História Recomeçar - Capítulo 2


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Categorias It: A Coisa
Personagens Edward "Eddie" Kaspbrak, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, William "Bill" Denbrough
Tags Bill Skarsgard, Derry, Eddie Kaspbrak, It: A Coisa, Stanley Uris, Stephen King
Visualizações 32
Palavras 3.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey!
Avisos nas notas finais bbs; boa leitura :)

Capítulo 2 - Precaução


— Vamos, Sophie! Corra... estamos quase lá!

Meu cabelo batia no meu rosto a cada passo que eu dava. Estávamos correndo na mesma velocidade, e aquilo estava me matando. À essa altura, eu já não sentia mais meus pés.

— Não grite, Georgia. — Eu disse, arfante, enquanto nos aproximávamos da esquina de uma quadra cercada por muros.

No momento em que viramos a esquina, pude ver: lá, no meio da quadra, ainda longe, a enorme lata amarela já estava dando partida.

Eu parei, em choque, e fiquei observando-o partir, pensando nas infinitas consequências de perder aquele ônibus. Ágil como um falcão, ainda sem perder a velocidade com que virou a esquina, Georgia agarrou meu braço e me puxou, assim me tirando de meus devaneios. Me desequilibrei e quase cai, mas rapidamente me ergui, ainda tropeçando.

Georgia gritava para o motorista, mas o ônibus continuava partindo e aumento a velocidade gradualmente. Eu comecei a desacelerar. Precisava respirar.

— Sophie, vamos! Só mais um pouco. Ele vai ver a gente, nós só precisamos... — Ela fez uma pausa quando percebeu que eu não estava ao seu lado. Olhando para trás, começou a falar outra vez. — Sophie? Qual é o seu problema? É para você correr mais, não menos!

Ignorei-a. Foi só olhar para o horizonte para ter certeza de que o havíamos perdido: ele estava virando à direita, entrando na avenida principal. Apontei para lá e Georgia voltou o olhar para frente outra vez. A ficha ainda não havia caído para ela. Percebendo que seria inútil continuar, eu apoiei meus braços no joelho, me curvando um pouco. Fazia tempo que eu não corria tanto.

Ela começou a andar sem rumo pela calçada, conversando consigo mesma em cochichos. Finalmente, se encostou no muro e respirou fundo.

— Eu não acredito que você fez a gente perder o ônibus no primeiro dia de aula! Acho que estou em um dos meus pesadelos...

— Se você receber um olhar zangado de algum professor, com certeza você vai estar em um.

Ela abriu um sorriso e riu pelo nariz.

— Cale a boca — Disse rindo, logo em seguida. Eu sorri também.

De repente, seu rosto se iluminou e ela tirou o celular do bolso de trás de sua calça jeans. Com um sorriso no rosto, começou a digitar. Em questão de segundos, a aflição de seu rosto havia sumido e Georgia estava andando em minha direção com um sorriso de orelha a orelha estampado no rosto. Digitando com uma mão, pegou no meu braço com a outra e me conduziu para o caminho oposto pelo qual deveríamos seguir.

— Georgia? — Disse, assim que consegui fazer ela soltar meu braço. Eu a seguia pela calçada enquanto, com a cabeça abaixada, ela caminhava. — Onde vamos? E por que está sorrindo?

De súbito, ela parou de andar e se virou para mim, o que fez com que eu quase esbarrasse nela.

— Relaxa, eu solucionei nossos problemas.

— Você é muito estranha, sabia? — Me referi à sua rápida mudança de humor. — O que você acha de me explicar o que está planejando?

— Só me segue, daqui a pouco eu te explico.

Eu conheci Georgia pela internet. Quando minha tia deu a notícia de que mudaríamos para Seaside, fiz questão de pesquisar, em todos os sites e redes sociais possíveis, fotos e referências da cidade. Queria sentir o ar de Seaside mesmo antes de pôr meus pés na cidade. Seaside não é um lugar grande. Muito pelo contrário: tem cerca de 30 mil habitantes. O tamanho dela foi o que fez minha tia a escolher — parte também por ter passado sua infância aqui — afinal, depois de tudo o que havia acontecido, uma cidade menor e mais calma era tudo o que nós duas precisávamos

As informações cedidas pela famosa Google eram superficiais, profissionais de mais. Não conseguia criar uma conexão entre mim e a cidade assim. As histórias que minha tia contava eram antigas, ultrapassadas. Não que ela seja velha, mas sim pelo fato da evolução das cidades ser bem mais rápida do que a pessoas. Eu tinha certeza de que Seaside, assim como todas as outras cidades do mundo, havia mudado nesse período. Busquei fotos e vídeos amadores, de habitantes locais. E foi assim que, no Instagram, encontrei uma foto de Georgia.

Ruiva como eu nunca havia visto antes, não pude deixar de elogiar. Talvez como uma forma de retribuir isso, ela curtiu todas as minhas fotos. Para alguém que conseguia cerca de 15 curtidas em cada foto, aquilo foi incrível. Fiz questão de agradecer por aquilo no privado e assim, começamos a conversar. Um mês após nosso primeiro contato, eu estava a caminho de Seaside com planos de recomeçar. E ela estava no aeroporto, me esperando.

— Chegamos — Ela falou, apontando para uma lanchonete na outra quadra.

— Você não tomou café da manhã? — Eu perguntei, assim que íamos atravessar a rua. — Já são quase nove horas, não vai dar tempo!

Ela guardou o celular no bolso e me segurou, me impedindo de atravessar a rua. Olhou ao redor, dentro da lanchonete, que estava do outro lado da rua, e se virou para mim.

— Vou te explicar aqui para você não passar vergonha lá, okay?

Franzi o cenho. Não fazia a menor ideia do que ela estava planejando. E o que ela quis dizer com passar vergonha?

— Eu consegui carona para gente. Mas quem vai dar a carona é o meu primo.

Ergui as sobrancelhas, tentando fazer com que ela continuasse.

— Ok, e....? Não vi nada de ruim nisso. Na verdade, eu nem sabia que você tinha um primo mais velho.

— Ele é poucos meses mais velho que eu, mas já tem dezesseis. E também já tirou a maldita carteira de motorista, que fica esfregando na minha cara toda vez que nos vemos. — Revirou os olhos ao fazer tal observação. Eu não pude deixar de rir. — Mas o que eu queria dizer é que ele faz parte da gangue dos populares do colégio. — Parou brevemente, riu da expressão que usou e continuou — Aquela gente que todo mundo conhece, sabe? — Outra breve pausa. — Então não comenta nada sobre onde você veio, por que veio, como nos conhecemos...

— Por que? Você não confia no seu próprio primo? Ou ele não é confiável?

— Não é isso que eu quis di... ah, que complicado. Você é muito inocente, Sophie! Primeiro: ele não está sozinho; está com os amigos metidos dele. E segundo: eles não são uma boa influência para você. Para nós. — Ela fez uma pausa, mas retomou — Não quero que pense que eu não gosto do meu primo! Eu amo ele, mas temos objetivos diferentes, entende? E eu não quero sair do meu rumo.

— Mas eu quero me enturmar!

— Não com essa gente, né? — Eu a ignorei e comecei a atravessar a rua. — Sophie, volta aqui!

Ela acelerou o passo e atravessou a rua para me acompanhar. Enquanto atravessávamos o estacionamento da lanchonete, ela cedeu.

— Ok, se enturme, mas não faça nada do que eu te falei. Só por precaução.

— Tabom Georgia, eu já entendi. — Respondi irritada, farta desse assunto.

— Ah meu Deus, eles estão olhando para nós. — Ela falou. Senti um tipo de nervosismo em sua voz.

— Onde...?

— Lá, ó.

 Ela indicou uma mesa discretamente com a cabeça, mas a lanchonete estava cheia. Não consegui ver a qual mesa ela estava se referindo. Percebendo que eu ainda estava procurando eles, ela deu uma cotovelada de leve no meu braço e disse, rindo:

— Está na hora de refazer o exame, né? Seu grau já não é mais proporcional a sua cegueira. — Ela disse, como se não usasse óculos também.

— Ridícula — Respondi rindo, devolvendo a cotovelada.

Só então lembrei que estava de óculos. Tirei imediatamente e os pendurei na camiseta. Uma perna do Ray ban preto dentro da camiseta, a outra fora. Flashbacks da minha escola anterior voltaram a mente. As brincadeiras por eu ter que usá-los. Tentei expulsar esses pensamentos; caso contrário, não conseguiria cumprir com meu novo objetivo de vida, recomeçar.

Georgia, que estava na minha frente, abriu a porta. O sininho que avisa quando os clientes entram ressoou, o que deixou a lanchonete com um ar confortável. No momento em que coloquei os pés naquele lugar, o cheiro de café tomou conta de mim. O som de pessoas conversando, o cheiro refrescante de manhãs, a música de fundo, tudo colaborou para que o lugar fosse agradabilíssimo, mesmo à primeira vista.

 Bem como o esperado de Georgia, assim que entramos, ela lançou um olhar panorâmico pela lanchonete, como se procurasse os meninos — mesmo já sabendo onde eles estavam. Vi, lá no fundo da lanchonete, uma mão erguida. Assim que os vi, paralisei. Era um garoto loiro, tão claro quanto Georgia. Cabelo um pouco bagunçado, mas mesmo assim, cativante. Sorriso singelo, mas que iluminava tudo o que estava a sua volta. Aquele era o primo de Georgia, arrisquei. Ao seu lado, estava um garoto moreno, com um cabelo que parecia um estilo tigela moderno, algo que imaginei que não ficasse bom em ninguém. Até o ver. Suas bochechas eram um tanto quanto coradas, o que fez com que fosse ainda mais fofo.  Na frente deles, outro garoto loiro, mas com cabelo cacheado. Não era tão bonito quanto dos outros, mas parecia tão simpático quanto. Ela imediatamente olhou para a mesa deles e os cumprimentou ao longe, já caminhando naquela direção.

Eu a segui, cheguei perto de seu ouvido e, discretamente, cochichei.

— Por que você não me falou que eles eram tão bonitos?

Ela riu baixinho — como se concordasse — e, enfim, disse:

— Então coloque seus óculos. — Com um sorriso singelo, completou — Fica mais bonita com eles.

Eu pensava exatamente o contrário, mas acabei o fazendo. Ambas com óculos e sardas. Agora sim parecíamos uma dupla de nerds. A diferença é que Georgia é uma nerd bonita, atraente. Tem seu diferencial — o cabelo, que mais parece fogo —, sua atitude e forte personalidade. Quando a mim, eu era só eu mesma. Uma garota tímida com cabelos escuros e pele e olhos quase transparentes. Uma albina morena, como costuma dizer minha tia.

Ambos os garotos se levaram, afim de nos cumprimentar. O garoto moreno a cumprimentou com um beijo na bochecha, assim como o loiro com cachos. Mas o outro garoto loiro a abraçou. Foi aí que tive certeza de que eles eram primos.

— Sophie — Ela disse, finalmente olhando para mim — Esse é Jaeden Lieberher, meu primo ridículo que eu tinha comentado sobre. — Colocou sua mão sobre o ombro dele, que revirou os olhos, rindo. Apontou para o moreno — Esse é Finn Wolfhard— Passou na frente de Finn e Jaeden e chegou no último garoto. — E esse é Wyatt Oleff, o único que se salva do grupo.

Jaeden riu pelo nariz, levando a mão à boca logo em seguida, tentando controlar a risada. Finn nem sequer tentou escondê-la.

— Coitada, não faz a menor ideia do que ele faz quando está com a gente. — Finn disse em meio a risadas, se dirigindo à Jaeden, que concordou com a cabeça, ainda rindo.

— Ei! — Comentou Wyatt, rindo também. Conseguiram, ainda sem falar comigo, provar o quanto são divertidos.

— Essa é a Sophie, minha amiga que eu comentei. — Georgia falou, me indicando com a mão.

Jaeden disse “prazer em te conhecer” segundos antes de beijar minha bochecha. Assim que se afastou, respondi baixinho “o prazer é meu”. Os outros dois repetiram o processo.

—Está faltando gente na quadrilha hoje, não? — Escutei Georgia falando baixinho com Jaeden, seu primo, enquanto eu cumprimentava Wyatt.

— Pois é — Ele respondeu — O Jack resolveu aparecer na primeira aula. — Ela franziu a sobrancelha, incrédula. Jaeden completou, logo em seguida. — Eu sei, também achei estranho.

— Vai dizer que você é nerd igual a Georgia — Finn falou, fazendo com que eu me virasse para ele, perdendo, assim, o resto da conversa entre os primos. Eu não entendi se era uma pergunta ou afirmação.

— É, e você não vai levar ela para o mal caminho —Georgia disse, antes mesmo de eu pensar em uma resposta. Simplesmente entrou na conversa, dando as costas à Jaeden.

— Você precisa parar de ser tão... certinha. Parece depressivo. E você fica levando seus amigos para o buraco da depressão junto com você. — Finn falou.

— Na verdade, eu acho que ela está mudando. Começou o semestre daquele jeito. — Jaeden disse, rindo. —Já está matando aula no primeiro dia....

Todos eles concordaram, debochando. Ela balançou negativamente a cabeça, rindo, como se dissesse “com certeza”, ironicamente.

— Na verdade, a gente perdeu o ônibus por minha causa — Falei, abaixando a cabeça, como se me redimisse. Estava com uma sensação ruim. Sensação de culpa.

— Ah, ela é das nossas! — Jaeden disse, passando a mão por cima do meu ombro. Finn deu tapinhas de parabéns em minhas costas, enquanto Wyatt, rindo, se sentava.

Wyatt deu tapinhas no banco ao seu lado para mim me sentar. Eu o fiz, enquanto faziam muitas perguntas e davam as costas para Georgia. Me sentei entre Finn e Wyatt. Pude ver que, de relance, ela não conseguiu segurar o riso, vendo o quão rápido me enturmei com os garotos. Rindo pelo nariz, se sentou em minha frente, ao lado de Jaeden. Parece que, pensando racionalmente, ela tenta se afastar eles, mas sabe que seu coração diz o contrário. Afinal, era nítido o quão feliz ela ficava perto deles.

O garçom veio trazer os pedidos dos garotos — cafés e cappuccinos —, que já haviam pedido antes de chegarmos.

— Vocês não vão pegar nada? — Perguntou Wyatt, preocupado, franzindo o cenho. Nós duas negamos imediatamente. — Sério? Eu pago.

Georgia negou novamente, explicando que tomamos café em casa e não perdendo a oportunidade de falar o quanto eles eram irresponsáveis e desorganizados por não fazerem o mesmo.

Olhei de relance para o relógio estilo retro na parede da lanchonete e constei que a aula havia começado há alguns minutos: eram 9:05. Eu queria ir agora para tentar entrar antes do segundo sinal. Afinal, não é nem um pouco conveniente chegar atrasada na primeira aula do ano, mas eu estava de carona, não podia contestar. Apesar de que a companhia deles fez com que eu não só tivesse uma boa expectativa do dia, mas também me sentisse bem melhor em relação a toda essa vida nova.

— Então, vocês também não iriam conseguir chegar na primeira aula? — Disse, numa tentativa falha de puxar assunto.

Finn e Jaeden se olharam e ficaram sem reação, rindo e olhando ao redor, como se procurassem palavras. Finn finalmente disse num tom baixo, se aproximando de mim.

— Digamos que nós estamos perdendo a primeira aula propositalmente.

Georgia, com os cotovelos sobre a mesa, apoiou sua cabeça na mão direita.

— Eles estão gazeando aula, Sophie. — Ela finalmente disse, suspirando, em sinal de reprovação.

— E você também está — Jaeden retrucou, bagunçando os ruivos cabelos dela.

 

[...]

 

Assim que os meninos terminaram de tomar café — às 9:30 —, nós duas saímos e fomos esperar no carro enquanto eles pagavam. Com a chave na mão, Georgia destrancou uma bela BMW X6 preta.

— Uau — foi só o que eu consegui dizer. O carro era simplesmente enorme.

— Adoro o fato de você se surpreender fácil desse jeito — Ela falou, abrindo a porta da frente do carro. — Quer vir aqui?

— Não, vai você. Faz mais sentido você ir na frente com ele. — Completei, logo em seguida, mesmo que a ficha ainda não tivesse caído que ela tinha um primo da nossa idade. —Você que é a prima, não eu.

Ela deu de ombros, entrando logo em seguida. Eu entrei também. O cheiro ainda era de carro novo. Sentei no banco atrás dela e tirei o celular da bolsa. Eu estava desbloqueando para checar minhas redes sociais quando Georgia comentou.

— Percebi que você gostou deles.

Ela apoiou a cabeça na janela e ficou olhando para o horizonte, refletindo. Eu sorri, concordando mentalmente.

— E tem como não gostar?

Ela disse um “pois é” insípido. Pensei duas vezes, mas eu precisava falar isso.

— Eu não sei o que aconteceu para você ter.... quase um trauma deles, ou se você simplesmente está cortando todo o tipo de diversão existente em sua vida. Mas eu posso dar minha sincera opinião? Juro, não vou dar lição de moral nem nada, isso é função dos seus pais, tanto que nem daria tempo agora.

Ela respirou fundo, em sinal de aprovação, já sabendo o que viria pela frente. Tentei ter algumas conversas do tipo com ela nas férias. Ela está se excluindo de todos cada vez mais.

—Você deveria ser mais maleável com eles. Talvez um pouco de diversão seja até bom para você, já que alivia o estresse.

— Mas você sabe que não vai ser fácil entrar na faculdade que eu quero...

— Então quer dizer que todos os milhares de alunos que estudam lá não têm amigos, não vão em festas, não se divertem?

Assim que eu acabei de falar, Jaeden abriu a porta do motorista e entrou no carro, pedindo desculpas pela demora. Wyatt e Finn entraram no carro também, cada um por uma porta. E mais uma vez, eu fiquei no meio.

Mexendo na central multimídia do carro e no celular, Georgia conectou seu celular por bluetooth, com o intuito de colocar uma música — mesmo antes de Jaeden dar partida no carro.

— Nem vai pedir minha autorização para isso? — Jaeden disse, a provocando. — O dia que você comprar um carro, você conecta. — Disse, tentando tirar o celular da mão dela.

— Para! — Rindo, ela disse — Relaxa, vou colocar uma música que todo mundo gosta.

— Você nem sabe meu gosto musical...

— Eu sei que você gostava, até pouco tempo atrás, da música de abertura das Winx.

O rosto claro de Jaeden tomou rapidamente uma coloração avermelhada. Abriu a boca, mas acabou por não dizer nada. Finn se engasgou de tanto rir e Wyatt colocou mão na barriga, como se doesse devido à risada. Após várias tentativas falhas de mudar de assunto e fazer com que os meninos parassem de rir, apressou Georgia para que colocasse, o mais rápido possível, uma música.

Ouvimos I’m the one — Justin Bieber durante o percurso até o colégio, que durou menos de três minutos de carro. Todos nós conversamos bastante. Porém, fiz exatamente o que Georgia falou: não comentar muito sobre a vida pessoal. Só por precaução.

 


Notas Finais


Capítulo grandinho e meio demorado, mas é isso!
Pretendo postar a cada duas semanas (mas claro que a chance de eu manter isso até o final da fic é mínima kk).
Espero que tenham gostado. Caso isso aconteça, comente qualquer coisinha! É rápido e me incentiva muito a continuar. Obrigada por ler!
xx


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