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História Rebuilding - Capítulo 34


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Notas do Autor


Olá, olá!!
Trouxe algo para alegrar o coração de vocês.... ou não.
Espero que curtam esse cap e lembre-se que a vida é imprevisível, certas coisas não podemos explicar!!!

Capítulo 34 - Nesse aniversario teremos alguém diferente...


-Ok, não seja por isso... – o grupo de amigos estava sentado na área externa da casa, logo a morena se levantou e pegou uma flor do jardim que tinha ali e se direcionou até a loira – eu queria tanto me ajoelhar, mas eu já não estou no auge da minha vida – disse fazendo seus amigos rirem – então, Arizona Robbins você aceita acrescentar o Torres no seu nome novamente? Aceita uma esposa não tão nova, não tão disposta, uma mãe, uma mulher com nosso filho e um cachorro super bagunceiro? Aceita tropeçar com meu sapato no final da escada toda noite? Aceita entrar nessa loucura novamente comigo?

-Eu daria 7,5, foi bem bonito, me derreteu, o que nessa altura do campeonato não é tão difícil, mas você vai precisar se esforçar mais, Torres! – disse e sorriu – dessa vez não será tão fácil!

-Ainda bem, dá ultima vez eu ganhei um 4,8, sinal que estou melhorando, quem sabe a próxima! – continuou e sentiu seus amigos as observando totalmente alheios ao que estava acontecendo.

-Essa é a quinta vez na semana que ela me pede em casamento – e a loira explicou – já tivemos de pedir uma toalha e ganhar um pedido à chantagem, se eu aceitasse o pedido, eu ganharia um copo de água e mais alguns outros – deu um sorriso malicioso e encarou a morena.

-Vocês são completamente doidas – Lexie riu – eu tive que pedir o Mark em casamento, ele guardou a aliança por quase três meses e eu tive que esconder que sabia, uma hora eu não aguentei mais!

-Em defesa do meu amigo, ele ficou esse tempo todo tentando planejar o pedido perfeito, mas você foi mais rápida! – disse a morena.

-O que importa é que estamos casados e felizes! – Mark retrucou e beijou a cabeça da esposa - falando em pedidos, como que aconteceu o de vocês? – olhou Kevin e Addie, que ao entenderem a pergunta, logo coraram.

-Então... Nós tínhamos brigado e vocês sabem... – respondeu Kevin um tanto envergonhado.

-Uma grande briga, pede uma grande reconciliação – a ruiva completou – então ele pediu, nós tínhamos acabado de ter a melhor tra... – foi interrompida.

-Sem tantos detalhes – Callie a cortou.

-Enfim... Ele me pediu em casamento e eu surtei, vim para Seattle, vocês sabem – negou com a cabeça – e quando voltei eu me ajoelhei no meio de Venice e pedi-o em casamento, um adendo... Ele estava de serviço, os amigos dele estavam e foi sensacional a cara de vergonha dele, um homem tímido pediu uma mulher espalhafatosa em casamento, não poderia ser menos do que isso – brincou e acariciou o rosto do mesmo.

-Foi a melhor vergonha que eu já passei em toda minha vida – Kevin sorriu e a beijou.

                                                                                ...

-Vamos lá? – Arizona e Callie já tinham acordado e como hoje é aniversário do maior presente das duas, não teria como não iniciarem o dia da melhor forma possível, juntos!

-Vamos! – Callie segurou um cupcake com uma pequena vela e adentrou o quarto do pequeno junto com Arizona.

-Ei, querido! – Arizona tirava o cabelo do rosto do menino e acariciava as costas do mesmo – está na hora de levantar, sabe que dia é hoje? – disse ao ver o menino despertando aos poucos.

-Já é o meu aniversário, mamãe? – disse sonolento.

-Sim, hoje é dia de comemorarmos o nosso maior presente, astronauta... – disse a morena se aproximando do menino, que já estava se sentando na cama animado – Feliz aniversário, filho! Faça um pedido!

-Hum... deixa eu pensar! – fechou os olhos, deu um leve sorriso e assoprou a vela – pronto! Obrigado, mamães! – sorriu e abraçou as duas.

-Nós que temos que agradecer, por tudo que você nos trouxe, por tudo que você nos permitiu sentir, querido – disse a loira mexendo no cabelo do menino.

-Nunca duvide que você é o melhor presente das nossas vidas, nós te amamos muito! – a morena olhou nos olhos do menino e beijou a cabeça do mesmo – Agora a mamãe vai para o aeroporto buscar seus avós, meu pai disse que já pousou e dona Barbara já está quase chegando! – olhou seu relógio.

-Então é melhor não se atrasar, seu pai odeia atrasos a ponto de ficar de mal humorado... – disse a loira.

-Acho dificil ele ficar mal humorado hoje, principalmente com a gente – disse pensativa – ele esta pisando em ovos para conversar comigo, disse que espera que o presente que ele está trazendo, seja bom para todos, mas do jeito que ele fala, parece que está trazendo uma serpente – brincou – eu tenho medo do exagero dele!

-Acho que seu pai não ultrapassaria esse limite, querida – deu um leve sorriso e acariciou o braço da morena – vou ver como está a arrumação lá embaixo, qualquer coisa me avise! – olhou seu filho – Seu café está na mesa, junto com uma madrinha desesperada querendo te ver – riu da expressão assustada do seu filho.

-Estou curioso, mas com medo – disse rindo e se levantando.

-Sua tia não faria nada assustador... Eu acho – sussurrou a ultima parte.

                                                                        ...

-Ei, como foi o voo de vocês? – a morena cumprimentou seus sogros assim que chegou na área de desembarque.

-Foi tranquilo, tirando a parte de estar dentro de um avião... –resmungou Daniel.

-Ele achou que uma viagem de carro seria melhor – disse Barbara revirando os olhos –     Como se nós tivéssemos disposição para isso... – abraçou a morena – Como vão as coisas por aqui? Você e minha filha?  Está cuidando bem dos meu bebês?

-Eu também estou bem e você? – riu e negou com a cabeça – as coisas estão bem sim, nós estamos bem e eu estou cuidando bem deles, sogrinha!

-Que saudades eu senti disso! – sorriu animada ao escutar o apelido.

-É obvio que ela esta cuidando deles, se não ela seria uma mulher morta... – piscou para nora, que deu um sorriso de nervoso.

-Com todo respeito, que merda é essa? – disse Dona Barbara assustando a morena ao olhar por cima do ombro da mesma.

-O que houve? – olhou em curiosidade e se arrependeu no segundo seguinte – puta que pariu... – falou baixo ao observar seu pai com o “presente” do seu filho.

-Olá, Barbara! – cumprimentou a mulher com um abraço rápido e logo seu marido – Daniel – um aperto de mão breve e logo sorriu culpado para sua filha – Acredito que ainda possui bons modos, cumprimente sua mãe!

-Eu até faria isso, mas acho que você ainda lembra que ela cortou relações comigo – encarou a mulher que estava em silêncio – porque ela está aqui? Ainda mais hoje?

-Sua mãe está disposta a concertar as coisas, Calliope... – Carlos tentou amenizar as coisas.

-Concertar? Ela nem consegue olhar nos meus olhos – riu irônica – eu sabia que tinha algo de errado, como você não me preparou para isso? – encarou o pai.

-Porque você não aceitaria, querida – deu um leve sorriso – teimosia ainda é um mal de família – suspirou a notar que a mulher continuava séria – Vamos conversar com mais calma, fora daqui, por favor...

-Apenas por que você está pedindo – suspirou e seguiu para o seu carro, ajudando seus sogros com as malas. O caminho para casa foi feito em total silêncio, em tamanho desconforto, Dona Barbara tentava amenizar o clima, falando sobre algumas amenidades de Washington, mas sua nora realmente estava em outro mundo.

-Chegamos... – disse ao estacionar na garagem e continuar dentro do carro.

-Daniel e Carlos, podem me ajudar com as malas, Arizona disse que está precisando de ajuda... – atraiu a atenção dos homens, deixando as duas morenas no carro.

-Qual é o seu plano? O que você quer? Você nunca quis nada com meu filho e sempre deixou isso claro, o que te fez mudar de ideia? – encarou a mulher mais velha.

-Eu não tenho um plano, Calliope – suspirou. A mais velha não tinha ideia por onde começar ou o que falar – os anos estão se passando, as coisas não são mais as mesmas, eu e seu pai já não somos tão novos... – ficou pensativa - Jake é família, seu pai é tão apaixonado por ele, eu sei que fui uma covarde por esses anos, ele não tem culpa das suas escolhas...

 -Espero que não esteja se referindo a mãe dele! – disse séria.

-Não julgo a Arizona como mãe, estou longe de fazer isso... – a encarou – o que vocês tem, eu não concordo, não entra na minha cabeça, não é normal para mim, mas eu não quero ter um neto que sofra por não ter tido uma vó presente, ou ache que eu o odeie...

-Um pouco tarde, não acha? – respondeu ácida.

-Calliope, se você não estiver de acordo, tudo bem, eu pego um avião de volta para o México e finjo que nunca estive aqui, mas eu peço que você pense com carinho nisso... – esperou uma resposta da sua filha.

-Não é como se eu fosse a única a decidir sobre isso, irei conversar com Arizona, mas eu acho que podemos tentar – disse relutante – se você magoar o meu filho, se ousar a fazer qualquer coisa com ele, eu não responderei por mim, você conhecerá uma Calliope que nunca viu, espero que esteja de coração limpo com sua decisão, que ponha a felicidade do meu filho em primeiro lugar, caso ao contrário, eu farei questão de fazer da sua vida um inferno! – disse encarando a mulher.

-Eu não farei nenhum mal à ele, filha... – disse e deu um pequeno sorriso orgulhoso, ao ver a mãe que sua filha se tornou.

-Assim eu espero... – disse e se retirou do carro, entrando em casa com a Torres mais velha.

-Eu relevo qualquer brincadeira, mas dizer que seu Carlos trouxe a víbora é fora de cogitação, não brinquem com isso, mas foi boa a piada – a loira chorava de rir, o que foi cessando ao olhar Addison e Dona Barbara, encararem algo atrás de si.

-Rum... – pigarreou Calliope, tentando chamar a atenção da mesma.

-O que... – se virou lentamente, quase que petrificou ao observar a mulher, ao lado de sua namorada, a encarando – Calliope, me encontra na dispensa, por favor... – falou em um tom baixo e foi se encaminhando para o cômodo dentro da cozinha.

-Ok... – seguiu a mulher – antes de tudo, eu digo que eu não tenho nada a ver com isso! – falou ao adentrar a dispensa.

-Eu entendo, realmente entendo, porém essa é a única coisa que eu entendo – colocou as mãos na cintura – o que eu não faço ideia, é o que essa mulher, que sempre deixou claro que não queria conhecer nosso filho, que era contra a nossa família, esta fazendo dentro da nossa casa em um dia tão especial para nós! – esbravejou – e não, não estou brava com você!

-Ela disse que quer tentar mudar as coisas, que ela não esta mais tão nova, que ele não tem culpa das coisas que aconteceram...

-Um pouco tarde não acha? – disse irônica.

-Foi o que eu disse... – negou com a cabeça – eu estou confusa, eu não sei o que fazer, mas eu não acho que ela esteja mentindo, também não acho que ela mudou da noite para o dia e que vamos ser uma família super feliz e esquecer o passado, mas eu queria ter a oportunidade de saber onde isso pode dar, eu sei que parece loucura, mas isso é tudo que eu sempre quis, nossa família unida e ela é a parte que falta desse quebra cabeça, então, eu não quero abusar, mas você poderia pensar nisso, por mim?

-Calliope, nós temos uma família feliz, nosso filho ama a família que ele tem e eu não vejo necessidade de mudar isso, mas se for algo que vai te fazer feliz... – suspirou e tentou afastar qualquer pensamento ruim que rodava sua cabeça – eu estou contigo, mas eu deixo avisado, se ela der um passo errado, se ela ousar magoar nosso filho, eu sou a primeira a acabar com a raça dela e eu não estou brincando!

-Você não estará sozinha, eu avisei isso a ela... – deu um sorrisinho – obrigada por estar ao meu lado! – selou os lábios da loira – vamos para parte mais difícil?

-Vamos! – segurou a mão da morena e a puxou para fora do cômodo – Addie, viu o Jake?

-Ele estava abrindo os presentes que nós trouxemos, lá no quarto dele... – disse e observou as duas.

-Ok, nós iremos conversar com ele – foi subindo.

-Addie, pode ir orientando o pessoal da montagem? – disse a morena, que lançou uma piscadela, sinalizando que estava tudo “bem”.

-Posso sim! – foi em direção a área externa da casa.

-Filho? – a loira o chamou enquanto entrava no quarto do mesmo.

-Ei, mãe – respondeu enquanto desenrolava os fios de um novo videogame – olha o que a tia Addie me deu! – falou empolgado e observou suas mães – está tudo bem?

-Nós queríamos conversar, coisa rápida – a morena disse e sentou na cama do mesmo.

-Ok... – olhou em espera.

-Nesse aniversario teremos alguém diferente... – iniciou a loira – se lembra da mãe da sua mãe, que nós já mostramos por foto?

-Ah, lembro sim... Aquela que sempre que o vovô diz que está sempre doente e não pode vir? – respondeu inocente.

-Ela mesma... – a morena engoliu a seco, optou por ser clara com seus filho, mas não podia contestar as desculpas de seu pai – esse ano ela pode vir, ela queria te conhecer, se você não quiser, tudo bem...

-Ela é a sua mãe, se ela for tão legal quanto você, eu vou adorar, você deve estar feliz de vê-la não é? – perguntou curioso.

-Estou sim, querido – deu um leve sorriso – espero que vocês possam se dar bem, se você não se sentir bem com algo, promete que vai nos contar? – pediu.

-Eu prometo, não precisam ficar preocupadas – sorriu e abraçou as duas – eu amo vocês!

-Nós também te amamos muito, muito mesmo, querido! – disse a loira, afagando as costas do menino.

-Ela já está ai? – perguntou curioso, recebendo uma acenar de cabeça das suas mães – então eu quero conhecê-la! – foi descendo na frente de suas mães e ao chegar perto de Lucia, suas bochechas ruborizaram – Oi, eu sou o Jake – disse simpático.

-Olá... – respondeu tímida e analisou o menino, logo se embalando no sorriso do mesmo – eu sou a Lúcia.

-É, vocês são parecidas! – observou e falou para Callie – ela só parece ser mais quietinha – constatou – então... Hoje é meu aniversário, eu vou ficar mais velho – disse animado – você sabia que quando se chora no espaço as lágrimas não descem? – foi contando os fatos e levando a mulher para ver a parte da decoração da festa que aconteceria mais tarde.

-E pensar que se seu pai trouxesse uma víbora seria mais fácil... – brincou a loira.

-Filha! – Barbara a repreendeu e segurou o riso – acho que vocês estão desocupadas, o que acham de ajudar o Kevin e seus pais lá fora?

-Seu filho favorito, mais conhecido como Mark Sloan está chegando para isso, eu vou ajudar na cozinha – disse a morena pegando um dos docinhos que estavam em uma caixa – melhor lugar possível!

-Acho que teremos um dia longo e uma grande festa – disse a ruiva rindo e roubando mais um docinho.

-Já chega, suas formiguinhas! – Arizona escondeu os doces.

-Você está fazendo isso só para comer durante a noite, você é suja Robbins! – Calllie a acusou.

-Pelo menos eu espero a festa acabar, querida – riu e foi ajudando sua mãe.


Notas Finais


Logo volto com a segunda parte desse cap, será que veremos Arizona e Lúcia caindo no tapa? Como que vai ser essa festa? beijinhosss


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