História Reborn - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Orphan Black
Personagens Cosima Niehaus, Dra. Delphine Cormier, Felix "Fee" Dawkins, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Cophine, Cosima, Cosima Niehaus, Delphine, Delphine Cormier, Orphan Black, Romance
Visualizações 208
Palavras 2.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galerinha!! Segue aqui mais um capítulo de Reborn. Não esqueçam de ligar o ar condicionado, o tufão, pegar o leque mais próximo e se resfriar porque o episódio tá pegando fogo! Milhares de beijocas para os leitores fiéis que mandam os mais fofos comentários do planeta! Agradeço também a todos que favoritaram. Espero que curtam cophinelovers!

Capítulo 6 - Primeira vez


(…) Cosima não pensou duas vezes e respondeu com paixão.

Cosima colou seus lábios nos de Delphine, de um jeito apaixonado e urgente, como se aquilo fosse uma necessidade, tal como o ar para os pulmões. Cosima puxou Delphine pra mais perto de si, enquanto de forma mútua ambas exploravam e aprofundavam o beijo. O respirar delas já havia ficado descontínuo pelo desejo.

As mãos de Cosima desciam pelos braços de Delphine, como se estivessem rastreando cada centímetro e espalhando seu calor. Aos poucos foi migrando sua boca e espalhando beijos e leves mordidas pelo pescoço da loira, até o alcance de sua clavícula. Ela já podia escutar os primeiros gemidos de Delphine, o que a deixava incrivelmente excitada. A sensação era de total magnetismo. De forma suave, Cosima foi retirando a blusa de sua parceira, ainda em meio a beijos quentes. Delphine não mostrou nenhuma insegurança, ela queria aquilo mais do que tudo e repetiu o gesto em Cosima. Apesar de ser um território totalmente novo para Delphine, era possível perceber que ela estava completamente disposta a explorá-lo. Não demorou para o beijo se tornar ainda mais intenso. Línguas entrelaçadas, com os corpos cada vez mais próximos, irradiando o calor e tesão que sentiam uma pela outra. Em meio a carícias, Cosima pôde sentir pela primeira vez as cicatrizes nas costas de Delphine, o que em nenhum momento a freou.

— Tenho algumas marcas bem feias aí. — Delphine interrompeu um pouco constrangida.

Cosima simplesmente a fitou no fundo dos olhos, acariciando seu rosto com ternura. Um olhar que provocava um formigamento, ao mesmo tempo transmitia uma sensação de completude e segurança. Em seguida, desafivelou o sutiã de Delphine e a contemplou como a obra de arte que era. Cosima virou-a de costas gentilmente, e começou a beijar cada uma das marcas de suas costas, o que fez Delphine desejá-la ainda mais. Esta, por sua vez, estava cada vez mais úmida e com mais tesão e estava pronta para mais. Queria mais. Como Felix havia dito, o sentimento era capaz de guiar e era como se ela soubesse exatamente o que queria. Se voltou para Cosima, retirando o sutiã da morena. Não mais esperou e despiu as peças que faltavam, fazendo com que Cosima fizesse o mesmo. Delphine de forma intuitiva, quase que instintiva, deitou Cosima e ficou sobre ela, o que fez a morena respirar de forma profunda e cortante, ficando com muito tesão com a iniciativa da loira. Pela primeira vez o sexo das duas se tocavam, e era possível sentir o pulsar. Delphine começou a descer beijos pelo pescoço de Cosima e massagear seus seios com vigor e determinação, levando a morena a fazer movimentos com o corpo, massageando seu centro no corpo de Delphine. A cama não oferecia muito espaço, pois era de solteiro, mas com a experiência que tinha, Cosima conseguiu girar Delphine, mesmo a loira sendo mais alta, ficando por cima dessa vez.

— Del, eu também estou completamente apaixonada por você. Queria dizer isso naquela noite, mas não achei que era a hora. Eu desejo você desde a primeira vez que te vi.

— Eu quero muito você Cos, como nunca desejei ninguém. Você foi a melhor coisa que me aconteceu.

As mãos de Cosima, novamente no comando, massageavam aqueles seios lindamente esculpidos, sem pressa alguma. O momento era delas. Em seguida, foi a hora de iniciar os beijos e carícias naquela região. Os mamilos logo ficaram entumecidos com os chupões provocantes, que faziam Delphine arquear o corpo de prazer. Com a língua Cosima foi traçando um trajeto pela barriga, intercalando com pequenas mordiscadas que levavam Delphine a loucura, a ponto de já não mais conter seus sons.

Cosima colocou sua mão em contato com o sexo de Delphine, ainda mantendo o contato de seus lábios com o corpo da loira, que segurava os cabelos da morena com intensidade em resposta. Delphine estava incrivelmente úmida, de modo que ao primeiro toque envergou seu corpo, latejando de prazer. Com os dedos, Cosima teceu movimentos circulares sobre o centro de prazer da parceira, o que fazia ela cada vez mais gemer e ansiar por mais. Era o momento de Cosima senti-la por dentro, unir-se finalmente a ela, e estava ansiosa por isso. Seus dedos entraram de forma deslizante, Delphine pressionou Cosima contra seu corpo, de forma que suas unhas, com certeza, deixariam marcas posteriores nas costas da morena. O ritmo foi crescendo, enquanto o polegar mantinha o estímulo.

— Del, eu quero te provar por completo.

— Não para, não para. — Delphine ficava cada vez mais entorpecida de prazer.

Foi a vez dos lábios de Cosima envolverem o clitóris de Delphine, fazendo ela sentir algo ainda mais poderoso. Os movimentos feitos pela língua de sua parceira eram ágeis e estavam a levando ao ápice. As feições de Delphine fizeram Cosima avançar sobre o seu corpo, colando seus sexos, como uma dança compassada, que deixou Cosima igualmente ensandecida de prazer. O orgasmo foi chegando e inflamou os corpos das duas, que terminaram entrelaçadas com suspiros primeiramente fortes, até suas respirações voltarem ao ritmo e adormecerem abraçadas.

***********************************

Delphine foi a primeira a abrir os olhos e teve a melhor visão. Cosima estava logo ali. Seu cheiro, sua pele, seu toque… aquilo era mais do que suficiente para ela ter forças para enfrentar qualquer desafio ou obstáculo dali em diante. Não resistiu e encostou seus lábios de forma suave nos da sua amada que ainda dormia ali. Cosima abriu os olhos lentamente com o melhor sorriso.

— Me fala que eu não estou sonhando. — murmurou Cosima, ainda com a voz enrouquecida da manhã.

— Se for sonho, só por garantia eu não vou me levantar. — respondeu puxando Cosima ainda mais pra perto de si.

— Pena termos que encarar a vida real. — comentou se afogando nos cachos de Delphine.

Delphine não respondeu, apenas ficou reflexiva, afinal seriam dias difíceis de encarar, e ainda se sentia preocupada.

Del, hoje não irei pra aula. — comentou Cosima acariciando os cabelos bagunçados de Delphine — marquei com a Aynsley. Ela é a advogada da minha família, superprofissional, tenho certeza que vai saber como agir. Contudo, pensei por várias vezes, tentei achar uma saída, mas pra conseguirmos solucionar isso, terei que compartilhar com ela um pouco da sua história, não tem outro jeito. Por isso preciso que confie em mim pra tentar resolver essa situação.

— Tem certeza que é seguro fazer isso? — questionou preocupada.

— Absoluta. Ela sabe que tem muita coisa em jogo. Nunca trairia minha confiança.

— Não sei... — Delphine parecia relutante — Já sinto que estou te prejudicando te envolvendo nisso, perdendo aula, te expondo, e agora envolver mais alguém.

— Ei, preste atenção. — disse com o rosto muito próximo e as mãos firmes em sua parceira. — Você já é parte da minha vida, da minha rotina. Me deixa ser presente, ok? Me inclua nisso. Afinal, a é escolha minha. Não consigo pensar mais nisso aqui sem você por perto.

Delphine envolveu seus braços no pescoço de Cosima, a beijando novamente.

**********************

A Niehaus Empreendimentos era uma companhia de engenharia gigantesca. Sua sede ficava em Los Angeles, mas haviam várias filiais espalhadas pelos Estados Unidos. Cosima não queria mais contato com os negócios do seu pai, entretanto aquele passo se fazia necessário. O encontro de Cosima e Aynsley Norris teve que ser marcado na empresa, haja vista o limitado tempo disponível na agenda da advogada chefe dos empreendimentos de sua família. Como era impossível para a filha do dono da empresa entrar em sua sede sem ser reconhecida ou anunciada, Cosima já tinha uma desculpa elaborada, para caso o pai a abordasse e a perguntasse sobre a razão de sua visita.

Cosima chegou por volta das dez horas, após ter realizado o trajeto de mais ou menos uma hora de ônibus. No hall, logo a reconheceram, como previsto, fazendo questão de tratá-la da melhor forma possível. Foi anunciada pela recepcionista e em seguida subiu cinco andares até a sala de Aynsley. Lá, a secretária pessoal da advogada a fez esperar mais um pouco, aparentemente a advogada estava finalizando uma videoconferência. Pouco tempo depois, uma loira, que aparentava estar próxima aos quarenta anos, de ótima aparência, vestida em uma saia longa preta, acompanhada de uma blusa de seda vermelha, com acessórios extremamente elegantes, apareceu à porta. Cosima por sinal, estava vestida com uma saia estampada e blusa vinho de malha fina, com sua usual meia calça preta e botas, que lhe conferiam o estilo e atitude de sempre.

— Entre, por favor, senhorita Niehaus. É sempre um prazer recebê-la. — disse Aynsley formalmente.

A sala era ampla e tinha uma vista incrível. O cargo de confiança dentro da empresa, rendeu a Aynsley uma boa posição e reconhecimento. Com a porta já fechada, Aynsley se aproximou de Cosima, colocando a mão carinhosamente sobre a lateral do rosto da moça.

— Como você está ainda mais linda Cos. Senti sua falta. — disse a abraçando em seguida.

— Você também está linda como sempre. Fico feliz por ter aceitado me receber. — retribui o abraço.

— E eu surpresa com seu contato. — comentou não desviando o olhar da jovem à sua frente.

— Aynsley preciso muito da sua ajuda. Ajuda profissional.

— Ah sim. Claro. — disse a advogada aparentemente desapontada. — Sente-se, vamos conversar. Aceita beber alguma coisa?

— Não, não obrigada.

— Vamos lá Cos, vai te deixar mais à vontade.

— O tempo passa, mas certas coisas não mudam, não é? — retrucou Cosima, encarando o sorrisinho malicioso de Ainsley.

*****************************************

Anos atrás (Flashback)

Mais um aniversário dos Empreendimentos Niehaus estava sendo comemorado na mansão da família. Nesse dia, todos os funcionários da sede eram convidados a confraternizar. Cosima odiava esse tipo de evento. Em geral, tinha que fingir ser quem não era. Passava por todas aquelas convenções sociais de cumprimentar determinadas pessoas e ouvir aquelas conversas insossas, que geralmente tratavam de um futuro que ela não desejava para si. “Pronta para assumir os negócios?” “Já está trabalhando com seu pai?” “Quando vamos te ver mais na empresa?”. Mas naquele dia em especial, as coisas foram um pouco diferentes do convencional. Cosima estava na sacada de seu quarto no andar superior e fumava um baseado, já que essa era a única coisa que poderia fazê-la relaxar, naquele momento, enquanto todos brindavam e ouviam o discurso de seu pai no térreo. Não demorou muito até ouvir uma voz vinda do jardim, logo abaixo de sua sacada:

— Você poderia descer e me oferecer um, ou me convidar a subir.

Cosima se assustou com a voz se dirigindo diretamente para ela. Imaginava que todos os funcionários estivessem participando do momento do brinde e discursos. Se curvou para olhar, era uma mulher, muito bonita por sinal.

— Se você for do tipo sigilosa, será bem-vinda. Segunda porta, corredor da direita.

Não demorou, até ouvir a maçaneta girar.

A mulher abriu a porta com suavidade, aparentemente buscando localizar se ali estava a pessoa que tinha visto a pouco. Cosima fez sinal para ela entrar e a mulher seguiu até a sacada, se aproximando e se sentando ao lado da moça, no chão, mesmo estando num vestido de gala.

— Você deve ser Cosima.

— Aparentemente você não foi um dos mil convidados aos quais fui apresentada hoje. Enfim, prazer. — estendeu o baseado com intuito de compartilhá-lo.

— Sou Aynsley Norris, nova advogada da empresa. — se apresentou estendendo a mão e recebendo o baseado.

— Já ouvi falar por alto de você. — Cosima correspondeu ao aperto de mão.

— Espero que bem.

—Prefiro deixar o suspense no ar. — brincou Cosima.

— Aposto que eu sei muito mais de você do que o contrário — retrucou Aynsley, devolvendo o baseado, após algumas tragadas.

— Pode até ser, mas não sabe o que realmente importa sobre mim.

— Perspicaz para alguém tão jovem. Quantos anos você tem?

— 18.

— Então me diga o que devo saber realmente sobre você. — instigou Aynsley.

— Que eu não sou meu pai, não sou minha mãe, tenho minhas próprias escolhas e em geral elas não giram em torno de dinheiro, patrimônio e popularidade.

— Estou surpresa.

— Surpresa positivamente ou negativamente?

— Estou surpresa positivamente e com muita vontade de te beijar.

*******************

Delphine tentou iniciar sua rotina normalmente naquele dia, mas para evitar qualquer embaraço, achou prudente não assistir às aulas de Art, enquanto a investigação não cessasse. Foi trabalhar no escritório, onde recebeu uma notificação para prestar esclarecimentos ao departamento de recursos humanos no dia seguinte. No escritório, trabalho nos projetos e nos momentos vagos fez várias perguntas para Rebecca sobre aparelhos celulares e ficou decidida a comprar um pré-pago assim que terminasse seu expediente. Na hora do almoço teve uma feliz coincidência.

— Ei Sarah!! — Felix gritou da calçada próxima ao restaurante da ala leste da universidade.

— Felix! Que bom te ver! — Delphine respondeu já se aproximando do rapaz.

— Estava preocupado com seu sumiço, já que tínhamos combinado a entrega daquele material especial.

— Eu não me esqueci Felix, juro. Mas algumas coisas aconteceram, estou enfrentando momentos complicados.

— Meo Deos é sobre a garota?

— Não, não. Nesse aspecto, não podia estar melhor. Inclusive, só posso dizer que tinha total razão, sobre tudo.

— Para tudo produção! Vem almoçar comigo, que quero detalhes dessa novela. — comentou puxando-a imediatamente pelas mãos.

A Universidade da Califórnia em Los Angeles dispunha de restaurantes muito bons e inclusive muito acessíveis. Com cardápio variado, Delphine e Felix se serviram e o almoço foi uma ocasião bem-humorada que por um momento a fez esquecer dos problemas. Delphine contou sobre sua noite com Cosima, que em seu coração contava como sua primeira vez de verdade, já que nunca havia consentido de fato e tido prazer no ato com seu marido. Aproveitaram para falar de coisas triviais. Delphine falou sobre seu trabalho no departamento de Matemática e Felix falava de suas pretensões assim que concluísse seu curso.

— Mas agora me fala dos seus problemas Sarah.

Delphine ponderou antes de falar. Sabia que poderia apenas se abrir parcialmente, logo isso exigia cautela de sua parte.

— Estou sendo investigada dentro do departamento, alguns problemas com o regimento, mas acredito que tudo vai se solucionar. — disse se esquivando como pôde.

— Entendo, deve ser uma tremenda dor de cabeça mesmo.

— Que tal ir comigo mais tarde me ajudar a comprar um celular?  — mudando completamente de assunto.

— Claro, vamos sim!

************************

— Então vamos ao que interessa. Me diga do que precisa Cosima.

— Primeiro preciso de confidencialidade total. Posso confiar em você?

— Claro, minha carreira está em suas mãos, e você sabe disso.

— Uma pessoa próxima a mim precisa de documentação, mas que seja feita da forma não convencional. Você tem contatos que possam me ajudar a consegui-los?

— Já de primeira você quer que eu te auxilie com falsificação de documentos Cosima?

— Se ela nunca teve documentos, não é exatamente falsificação.

— Do que está falando? —Aynsley parecia confusa.

— Ela vivia como se fosse em um cativeiro. Fugiu e agora precisa de documentos para tocar a vida. Não denuncia a situação do seu passado, pois tem medo, já que pessoa envolvida é muito poderosa.

— Certo, entendi. Quanto a isso, posso ajudar passando contatos, mas não serei a solicitante. E o preço não é baixo.

— Dinheiro não será o problema. — explicou Cosima — Segundo ponto: ela está trabalhando em um local que exige formações acadêmicas.

— Quer forjar também as titulações? É algo bem mais complexo e dependendo de onde ela atuar, pode ser descoberta com facilidade. Que local é esse que exige formações, mas aceita o trabalho dela no momento?

— Ela tem altas habilidades. Mesmo não tendo estudado, ela é uma dessas mentes brilhantes.

— Nesse caso  — iniciou após pensar um pouco  — existem alguns precedentes que podem ajudar. Podemos alegar notório saber. Como é o caso de algumas crianças de altas habilidades que avançam séries e iniciam precocemente a faculdade. Acredito que no campo profissional há de se aplicar também. Seria mais contundente do que mais uma falsificação. Posso conversar com alguns contatos que conhecem melhor os trâmites acadêmicos.

— Ótimo. Mais uma coisa. — acrescentou Cosima. — Essa pessoa está sofrendo uma investigação por quebra de regimento.

— Complicada essa pessoa, heim? Que tipo de norma foi infringida? — perguntou curiosa.

— Relações interpessoais. — disse Cosima após pensar e gaguejar um pouco.

— Já entendi tudo. Você está dormindo com essa mulher e acha realmente que eu vou ajudar?!


Notas Finais


Tem gente nova na paradaaaaa! Será que a Del tem que abrir o olho? O.o ^-^
Alguém já está procurando a pia mais próxima pra levar a Aynsley?
Até a próxima semana! bj bj


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