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História Recomeçar - Capítulo 13


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Notas do Autor


VOLTEEEEEEEEEEI
É isso mesmo, a fênix renasceu (mesmo que tenha demorado uajsdujasdu)
mas olha IMPORTANTE AQUI
para o capítulo 14 (amanhã vai ser postado) é importante que vcs deem uma olhadinha no capítulo 1, fiz uma alteração lá. Não afeta muuuuito a história, mas seria bom pra não ficar tão estranho ausjdusujd
sem mais delongas
BOA LEITURA <3

Capítulo 13 - Theories and Conversations


Anteriormente em Recomeçar

– Se ela está usando Myriad, quero ver com meus olhos. Além disso, você, na Fortaleza, soa apocalíptico.

– Então, deixe que a carona seja por minha conta. – Lex entrega para Lena um controle para um portal em que ela facilmente chega na Fortaleza; o que ela não esperava era que alguém ou alguma coisa a seguisse.

[…]

Fortaleza da Solidão

Quando Lena chega na Fortaleza, o que ela mais temia estava acontecendo: que Lex talvez estivesse certo sobre Kara. Mas ela não ia deixar as coisas assim, tinha de ter uma explicação.

– Você está usando Miríade?

– Lena! – Kara corre para dar um abraço na morena que não resiste e a abraça de volta, fechando seus olhos por estar em seu lugar favorito. – O que faz aqui?

– Você… havia dito que era proibido usar o Miríade. Por que está usando?

- Há pessoas desaparecidas, dúzias presas na RV da Obsidian. Preciso encontrá-las.

– Você sabia que há outros modos de achá-las? Eu posso ajudar.

– Lena… talvez Lex esteja por trás disso. Eu tenho algumas suspeitas de que ele esteja envolvido com o Leviatã. Você precisa acreditar em mim. Eu já errei muito com você Lena, principalmente, ocultando as coisas. Não vou cometer o mesmo erro novamente. Não tenho provas ainda, por isso preciso achar essas pessoas e saber o que houve com elas.

– Kara, se você continuar a usar o Miríade... meu projeto… eu não vou conseguir terminá-lo. E eu estou tão perto. Por favor, eu ajudo você a procurar essas pessoas…

– Lena…

A morena então se aproxima de Kara e acaricia seu rosto, deixando um beijo suave em seu nariz e tirando um sorriso da super-heroína.

– Confia em mim. Eu preciso voltar, Lex estava me esperando, mas por favor… pensa em mim? – Com esse pedido e um selinho roubado, Lena aperta o botão e um portal se abre para então ela voltar.

Enquanto isso, nossa super heroína estava relutante em continuar com plano ou dar uma chance à Lena e procurar outro meio de encontrar as pessoas desaparecidas, contudo, enquanto Kara estava em seu debate interno, uma criatura camuflada tenta abrir uma porta que tem na Fortaleza.

Kara consegue empurrar a criatura para longe, mas não no tempo suficiente da porta não se abrir, fazendo com que um devorador de sol que estava preso de liberte e nossa super-heroína acaba desmaiando.

[…]

Fora do planeta, J’onn e M’gann procuravam uma maneira de deter o devorador de sol. O alien que havia fugido da Fortaleza.

– O explosivo deve reduzi-lo a um tamanho que podemos conter.

– Se eu conseguir detonar por dentro, – J’onn completa a ideia de M’gann – consigo saturá-lo. Como água no fogo.

– Eu tenho fé em você, J’onn J’onzz.

E então, J’onn se aproxima do devorador para tentar implantar o dispositivo, contudo, algo dá errado e J’onn é expulso de dentro do devorador desacordado. Megan, que observava tudo de longe, se apressa em pegar J’onn deixando a bomba escapar.

Ou não.

Alguém usando o Lexsuit aparece e segura a bomba antes que ela caísse no sol. É então que Kara revela seu rosto para os dois marcianos.

– Alguém viu um devorador de sol por aqui?

– Achamos que tem como reduzi-lo, detonando-o em seu centro. – J’onn explica o plano.

– Sorte que este traje tem os próprios explosivos.

Kara atira o explosivo na direção do devorador, para logo em seguida, disparar mísseis em sua direção. Desta forma, os mísseis abriram passagem para bomba que fez o seu trabalho e diminuiu o devorador.

[…]

Após o combate ao Devorador de Sol.

– Tentamos encontrar sinais do Leviatã. Não há rastros, sinais ocultos ou radiação. Até o elevador desapareceu. – Alex informa ao entrar na Torre.

– J’onn está rastreando qualquer sinal do Leviatã. – M’gann diz.

– Mas nem sabemos se a sede deles é em National City desta Terra. – Nia completa.

– O que sabemos é que o Leviatã revida rapidamente após uma derrota. – Alex diz.

– Brainy podia ter nos dado outra chance com aquela Morae. – Supergirl complementa – Eu ainda não consigo entender como a Lena apareceu na Fortaleza. – Kara queria muito conversar com Lena e queria também contar para os demais sobre o plano com sua amiga/namorada, incluindo Alex que não sabe tudo ainda. Mas nossa super heroína sabe o quão arriscado é.

– Miríade é um gatilho para Lena, talvez a chegada dela tenha sido coincidência. – Alex tenta explicar.

– Como foi uma coincidência o Lex ter sido herói e salvado todos os comatosos no mesmo dia em que Leviatã tentou destruir o Sol? Não, onde há fumaça, há um Luthor.

– Não temos razão para pensar que Lena esteja envolvida. – Alex rebate, enquanto Nia olha assustada para Kara esperando a resposta.

– Eu não acredito que Lena esteja envolvida com o Lex, mas sim que ele possa estar usando Lena por algum motivo. – Kara decide revelar uma parte dos seus planos e sua teoria. Alex pega o gancho entendendo o que a irmã estava querendo dizer.

A Danvers mais velha se move para o computador digitando o resultado de sua investigação própria: Rama Khan.

– Mas ele não é visto na Terra a anos... – Nia rebate.

– Posso monitorar sismos anormais até J’onn voltar. – M’gan se prontifica.

– Acontece que Rama Khan não é o único membro do Leviatã, melhor pesquisar outros.

– Como faremos isso sem o sistema do DOE? – Nia pergunta.

– Kelly mencionou um amigo militar especialista em semiótica e iconografia e atualmente ele é arquivista na Biblioteca do Congresso dos EUA. Vou pedir a ela para falar com ele, talvez possa ajudar.

– Vou ficar aqui e tentar sonhar com a sede do Leviatã.

[...]

Apartamento de Lena

Lena estava tomando seu whisky de sempre, quando Kara aparece pela sua janela. A Luthor mais nova apenas olha para a loira decidindo se o terreno está seguro ou não.

– Lee...

E era tudo que a morena precisava. Deixou o copo de lado e correu para os braços da super, que a abraçou com força.

– Me desculpa por usar o Miríade sem antes falar com você.

– Tudo bem... eu entendo que você fez o que achava certo. – Lena se afasta um pouco, apenas o suficiente para olhar para Kara.

– Não. Toda vez que algo nos envolve, eu não posso pensar assim porque acabo te machucando e eu juro, Lee, a última coisa que eu quero é te machucar.

Kara deixa um selinho na boca da morena que sorri.

– Eu sei, Kara... eu sei... Você está bem?

– Eu sou a garota de aço! – Kara brinca. – Mas sim, estou bem.

As duas se entreolham sorrindo, contudo, o telefone de Lena toca interrompendo o clima entre as duas. Era Lex, informando que aconteceu um incidente na prisão.

– Kara... eu preciso ir. Mas, por favor, podemos conversar mais tarde?

– Claro, Lee. Eu também vou investigar o Leviatã. Estou cada vez mais perto de confirmar a relação entre Lex e Leviatã.

– Sim, eu também. Lex quis ir para a Fortaleza quando você usou o Miríade, porém, eu disse a ele que eu iria.

­– Certo, isso faz ainda mais sentido. Vai, minha cientista. Vai resolver sua pesquisa.

[...]

Prisão dos Luthors

– Ele teve um surto durante o blecaute? – Lex pergunta.

– Não, algo está interferindo na diretiva Non Nocere dele.

– Acha que a sua superamiga ter usado o Miríade teve algo a ver com isso?

– Cogitei a possibilidade, mas chequei. Não teve tempo de o Miríade interferir em algo.

– Ainda assim, minha vontade é entregar guiozá de kryptonita para ela. – Lena quis bater nele só de pensar no irmão machucando Kara. Estava sendo cada vez mais difícil para ela manter as coisas no superficial. Enquanto os irmãos Luthors examinavam Klaus, Steve entrou no centro médico da prisão.

– Sr. Luthor, não sabia que também estaria aqui. Que honra.

– E eu não fazia ideia de que você... existia.

– Este é o Steve Lomelli. Pedi a ele para vir. – Lena explica. – Estava com Klaus quando ele mudou, mas a diretiva do Non Nocere do Steve está intacta.

– Então foi um incidente isolado. Ótimo. Devemos reajustar as frequências das Ondas Q e isso deve reestabelecer Non Nocere. Não se preocupe. Fiz o Sol ficar vermelho, podemos reparar um preso problemático.

Lena não consegue esconder seu descontentamento quando Lex tira a atenção dele e foca no presidiário. E logo ela bola um plano para encontrar com Kara e contar as coisas que suspeita.

[...]

Biblioteca do Congresso dos EUA

– Então esse é amigo militar que Maléfico personificou?

­– Sim, mas é o Pete verdadeiro, Kelly o adora.

– Você deve ser a Alex. – Pete aparece ao encontro das irmãs e estende a mão cumprimentando.

– Oi.

– Kelly falou muito de você quando ligou.

– Muito obrigada por nos receber. Pete Andrews, esta é Kara Danvers, minha irmã.

– Oi, é um prazer. – Kara estende a mão para cumprimentar Pete.

– Da CatCo! Sou um grande fã. Seu uso de sintaxe e linguagem figurativa é sublime, sugere conhecimento profundo da linguagem não limitado ao inglês moderno.

– Ah... obrigada. – Kara agradece sem jeito.

– Passou muito tempo em países estrangeiros?

– Não, somos de Midvale. Mas, no momento, me sinto meio Eliza Doolittle. – Kara se empolga fazendo uma imitação, mas logo volta em si.

– Desculpem. Ossos do ofício de linguistas. Não consigo parar. Kelly disse que precisa de ajuda para achar um símbolo peculiar.

– Sim, pertence a uma organização perigosa que estamos rastreando.

– Queremos achar qualquer evidência dela na Terra. – Kara complementa. – Edifícios, templos, o que puder nos dar sua localização atual. Achamos que ela está por trás do evento solar. Se chama Leviatã.

– Leviatã? Ouvi falar, mas apenas como um mito.

– Podemos garantir que é bem real e muito perigosa.

– Acho que sei por onde começar.

[...]

– Em 1752, uma série de agroglifos apareceu na Grécia semanas antes de uma praga de gafanhotos destruir a região.

– O símbolo é similar, mas um pouco diferente. – Kara pontua analisando o material.

– Símbolos, assim como as línguas, evoluem com o tempo. Mas todos têm o mesmo DNA. Vejam só. “Macedônia, 567 d.C.”, “Baviera, 1134 d.C.”. Todas as vezes que este símbolo apareceu, houve uma catástrofe.

– Deve haver um jeito de usar este padrão para prever onde Leviatã está agora. – Alex diz.

– Temos uma sala de coleções especiais. Talvez tenha mais informações. Vou obter acesso. Já volto.

E assim, Pete sai deixando as irmãs sozinhas por um tempo enquanto tentam pensar em alguma outra solução para encontrar Leviatã.

– Quer saber? Estou começando a entender. O desejo de viver em uma nova realidade, em um mundo um pouco menos complicado.

­– E isso tem a ver com a Lena?

– Talvez fosse maravilhoso viver em uma realidade em que os nomes Luthor e Super não tenham tanto peso. Eu só quero ser feliz com ela, Alex. As coisas entre nós estão caminhando, mas até que ponto? Daqui a pouco vai aparecer outra coisa que afaste a gente e os nomes sejam mais fortes. Me sinto em Romeu e Julieta e o fim deles não é lá essas coisas. – Kara termina seu desabafo exasperada. O amor da Super por Lena é muito forte, mas até ela tem seus momentos de fraqueza.

Alex abre a boca para falar algo, mas o telefone de Kara toca interrompendo a Danvers mais velha.

– William, o que foi?

Analisei o vídeo de Margot Morrison. Achei algo que vai querer ver.

– Já estou indo. – Kara desliga o telefone e repassa para Alex o que William falou.

– Vá. Ficarei com o Pete.

­– Obrigada.


Notas Finais


That's all folks!
Até amanhã <3


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