História Recomeço. - Capítulo 9


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Personagens Originais
Tags Clarke, Clexa, Lexa, Mistério, Romance
Visualizações 279
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!

Desculpem a demora :*


Aproveitem!

Capítulo 9 - Uma quase perfeita noite!


Pov. Lexa

Conto a Clarke tudo que sei sobre o assassinato da minha mãe. O que não é muito. Eu só sabia que ela trabalhava em um caso quando foi morta, ela era advogada. Depois de sua morte não foi encontrado nada a respeito do caso que ela mexia, todos pareciam nem saber o que era.

Eu também não sabia o que era, só sabia que era algo, pois via ela trabalhando horas e horas até tarde. Clarke pergunta sobre os dados da autopsia, ela queria ver se conseguia fazer algum perfil através de como ela tinha sido morta. No entanto eu não tenho esse documento nunca os tive.

— Com certeza devemos começar por esse caso que ela estava — a loira diz e eu só aceno com a cabeça. Eu já tinha procurado de todas as maneiras, mas não tinha encontrado nada. A doutora, que por um acaso eu tinha descoberto que era doutora. Como ela não tinha mencionado isso? Enfim, o que importa é que ela me dava esperança. A esperança que eu tinha perdido.

Ela se senta no chão e em questão de segundos está rodeada de papéis e blocos de nota. Sorrio sozinha ao vê-la.

— O que foi? — Ela se vira para mim. Como é que uma pessoa que eu mal conhecia já estava aqui em casa doando uma noite sua só para me ajudar com os meus problemas.

— Você é linda — falo e ela parece surpresa com o que falo. Não que ela não acreditasse, só acho que a peguei desprevenida.

— Você precisa de mais espelhos nessa casa — ela comenta e volta sua atenção para os arquivos.

Não consigo parar de olhá-la. Eu sei que deveria estar ajudando com os arquivos, mas não conseguia parar de pensar no seu beijo. Ela nem se quer falou nada. Tudo bem que eu também não falei, mas será que nenhuma parte dela realmente queria aquilo?

— Lexa? — Ela chama. Eu acredito que ela estava falando há algum tempo, pois me olha curiosa.

— O que? Desculpe-me viajei.

— Se você quiser nós podemos ver isso depois, com mais cal..

A calo colando meus lábios nos seus. Ela se afasta no mesmo momento. Não sei ao certo como reagir.

— Clarke eu ...

Começo, mas não sei o que dizer. Talvez que não conseguia parar de pensar no beijo? Ela me fita por alguns segundos e então se inclina para mim até que nossos lábios se encostem.

Sua respiração leve se encontra a minha que saí com esforço. Elas misturam conforme seus lábios se encaixam com perfeição nos meus. Seguro em sua nunca com uma mão e quando percebo estamos quase deitadas no meio daquela bagunça.

Com muito sacrifício eu separo nossos lábios e digo:

— Acho melhor a gente ir para outro lugar, não?

— De preferência um lugar com uma cama — ela diz sorrindo e se levanta.

Com certeza um lugar com uma cama, penso comigo mesma e me levanto em seguida.

— Você acha que é uma boa ideia?

Eu precisava perguntar. Ela entra logo após de mim no quarto e diz:

— Tenho certeza que é uma péssima ideia.

A loira se aproxima de mim colocando as mãos em minha cintura.

— Mas eu sou ótima em fazer péssimas escolhas — ela fala pouco antes de me beijar. Eu deveria pensar no que ela disse e falar “Ok, então acho melhor nós não fazermos isso”. Acontece que meu corpo e mente tinham outra opinião.

Seguro firme em sua nuca. Suas mãos me guiam enquanto andamos até minha cama. A loira morde meu lábio inferior e com um puxão ela o solta. Seus lábios formam um pequeno sorriso ao me empurrar para o colchão. Meu coração da um salto quando ela começa tirar a blusa e a calça em seguida.

Fazia algum tempo desde a última vez que alguém dormiu na minha cama e o resultado não fora bom. Eu estava tão concentrada em admirar seu corpo que ela teve que dizer:

— Sabe acho que seria bem mais interessante se você também estivesse sem essas roupas.

— Claro, certo — digo rápido e começo a me despir.

Seus olhos descem pelo meu corpo e é como se uma onda de calor tivesse tomado conta de mim. Suas unhas sobem devagar pela coxa e um arrepio cobre meu corpo seminu. Clarke sobe seu olhar junto com sua unha pela minha pele.

— Você é tão linda — ela diz e eu puxo sua nuca com a mão para que consiga alcançar seus lábios.  

Seu corpo quente se encontra com o meu esguio. Um tremor percorre minhas pernas e ela sorri entre meus lábios. Minhas mãos desesperadas como eu percorrem pelo seu corpo o pressionando contra o meu. Suas mãos delicadas percorrem perigosamente minha coxa quando um celular toca.

Clarke para o que estava fazendo e me olha.

— Não vai atender?

— Não mesmo, deixa ele tocar — falo buscando seus lábios novamente. Ela ri e eu abraço seu corpo para conseguir me virar por cima dela.

Seus dedos se emaranham nos meus cabelos enquanto estou com a difícil missão de não ficar embriagada pelo seu cheiro. Corro meus dentes pela sua clavícula até a linha do seu pescoço onde o mordo. Consigo ver sua pele se arrepiar no mesmo momento que um suspiro escapa de seus lábios.

A loira fixa seus belos olhos azuis em mim e pareço me perder na imensidão deles. Ela acaricia meu rosto com as pontas dos dedos e tinha até esquecido do meu celular se ele não resolvesse tocar novamente.

— Deveria atender, parece importante — ela diz e eu me levanto.

Pego meu celular e no visor marca o nome da Thamires, estranho ela nunca liga para mim. Decido desligar o celular depois eu falava com ela.

— Então? — Clarke se vira na cama se apoiando no cotovelo.

— Não me parece importante — respondo me aproximando da cama. Ela sorri e me puxa para perto de si.

— Não sabia que era tão popular detetive — ela diz sorrindo e morde meu maxilar. Eu balanço a cabeça e se vira por cima de mim sentando-se em minhas pernas — talvez precisaríamos das suas algemas — a doutora fala conforme segura minhas mãos e as levanta até acima dos meus ombros.

Ela morde o lábio inferior e eu respiro fundo.

— Você me parece muito controladora Griffin

— Talvez um pouco — ela sorri e encosta seus lábios no meu pescoço. Minha pele arrepiada parece clamar pelos seus beijos que são distribuídos devagar por toda minha clavícula até a renda do meu sutiã.

Seus belos olhos procuram minhas reações e não consigo deixar de soltar um gemido baixo. Tenho a certeza de que ela estava determinada a me fazer gritar por ela, pois seus lábios lentamente fazem uma trilha úmida pela minha barriga até a renda da minha calcinha.

Quando enfim ela solta meus braços para poder levar suas mãos a minha calcinha uma batida na porta me faz saltar de susto. Clarke ri e se joga ao meu lado.

— Parece que a detetive sexy e popular tem visitas — diz ela.

Eu respiro fundo frustrada com quem quer que seja o infeliz que estava batendo. Me levanto e visto somente uma camiseta. Contrariada vou até a porta e a abro pela metade. Me surpreendo por ver Thamires parada ali me encarando.

— Você está bem? — Digo sem aparecer completamente.

— A gente precisa conversar, é o Joe — Ela diz séria.

— Certo, espera só um segundo — digo e fecho a porta. Corro até o quarto para terminar de me vestir e falar para Clarke que ia precisar se vestir, mas ela já tinha colocado a roupa.

— Parece que Joe está com problemas — digo e ela franze o cenho.

Já vestida abro a porta e Thamires olha de mim para Clarke sem entender muito.

— Qual o problema dele? — Clarke pergunta sem rodeios.

— Ah, bom ... ele é...

— Ribeiro! — Falo séria e ela começa a gaguejar. A loira olha para mim e não fala mais nada. Só ampara a outra que começa a chorar.

No que esse garoto foi se enfiar?


Notas Finais


x.x


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