori foi o último a entrar. Ainda estava nervoso mas agora pelo menos sabia que Deidara estava em boas mãos. Enquanto atravessava a sala, se deparou com sua avó que estava sentada no sofá com um copo de chá quente. Cumprimentou - a rapidamente e subiu até seu quarto, onde se encontrava todo o resto.

- Pai? - Chamou empurrando a porta.

- Não se preocupem ele vai ficar bem, mas preciso ficar sozinho agora. - Pediu, fazendo Tobi, que já estava lá, sair assim que ouviu o recado.

Sasori sabia que seu pai odiava trabalhar com outros olhares em cima dele. Sem questionar, deu meia volta e foi ao escritório esperar. Entrou e foi direto a uma cômoda encostada na parede onde pegou o maço de cigarro que sua mãe mantinha guardado e a garrafa de whisky que era guardada em cima da mesma. Seu pai não viria tão cedo então achou que poderia acalmar os nervos por uns instantes mas seus pensamentos nem se quer começaram quando sentiu a presença de alguem invadir o cômodo. Obviamente não poderia ser mais ninguém além da escória que ele teria que levar por um bom tempo na sua vida se quisesse continuar um relacionamento com Deidara.

- O que você quer aqui? - Respondeu sentando - se na cadeira atrás da mesa.

- Nada, só estou esperando...- Murmurou Tobi se sentando na poltrona próximo da estante de livros. Ele observou Sasori e passou a fazer o que sempre fazia. Cutucar a onça com vara curta.

Não sabia que você bebia. Desde quando - Perguntou mas antes de completar já obteve uma resposta.

- Desde sempre. Sim meu pais sabem mas não aprovam.

- Se eles não gostam porquê faz?

- Porque a vida é minha e eu faço o que eu quero. - Respondeu já de mau humor.

- Eu parei quando Dei - San começou a brigar comigo... Sempre que eu tomava algo ele ficava irritado dizendo que isso me faria mal... - Comentou distraído.

- O que você quer afinal?! - Explodiu batendo na mesa. Se o fato do Deidara defende - lo já o irritava, falar do relacionamento passado dele com AQUELA pessoa o irritava mais ainda. Se tinha algo que Sasori não queria saber era do que aconteceu entre os dois. - Você entra na minha casa contra minha vontade, entra no meu quarto sem minha autorização e agora vai me infernizar até no momento que eu tento ficar sozinho? Qual é o seu problema?! Pra que tentar conversar comigo sabendo que você é a última pessoa que eu quero ver na face da Terra? - Sasori bebeu o restante do líquido e levantou para servir outra dose. Ao olhar pelo espelho da cômoda pode presumir que por detrás daquela máscara a pessoa estava satisfeita em vê - lo nervoso. Desceu outra dose em um único gole e serviu - se denovo. Terminou de tragar o cigarro e apagou a brasa no cinzeiro.

- Não sei porque fica tão irritado, eu nem se quer mencionei nada de mais - Disse em tom debochado mas não continuou porquê ouviu a porta ser aberta pelo médico que questionava do barulho.

- O que está acontecendo aqui? - Perguntou encarando - os.

- Nada pai, nada... - Resmungou ainda de costas.

- Se não é nada então não fique gritando desse jeito, controle - se.

- Ah ta bom. - Disse saindo da sala.

Desceu até a cozinha e se deparou com Chyo que ainda estava tomando chá. Abriu a geladeira, pegou uma garrafa de vinho, sentou - se ao seu lado bebendo no gargalo mesmo.

- Qual é moleque, sabe que não pode ficar tomando coisas na boca da garrafa - Analisou a idosa encarando o neto.

- Ah quem liga...

- Eu sei que você está estressado e não vou perguntar o porquê pois já sei o motivo. Mas vai por mim, é exatamente o que ele quer, gritar que nem criança só vai fazer você perder a razão enquanto ele calado levará o crédito de bom moço. - Aconselhou a velha bebericando um pouco do chá.

- Eu sei disso mas - Comentou encostando a cabeça no vão do balcão. - Porque ele tem que ter o prazer de jogar na minha cara que ELE teve um relacionamento de verdade, que ELE pode simplesmente apresenta - lo para qualquer um. Só se faz de boa pessoa porque se acha "independente", e quer a todo custo mostrar para o Deidara que eu sou uma pessoa ruim pra se conviver.

- Não é como se ele estivesse mentindo... - Riu a idosa ao perceber a cara de insatisfação do neto. - Mas posso dizer que você é a melhor companhia que alguém pode ter. E mesmo sabendo que você não tem uma independência ou que não podia apresentá - lo como namorado para seu pai e sua mãe, ele escolheu ficar com vc mesmo assim não foi? Então pra que se preocupar com coisas do tipo quando o que vale mesmo é o sentimento?

- O que eu não entendo é o do porque dele continuar querendo conviver com esse cara.

- Sasori, eles eram amigos antes mesmo de você aparecer. Não é algo que vai se desfazer só porque voce quer. Além do mais você mesmo disse que Deidara nunca foi de muitos amigos. Se ele tiver só você de companhia, não iria demorar muito pra ele cansar e acabar não aguentando olhar pra sua cara....

- Ta, mas se for pra ter outras amizades, que pelo menos faça amizade com gente que presta! E ele já não aguenta olhar na minha cara por causa do amiguinho dele.

- Talvez a culpa seja só sua. Se Tobi fala essas indiretas e você aceita, mesmo sabendo que ele ta fazendo isso pra provocar, então você é burro.

- E o que sugere que eu faça? Finja que nada ta acontecendo? Que Ta tudo bem?

- É  oras. Faça o que sempre fez de melhor, ignore - o. Se parar de dar atenção uma hora ele para, não tem como alguém continua e fazendo isso o resto da vida.

- Não é tão simples fazer isso.

- Como não? Você ignora os avisos dos seus pais o tempo todo, não me surpreenderia se passasse a ignorar as chantagens dele também.

- Como eu disse não é a mesma coisa, tem diferença entre pai e mãe sendo chato  porque eu cheguei tarde da rua com, "amigo" do seu namorado que ta tendo destruir seu relacionamento.

- Claro que é, ambos são pessoas e estão fazendo coisas que você não gosta.

Sasori suspirou e pensou sobre por uns minutos. Odiava admitir mas ao ver da velha, ela tinha razão. Não era dando atenção às façanhas de Tobi que ia conseguir razão. Olhando para o copo da avó refletiu mais um pouco mas pensou tanto que, como se aquela conversa não tivesse existido, acabou que esquecendo do assunto e comentou algo nada a ver com o que falavam.

- Você não cansa de tomar chá não?

- Qual é garoto, me deixe ser velha em paz, por acaso você já viu idoso tomar algo que não seja chá e remédio?

- Já vi a senhora fazendo coisa pior quando criança.

- Calado palito de fósforo.

- Ta bom velha coroca, não tá mais aqui quem falou - Riu Sasori junto da única pessoa que poderia contar no final das contas. A velha voltou a dar sermões enquanto ambos tomavam suas bebidas, em menos de minutos o ruivo já tinha esvaziado a garrafa enquanto a idosa continuava a beber calmamente. Falar com sua avó fazia com que tivesse se esquecido da raiva que passou nas últimas horas, e de certa forma se sentia melhor, talvez por causa do álcool mas isso estava fora de cogitação. Quando o sono e o cansado bateu, levantou devagar para evitar uma queda vergonhosa, subiu até seu quarto mas antes não deixou de ouvir um "cuidado com as escadas" debochado da senhora que se divertia com a cena. Passando pelo corredor antes de chegar no cômodo pode ver que a porta do escritório estava semi aberta, espiou rápido e pode ver que Tobi e seu pai conversavam tranquilamente, mas não alto o suficiente para ouvir. Ignorou o fato e seguiu em frente.


Notas Finais


Ainda me sinto culpada e irei remoer isso até eu fazer outra cagada mas eu sou assim
Enfim ate mais!


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