História Recomeço. - Capítulo 8


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Personagens Originais
Tags Clarke, Clexa, Lexa, Mistério, Romance
Visualizações 306
Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boooa noite!



Aproveitem :*

Capítulo 8 - É sempre culpa do estagiário!


Pov. Clarke.

Lexa estava pensativa e eu estava imaginando se fora por causa do beijo sem aviso. Talvez devesse ter falado antes, mas daí não daria o resultado que precisávamos.

A morena aponta com a cabeça para que eu veja no canto um rapaz que parecia bem suspeito. Não seria tão difícil encontrar um cara que não tenha um dedo certo? Errado. Nós nos separamos para conseguir cobrir mais espaço e até agora eu não tinha consigo encontrar nenhum cara com a droga do dedo faltando.

— Encontrou alguém? — Pergunto assim que a detetive se aproxima.

— Nada, parece que vamos precisar ir para outros locais.

Maravilha, tínhamos derrubado um cara de dois metros atoa. Para não correr o risco de encontrarmos o segurança do lado de fora decidimos sair pela outra porta.

— Então, você é boa em jogos? — Pergunto para ela que pega a chave da minha mão.

— Não sou muito de jogar e você?

— Só se for strip poker.

— Eu sou viciada em jogos — ela diz fazendo com que eu caia na gargalhada.

O dia estava ótimo para um bom banho de praia e seria ótimo se não estivéssemos que ficar de tocaia no próximo local.

— Por que não podemos entrar mesmo? — Pergunto a ela que me mostra a mensagem do Juan — então ele fica com a diversão e nós ficamos aqui esperando a coisa ficar feia?

— Mais ou menos isso, qual é doutora isso não é tão difícil.

— O que vocês fazem em tocaias?

— Comemos, dormirmos?

Eu olho para ela que sorri de lado.

— Estou brincando, relaxa que logo estaremos livres.

Fico a observando enquanto ela olha atentamente para fora do carro até que não consigo me segurar e pergunto:

— Por que virou detetive?

Lexa leva a mão automaticamente até pingente que carrega no colar e então eu percebo que é uma aliança.

— O assassinato da minha mãe — ela me olha antes de continuar — eles disseram que tinha sido só mais um caso aleatório. Mulher encontrada morta em um beco.

Eu não digo nada, sei como esses eventos podem ser traumatizantes e decido não perguntar. Para minha surpresa ela diz:

— Eu sei que não foi, sei que tem algo a mais. Só ainda não sei quem e nem como isso aconteceu. Por isso virei detetive, para conseguir colocar o assassino dela onde merece.

— Tenho certeza que vai conseguir — falo convicta e ela sorri para mim. Poderia ficar olhando para ela o dia todo se não fosse por um pequeno detalhe.

O nosso suspeito estava correndo para fora do local. Lexa segue meu olhar e pragueja baixo. A morena sai do carro e começa correr atrás dele. Eu era péssima de maratonas, mas fazer o que. Serviço é serviço. Saio do carro logo em seguida e corro pelo outro lado.

Eu já estava quase sem ar quando enfim consigo ver o suspeito vindo em minha direção. É isso era um problema, eu não tinha energias nenhuma para conseguir parar ele ou qualquer coisa parecida. Então eu sendo a pessoa mais racional do mundo faço o que todo mundo faria. Eu paro e abro os braços. É acho que não é todo mundo que faria isso, enfim.

O rapaz estava tão distraído olhando para trás com medo que Lexa o alcançasse que não me viu. O que foi bem ruim para mim pois ele me acertou em cheio fazendo nós dois cairmos com força no chão. A detetive chega correndo e fica me olhando sem entender.

— Só algema logo ele — reclamo e ela o tira de cima de mim.

Tenho certeza que ficara com vários hematomas. Levanto devagar ainda procurando o folego e me apoio em meus joelhos.

— Estou precisando entrar em forma — falo respirando fundo.

— Que nada, você está ótima — ela diz.

Ela tinha uma percepção péssima do que era estar ótima e Deus, como é que nem suada ela estava?

Na delegacia eu estou parecendo uma velhinha com dores no corpo todo e preciso segurar na parede para conseguir me sentar.

— O baque foi grande — Ela diz se encostando parede e me olhando de cima para baixo — talvez uma massagem ajude.

— Você também é boa nisso?

Ela ri e se senta ao meu lado.

— Não disse que era eu que faria a massagem, mas posso tentar.

— Acho que vou procurar um analgésico mesmo.

Lexa que antes ria agora estava séria.

— Qual o problema de remédios? — Pergunto.

— O que? Não, não tem nenhum problema. Eu ... eu quero te mostrar algo

Ela fala a ultima frase tão baixo que fico pensando se não imaginei. Então lembro sobre nosso problema do sequestro.

— Certo, e seria ...?

— Você poderia ir em casa hoje à noite?

— Claro, devo levar nossa companheira?

Ela franze o cenho sem entender e eu digo:

— Vodca.

— Ficaria feliz se não levasse, já tive minha cota de bebida alcoólica por um dia.

— Sua casa, suas regras — digo e ela assente com a cabeça.

— Te mando o endereço por mensagem.

Eu concordo e decido ir atrás de um remédio. Procuro Joe, ele com certeza teria algum remédio.

— Ei, meu estagiário preferido — digo entrando em sua sala e vejo suas orelhas ficarem vermelhas.

— Não tenho nenhuma bebida alcoólica aqui — ele fala e eu finjo chateação.

— Como pode pensar isso de mim?

Ele fica sem saber o que dizer eu falo:

— Relaxa, é só brincadeira. Eu quero saber se tem algum remédio para dor.

O garoto respira aliviado e me entrega uma cartela de comprimidos. Eu já estava de saída quando ele fala:

— Se você estivesse com um problema, muito, muito grande e que provavelmente te mataria você contaria a alguém?

Eu me viro para ele e detestava avaliar pessoas que convivo, isso nunca caba bem. Mas o observo por um tempo.

— Colocaria outras pessoas em risco? — Pergunto e ele só balança a cabeça que sim.

— Bom, eu procuraria as pessoas certas para falar. Sabe, para não correr riscos — falo e ele só assente.

Eu saio da sala dele e por sorte o meu horário já tinha acabado. Suspiro ao entrar no carro. Será que todo mundo dessa delegacia tinha algo a dever? Em casa eu tomo um banho na tentativa de tirar os problemas que me cercavam, mas como isso não é possível eu só me arrumo para ir à casa de Lexa. Esperava que ela pudesse ter um pouco de calma com relação ao problema do sequestro. Joe parecia muito mais perdido no momento.

— Ei! Você chegou rápido — Ela fala ao abrir a porta.

— Joe está envolvido em algo que poderá matar ele e provavelmente alguém que ele goste. Ele tem família?

— Espera um pouco Clarke, como assim Joe está envolvido em algo?

Ela abre espaço e eu entro rápido falando sem parar. Não sei se ela entendeu tudo que eu falei sobre o que ele me perguntou.

— E se for no sequestro? — Ela pergunta e eu fico pensando um pouco. Não, Joe não faria algo assim. Ele pode ter feito algo obrigado, mas não diretamente.

— Talvez ele saiba de algo — comento e ela respira fundo.

— Podemos pensar no sequestro e no Joe mais tarde? — Ela pergunta e eu concordo.

— Claro, você precisa me mostrar algo.

Ela anda para o fundo da casa dela e eu não tenho outra escolha a não ser segui-la.

No momento que entro eu acredito ser um quarto, exceto que não tem cama. Só uma mesa com inúmeros papéis e uma cadeira cheia de caixa em cima, mas o que era mais impressionante eram as paredes. Todas estavam com notas adesivas, anotações a mão e linhas. No centro estava a foto de uma mulher que acredito ser mãe dela.

— Uau, achei que você não tivesse nada a respeito da morte da sua mãe ...

— Eu não tenho nada sólido ainda, mas inúmeras vertentes. Achei que se uma outra pessoa olhasse poderia me dar uma outra visão ou encontrar algo que eu não vi.

— Certo, você só vai precisar me dizer onde exatamente isso começa — falo e ela sorri.

— Obrigada por vir.

— Não fique se achando, só vim porque não tinha mais nada para fazer — digo. Ela revira os olhos e aponta para a foto de um beco.

— Foi ali que tudo começou.

— Que tal um pouco de café? — Pergunto, mas ela já estava preparada e me mostra a garrafa no meio de toda aquela bagunça.

Com certeza seria uma longa noite!


Notas Finais


E agora? '0' Tudo interligado ou todos casos diferentes?


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