História Recomeçar - Capítulo 11


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Notas do Autor


Obrigada por tudo meus amores!
Ótima leitura meus amores!

Capítulo 11 - Capítulo 10: Ninguém precisa saber


Fanfic / Fanfiction Recomeçar - Capítulo 11 - Capítulo 10: Ninguém precisa saber

Capítulo 10: Ninguém precisa saber


____Lucy On____



– O que você irá fazer, loirinha? – Natsu fala bem pertinho da minha orelha dando uma leve mordida no local.

Eu fiquei sem resposta e também não deu tempo para que eu pudesse respondê-lo, pois a pequena começou a chorar e Natsu alivia a pressão que exercia sobre mim e se afasta de mim.


– Tenho que olhar a Eliza. – Ele fala sorrindo travesso e eu desvio o meu olhar do dele com vergonha.

– Depois eu lhe dou sua resposta. – Falo baixo ao seguir os passos do rosado, mas mantendo uma certa distância dele.

Eliza chorava na cesta, acho que ali era muito apertado para uma criança de quase um ano de idade. Natsu tira a pequena de lá e sobe para o quarto principal.

– Lucy você pode encher a banheira de água morna para mim? – Ele pergunta enquanto subimos.

– Claro.


Fiz o que ele pediu e lá eu vejo o rosado dar banho na bebê e em seguida eu vejo ele colocar a fralda e vestir um vestidinho bem confortável nela e colocá-la para dormir.


– Você dará um ótimo pai. – Sussurrei e Natsu sorriu.

– Você daria uma ótima mãe se não se prendesse tanto. – Ele sorriu.


Não demorou para Natsu sair do quarto e descer as escadas. Eu me sentei na poltrona do papai que tinha no quarto e fiquei pensando no passado. Logo a pequena começou a chorar.

– O que eu faço? – Sussurrei aflita.

Acho que era fome. Provavelmente deve ter leite naquela mochila. É leite! Peguei a pequena nos braços e desci, um pouco enjoada.

Quando eu cheguei na cozinha eu vi um bilhete de Natsu:

  Fui conhecer os arredores.
Natsu.”

Respirei fundo. É Lucy, parece que só tem você e essa pirralha em casa, o jeito é você se virar. Fiz o leite e coloquei na mamadeira dei para ela que logo adormeceu.

– Que estranho geralmente as crianças desta idade são bem inquietas. – Falei ajeitando ela na cama. – Acho que deram algo para essa menina ficar assim, logo passa.

Dei de ombros e me joguei na poltrona. A minha cabeça ficou a mil por hora depois da cena mais cedo com o rosado. Mas, agora, também rodava outras cenas com ele.

Eu precisava urgente me acalmar, peguei uma toalha no guarda-roupa e entrei no banheiro direto para debaixo d'água fria para colocar os pensamentos em dia, acho que até esqueci que a porta aberta.

*Bem, o Natsu vai demorar mesmo.*

(P/Lucy: Lucy você não pode se apaixonar de novo por aquele babaca.)

.

.

.


___Natsu On___



Certas coisas são melhores deixar no passado. – Essa frase vinha a todo momento na minha mente desde que eu reencontrei com a Lucy.

Mas, esta situação está me matando lentamente, eu não aguento ter que viver ao lado da mulher que eu amo sem poder tocá-la, sem demonstrar ou poder dizer isso a ela todos os dias.

*Maldito seja o dia em que eu me apaixonei por Lucy Heartfilia!*

--- Flashback On ---

Natsu sempre via aquela loirinha que passava ajeitando os inúmeros escritórios do prédio quando ele vinha de companhia com sua mãe para ajudá-la em algum caso. Se fosse por ele seria um doutor ou um advogado, mas logo que começou a ajudar sua mãe na Agência Fairy Tail Detective's o rosado se apaixonou pelo que ela fazia e decidiu que um dia faria aquilo também.

Com sua mãe estava muito doente, Natsu prometeu a ela que encerraria o caso que a mesma trabalhava há meses e que ainda não tinha nenhuma solução e foi nesse sem querer que ele conheceu Lucy.

Com uma semana de trabalho ele soube que ela estava trabalhando temporariamente no laboratório com Laki, no setor de Pesquisa e Desenvolvimento.

Foi por um impulso de conhecer a garota e por precisão para o caso que ele foi até o laboratório. Porém elas estavam tão concentradas que não haviam visto ele e numa tentativa de chamar a atenção ele passa o lápis na nuca de Lucy que bate nele com o teclado, fazendo a superior gargalhar muito.

– Me desculpa. – Ele se curvava rápido enquanto pedia desculpas a ele e a supervisora.

– Calma Lucy. – Laki ria alto. – O que você quer?

– Analisar isso aqui.

– Tem pressa.

– Tenho.

– Certo espere um pouco. – Ela pegou a amostra com ele. – Lucy vá pegar um teclado novo no almoxarifado.

– Sim senhora. – Ela saiu.


Depois desse dia Natsu resolve provocar a loira toda vez que ele a ver. O que acabava em confusão toda vez que eles se viam.

Em um belo dia, Mira e Laxus tranca os dois baderneiros numa sala e lá como o de costume eles tiveram uma discussão, mas desta vez foi diferente antes do final da discussão Natsu surpreendeu a loira lhe roubando um beijo que virou um beijão.

Como dois adolescentes que eram na época eles acabaram iniciando um namoro escondido de todos por mais de um mês. Lucy contou a Natsu sobre o acordo de seu pai com o dono das redes Euclife's.

Natsu não queria perder a loira, a amava demais para deixar ela ir. Então eles planejam fugir no dia que a mãe de Natsu fosse transferida de hospital. Os pais dele tinha concordado ajudar os dois jovens, estava tudo pronto. Até que...

–Temos que tranferir sua mulher hoje, senhor Dragneel. – Disse o médico sério. – O quadro dela evoluiu muito para mantermos aqui.

Foi tudo tão rápido tudo mudou tão de repente, que os planos tiveram que ser adiantados. Natsu tentou ligar para a jovem só que seu celular tinha sido cortado, ele ajeitou tudo rápido e ainda tentou ir na casa dela, porém ela não estava lá.

Por Natsu, ele ia até o inferno para regatar e levar a loira com ele. Mas ele fora impedido por seu irmão mais velho, Zeref. Que não deixou ele ir atrás e ainda deu um calmante para Natsu dormir a viajem inteira. Quando o rosado se acordou ele ficou puto com o irmão e até parou de falar com ele por um tempo.

Um ano mais tarde, quando o rosado ia atrás do seu grande amor ele soube que Lucy tinha se casado com o Eucliffe, o que o deixou triste. Então ele se focou na faculdade de Engenharia da Computação e no seu emprego de Detetive virtual.

E quando Laxus o chamou para voltar e trabalhar na agência, Natsu  nunca imaginaria que a sua parceira seria ela.

--- Flashback Off ---



Saí de casa para pensar um pouco, aquilo que Lucy havia me dito enquanto dormia, gritava na minha cabeça, junto com o nosso passado.

*“Eu ainda não te esqueci Natsu.”*.

Encontrei uma pracinha perto de casa. Me sentei no banco de madeira e deixei um suspiro de dúvida escapar entrando em conflito comigo mesmo.

Porque a paixão que eu havia guardado reapareceu junto com a vontade de querer reconquistar a loirinha de qualquer maneira.

– Eu não posso fazer isso. – Eu dizia para mim mesmo.

– Mas você quer. – Uma parte de mim se manifestou.

– Ela é casada seu idiota. – Outra parte minha falou alto.

– Sim, mas ela é infeliz. – Outra parte protestou.

– Natsu Dragneel! Decida o que você quer. – A minha parte séria foi quem falou dessa vez. – Ou você conquista ela nesse tempo que estão longe de casa ou a deixa ir para sempre nas mãos daquele bandido.

– Para sempre nada! – Gritei para mim mesmo. – Eu vou lutar para reconquistar pelo menos o carinho dela.

Voltei para casa. A casa estava silenciosa, provavelmente ela está assistindo alguma coisa no outro quarto. Peguei uma toalha e me despi para entrar no banheiro do quarto principal.

Foi aí que eu vi a loira saindo só de toalha da banheira, eu me perdi naquela visão e avancei um pouco para tentar falar e ela recuou.

Eu fiquei de frente para ela e quando eu ia avançar novamente, sem querer eu acabei pisando no sabonete e caí junto dela na banheira cheia d'água. E na queda o nosso corpos se encostaram, e que sensação gostosa foi aquela, e eu fiquei por cima dela.


– Mas você é um pervertido mesmo! Natsu! – Ela esbravejou.

– Eu não tenho culpa. – Falei tentando não provocá-la. – Eu não sabia que você estava no banho.

– E porque você não bateu na porta?

– Porque ela estava aberta.

– Droga. – Falou baixo com raiva. – Você devia ter voltado ao quarto quando me viu só de toalha, mas não fez foi avançar em cima de mim como um lobo avança em cima da presa.

– Eu não tive essa intenção.

-Sei. – Ela me olhou com raiva. – Pensa que eu não sei que você gosta de me ver nua. – Ela gritou e tapou a boca logo em seguida.

Eu corei com a afirmação e vi que a Lucy estava no mesmo estado que eu.

– Agora você quer fazer o favor de sair de cima de mim? – Ela gritou ainda envergonhada.

– Me desculpe. – Falei corado e me sentei na banheira.

– Tudo bem. – Ela falou se sentando de frente para mim e sem pareceber que ambos estávamos nus. – Natsu eu acho que tem alguma coisa de errado com a bebê.

– Como assim?

– Ela quase não comeu, chorou fraquinho e dormiu o tempo todo desde que você saiu.

– E não é isso que os bebês fazem? –  Questionei.

– Claro que não! Seu tapado isso é só quando eles são novinhos e ela tem quase um ano.

*Lucy pode odiar crianças, mas como ela não deixa de ser tão atenta e saber dessas coisas de filhos?* – Me perguntei.

– Então é melhor levar ela para o hospital.

– Certo.

Ela saiu do banheiro e eu tomei um banho gelado para dispersar aquele calor e a ereção que começava e se formar. *Que droga Natsu!*



Continua...?


Notas Finais


Até a próxima!
Obrigada pelas vizualizações, pelos favoritos e comentários!

Beijinhos Docces!!!


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