História Recomeço - Capítulo 2


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Alerie Hightower Tyrell, Arianne Martell, Arya Stark, Ashara Dayne, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Catelyn Stark, Cersei Lannister, Daenerys Targaryen, Eddard Stark, Gendry, Loras Tyrell, Mace Tyrell, Margaery Tyrell, Oberyn Martell, Olenna Tyrell, Personagens Originais, Robert Baratheon, Roslin Frey, Sansa Stark, Tyrion Lannister, Tywin Lannister
Tags Campina, Dayne, Essos Got, Estermont, Hightower, Lannister, Pedraverde, Porto Real, Rochedo Casterly, Rowan, Royce, Stark, Tully, Vila Velha
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Palavras 2.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem. Não é nada tão incrível. Mas feito com muito amor.

Capítulo 2 - II - Meses antes


Por volta do ano 320,  todo o continente de Westeros prosperava como nunca visto. O Rei do Sul, Brandon Stark tinha feito uma verdadeira revolução. Na verdade Tyrion Lannister a tinha feito. Ele só havia garantido que sussurros em corredores obscuros em lugares próximos ou longínquos, não  colocassem tudo a perder. E quando finalmente a hora certa chegou, ele colocou em curso os eventos que o libertariam do trono.

Nunca fora de seu desejo nada daquilo.  


Realizou então, em memória das muitas perdas a vinte anos atrás, um grande torneio que tinha se passado sem nenhum percalço. Ou quase nenhum. E o Corvo de Três Olhos se orgulhava de ver até a última caravana partir sem uma guerra, para poder voltar a ter paz e silêncio em seus corredores.

O único incidente tinha ocorrido logo com seu primo Edmyn Tully, ele se casara com a doce Cyella Royce. Era uma mulher realmente incrível, e estava de fato apaixonada por ele. Porém, seu primo apesar de um bom homem, era como se pode dizer, imaturo em muitos aspectos. E essa imaturidade tinha jogado a moça nos braços de um herdeiro da Campina, Othis Rowan. Por sorte, o casal aventureiro tinha dado a si mesmo apenas uma madrugada. Que ao invés de gerar uma guerra, tinha se resolvido tão rápido como tinha começado. E ele tinha providenciado que o jovem da Campina se ocupasse da própria vida.

E o Corvo podia voltar a trabalhar ou melhor, procurar por notícias de Drogon que ia e vinha da velha Valyria até Westeros quando desejava. Gostava de estar com ele voando, por terras desconhecidas, sonhando com aventuras que sua condição não permitia.

O Norte da Rainha Sansa ia muito bem. De fato a irmã nasceu para ser uma rainha. Os Martell não queriam saber de ter um rei e ele não se importava, Gendry ainda estava à espera do dia que Arya voltaria. E ela tinha voltado, coisa de dois anos depois que partiu para deixar com Gendry, a filha dos dois. No Vale, graças aos deuses seu primo Robin Arryn tinha se equilibrado. Nas Terras Fluviais, seu tio Edmure, graças a um milagre que ele desconhecia e Roslin iam bem. O Rochedo necessitava do seu lorde, e logo o teria. E havia a Campina. Gostava da bela e incomparável Campina, talvez porque seu futuro passasse por ela, Campina esta, que tinha recebido com um exército o enviado para tomar posse, Bronn logo partiu com uma boa quantia em dinheiro e dando se por feliz. Nunca tivera intenção de administrar absolutamente nada. O velho Leyton Hightower nomeou o filho Garth Hightower, Senhor de Jardim de Cima. O que logo foi acatado pelos outros lordes devido a bondade e inteligência do mesmo. 

Mas a Campina ressabiada com a decisão de ser administrada por um "invasor" e de todo o passado sangrento prefere se manter afastada das terras do reino.

Quando o convite para o torneio chegou, toda a Campina se preparou para o pior, e ele lamentou não poder acalmá-la. Uma nova contenda podia vir de tais situação e todos tinham perdido muito nas últimas.

Apenas Garth a esposa e os filhos mais novos e uma comitiva mediana estaria em Porto Real. 

O próprio Corvo se surpreendeu com a comitiva da Campina. Pretendia trazer a Campina de volta à corte e Garth aceitara de bom grado a proposta feita. E também suas reservas a respeito do tempo certo para cada coisa.

As ordens eram para que todos os herdeiros de casas importantes voltassem para casa. Porém Othis Rowan chegou atrasado de uma longa viagem ao Essos e ficou encantado com a bela Cyella Royce, a prometida de Edmyn Tully. 

Não havia motivos para o corvo se preocupar com nada a respeito de envolvimentos juvenis. Até que os "deuses" tinham posto em marcha lenta as mudanças que levariam o Westeros ao novo mundo. E o Corvo, melhor dizendo Brandon Stark, tinha se tornado o ponto central de tramas amorosas. Quem diria? 


             _ _ _ _ _ _ 



Era uma prisão de luxo. Era como Cyella Royce se sentia uma refém. Amava o marido, mas desde que se casaram tudo o que tinha, sua liberdade, suas amizades tinha lhe sido arrancados. Não havia mais irmãs mais novas, nem passeios, e nem sorrisos.

As núpcias tinham sido um desastre, ela estava machucada e não só nas partes íntimas. Mas seu coração estava em pedaços, amava  Edmyn Tully. Amava seu marido, mas não conseguia esquecer, os beijos quentes que tinha trocado com o Lorde Othis Rowan da Campina. Não conseguia afastar a sensação de que com ele seria diferente.

Tinha visto ele de longe, ainda estava em Porto Real. Seu cavaleiro respeitoso e apaixonado. Agora a dúvida gritava. Gritava dentro de si.

A tristeza estava deixando ela tonta e mal humorada. No fim da manhã, queimava de febre. Febre tão alta, que Edmyn foi aconselhado a ficar longe dela. E tinha doído tanto, quando ele de longe, lhe dera adeus,  que todo o resto, toda a dor e decepção tinha sumido. Agora estava sozinha, entre estranhos que sequer entravam no quarto, isolada, talvez nas suas últimas horas de vida. Quantas pessoas ele tinha visto partir assim.

Othis olhava o horizonte, ainda com a missiva do amanhecer entre os dedos, pagava uma camareira muito bem para ao amanhecer para lhe dar notícias. E foi ainda neste estado que recebeu uma missiva,  aquela hora.

Àquilo era uma tremenda exceção no seu plano meticuloso de não complicar a situação estável, da Campina com seus problemas pessoais. Arrumar uma guerra com vários reinos que poderia assolar a Campina não tinha sido sua intenção, mas Cyella tinha invadido suas defesas, se apossado de seu coração e toldado seu discernimento. Precisava partir mas abriu a missiva que dizia que Cyella estava febril. Muito febril. Tinha começado do nada e nada até então tinha resolvido. As poucas linhas diziam que a mesma precisava de cuidados, mas amas e camareiras tinham medo de entrar nas acomodações. E Edmyn tinha sido levado para uma estalagem longe dela. A raiva crispava dentro dele. O maldito tinha a mulher mais maravilhosa da existência e não lhe cuidava na hora que ela mais precisava. Não perdeu tempo. Saiu em busca dela no solar que ocupava. Lá só encontrou a camareira que pagava a peso de ouro.

— Pensei que ela estivesse protegida pelo marido. Como ela ficou aqui praticamente abandonada?

 Meu lorde, a família dela partiu, como já tinha lhe dito, logo após o casamento deixando a menina sozinha.

— Desgraçados. — vociferou.

— Meu lorde. A moça casou por amor. E já é bem grandinha.

— Mas olha como terminou. E se eu não fosse um estúpido apaixonado? O que seria dela agora? 

— Não sei, meu lorde. — A camareira teve de concordar.

Ao chegar ao quarto tudo que sentia era um ódio latente, ela estava coberta de suor. Tremendo sobre a cama. Tinha pago uma extra para providenciar banho e comida. E já estavam do lado de fora do quarto quando ele chegou. Isso tinha aumentado a raiva mas podia compreender o medo da moça.

— Cyella, minha querida…

— Othis… Como veio aqui?...

Ele a fez tomar a poção. Mas não surtiu o efeito esperado a garota começou a delirar, pareceu ficar pior que antes. 

Cyella se sentia diferente, estava em um sonho muito esquisito. Othis estava ali lhe dando remédio e cuidando dela. Ela era casada com ele no sonho? Não sabia ao certo mas gostaria que fosse gostaria de saber como era ser casada com ele.

Othis a tinha despido e colocado, na água morna com um cheiro agradável que ela desconhecia.

— Você é meu marido? Diz que é. Eu ficaria muito envergonhada, se não fosse, bem sei que é um sonho. Ele seria melhor se… Se você fosse.

— Sou sim, amor.

Porém ele logo se arrependeu da pequena cortesia feita pela tranquilidade da amada. Em pouco tempo, já não sabia mais o que fazer, tinha a mulher amada, nua e drogada. Achando que estava em um sonho qualquer. Enquanto lhe dava um banho, ela o provocava e puxava. Tentava beijá-lo, puxar para a junto dela.

Com muito custo e uma ereção dolorosa, ele a enxugou, vestiu e a colocou na cama. 

— Aonde vai, meu amor? Vem dormir comigo. — Ela o olhou com um beicinho choroso.

Algumas coisas mereciam um castigo e continuar ali com uma mulher casada de certo, merecia um grande. E se esse seria passar a noite com ela. Com ela no mundo dos sonhos tocando-o de forma inconveniente sem poder tocar-lhe de volta. Ele merecia e agradecia o sofrimento que viesse.

Quando Cyella acordou na madrugada sentiu que estava deitada sobre algo quente e acolhedor. Forçou-se a lembrar. Tinha tido uma febre que começara do nada. As lembranças foram voltando aos poucos. Seu marido a deixando abandonada e Othis, seu cavaleiro da árvore de ouro, tinha vindo cuidar dela. Ele a tinha banhado nua. E ela tinha se comportado de forma vergonhosa. E agora sóbria, podia lembrar com clareza o desespero de Othis. E também da ereção pronunciada nas calças dele. Nunca se esqueceria daquilo ele tinha entrado em seu quarto onde ninguém mais entrava pra cuidar dela. 

E agora Cyella queria, queria saber como seria com ele. Amava o marido, amava sim. Porém desejava  Othis Rowan. Desejava fazer amor, desejava saber como era, e os beijos dele diziam que ele sabia.

Porém precisava confiar nele a ponto de se entregar e as respostas dele seria um indicador para o que ela faria a seguir. Se o mandaria embora com um beijo na bochecha e um "Nunca poderei agradecer o suficiente." Ou se o seduziria e descobriria o motivo que tanto se falava do sangue quente da Campina.

Se espreguiçou manhosa para que ele acordasse. 

Othis praticamente pulou da cama, seu corpo reagia à ela de maneira vergonhosa.

 Eu juro que foi você que pediu.- Havia uma boa chance dela não lembrar por causa da porção que tinha ingerido.

— O que faz no meu quarto, Othis?- Perguntou séria.

— Você não lembra?- Questionou inseguro.

— Não. — respondeu secamente.

— Então, você estava doente com febre e eu vim cuidar de você. 

— E como acabou na minha cama? — Ergueu a sobrancelha inquisidora.

— Minha culpa. Eu precisei dar um banho em você. E eu juro que tentei cuidar de você sem… Sem…

— Sem?- A carinha de desespero dele. Fazia com que a vontade maluca dela ganhasse corpo. 

— Sem desejar ter te feito minha esposa. Agora estaria segura na Campina… Eu vou embora, já está bem…

Cyella se levantou da cama. E Othis não pode se impedir de lembrar de como ela era nua, saiu andando de costas. Era interessante ver o altivo e respondão Othis, com medo dela. Com medo do que sentia por ela.

— Deixa de ser bobo, Othis, vem dormir. Ainda está escuro, ainda deve ser madrugada. 

— Eu fico na poltrona agora que está bem.

— Olha, nunca mais falo com você se fizer isso. — Ela encheu um copo com uma porção generosa de vinho e tomou, precisava de coragem extra para o que queria fazer.

— Não pode beber. Pode ter problemas com a porção que eu te dei. — Ele se aproximou e foi surpreendido por um ataque da loira que o levou a cair na cama.

—Então, Othis? O que acha de uma aventura? 

Othis estava chocado. Cyella estava montada sobre ele, as pernas alvas e generosas ao redor dele. Sorrindo sapeca lhe perguntando de aventuras.

— Lady, é uma mulher casada… Eu…. Eu. Não podemos… Sabe as consequências?

— Não me deseja mais, Othis? — Ela escorregou pelo corpo dele, para beijar-le.

Mas Othis não permitiu. Aquilo era uma temeridade, aquela mulher linda era uma guerra prestes a explodir. Mas só conseguia desejar os gemidos dela em seus ouvidos.

— Vai se arrepender depois, minha lady… Você não é assim. Eu juro que não tinha nenhuma intenção de ….— sentiu as mãos dela descendo pelo seu corpo e segurou antes que tocasse sua ereção 

— Por que? Vai ser ruim? — Ela provocou. 

— Então é sério? Quer mesmo? — Perguntou temeroso. — Quer mesmo ser minha?- Não poderia resistir se ela disse sim.

— Quero, nem que seja por uma madrugada. Eu necessito…

Othis não esperou para que ela repetisse. Derrubou-a na cama antes de beijar a boca macia de sua amada. Sequer imaginava o inferno que fora esses dias. Com ela ali tão perto ao mesmo tempo que longe. Com aquele marido paspalho arrogante que não fazia idéia de como cuidar da esposa inocente e carente. Se tivesse a chance daria um soco bem dado nele.

Cyella gemeu baixinho e envergonhada, Othis realmente sabia o que fazer com o corpo de uma mulher. Os beijos eram suaves carinhosos mas tinham um desejo implícito que a fazia queimar. A camisola fina, deixava passar todo o calor do corpo dele ainda vestido, e não tinha como não sentir a masculinidade dele a roçar em sua intimidade mesmo com a roupa, ela se viu alarmada desejando que ele estivesse nu. Enfiou as mãos por baixa da camisa sentindo a pele. E Othis gemeu entre seus lábios. 

— Minha lady....

— Muita roupa, Othis. E me chamo Cyella. Lembra-se?

— Como eu poderia esquecer? - Não tinha forças pra se negar a ela.- Retirou a camisa. E Cyella se surpreendeu com a cicatriz pronunciada no abdômen. O corpo era muito forte e musculoso. Nunca negara a beleza de Othis elegantemente vestido como lorde, mas seminu era de tirar o fôlego.

Permitiu que ele a despisse. Sentindo o toque suave dos dedos trêmulos dele que fazia que tudo se tornasse um exercício extremamente excitante.

— Não é justo, você ainda está com sua calça….— Resmungou.

— Essa minha lady, anda muito apressada.

Cyella era uma visão deslumbrante, linda em cada centímetro do corpo, um coração gentil, uma alma guerreira, a mulher da sua vida, só seria sua enquanto aquela madrugada durasse. 

Othis arrumou os travesseiros antes de colocá-la quase sentada nua a mercê do que desejava. Acomodou-se entre as pernas dela que protestou um pouco envergonhada e logo estava de olhos bem fechados.

Othis segurou o seio esquerdo  firme dela. E apertou o bico levemente.

— De olhos abertos, minha lady. Quero que lembre com detalhes tudo que farei com você. Tem de saber onde está indo.

Cyella ainda estava com os lábios entreabertos olhos fechados, desejando que ele a tocasse. Que ele a beijasse novamente, mas Othis poderia apenas ficar ali durante horas em seus braços. Então Cyella abriu os olhos lentamente para encontrar Othis admirando-a.

 — Tão linda. Não me leve a mal, querida, mas se algum momento quiser desistir, estarei aqui para aceitar um não.

Beijou-a antes de voltar a sua atenção àqueles seios perfeitos, acariciou os seios redondos e medianos. Acariciou e lambeu os bicos rosados, e começou a sugar devagar. Ela era deliciosa e afrodisíaca. Apertou-a sugou e gemeu sem reservas. Escorregou a mão pelo corpo dela até segurar firme sua coxa.

Cyella  gemendo pronunciava palavras desconexas, desejando-o cada vez mais. Entrelaçou seus dedos nos cabelos escuros de Othis. 

— Eu quero você. — Ela protestou em meio a suspiros. - Quero você agora.

  Eu sempre serei seu. Mas está apressada demais. Antes te darei a chance de pensar bem. Só estarei dentro de você quando vier pra mim com certeza absoluta.-Escorregou pelo corpo dela até estar entre suas pernas macias. — Antes quero ver você implorar um pouco mais.

— Então insiste em me torturar, Othis? — ela mordeu o lábio inferior. — Eu já disse que quero você.

Othis sorriu, então sua lady guerreira queria um pouco de proibido. Ficava honrado que ela o quisesse para aquela loucura. Se aproximou da intimidade e lambeu sem tirar os olhos dela. Lambeu descaradamente antes de colocar um dedo dentro dela e a encontrar úmida e quente. Gemeu sem controle, Cyella o deixava louco, desde que a vira pela primeira vez. Soubera que tinha encontrado a mulher de sua vida quando a olhara. Ela tinha um par de olhos altivos decidida a não se intimidar. As poucas palavras tinha encontrado uma guerreira, uma mulher formidável com todos o traços de sua amada Campina.

Continuou a sugar e beijar. Othis  acariciou-a antes de deslizar outro dedo dentro dela. Queria que ela soubesse o que podia conseguir de prazer apenas se tocando. Queria que ela soubesse onde levar o próprio corpo.

Cyella estava surpresa com a ousadia. Estava provavelmente com a cara de desespero desconsolada que tanto divertia sua dama de companhia que ela já não precisava. Sua mãe tinha mantido ela completamente inocente em qualquer assunto, sempre dizendo não ser o certo,  uma moça ter tais conhecimentos, mas sua dama costumava lhe dizer, que chegaria o dia em que encontraria o prazer que a faria esquecer o mundo e as obrigações. E ali estava esse prazer nos braços de um amante. E estava pouco se importando se haveria uma guerra ou se tinha um marido não muito longe dali, marido este que não tinha honrado a promessa feita.



Notas Finais


Meus sinceros agradecimentos a minha linda colaboradora @Alaska_Y que me ajudou com a escrita e a betagem.


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