História Recomeço: um novo amor? - Capítulo 12


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Hirako Shinji, Ichigo Kurosaki, Orihime Inoue, Personagens Originais, Renji Abarai, Rukia Kuchiki
Tags Amor, Bleach, Byakuya, Drama, Ichihime, Kuchiki, Recomeço, Romance, Um Novo Amor
Visualizações 52
Palavras 1.664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Chegando com mais um capítulo! Espero que gostem!
Boa leitura, pessoa!

obs. Quero agradecer também às mais de 1450 visualizações, 46 favoritos e 110 comentários! Muito obrigada mesmo!

Capítulo 12 - Não posso te perder...


Depois de ter se entregado de corpo e alma ao grande amor de sua vida, Saiyuri acordou um pouco assustada, mas ao mesmo tempo feliz. Olhou em volta e viu o belo rosto de seu capitão próximo ao seu e sorriu. Sem conseguir resistir, acariciou-o de leve para não acordá-lo. Resolveu se levantar, pois tinha que voltar ao trabalho e provavelmente Yumi já deveria estar lhe procurando. Pegou seu quimono e começou a se vestir, quando sentiu dois braços fortes circulando sua fina cintura.

“Byakuya sama...”

“Tachibana...”

“Acho que devo ir...” a bela jovem fala um pouco tímida.

“Sim, melhor... E sobre o que aconteceu...”

“Por favor, não me diga que está arrependido!” a moça pede com um pouco de medo da resposta.

“Não era isso o que eu ia dizer... Só gostaria de lhe pedir que isso ficasse apenas entre nós... Pelo menos por enquanto, até eu pensar em como devemos proceder daqui para frente...”

“Entendo... Pode ficar tranquilo. Esse será nosso segredo.”

“Ok, melhor assim.”

“Sim” ela responde terminando de se arrumar. “Bom, acho melhor eu voltar para o trabalho... Se me der licença...” Byakuya apenas assentiu com a cabeça observando-a pegar a bandeja de chá e sair do escritório. Pegou então suas vestes e se arrumou para terminar algumas coisas antes de encerrar o expediente.

Enquanto isso, a bela criada percebeu que o tempo tinha passado mais rápido do que imaginava. Não devia ter adormecido nos braços de seu amado, no entanto não conseguiu resistir depois de terem se amado pela primeira vez. Dirigiu-se à copa quando se deparou com Yumi preocupada com a sua demora.

“Saiyuri chan! Por que demorou tanto para voltar? A senhora Suzuki já estava perguntando por você!”

“Desculpe-me... É que depois que eu fui levar o chá para o capitão Kuchiki eu...” parou um momento para pensar numa desculpa. “Eu fui ao jardim colher umas flores para trocar aquelas que estavam no escritório dele que já estavam meio murchas...”

“Entendi...” diz a outra desconfiada.

“Mas foi isso mesmo que aconteceu!”

“Por que está se explicando tanto? Está escondendo alguma coisa por acaso?” a loira indaga com um sorriso malicioso no rosto.

“Escondendo? Mas é claro que não!” responde a moça, tentando aparentar calma.

“Olha amiga, eu não tenho nada a ver com a sua vida, só lhe peço para tomar cuidado para não se machucar, ok?”

“O que? Como assim? Não estou entendendo o que você...”

“Você entendeu, sim, mas não irei me intrometer, pois você deve saber o que está fazendo. Só fico um pouco preocupada já que somos amigas.”

Saiyuri não soube mais o que lhe responder. Yumi era muito esperta e com certeza, a essa altura, já devia ter percebido que algo estava acontecendo entre ela e o capitão.

Alguns dias se passaram e embora o casal tentasse se controlar quando ela lhe levava o chá, algumas vezes era impossível resistir à paixão e os dois acabavam se amando no próprio escritório. Entretanto, saía rapidamente depois, para que ninguém desconfiasse de nada.

O domingo chegara e a bela serviçal estava de folga no trabalho. Esse era o único dia em que os dois não se viam. Como não ia trabalhar, aproveitava para acordar um pouco mais tarde e depois ir fazer algumas compras numa feira ali próxima de sua casa. O dia estava tranquilo, mas assim que chegou ao local, começou a ouvir alguns gritos não muito distantes de onde estava.

“O que será que está acontecendo?” pensou a jovem quando viu algumas pessoas correndo em sua direção. Logo atrás, para sua surpresa, alguns hollows estavam os perseguindo. Desesperada e com medo, tentou fugir, quando foi encurralada por uma das criaturas...

Enquanto isso, em sua mansão, Kuchiki soubera que alguns Menos e hollows estavam atacando a região noroeste do Rukongai, exatamente onde Saiyuri morava. Mesmo sabendo que Renji e mais alguns de seus subordinados tinham ido até lá para resolver o problema, preocupado com a segurança de sua amante, se dirigiu até o local, para ter certeza de que nada lhe havia acontecido. Entretanto, quando chegou mais perto, sentiu a reiatsu de sua amada diminuir. Com uma sensação ruim em seu peito, num shunpo, chegou logo ao local e para sua surpresa viu um enorme hollow próximo a ela. Foi o mais rápido possível em sua direção a amparando com um braço enquanto invocava sua shikai.

“Shire Sembonzakura.” Imediatamente as mil lâminas atacaram a criatura, destruindo-a. “Tachibana, você está ferida...” Disse enquanto usava um kidou para tentar curar os profundos cortes em seu peito.

“Não se preocupe, eu...” falou para logo em seguida desmaiar.

“Capitão Kuchiki!” era seu tenente Abarai que chegara correndo em sua direção.

“Renji, termine o serviço, enquanto eu levo a Tachibana para o quarto esquadrão.”

“Sim, senhor!” responde o tatuado enquanto o via desaparecer, num shunpo, com a moça em seus braços. Sem entender direito o que tinha acontecido, voltou para os seus companheiros, para eliminar os Menos Grande que ainda haviam sobrado.


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Isane Kotetsu estava em seu escritório quando viu, para sua surpresa, Byakuya entrar com uma mulher em seus braços. Percebeu que, embora ele fosse sempre bastante comedido em suas ações, estava visivelmente nervoso nesse momento.

“Mas o que aconteceu?”

“Capitã Kotetsu, cure Tachibana. Ela foi gravemente ferida por um hollow e eu não consegui curá-la com o meu kidou.”

“Sim, vamos levá-la para a outra sala que eu mesma irei cuidar dela. Não se preocupe.” Chegando ao outro cômodo, o nobre depositou sua amada num futon que estava estendido no chão. “Capitão Kuchiki, pode ir que eu irei tratá-la...”

“Não. Ficarei aqui o tempo que for necessário.”

“Mas...”

“Faça apenas o seu trabalho”. Isane resolveu não argumentar mais e continuou com os procedimentos por mais algum tempo.

“Bom, já não tenho mais o que fazer. Agora é deixá-la descansar até que se recupere.” Explicou a capitã do esquadrão de cura.

“Entendo, contudo eu tenho uma coisa a lhe pedir. Eu agradeceria se não comentasse com ninguém o que aconteceu aqui. Poderia fazer isso?

“É claro, sem problema. Se é o que deseja.”

“Sim, obrigado.” Isane então sai da sala deixando os dois sozinhos.

“Saiyuri, não pude protegê-la...” disse segurando as mãos dela entre as suas. Como tinha perdido Hisana, não queria perdê-la também. Sentiu um aperto no coração e prometeu a si mesmo que assim que ela se recuperasse resolveria de uma vez por todas a situação entre eles.

Os dias foram passando e nada dela acordar. Preocupado, Kuchiki ia todos os dias visitá-la. Ele pedira a Senhora Suzuki, a governante, e Yumi que não comentassem a situação com mais ninguém e que se alguém questionasse, era somente para dizer que Tachibana estava afastada do trabalho por motivo de doença. Renji teve a mesma orientação e também que não dissesse a ninguém que o vira lá no Rukongai salvando sua serviçal.

Duas semanas se passaram até que, numa tarde, a convalescente começou a mostrar melhoras. Ela ainda não abrira os olhos, porém já reagia a alguns toques nos pés e nas mãos. Isane ficou animada e explicou a Byakuya que a jovem logo iria despertar. Em seguida saiu deixando apenas os dois no local.

“Saiyuri... Quando irá acordar?” perguntou enquanto lhe acariciava o rosto.

“Você me chamou... Pelo meu nome...” a moça respondeu, abrindo os olhos devagar, para alívio do belo homem a sua frente.

“Você acordou...” ele fala acariciando-lhe a face.

“O que aconteceu? Onde estou? Não me lembro de nada...” ela diz parecendo confusa.

“Fique calma que eu lhe explicarei.” Aos poucos, o capitão foi lhe explicando tudo o que havia acontecido.

“Entendi. Então eu quase morri... de novo...” a moça comenta com um sorriso fraco no rosto. “Só não entendo como isso é possível já que eu já estou morta...”

“Sua alma seria transformada em partículas espirituais e você desapareceria completamente. É assim que nós ‘morremos’, digamos.” Explica o nobre.

“Ahh eu entendi agora.”

“Bom, acho que já conversamos bastante. Melhor você descansar.”

“Tudo bem, mas poderia ficar comigo... Apenas mais um pouco?” Byakuya então segura as mãos dela entre as suas e pouco depois ela adormece só que agora, com uma feição mais tranquila. Ele resolve sair um pouco e lá fora encontra Isane.

“Como Tachibana está?”

“Finalmente acordou.”

“Que bom! Acho que logo eu poderei lhe dar alta!” um pouco curiosa e também receosa, a mulher alta de cabelos prateados resolveu perguntar. “Desculpe a intromissão, mas o que será dela agora?”

“Como assim? Irá voltar ao trabalho assim que estiver curada.” Ele respondeu de forma polida como sempre.

“Capitão Kuchiki eu sei que não é da minha conta, porém eu vi a sua excessiva preocupação com ela durante todos esses dias...”

“O que está tentando me dizer?” indagou com um olhar frio.

“Bem eu...” começou um pouco intimidada pelo modo que ele a questionou.

“Capitã Kotetsu, eu agradeço todos os seus esforços e por ter mantido esse caso em sigilo, no entanto o que acontecerá a partir de agora com a minha serviçal, cabe apenas a mim.”

“Entendo. Não irei mais me intrometer. E mais uma vez, desculpe pela intromissão.”

“Ok. Assim que Tachibana estiver pronta para receber alta, me avise que eu tomarei as providências necessárias.”

“Como desejar. Agora preciso resolver outras coisas lá no meu escritório.” Disse a capitã saindo do local.

Byakuya observou-a se afastar. Isane ainda era um tanto inexperiente no cargo a que fora promovida depois da grande guerra e não sabia se impor, o que era lhe era bastante conveniente nesse momento. Assim poderia ter certeza de que ninguém ficaria sabendo o que ocorrera durantes as últimas semanas no quarto esquadrão. Resolveu voltar para os seus aposentos já certo da decisão que iria tomar assim que Saiyuri estivesse totalmente recuperada.

 Continua...


Notas Finais


E aí? O que acharam? Se gostaram, não deixem de comentar!
Enfim, só faltam dois capítulos para essa história terminar (eu acho, hehehe), por isso, por favor, não desistam dela!
Então é isso! Obrigada para quem leu e até o próximo capítulo!
Beijos!


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