História Recomeço - Capítulo 10


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Simón
Visualizações 114
Palavras 1.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


¡Holaaaaaaaa! Como está?
Preparados para esse capítulo?
O que acham que aconteceu com a Luna?
Se preparem!!!
Boa Leituraa❤

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Recomeço - Capítulo 10 - Capítulo 10

Pov. Âmbar.

16h00min.

Já eram 16:00 e até o momento não sabiamos nada da Luna. A sensação ruim em meu peito não voltou a aparecer, mas minha preocupação não diminuiu. Tudo que mais queria naquele momento era encontrar a minha prima, minha melhor amiga.

Pouco tempo antes, quando acordei do coma, tudo que eu queria era paz, tudo que eu esperava era conseguir recomeçar longe da Âmbar que eu já fui e que fez tanto mal a tanta gente, mas alí parecia que nunca iria conseguir fazer isso. Quando pensava que as coisas estavam se arrumando, algo acontecia e acabava com tudo. Dessa vez o que destruiu tudo foi eu ter contado pra Luna o que eu fiz para prejudica-la. Não a culpo, pois sei que a culpa foi totalmente minha, eu nunca deveria ter feito o que fiz. Além de tudo tem a Sharon. Ela jurou que voltaria e eu não acho que essa promessa tenha sido vazia, tenho certeza que ela vai voltar e que o sonho que eu e Luna tivemos tem a ver com a volta dessa mulher. Ninguém tem noção do quanto me arrependo por cada coisa que fiz por ela, pra tentar agradar a única pessoa a quem eu chamava de família, sem ao menos perceber o quão usada, burra e cega eu estava sendo. Agora tenho que lidar com as consequências de ter sido tão cruel e tão estupida com a minha única família de verdade. A Luna. Ela sim é minha única família.

20h00min.

Mais quatro horas se passaram e nada. Luna não atende o celular para ninguém, nem mesmo para Mônica e Miguel, que tivemos que avisar.

Eu já havia desistido de tentar ficar calma. Minha preocupação aumentava a cada minuto e tudo que eu mais queria era que Luna entrasse por aquela porta bem e salva de qualquer perigo que possa estar correndo.

Todos estavam na sala de estar da mansão. Nina, Gaston, Matteo, Simón, sr. Alfredo, que veio ver a neta e acabou sabendo da situação, Mônica e Miguel, Amanda e eu. Matteo não conseguia fazer nada se não chorar em silêncio ao lado dos dois melhores amigos, Nina e Gaston, que também tentavam se manter calmos. Simón, como melhor amigo de Luna, não sabia mais o que fazer, também estava acabado com a possibilidade de ter acontecido algo com a amiga, mas ele tentava se manter forte por mim, eu via isso nos olhos dele.

Alfredo conversava com Mônica e Miguel, o casal estava passando esse final de semana no litoral da Argentina e se desesperaram, chegando aqui 2 dias antes do previsto de sua volta.

Todos estavam muito preocupados e o principal: Ninguém fazia ideia do que deu na Luna pra ela fazer o que estava fazendo.

23h00min.

Mais três horas. Mais três horas se passaram e nada da Luna aparecer, então resolvi fazer o que a muito já devia ter feito: Ir ao quarto dela e ver se tinha algo.

Todos estavam muito tensos, mas pelo horário, Matteo, Nina e Gaston tiveram que ir embora, ficando apenas eu, Simon, o senhor Alfredo e os Valente. Já que Simon estava dormindo no sofá ao meu lado e o resto do pessoal ja havia se recolhido, eu levantei no maior silêncio possivel e fui em direção as escadas, subindo rápido e indo até o quarto de Luna.

Abrir aquela porta e não ver ninguém alí foi horrivel. Senti toda a culpa pesar em meus ombros. Eu não sabia o que tinha feito Luna sumir assim, mas sei que muito disso é culpa minha.

Entrei no quarto e me deparei com uma cama totalmente revirada, a penteadeira de Luna totalmente desarrumada e com as coisas espalhadas, assim como sua escrivaninha. Resolvi ir até o seu closet. Roupas jogadas para todos os lados, sapatos faltando, os patins dela desorganizados e percebi que o preferido dela, a replica perfeita do que eu distuí, não estava alí. Ela levou.

Sai do closet e fui olhar as comodas que ficam ao lado de sua cama e, finalmente, encontrei algo que realmente ajudaria.

Um bilhete, com o meu nome. Luna havia deixado um bilhete para mim.

"Âmbar.

Provavelmente quando achar esse bilhete já vou estar longe e se está lendo isso é por que tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida. A Sharon está atrás de mim. Ela vem me seguindo desde o dia da sua alta e eu tive que ir. Tenho que afasta-la de todos vocês, todos correm perigo com ela por perto e eu jamais me perdoaria se ela fizesse algo a vocês por minha causa. O ano está acabando, não estou nem ai para o Blake, minhas notas estão boas o suficiente para já ter passado de ano, I que realmente me importa é você, Matteo, meus pais, nosso avô e Simón, então para manter todos bem eu estou indo para o México e não sei nem quando e nem se volto. Avise aos outros para terem cuidado e... Fica tranquila, eu te perdoei e quero que saiba que amo você como minha Irmã.

Um beijo.

Luna."

Meu coração se apertou. Luna corre perigo e fugiu sem ao menos avisar alguém. Precisamos fazer alguma coisa.

Fiquei tão distraida procurando alguma pista sobre a Luna que nem me dei conta de que ja se passava das duas da manhã, então, tentando ficar mais calma por pelo menos saber onde Luna está, eu desci as escadas e voltei para a sala, vendo que Simón havia acordado. Me aproximei dele e o abracei, deixando a ficha cair. Luna foi embora e não sabemos quando e se vamos ve-la de novo.

— Ei, amor, o que houve?

— Eu fui no quarto da Luna e encontrei isso... — Entreguei o papel a ele e ele leu e releu diversas vezes com lágrimas nos olhos.

— Ela.... Ela foi embora? Por que ela não nos contou nada? Nós teriamos ajuda do ela a passar pela Sharon, ela não devia ter ido assim. — Ele me abraçou forte e senti suas lágrimas molharem minha camisa.

— O que vamos fazer? — Questionei.

— Agora nada. Está tarde, precisamos descansar para contar o que aconteceu para todos, mas amanhã. — Simón secou suas lágrimas e as minhas e me deu um beijo curto.

— Vamos subir... — Nos levantamos e peguei sua mão.

Tudo que mais precisavamos no momento era pelo menos tentar dormir, amanhã vai ser um longo dia e temos que estar bem para pensar em como ajudar a Luna.

Pov. Simón.

Hoje acordei péssimo. Tudo que eu queria era ficar na cama com a Âmbar e não sair nunca mais, só pra não ter que enfrentar o que viria a seguir.

Levantei e Âmbar não estava na cama, escutei o chuveiro ser ligado e deduzi que ela acabou de levantar. Resolvi descer e tomar pelo menos uma xícara de café, já que estava sem fome alguma para comer.

Poucos minutos se passaram e escutei uma conversa na sala. Âmbar, Mônica, Miguel e sr. Alfredo estavam se juntando para falar sobre o bilhete.

— Bom dia, pessoal. — Todos me cumprimentaram e logo voltei a falar. — Já falou com a Nina, Matteo e Gaston?

— Já... Eles já estão sabendo de tudo, mas como hoje a Nina tem aula no Blake e os meninos tem faculdade, então ninguém pôde vir aqui. — Âmbar comentou.

— Bom, do que quer falar, Âmbar? Soube de alguma coisa? — Mônica perguntou inquieta.

— Ontem já era bem tarde quando encontrei isso aqui, então deixei para falar hoje, quando todos estivessem mais descansados. — A loira começou.

— Diga logo o que achou, Âmbar, não enrrole mais. — Âmbar se ajeitou no sofá e olhou o avô, que havia acabado de falar.

— Achei um bilhete da Luna, no quarto dela. Ontem estavamos tão preocupados que nem pensamos em ir até o quarto da Luna.

— O que tinha nesse bilhete? Ela disse aonde ia? — Foi a vez de Miguel se manisfestar.

— Leiam. — Âmbar colocou o papel na mesa de centro e todos se olharam, Mônica decidiu pegar e, como estava sentada entre Miguel e Alfredo, todos leram juntos.

Logo Mônica chorava e tive que segurar a mão de Âmbar para que ela não desabasse novamente. Enquanto Miguel tentava acalmar Mônica, sr. Alfredo pegou o papel e leu mais uma vez, analisando cada virgula escrita pela neta, então se levantou e passou a andar de um lado para o outro enquanto amassava o papel.

— E agora? O que a gente vai fazer? A Luna nem fez 18 anos ainda, como ela vai se virar no México? Sozinha? Com a Sharon atrás da nossa menina, Miguel! Temos que fazer algo.— Mônica se desesperou e Miguel a abraçou mais forte.

— Nós vamos dar um jeito nisso, ok? Eu vou ligar para os meus pais, eles vão poder ajudar. Se ela estiver por Cancun os meus pais vão acha-la e talvez consigam falar com ela e... sei lá... talvez ela possa ficar com eles. — Sugeri e todos assentiram.

Agora só o que podemos fazer é esperar que a Luna esteja bem e que meus pais possam nos ajudar.


Notas Finais


E então?
Alguém esperava por isso?
Como será que Luna está no México?
Será que a Sharon vai atrás dela?
Mandem suas opiniões, sou totalmente aberta a sugestões e as ideias de vocês!
Comentem e deixem seus favoritos, porque isso ajuda e muito a impulsionar a fic.
Beijos😘😘😘


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