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História Recomeço (Stucky - University) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oii, esse cap de flashback's é para vocês conhecerem mais à fundo o Bucky, e por quê ele vai ser tão "problemático" e sofrido. E também vou apresentar alguns personagens originais que talvez possam voltar futuramente, mas a maioria dos personagens vão ser da Marvel, msm.

ALERT!! Esse capitulo/fic pode conter gatilho por falar de temas como estupro/pedófilia, apesar de não abordar a cena em sí de forma explícita, se vc for sensivel ao tema, leia por sua conta e risco.

Enfim, espero que se divirtam!!

Capítulo 2 - Flashback's


Desligo a torneira da banheira escaldante que estava quase transbordando e tremo com o choque térmico ao passo em que minha pele fria entra em contato com a água quase fervente, assim que eu entrei todos os meus músculos relaxaram e eu soltei um suspiro de alívio. Eu não sei vocês, mas assim que eu entro num banho é como se eu fosse um monge de meditação, meu corpo se desliga e apenas minha mente continua funcionando refletindo e relaxando em total paz de espírito.

Tsc, quem diria primeiro dia e já tive uma foda gostosa? (OK, um monge depravado. Esperava o quê? Que eu refletisse sobre a paz mundial?) Talvez esse lugar não fosse tão ruim como eu pensava, só espero que esse tal de Sam, não seja daquelas grudentos e nem que seja sua primeira vez, não quero magoá-lo e nem ser uma decepção amorosa... se bem que ele era bastante experiente. Mordo o lábio inferior e sorrio com a lembrança.

De qualquer forma, tudo tinha como piorar e hoje daqui à algumas horas começa o primeiro dia letivo, atirem os fogos! Nada me deixa mais depressivo do que voltar à uma maldita escola. É realmente tentador jogar tudo pro ar e esquecer essa merda, mas sinceramente? Quero ser independente e quero ser alguém na vida, quero me orgulhar de mim mesmo... se não para quê toda essa merda de vida?

Flashbacks

— Seu nome é James, não é? Ou prefere ser chamado de Jamila? Já que deixa seu cabeli crescer assim deve estar querendo ser uma garota né? Mas na verdade não passa de uma aberração. — Um dos garotos (Thiago) esbravejou, antes de me dar um empurrão e me derrubar com tudo no chão e sair rindo com seus amigos que ecoavam (bichinha, é um viadinho, por que não batemos nele até ele virar homem?) 

                            X

Era uma sexta feira, o segundo recreio da aula e eu era a única pessoa na biblioteca naquele horário, eu preciso te segredar algo eu amo livros! Com toda a minha vida, mas não posso mentir e dizer que eles não são um refúgio do meu estado de solidão constante. Eu não era um garoto normal, minhas habilidades comunicativas eram como as de uma planta e eu não conseguia deixar as pessoas me tocarem era como um gatilho emocional, então era ali que eu ficava num sofá confortável, lendo "A Rainha Vermelha", e fingindo que não me incomodava em não ser um garoto comum que estaria jogando bola com os amigos. Sem falar quando a biblioteca estava fechada durante o intervalo e eu precisava ficar entre eles, sentado num banco e ler enquanto as pessoas passavam com seus grupos, e eu os observava sob os livros, me sentindo inferior e ridículo, por não conseguir algo tão simples quanto fazer amgios... Eu me sentia patético por suar e corar sempre que tentava falar com alguém e gaguejar quando tentavam falar comigo, odiava minha timidez e ansiedade que eram como uma cruz nas minhas costas, então os livros me faziam esquecer isso, eu fazia de conta naquele momento que nada daquilo era real e apenas acompanhava como na sua leitura atual, às desventuras de Mare Barrow tentando solucionar a sua vida e os problemas de uma nação, e enquanto se divertia com os dilemas de um universo fictício era como se os meus próprios fossem liquidados enquanto lia, como seria incrível se isso fosse verdade, mas eu sempre previsava fechar o livro e encarar a vida real novamente.

E ai do nada, minha rotina fora quebrada! E um garoto entrará na biblioteca e isso foi o bastante para me atordoar por um instante principalmente por conta de quem era... Thíago.

—Oi. — Ele se pronunciou de forma meio timida e sentou do meu lado.

 Obviamente fechei o livro e fiz que ia me levantar, mas ele pôs sua mão no meu peito e me impediu.

  —Me deixa ir Thíago, sério eu não quero arranjar problemas.

   —Eu sei eu também tô cansado de brigar... na verdade cansado de ser um babaca com você — Complementou ele. —Sinto saudades dos velhos tempos éramos você e eu lembra?

     —Eu também sinto saudades — Digo olhando fixamente pro chão, o cabelo encobrindo meu rosto corado, um misto de nostalgia, vergonha, culpa, euforia e raiva.

       —Bucky... — Ele tirou o cabelo da frente do meu rosto e chamou minha atenção para que eu o olhasse nos olhos —Eu reagi muito mal, quando você se afastou de nós e eu admito que estava sendo um babaca mas acho que eu reagi assim... por que eu gosto de você. Sempre gosteu, aliás. — Meus olhos se arregalaram e eu corei de forma ainda mais intensa.

         —Eu não sou tão burro assim sabia? — Estapeio sua mão —Está só querendo brincar comigo não é? Como vem fazendo nos últimos tempos.

           —Não olha, eu prometo Bucky! Eu me arrependo profundamente de tudo o que eu fiz eu fui muito imaturo mas eu sofri todos os dias desde que deixamos de nos falar, éramos melhores amigos desde o jardim de infância, porra! E eu meio que... nutro sentimentos oor você que eu não achei que sentiria por outro garoto e lidar com isso e seu abandono repentino foi demais para mim e eu acabei canalizando isso em raiva e eu sinto muito, muito mesmo. — Ele segurou minhas mãos em concha e eu senti um arrepio e um embrulho no estômago, mas consegui me segurar e não demonstrar meu desconforto abertamente.

    —Tudo bem, eu errei mesmo em ter me afastado em sinto muito Thiago.

     —Tudo bem, são águas passadas... mas você me perdoa? Tipo me perdoa mesmo? A gente não precisa namorar se você não quiser, eu quero ficar contigo  mesmo se for só por amizade. — Ele acariciou minha mão e deu um meio sorriso terno. 

       A princípio, eu estava meio neurótico com o Thiago, não nos falavámos à alguns anos até que ele achou que seria uma boa fazer de mim uma chacota, fazia piadas sobre eu gostar de garotos ou quandl agia de forma afemimada ou fora dos padrões, me zoava por ser o esquisito anti-social. E agora age assim? Não tinha como eu não ficar incrédulo.

       Mas todos os dias com raras exceções, ele se juntava a mim no intervalo e compartilhavámos o fone de ouvido enquanto eu lia ou conversavámos sobre os velhos tempos, ríamos e falávamos sobre as nossas séries favoritas -que inclusive eram quase as mesmas-, parecia que tudo estava como antes.

        Uns tempos depois, estavámos os dois deitados na cama dele, (passamos a ir na casa um do outro), ouvindo música e curtindo um silêncio confortável lado a lado.

         —Olha... — Thiago, começou se virando de lado e olhando nos meus olhos —Sei que é chato voltar num assunto de águas passadas mas, por quê você me deixou? Se afastou de mim e dos nossos amigos?

          —Eu... — remexi os dedos inquieto, com ansiedade e vergonha —Promete que não vai contar isso para ninguém?

           —Claro que não! Eu já falei que sou seu amigo. — Ele exclamou dando um tapinha no meu ombro.

             —M-meu pai ele... — Me interronpi e comecei a fungar, não queria dizer aquelas palavras, era torturante com se estivesse retornando aquele momento terrível e quando dei por mim já estava com lágrimas rolando pelo meu rosto e Thíago, rapidamente me acudiu e me abraçou.

               —Hey, olha eu sinto muito, eu não sabia que era tão sério! Não precisa falar se não estiver à vontade ainda, sério — Ele me abraçou forte rente ao seu peito e depois de muito tempo eu me senti confortável em me deixar ser tocado tão intimamente por alguém que não era minha mãe, era reconfortante sentir o calor humano de outro alguém sem sentir pavor ou ânsia.

Eu o olhei nos olhos naquele momento e ele nos meus, instintivamente eu prendi o ar, o coração batendo acelerado e ele se aproximou lentamente e selou nossos lábios, à principio de forma terna e carinhosa, depois ele afundou sua mão nos meus cachos e puxou de leve, mas com firmeza e eu soltei um gemido baixo, ele deu uma risadinha baixa e passou a língua pelo meu lábio inferior.

—Posso te beijar, tipo de verdade? — Ele indagou e eu fiquei um pouco tenso, mas queria aquilo mais do que nunca, então assenti mesmo com um pouco de medo, tinha medo de ser como das outras vezes.

Ele sorriu e avançou de novo juntando nossos lábios novamente, mas agora pedindo passagem com a língua e eu a concedi sentindo sua língua sobre a minha, não era um beijo agressivo, mas de certa forma sedenta como dois jovens se descobrindo, e também um pouco desajeitado, mas ainda sim gostoso.

Thiago, pois a mão por dentro da minha blusa e alisou meu abdômen, James estava ficando excitado e tremendo sob a mão do amigo, era diferente de quando fora abusado pelo seu pai e isso era bom, ele estava realmente gostando daquilo e não estava sendo forçado à nada, sabia que podia ser estranho, mas ele começou a chorar, e Thiago, se afastou um pouco.

—Uau, eu beijo tão mal que te fiz chorar? Perguntou risonho —Bucky, o que houve? Perguntou mais preoucupado vendo que era realmente grave.

 —Eu quero falar a verdade...— falei afastando os fios embaraçados dos olhos.

 —Ok. — Thiago, arrumou sua postura e se sentou de frente para James, aguardando ansioso.

  —Meu pai... abusou de mim, naquela época e eu me afastei porquê estava péssimo, sei que não deveria, e que fui cruel com vocês, mas eu me sentia morto por dentro e eu não consegui evitar. — confessei, com medo e vergonha, será que Thíago ainda iria querer ficar comigo? Ou sentiria nojo e me acharia um imundo? Eu estava com medo dele não querer mais nada comigo, mas não só isso naquela época eu nunca tinha falado aquilo em voz alta para ninguém à não ser minha mãe, era algo absurdamente doloroso e árduo.

    —O tio Jöhann? Quer dizer tio, o caralho! Mas que filho da puta nojento, Bucky... eu nem sei o que dizer, porra eu te entendo agora, obrigada por compartilhar isso comigo. E você não foi cruel entendeu? Você é forte para caralho. — Eu assenti e ele me puxou pra sí e me apertpu forte de novo, e por mais que eu sentisse vergonha, foi como se uma tonelada saísse das minhas costas, foi bom desabafar com alguém de confiança com um amigo e talvez algo a mais.

       Eu passei o sábado na casa de Thiago, e dormimos de conchinha, com ele me confortando e brincando com meu cabelo, me fazendo um cafuné e repetindo que tudo que me aconteceu já tinha passado e que eu estava seguro, que ele estava lá agora para ser meu porto seguro.

 Na Segunda Feira.

Na segunda, dois dias após beijar Thiago, eu estava radiante, os garotos pararam de me atormentar e eu tinha voltado a falar com meu melhor amigo e talvez agora... namorado, não era mais o esquisitão que lanchava sozinho no intervalo.

Entrei com um sorriso enorme na sala de aula, e vi todos os meninos aglomerados num círculo rindo e comentando algo.

—Olha só, a bichinha chegou! — Riu Martín, debochado e eu franzi a testa confuso, eu também tinha acertado as coisas com ele. Procurei Thiago, com os olhos preocupado e era ele quem estava no centro do círculo, com um sorríso cínico estampado no rosto.

  —Eu contei tudo para eles. — Ele riu sarcástico e os outros riram de coro, e eu fiquei nervoso e atordoado, quase podia ouvir meu coração batendo. Será mesmo que ele foi caoaz de contar aquilo? Minhas mãos estavam shando e eu nem estava mais conseguindo respirar normalmente.

—O-o que você contou? — Engoli em seco e suei frio com a possibilidade dele espalhar o que meu pai, fez comigo.

—O que você acha? Que você é um viadinho enrustido e que acreditou mesmo que eu estava apaixonado por você — Agora todos começaram a gritar e ter crises de riso, debochando e me zoando por toda a sala, e os outros poucos que não aprovavam não se impunham para me ajudar afinal, os pais de muitos daquele grupinho eram patrocinadores da escola e todos que se metiam com eles eram expulsos.

 Eu estava em pleno choque, tudo aquilo foi uma mentira, tudo que nós passamos, cada jura de amor, o nosso beijo, os pedidos de desculpa... eu estava sentindo meus olhos arderem, mas estava segurando o choro.

—Eu não acredito que você foi tão burro, de acreditar que eu que fiz bullying com você tor tanto tempo, realmente estava apaixonado... você é realmente muito patético, foi só uma brincadeira que eu orquestrei com eles  ou você achou mesmo que eu fosse um viadinho como você? — Ele debochou e riu se aproximando de mim. 

E eu não quis retrucar aquilo, estava confuso, nervoso e magoado e apenas corri dali, pude sair da escola por conta da minha crise de ansiesade e me sentei numa calçada  qualquer, chorando e procurando recuperar o fôlego, até minha crise de ansiedade passar e chamei o motorista para me levar de volta lara cara

Depois daquilo eu até tentei mhdar de classe, mas as salas estavam todas lotadas, então tive que continuar convivendo com aquelas pessoas e sendo uma chacota.

Eu me fechara completamente, ainda mais do que antes, me sentia um imbecil por ter confiado em alguém tão repulsivo como o Thíago.

X



—Posso me sentar? — Emily (A garota nova da classe), perguntou, apontando para a carteira vazia ao meu lado.

Claro. — Disse surpreso e tirei a mochila para ela sentar.

Obrigada!— Ela sentou e sorriu para mim, afastando uma mecha de cabelo. Ela era a garota mais bonita que eu já tinha visto,tinha uma pele morena e um lindo e longo cabelo castanho trançado e jogado sobre um ombro sem falar nas suas sardas que preenchiam toda as maçãs do seu rosto e eram extremamente fofas. Naquele momento me sentira sortudo e estava extremamente corado.

 —Ei! Garota nova, se eu fosse você preferiria sentar no chão à ficar perto desse esquisitão, acredita que ele ne deixa tocarem nele? Esse filho da outa arrogante, deve achar que tem sangue azul e é superio a todos nós, quando na verdade não passa de uma aberração, e se seu plano for foder com ele... sinto te decepcionar mas ele não passa de uma bixinha, fala aí Martín, ele olhou para outro garoto e ambos riram e fizeram um high-five. —

Nesse momento, Emily estava pasma e boquiaberta, mas logo sua expressão de choque se tornou puro ranço, e ela se levantou com os punhos cerrados e a testa franzida, tamanha era sua fúria que era possível ver uma veia latejando em sua testa.

Hey Emily, não vale a pena não precisa discutir por minha causa. – Tentei segurar seu braço, mas ela foi evasiva e simplesmente me ignorou andando até eles, que riram e debocharam diante da postura dela.

 —Vocês se acham engraçados? Com essa postura de garotos da pré-escola? Deviam sentir vergonha, sério. Fazer piadas preconceituosas não fazem vocês parecerem legais, acordem vocês estão agindo como babacas imaturos e isso me enoja.

   —Blá, Blá, Blá, isso me enoja, olha como eles são imaturos. — Repetiu Martín, num tom debochado. E Emily revirou os olhos.

   —E você vai fazer o quê? — Indagou Thiago — Sexo frágil! —

   —Vai se foder, Thiago! — Esbravejei e caminhei até eles, mas não rápido o suficiente, tudo aconteceu muito rápido, primeiro Thiago levou um belo soco no nariz e logo em seguida foi totalmente imobilizado, por Emily, que certamente deveria praticar algum tipo de artes marciais.

        Martin, era do tipo late, mas não morde, e ficou parado assistindo a tudo e Thiago, deu tapinhas no chão, pedindo desistência e seu nariz jorrava sangue como uma cascata sem parar... admito foi um dos melhores momentos daquele ano.

         Como tudo que é bom dura pouco... por mais que Emily, já tivesse o soltado a professora chegará na hora exata e viu o nariz do infeliz jorrando sangue e o imbecil tentando estocar com mão, enquanto Martín, miava preocupado ao seu lado.

          E o resto é história fomos levados para a diretoria, mas claro que ninguém teve consequências sérias, afinal todos exceto os bolsistas o que não era nosso caso, eram filhinhos de papais ricos então nem mesmo os desgraçados que mereciam foram castigados e Emily, apenas foi penalizada à ficar na detenção durante os dois intervalos e claro eu pedi para ficar com ela, não deixaria ela ser penalizada sozinho apenas por me ajudar.

             Assim que ficamos a sós eu comecei a falar desesperado, surtando por causa de uma crise de ansiedade: O-olha, eu sinto muito! Eu não queria que você se encrencasse por mim, e ainda no seu primeiro dia de aula.

     —Hey, relaxa garoto — Ela riu, despreoucupada —Você, nem me pediupara eu me intrometer eu fiz por quê eu quis e assumo total responsabilidade... e também aquilo foi incrível não foi?

           —Sim, você fez meu dia! — Rio e aperto seu ombro de leve —Sério, obrigada mesmo é raro alguém interferir quandos os bullys são filhinhos de papai.

                   —Não precisa agradecer, eu amo bater em filhos da puta, é um hobby.

Ambos tiveram uma crise de riso descontrolada, eu tampava a boca por quê era extremamente inseguro e me achava ainda mais feio sorrindo e a risada de Emily, era como o grasnado de um animal morrendo, mas ainda assim era surpreendentemente fofo e me fazia rir ainda mais.

Paramos de rir aos poucos, suspirando pesado com a garganta ardendo e o peito se movendo para frente e para trás, enquanto recuperávamos o ar e então um silêncio confortável se instalou ao nosso redor e logo se transformou em tensão sexual e acabamos nos beijando, ela segurava meu pescoço com as mãos e arrepiava minha nuca e eu puxava seus fios de leve e a beijava desajeitado, mas conseguindo acompanhar seu ritmo enquanto me deleitava com seu perfume (não espere uma narração do tipo, ela tinha cheiro de lavando, com um leve toque amadeirado, tá achando que eu tenho poderes de super-olfato?).

—Gostei, além de bonito você beija bem — Ela riu.

 —Obrigada, você também não beija nada mal — Digo corado.

Apartir dai, os dias de Bucky naquele ano foram mais suportáveis, a principio ele ficara inseguro quanto ao seu relacionamente e com razão depois do que passara com Thíago. Mas ela era realmente uma boa pessoa e eles combinavam muito, alguns pararam de enchê-o dever de o verem ficando com uma garota "dizendo que ela o tinha convertido" ou que ele tinha se "curado de uma doença", ao que ela revirava os olhos e falava "Já ouviram falar de bissexualidade? Agora vão cuidar da porra da vida de vocês!"

Bucky, gostava de pensar em Emily... deveria ligar para ela qualquer dia, como será que ela estaria agora? De qualquer forma já estava naquela banheira refletindo havia tempo demais estava na hora dele sair e acordar também o novo vizinho.



 

      

                     

       

        


              

      

         


        


              

      

         


      

                     

       

      

         


        


              

      

         



Notas Finais


Alguém mais ficou com vontade de esmagar a cara do Thíago, com um punho de Vibranium??!? Pq eu fiquei, ksksksks.

Ps: Bucky, no presente vai para a faculdade e nesses flashbacks se passam no segundo ano do ensino médio.

Inclusive Jönnah, o pai de Bucky na fic é o Caveira Vermelha, p/quem não tiver pego referência.

Espero que estejam gostando, me digam nos comentários e tbm me dêem criticas construtivas caso não estajam gostando de algo, obg!!

Nos vemos nos próximos caps.


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