História (Re)começando REESCRITA - Capítulo 2


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Categorias Star Wars
Personagens Finn, Kylo Ren, Leia Organa, Personagens Originais, Poe Dameron, Rey
Tags Ben Solo, Kylo Ren, Rey, Reylo, Star Wars
Visualizações 270
Palavras 5.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiro capítulo com quase mil palavras a mais...

Capítulo 2 - Treinamento, jantar e outras coisinhas mais.


Fanfic / Fanfiction (Re)começando REESCRITA - Capítulo 2 - Treinamento, jantar e outras coisinhas mais.

O novo templo Gray Jedi, dirigido por Ben Solo e Rey, ficava no lugar onde se localizava o Antigo Templo Jedi em Coruscant, ele foi rapidamente restaurado para que atendesse as necessidades nos novos mestres e seus recrutados sensitivos a força. O lugar era muito grande e no momento eles não usavam todo ele, mas eles tinham planos para que a Nova Ordem Jedi que eles estavam criando pudesse ser ampliada e dentro de alguns anos, o local poderia ter o tamanho perfeito para isso. Por não terem tanta experiência em treinarem alguém, eles decidiram começar leve, apenas quatro aprendizes foram recrutados. Mas resolveram fazer como os antigos Jedi faziam: recrutaram crianças, para que tivessem um treinamento completo desde cedo. Ainda precisando eles mesmos de aperfeiçoamento e treinamento, os dias eram divididos, de acordo com as novas leis trabalhistas da Nova República, em: cinco dias de treinamento, dois de descanso (nesses descansos as crianças ficavam com supervisão dos droids, com meditação obrigatória de uma hora por dia). As manhãs eram dedicadas ao estudo mental, portanto as crianças iam estudar sobre a Antiga Ordem Jedi (seus princípios e como os antigos jedis viviam e treinavam seus padawans) e sobre a Força através dos antigos arquivos da Velha República (que foram milagrosamente recuperados), com supervisão de dróids. Rey e Ben treinavam entre si nas manhãs, às vezes fazendo o mesmo que as crianças, às vezes duelando entre si, às vezes meditando... O almoço, balanceado para o crescimento das crianças, era sempre junto com seus mestres, e conversas não eram permitidas nessa hora (Rey e Ben acabavam querendo conversar mas deixavam para de noite seus assuntos pessoais). As tardes eram dedicadas à instrução das crianças: treinamento com sabres, concentração, bem ao estilo Antiga Ordem Jedi mesmo. Às 5 da tarde, eles se despediam, as crianças seguiam para tomar banho, jantar e dormir no templo mesmo.

Ben e Rey, então, seguiam para o prédio ao lado: um prédio de apartamentos de noventa e dois andares acima da superfície. Era um prédio de apartamentos pequenos, para uma ou duas pessoas (com alguns apartamentos tamanho família), Rey morava no 78º andar e Ben no 89º. Eles iam cada um para o seu, banho, e um dia Rey ia jantar no apartamento de Ben, no outro dia ele ia jantar no dele, ficavam naquele clima romântico de casal (totalmente inocente pela timidez deles), mas as 22h, cada um ia para o seu apartamento dormir e começar um outro dia de rotina. Até que um dia, sete meses após a fundação do templo Gray Jedi e três meses após eles começarem a namorar, isso mudou um pouco...

Era dia de Rey vir jantar no apartamento de Ben e era o último dia de treinamento da sequencia de cinco de treinamento e dois de folga. Nessa folga, eles iriam até Chandrila, visitar o pessoal (Leia, Poe, Finn, Rose...). Partiriam de manhã cedo no dia seguinte. Ben tomou seu banho em água quente como sempre fazia, colocou suas roupas simples, uma túnica bege jedi, mas permaneceu descalço (ele gostava de ficar descalço em casa). Preparou um jantar simples, uma salada e uma massa com molho bolonhesa que Rey tanto gostava. Quando ele estava fazendo o molho, ela tocou a campainha.

- ESTÁ ABERTA – ele gritou, e ela abriu a porta, entrou e fechou-a. Foi em direção a ele, que estava no fogão, deu um leve beijo nos lábios dele.

- Precisa de ajuda? – ela perguntou.

- Se você puder colocar a mesa, eu termino e a gente pode jantar – Ben respondeu sorrindo para ela. Rey colocou os pratos, a salada que estava na geladeira, copos, talheres, guardanapos, suco...

Sentaram, conversaram sobre o treinamento do dia, particularmente uma menina que está dando trabalho aos dois, meio desobediente, difícil personalidade mas muita Força nela (combinação complicada), falaram sobre o dia seguinte, mal podiam esperar, fazia 2 meses que não viam o pessoal. Comeram, Rey adorava a comida de Ben, simples mas deliciosa.

Depois do jantar (e de lavar a louça), foram para o sofá ver um filme. Eles geralmente viam filmes, jogavam algum jogo, ou até iam passear por Coruscant (um shopping, uma galeria, um café... qualquer coisa). Mas hoje eles estavam a fim de ficar quietinhos. Ligaram a TV estava passando uma história romântica sobre dois Togrutas que se amavam mas as famílias não se gostavam por causa de rixas políticas, Ben achou que seria legal mudar um pouco, eles geralmente viam comédias ou filmes de ação ou até filmes de animação.  O sofá era daquele que permitia que eles esticassem as pernas (mesmo Ben sendo tão alto com seu 1,90m), permitia que eles assistissem ao filme abraçados.

Mais ou menos com 15 minutos de filme, Ben fala:

- Que tal se a gente tomar um vinho? Tem aquele Corelliano que minha mãe me deu. Topa?

- Parece bom – Rey respondeu sorrindo, fazia apenas alguns meses que ela tinha provado vinho pela primeira vez mas gostou imensamente. Um vinho sendo amanhã folga não faria mal, não é? Ben levantou, serviu duas taças e trouxe, junto com a garrafa. Tomaram o vinho, Rey começou a se sentir um pouco tonta, Ben também mas não tanto quanto ela. Trocaram uns beijos, mas tentavam manter a atenção no filme, que era legal.

Com mais meia hora de filme, uma coisa que eles não estavam esperando: uma cena de sexo no filme. Rey, que já estava um pouco vermelha do vinho, ficou muito encabulada, Ben não sabia o que fazer, a ideia foi dele de ver esse filme, se ela pensasse que ele queria insinuar alguma coisa? Eles não tinham evoluído para esse nível ainda, meio que por timidez, meio que por falta de experiência e não querer desapontar o outro. Eles deixavam o relacionamento entre beijos, abraços, às vezes as coisas iam mais longe mas eles paravam constrangidos. Ben desviou os olhos da tela e Rey começou a achar que ficou um pouco mais calor...

Rey bebeu o resto da sua taça de vinho de uma vez e escondeu a cara no pescoço de Ben para não ter que ver o filme: péssima ideia... o pescoço dele cheirava tão bem e ela já estava meio bêbada, começou a beijá-lo... ele virou o rosto novamente para olha-la, ela apoiou a mão no rosto dele para ter um ângulo melhor e começou a mordiscar, lamber, beijar... O vinho a deixava mais desinibida, mais solta, como ela nunca se sentiu antes... ela queria imitar os beijos que viu no filme. Instintivamente, Ben colocou a mão no cabelo dela, massageando o couro cabeludo dela delicadamente, incentivando-a a continuar, quando Rey chegou à base do seu pescoço, a junção do pescoço com o começo do ombro, ele não aguentou e soltou um gemido rouco. Na mesma hora, meio alto pelo vinho também, puxou-a e capturou seus lábios com vontade... Não eram os beijinhos que eles tinham trocado hoje... Era um beijo faminto, cheio de paixão e desejo que eles tinham um pelo outro mas acabavam reprimindo, reprimidos por três longos meses... Ben puxou Rey para seu colo, ela instintivamente colocou uma perna de cada lado e sentiu a ereção dele. Por uma fração de segundo ela estremeceu, ele notou e separou os lábios dos dela e disse, constrangido:

- Me desculpe, Rey, eu me deixei levar... acho que é melhor a gente parar e você voltar para o seu apartamen...- ele não completou a frase, ela calou ele com um dedo.

- Eu sei que talvez seja o vinho que nos deixou mais... você sabe – ela respondeu envergonhada – mas eu te amo, acho mesmo que a gente já tá passando da hora, não? De... – ela mordeu o lábio inferior - isso acontecer?

Ben arregalou os olhos para ela.

- Rey, isso não tem volta... você tem certeza? Eu te amo muito, não quero te magoar – ele perguntou. Ele queria, ele queria muito, desde que começaram a namorar, mas ele jamais iria tocar em tal assunto tão cedo... não queria assustá-la.

- Eu quero, Ben – ela foi de encontro ao ouvido dele e sussurrou. – Você não seria capaz de me magoar, nunca. Mas... – Ela olhou para ele nos olhos... verdes nos castanhos esverdeados... por alguns segundo... e Ben respondeu:

- Eu também...

Ben desligou a TV, levantou do sofá segurando ela com as pernas dela em volta da cintura dele. Carregou-a em direção ao quarto e depositou-a delicadamente na sua cama. Riu pensando que de fato hoje ela seria uma cama de casal de verdade pela primeira vez e não apenas no tamanho. E ela beijou-o, a língua de Rey pedia passagem pelos lábios de Ben, passagem que ele concedeu, a “briga” de suas línguas nunca foi tão intensa... ela alisou carinhosamente os cabelos negros dele, a nuca... ele fechou os olhos e jogou a cabeça ligeiramente para trás, apreciando. Não imaginava que Rey tinha um lado desses, mas estava gostando imensamente. Ben interrompeu o beijo, olhou nos olhos dela e disse:

- Me avise se mudar de ideia. - Voltaram ao beijo, a partir de agora não iriam conseguir mais parar, sabiam disso, os dois. Não era algo que os preocupava, não queriam parar. Estava ficando enlouquecidos... entorpecidos um pelo outro... pelos sentidos e sensações novas...

Enquanto continuavam com a sessão de beijos apaixonados, Ben apertava a cintura de Rey com firmeza e delicadeza ao mesmo tempo, enquanto ela ainda brincava com seus cabelos negros. Ben começou lentamente, muito lentamente a descer seus beijos, nada escapou dos seus lábios e sua língua: bochecha... orelha... queixo... pescoço... nessa parte em especial, Ben parou um minuto para apreciar: o pescoço delicado, nem cumprido demais, nem curto demais de sua namorada. Começou com beijos leves, apenas roçando os lábios, notou que ela perdeu um compasso de sua respiração... Sorrindo com essa reação positiva, intensificou os movimentos, ora beijando, ora mordiscando, ora lambendo e sorvendo o gosto delicioso da pele dela... ela parecia está gostando imensamente... Voltou para beijar-lhe os lábios, enquanto suas mãos descreviam um caminho diferente... subiam lentamente a barriga de Rey por cima da túnica Jedi, em direção aos...

- Ben! – Rey não conseguiu prender um leve gemido seguido pelo nome do amado após ele colocar uma mão em cada um dos seus seios.

- Você quer parar? – perguntou, interpretando erroneamente a reação dela... Tirou imediatamente as mãos dos seios dela, colocando-as no colchão, uma de cada lado dela, se afastando. Em resposta, ela desamarrou o pano da cintura que prendia sua túnica, deixou-a cair, jogando-a no chão, ficando apenas com o top tomara que caia que usava por debaixo. Tirou também a calça que estava usando, jogando longe também, ficando com uma calcinha branca comportada. Rey corou furiosamente ao se notar só de calcinha e top na frente de Ben. Durante um minuto, eles permaneceram assim, Rey corada e Ben a observando, se deliciando de cada curva, cada sarda dela com os olhos. Aos seus olhos ela parecia a mulher mais linda do mundo: corpo curvilíneo, seus seios eram médios, mais para pequenos do que para grandes (que se escondiam ainda mais naquelas roupas de jedi que ela usava), e ele tinha certeza que caberiam em suas mãos direitinho (e ele mal podia esperar para ataca-los...). Ela então pegou as mãos dele e colocou novamente sobre os seus seios, dessa com menos pano, Ben colocou as mãos na base do top e o retirou por cima da cabeça de Rey. Ela puxou a cabeça dele e voltaram a se beijar com força, enquanto Ben apertava levemente os seios dela, provocando ondas de prazer nela... Ele passou então a fazer movimentos circulares com os dedos nos mamilos dela. Rey interrompeu o beijo e deixou escapar mais um gemido, um pouco mais alto...

Incentivado pelas reações dela, Ben começou a descer seus beijos novamente, além das orelhas e do pescoço, beijou o colo, e chegou onde estava realmente interessado nesse momento: os seios...  Eram brancos com mamilos rosados pequenos e delicados, cheios de sardinhas como Rey, e estavam nesse momento extremamente eriçados. Eles eram muito lindos... Ben beijou o seio direito dela enquanto acariciava o esquerdo. Beijou, sugou, lambeu... até mordiscou de leve... para depois passar ao outro e repetir o processo. Rey mordia os lábios para não gritar de prazer. Ela não imaginava que essas coisas fossem boas assim... Ela sabia um pouco sobre sexo de conversas, principalmente com a Connix que parecia saber tudo sobre o assunto, mas nunca imaginou como seria, ainda mais com alguém que ama tanto. Lembrou-se de uma coisa que a Connix falou... Corou ainda mais... Colocou suas mãos delicadas no rosto de Ben, com a intenção de fazê-lo subir e beijá-la. O beijo continuava ardente, faminto, sedento... mas ela estava um pouco ofegante. Ben uma vez mais traçou o caminho do pescoço de Rey, mas ela falou no ouvido dele antes que ele pudesse chegar lá:

- Ben, me coloca em cima... – Ele era muito maior que ela, tanto mais alto quanto mais largo, ela não teria forças para fazer isso sem pedir.

Ele olhou confuso para os olhos ela. “Ela tem alguma coisa em mente...”, pensou ele desconfiado, mas ele não ia conseguir resistir a ela, ainda mais com o olhar penetrante que ela estava lhe dando: seus bonitos olhos verdes estavam agora nublados, nublados obviamente de paixão, de desejo, de vontade de sentir e de fazê-lo sentir. Sorriu para ela, não seu costumeiro sorrido de ternura. Era um sorriso malicioso, um sorriso que parecia devorá-la por inteiro. Não podendo fazer nada além disso, ela devolveu o sorriso, o mesmo tipo de sorriso, nublando ainda mais seus olhos, dando a Ben a certeza de que ela estava gostando e muito desse momento. Ele também. Ele havia atingido o céu dos jedi, se é que isso era alguma coisa que existisse...

Com cuidado, Ben virou-a, aproveitou para desamarrar o pano da túnica dele e tirar ela, jogando no chão, e ficando de calça. Ela sentou-se em cima dele. Agora ele tinha uma bela visão dos seios dela: estavam meio molhados pela sua saliva e eles balançavam levemente no mesmo compasso da respiração dela, isso deixou ele ainda mais louco pelo que viria a seguir. Rey abaixou-se e beijou-o, com mais vontade do que da última vez (seu fôlego já estava meio recuperado), segurando os lados do rosto dele com firmeza.

Ele mais uma vez agarrou a cintura dela com aquelas mãos enormes. “É a minha vez”, pensou Rey. Do mesmo modo que ele havia feito com ela, ela desceu, beijando-lhe o pescoço. Beijou-lhe o pescoço com gana, sugando forte (e deixando marcas que demorariam um tempo para sair naquela pele branca que ele tinha...), mordeu com um pouco de força... Ben, ao contrário do que ela tinha feito, nem por um momento tentou morder os lábios para abafar possíveis sons, gemia gostosamente no ouvido dela... Rey passou do pescoço para o ombro. Mordeu um pouco mais forte nessa parte, arrancando um gemido mais alto dele, quase gutural. Voltou a beijá-lo nos lábios enquanto suas mãozinhas delicadas acariciavam seu peitoral, sentindo todos aqueles músculos que ele tinha... Ben não tinha muitos pelos, mas Rey já sabia disso desde a época que estava em Ahch-To quando a Força os conectou e ela viu mais do que deveria... mais do que deveria para aquela época, não para agora... descendo novamente para o pescoço, não se demorou muito e foi beijando também o peitoral dele. Beijando-lhe e lambendo-lhe até o umbigo, voltou a beijar-lhe os lábios, intensamente, nesse momento foi escorregando sua mão direita novamente pelo corpo dele, quase que sem querer, parando ao tocar no cós da calça dele. Sem interromper o beijo nem por um segundo sequer, ela desceu a mão esquerda, também meio sem querer, para a calça. Nesse momento ela interrompeu o beijo e olhou para ele, direto nos olhos. Ele mais do nunca transbordava desejo, desejo por ela. Foi tirando a calça dele (ele ajudou um pouco com as pernas), quando finalmente o removeu completamente, a cueca indo junto. O que viu a pegou de surpresa. Não tinha esperado algo desse tamanho, Ben era enorme... mas supunha que devia ter suspeitado, levando em conta que Ben era grande em todo o resto, tinha de o ser ai também, não é? Parecia que o casal agora estava travando uma “competição” de quem é que estava mais vermelho. Rey beijou-o para ver se essa vergonha diminuía um pouco. Ela levou sua mão direita até o pênis dele. Sua mão tremia um pouco, mas ela achou que devia ser devido ao seu nervosismo somado a sua completa inexperiência. Ela nunca esteve nessa situação, afinal... Teve uma ideia, então:

- Ben? – Ele abriu os olhos e encontrou o olhar dela. Ben enxergou dúvida misturado ao desejo nos olhos dela. – Me diga o que eu tenho que fazer, caso eu não... – Ben não a deixou terminar. Beijou-a. Um beijo que ela pode sentir que ele tinha plena certeza de que ela não tinha com o que se preocupar no momento, ele confiava nela, no que quer que ela quisesse fazer. Então ela começou... Primeiramente começou devagar, movimentando sua mão pelo pênis. Embora achasse que não estava fazendo o melhor dos trabalhos, Ben fechara os olhos novamente e emitia gemidos baixinhos. Talvez Rey não fosse tão ruim assim... Um pouco mais confiante de si mesma, ela aumentou a velocidade aos poucos, sendo acompanhada pelo aumento dos gemidos de Ben. Então Rey aos poucos foi abaixando seu corpo, até ficar ajoelhada ao lado dele, sem parar os movimentos com sua mão. Ben achava-se no paraíso, preso lá e sem querer sair. Era quase inacreditável que sua Rey estivesse fazendo isso. Era maravilhoso. Mesmo não dispondo de experiência (que ele também não tinha, por sinal...), ela meio que sabia o que estava fazendo, ela meio que sabia como agrada-lo. Santa Força... Claro que o fato de ser Rey também contava bastante para que ele ficasse enlouquecido. Sim, ele estava, literalmente, nas mãos dela. “Não dá pra ficar melhor do que isso”, pensou ele, enquanto gemia cada vez mais alto. Errado. Nesse momento ela apoiou as duas mãos na base e passou sua língua pela cabeça do pênis de Ben. Ben, obviamente, não estava esperando por isso. Abriu os olhos imediatamente e exclamou:

- REY!

Ela se assustou com a voz dele, alta e assustada, e levantou a cabeça, suas mãos ainda firmemente seguras na base do pênis.

– Fiz algo de errado? - perguntou ela com susto nos olhos.

O grito a assustou. Ela pensou que ele não tinha gostado. Bom, ele ia ter que consertar isso não é?

- Não. – respondeu ele. – Eu só... não estava esperando. Você me pegou de surpresa, uma boa surpresa...

- Eu continuo? – quis saber ela. Ela precisava de um incentivo. Dele. Era óbvio que ela queria continuar. Ele sorriu novamente.

- Só se você quiser, Rey. Lembre, você não é forçada a fazer nada.

Ela sorriu de volta para ele, e deu um leve beijo na cabeça do pênis dele. Passou novamente sua língua lentamente pela cabeça do pênis dele. Fez isso repetidas vezes, apenas sentindo o gosto. E o ritmo dele. Rey queria guardar o gosto para sempre na memória... Desceu então para toda a extensão do pênis dele. “Ele parece que tá gostando”, pensou ela satisfeita. Gostando? Ben não estava gostando. Ben estava AMANDO. Não conseguia pensar. O mundo tinha acabado e só existiam ele e Rey. Incentivada pelos gemidos dele, ela abocanhou a cabeça e sugou um pouco. A reação de Ben foi imediata: jogou a cabeça para trás e deu algo entre um gemido alto e um grito baixo. Ela viu então que estava no caminho certo. No caminho certo para enlouquecer Ben. Isso produzia pensamentos felizes em sua cabeça. Investiu então com sugadas mais fortes, sempre seguidas de reações eletrizantes de Ben. Experimentou também colocar mais em sua boca, mas ai veio o problema: a incompatibilidade de tamanhos. Sua boca não era grande o suficiente para tudo isso. “Mas tudo bem”, pensou ela. Conseguiu um pouco menos da metade. “Talvez com o tempo...”, ela pensou. Alternou entre chupadas fortes e vigorosas (que vinham acompanhadas de gritos com o nome dela) com leves e lambidas (em que ele aproveitava para “descansar” e respirar um pouco melhor). Ben então achou que não aguentaria muito mais tempo. Só que não poderia fazer isso com a boca de Rey em volta de seu pênis, não podia assusta-la desse jeito, não a sua Rey. Nesse momento seu corpo entrou em contradição com sua mente. Precisou de todo alto controle que possuía (e sabia que não possuía muito no momento), para, delicadamente, colocar as mãos no rosto de Rey e começou a puxá-la. Ela deitou-se ao lado dele, enquanto ele ainda tentava se recuperar. Quando essa noite de amor começou, não imaginou que seria tão intensa. Estava completamente sem fôlego. Mas agora, aos poucos, recuperando-se, sua mente foi ficando clara, e ele beijou-a.

- Você é perfeita, sabia? – disse olhando ela. Ela sorriu. – E eu te amo.

Ela sorriu para ele, um sorriso sincero e de felicidade. Ele postou-se em cima dela, mas sem que seu peso fosse machucá-la. Beijou-a de leve.

- Eu também, Ben – Rey disse. – Eu também te amo. – E beijaram-se novamente. Com vontade...

Tinha um gosto diferente esse beijo, o gosto dele misturado ao dela. Ben agarrou com as mãos os seios dela novamente com as duas mãos, fazendo os movimentos circulares com os dedos. Mas não se demorou muito. Estava muito interessado agora em tirar a última peça de roupa que os separava. Mas ela fora honesta com ele não foi? Pediu que ele avisasse se ela fizesse algo que não devia ou errado... ele precisava ser honesto com ela também, mas outro tipo de honestidade. Portanto, interrompeu o beijo.

- Rey, você confia em mim? – perguntou.

- É claro que sim, Ben. – disse ela. Rey olhou nos olhos dele, segurou firme no rosto dele e disse: - Eu confio minha vida a você... – Ben estremeceu um pouco ao ouvir isso, ela realmente confiava muito nele... Ele respondeu:

- Não esqueça, a hora que você quiser, nós paramos.

Eles voltaram a se beijar. Não se lembravam de ter se beijado tantas vezes seguidas num único momento, especial... Mas esse era o momento especial. Ben colocou as mãos na cintura dela. Foi descendo pelas laterais do corpo de Rey e parou nas laterais da calcinha dela, brincando com elas, em nenhum momento interrompendo o beijo. Ela agarrou as mãos dele e juntos eles desceram a calcinha que foi arremessada junto com o resto das roupas. Por um instante ele não se atreveu a olhar, apenas continuaram se beijando. Sabia que ela devia está agora mais envergonhada do que nunca, completamente nua na frente dele... Daria um tempo para ela poder lidar com isso, com o fato de que outra a pessoa iria vê-la nua... E Ben estava certo. O beijo tornou-se um pouco tenso quando a calcinha foi tirada, mas aos poucos ela voltou a relaxar, voltou a se entregar ao momento deles. Quando ele sentiu que podia continuar, se afastou para apreciá-la. Era uma visão muito boa, disse a si mesmo: Rey, olhos fechados, boca aberta, ligeiramente ofegante, corada, seus seios perfeitos, sua barriga delicada e ainda mais delicada, sua intimidade. Ben, com sua mão direita tocou-a, mais instintivamente do que premeditadamente, ela abriu um pouco as pernas dando passagem aos dedos dele. Ben aproveitou para procurar o que queria com sua mão e encontrou logo: o clitóris. Sabia que isso ela iria gostar bastante, ele nunca havia feito isso, mas já havia conversado com outros caras (Poe principalmente, o pegador da galáxia... Poe apenas, na verdade... nunca havia conversado sobre mulheres com outro cara) sobre como fazer uma mulher feliz na cama... na teoria pelo menos Ben sabia, será que ele acertaria na prática? Ele então começou a massagear esse ponto (o clitóris) e em sua volta dele delicadamente. Como resposta ela abriu ainda mais as pernas e começou a gemer baixinho. “Então ela tá gostando”, pensou ele, confirmando suas suspeitas. Colocou um pouco mais de firmeza em seu toque, acelerando um pouco o ritmo. Ela começou a gemer um pouco mais alto, e estava ficando cada vez mais molhada... um bom sinal segundo a teoria que ele sabia... E não demorou muito a falar o que ele queria ouvir:

- Ben! – mais um gemido do que outra coisa.

Ben estava cada vez mais maravilhado com os sons que ela fazia, eram muito mais intensos do que quando ele apenas estava brincando com os seios dela. Mas do mesmo modo que ela havia feito com ele, ele não iria chegar até ali para apenas tocá-la. Não, ele tinha que sentir mais, queria saber que gosto dos deuses poderia ter sua Rey... só de imaginar, o sangue de Ben descia e ele ficava ainda mais duro... mas iria devagar... beijou um de seus seios, ainda tocando-a em sua intimidade. Ela já estava arfando e muito molhada. Sugou-o delicadamente por um momento, passando para o outro. Parou então no vale entre os seios. Descreveu um caminho de beijos molhados deste ponto até lá embaixo, até ficar muito próximo a intimidade dela. Rey percebeu o que ele queria fazer. O que ele ia certamente fazer. Não iria impedi-lo, na verdade, intimamente, desejava isso desde o minuto em que ele tocou-a (graças a Connix!!! Precisava lembrar de agradece-la...). Decidiu então incentivá-lo. Abriu um pouco mais as pernas e ele entendeu que ela queria isso também. Não iria perder tempo... Então ele pode vê e pode sentir. Deuses, como ela era quente ali! Deu primeiramente um singelo beijo em sua intimidade. Começou então a beijar, lamber, primeiro delicadamente para que ela pudesse lidar com o ritmo, depois intensamente, enlouquecidamente, mas sem chegar a machucar. Cada investida era acompanhada por gemidos, cada vez mais altos dela, por vezes acompanhados de seu nome. Introduziu um dedo dentro dela, devagar para não machucar, e começou a fazer leves movimentos entrando e saindo no mesmo ritmo de sua boca nas proximidades do clitóris. Por duas ou três vezes ele aumentou a intensidade e a velocidade dos movimentos de acordo com as reações dela, então colocou um segundo dedo. Quando pode notar quando ela estava prestes a atingir o orgasmo. Então ele se lembrou: “Deuses, vai ser o primeiro dela”. Então aconteceu, ela deu um gemido particularmente alto e ele sentiu as paredes dela prendendo seus dedos dentro dela... Era decididamente mais um grito do que um gemido. E ele pode sentir a Força nela nesse momento, forte como ele nunca havia sentido antes, mas em paz também. Então ele parou. Deitou-se do lado dela. Esperou ela se recuperar, do mesmo modo que ela havia feito com ele há pouco. Mas então a preocupação veio à cabeça de Bem como um raio, de uma vez. Ele sabia o que viria a seguir. Rey era virgem, do mesmo modo que ele, mas com as mulheres era diferente. Ela ia se machucar. E podia ser feio... Isso o assustava. Ainda mais porque ele seria parte ativa nesse machucado. Portanto ele resolveu falar assim que ela olhou para ele:

- Rey, você não acha que a gente devia parar e você voltar para o seu apartamento e... – ela colocou um dedo na boca dele e lhe lançou um olhar penetrante:

- Eu sabia que você tentaria arranjar uma desculpa para não seguir adiante. – respondeu. – Mas eu não sou de cristal, Ben, eu não vou quebrar! Pelos deuses, eu sou uma jedi, sou forte.

- Mas com certeza, você vai se machucar e...

-... e você vai está aqui comigo não? – sorriu. – Eu sei que eu vou me machucar um pouquinho, é normal, mas não deixe uma preocupação dessas arruinar esse nosso momento Ben. Por favor.

Ele ainda parecia um pouco confuso. Então ela o beijou. Com vontade, com desejo, mostrando bem o que queria com aquele beijo. Ela estava disposta a levar isso adiante. Então ele não esperou mais, se posicionou acima dela, sem parar de beijá-la, e lentamente, tomando muito cuidado penetrou-a. A reação foi imediata. Rey parou o beijo e Ben viu duas lágrimas escorrerem de seus olhos. Quis parar imediatamente, mas ela o deteve:

- Vai passar, meu amor. Não se preocupe...

Ele continuou a se movimentar lentamente. Ela queria um modo de pelo menos não gritar de dor e não denunciar a ele que estava ainda pior do que ele imaginava, mordeu-o então o ombro, não como fizera da outra vez, mas muito forte, chegando a machucá-lo. Mas ele gostou, partilharia dessa dor com ela. Aos poucos a dor foi sumindo... sumindo... sumindo... e Rey estava sentindo outra coisa... ela não sabia explicar o que sentia... o que era? Estava crescendo dentro dela... quando Rey finalmente notou, ela estava sucumbindo ao prazer. Começou a gemer baixinho novamente e disse no ouvido dele:

- Não dói mais, Ben. Está gostoso. – disse, dando um longo gemido depois disso. – Muito gostoso. - E ele acreditou. Pode então aproveitar o momento sem preocupações. Seus movimentos eram firmes e ritmados. Rey fechou os olhos e Ben a beijou. O tempo foi passando sem eles se darem conta... era perfeito... bom demais para que fosse real... e era real... Mais algumas estocadas e aconteceu: eles chegaram lá. Sentindo-se cansados, os dois, então se deitaram um ao lado do outro, se olharam e sorriram um para o outro.

- Eu te amo – disseram os dois ao mesmo tempo. E riram. Rey aninhou-se nos braços de Ben, deitando sua cabeça no peitoral dele.

- Ainda quer que eu vá para o meu apartamento? – Rey perguntou, em tom de divertimento. Ben riu.

- De jeito nenhum, hoje você dorme aqui, agarrada comigo – respondeu, depositando um beijo na testa dela.

- Garanto que não vai ser nenhum grande esforço. – Rey falou, rindo, aninhada nos braços fortes dele.

Conversaram ainda uns minutos, fizeram juras de amor, beijos leves... toda a timidez do começo, sumiu. Não sentiam mais nenhuma vergonha de estarem nus um na frente do outro. Estavam muito felizes. O sono foi mais forte e Rey adormeceu nos braços de Ben, usando a força, Ben pegou um lençol e os cobriu. Adormeceu pouco depois, sorrindo.


Notas Finais


:D


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