História Recomeço. - Capítulo 7


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Personagens Originais
Tags Clarke, Clexa, Lexa, Mistério, Romance
Visualizações 263
Palavras 1.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Booooa madrugada pessoas lindas!



Aproveitem :*

Capítulo 7 - É culpa da vodca!


Pov. Lexa.

Duas e dezessete da madrugada e eu ainda não tinha conseguido dormir. Era para eu supostamente estar descansando logo após ter passado por um momento critico que é ser sequestrado. Essa eram as ordens do psicólogo. O problema é que eu não conseguia para de pensar que não tinha sido por acaso. Não acreditava em sorte.

Não tinha como falar para Clarke, ela já tinha os próprios demônios para lidar. Não precisava dos meus para atormenta-la. O que não poderia acontecer é arrasta-la junto.

Por fim quando consigo fechar os olhos o despertador toca. Abro os olhos como se tivesse apenas piscado. Tomo meu banho e sigo para a delegacia.

A loira já estava no local e ria como se tivessem contado a melhor das piadas. Não sei se era forte o suficiente para ficar vendo ela sorrir assim.

— Olha quem resolveu se juntar a nós meros mortais — Juan diz. Eu só cumprimento com a cabeça que por sinal estava doendo demais.

— Parece que alguém dormiu pouco a noite — Thamires fala com um sorrisinho sarcástico o qual eu ignoro.

— Tudo bem? — Clarke pergunta com um ar preocupado.

— Estou ótima, não é você a expert em comportamento humano? — Pergunto.

— Não avalio meus amigos, isso não é legal.

Penso por um segundo no que ela diz e até que faz sentindo. Ia ser um saco ter alguém dizendo como você estava ou deveria estar o tempo todo.

— Algo novo? — Pergunto.

— Até agora nada, Juan — ela fala o nome dele e começa a rir eu fico parada tentando entender até que ela toma folego. — Sério, por que não me disse que o nome dele era Juan Carlo? — Ela ri e eu ainda não vi a graça.

— Esquece — ela diz e volta a minha pergunta dizendo:

— Juan pegou um caso que apareceu de madrugada e a Ribeiro o outro de hoje cedo.

“Ótimo”, penso comigo mesma. Agora eu teria o dia todo para pensar no sequestro mais estranho de todos. Clarke me olha por um tempo e então diz que precisa ir ajudar nos outros casos eu concordo com a cabeça e fico pensando em inúmeras teorias. Mas como são só teorias não consigo chegar a nada a não ser a frustração.

Decido perguntar ao Antony sobre a gangue que nos sequestrou e a resposta dele foi:

“Isso já foi resolvido Lexa, não tem nada para fazer?”

Entro na sala onde ficam os registros dos casos e não encontro nada sobre o sequestro de ontem. Pergunto a mais alguns policiais que não estão sabendo de nada. Se isso não era suspeito eu não saberia o que era. Eu ia enlouquecer se ficasse ali então decido tomar um ar. Passo na sala de Joe que está rindo com a Clarke.

— Ei expert em reféns, quer ir tomar alguma coisa? — Pergunto colocando a cabeça para dentro da sala.

— Só se for agora — ela diz e me segue até o carro — Sabe, depois de ontem achei que você fosse ficar meio trava para sair beber alguma coisa.

Não posso negar que estava suspeitando até da minha sombra, mas não seria bom falar ali. Dirijo para o bar mais próximo da delegacia.

No bar procuro a mesa mais afastada e peço duas doses e vodca.

— Você com certeza não está bem — Clarke diz quando me vê virar a dose.

— As vezes é bom para esclarecer as ideias — digo e empurro o copo para ela que nega.

— Estou procurando ficar sem por hora.

Eu a fito por uns segundos e isso era uma boa notícia, mas eu não estava no clima então bebo a parte dela.

— Não acho que fomos sequestradas por acaso — digo assim do nada. E lá se foi o eu não querer envolver ela.

— Alguma teoria? — Ela pergunta.

— Nenhuma.

Eu sei que falando alto parece uma loucura, mas não ia conseguir guardar para mim por muito tempo.

— Desculpe Clarke, eu não quero te envolver nisso — falo por fim.

— Lexa, eu fui sequestrada junto com você. Já estou envolvida.

Eu fico a olhando e estou com a quase certeza de que ela é a maluca mais perfeita que existe. “Espera o que?” Vodca sua causadora de problemas.

— Mas então, por que acredita nisso? — Ela pergunta.

— Além de ninguém falar nada? Não tem arquivos, não tem nada e eu só ... sinto sabe?

Não sei se ela conseguiria saber. Meu pai sempre me disse que meus instintos que fariam de mim uma ótima detetive e até agora eu tinha me saído bem. Será que ele estaria errado pela primeira vez?

— Tá legal, vamos pensar — a loira coloca as mãos na cabeça como se isso ajudasse e logo em seguida diz:

— Por que alguém nos sequestraria? No caso vamos contar que eu fui só o peso morto e você o alvo, por que alguém te sequestraria? E por que ninguém na delegacia sabe ou não mantem nenhum registro? Poderia ser algum deles?

— Eu não sei, já lutei com essas perguntas amanhã inteira — digo e peço mais uma dose de vodca.

— Mas não faria sentido eles nos sequestraram para depois soltar, certo?

Ela me olha e eu encolho os ombros antes de virar a dose.

— Ok, vamos resolver isso. Certo? Mas você não pode dar tanto na cara assim que tem algo errado além de que já basta eu ser a bêbada — ela diz e eu acabo rindo.

— Você quem manda doutora.

— Ótimo, agora nós precisamos encontrar um cara com um dedo faltando — ela fala e eu fico confusa — te explico no caminho e eu dirijo.

Ela pega a chave do carro e eu não tenho escolha a não ser segui-la.

— Para onde exatamente vamos? — Pergunto ainda colocando o sinto.

— O Juan disse que o assassino que ele está procurando é um mercenário que tem o mindinho faltando e que provavelmente está em alguma jogatina clandestina — ela fala tudo enquanto não tira os olhos da rua.

— E estamos indo para esse lugar clandestino?

— Exato o Joe me mandou alguns endereços e tem um aqui perto.

Ela estaciona e de longe consigo ver o segurança de quase dois metros de altura na frente a uma simples porta de metal.

— O que sugere para entrarmos lá sem dar alarde de que somos da polícia? — Pergunto e ela sorri.

— Eu tenho uma ideia.

Clarke diz para fingirmos ser um casal andando tranquilamente por ali até chegar perto o suficiente para nocauteá-lo. Até que não era uma má ideia.

Fora do carro ela passa o braço pela minha cintura e aproxima os lábios do meu ouvido me causando um certo arrepio.

— Não fica tensa — ela sussurra e eu só concordo com a cabeça. Passo meu braço em volta dos seus ombros e começamos a andar como se não quiséssemos nada.

No que vamos chegando perto consigo ver pelo canto dos olhos o segurança se levantar e colocar a mão no revólver. Encosto meus lábios em seu cabelo e sussurro:

— Ele não está caindo.

Ele se aproxima devagar e eu ia sacar meu revólver quando Clarke segura meu rosto com uma mão e me beija. No primeiro momento eu fico estática, mas a surpresa logo se esvai quando meus lábios como se tivessem vida própria correspondem aos dela.

Eu já não sabia mais se ele estava próximo ou não. A única coisa que eu sabia é que deveria ter a beijado a muito tempo. Seguro sua nuca com uma mão enquanto minha língua procura desesperada pela dela. Suas mãos descem até meu quadril e eu estava tão absorvida pela sensação que nem percebi que ela tinha pego o revolver. Pelo menos não até que bruscamente ela para o beijo e gira acertando o segurança na cabeça com o cabo do revólver.

— Isso foi incrível — falo pasma — digo o golpe, não o beijo. Quero dizer o beijo foi ótimo, você é ..

Ela começa a rir e corre até a porta.

— Você vem ou não? — Ela pergunta e já não sei se consigo dizer não a ela.

Com certeza era tudo culpa da vodca.


Notas Finais


Perdoem os erros, beijos de luz :*


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