História Recomerçar (CALZONA) - Capítulo 8


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres
Tags Arizonarobbins, Callietorres, Calzona, Grey'anatomy, Romance
Visualizações 7
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, LGBT, Policial, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo:8


--A Callie acha que devemos dar uma investigada na boate amanhã o que a senhora acha?

--Acho super importante, mas com disfarce talvez se nós chegarmos mostrando o distintivo possa afugentar alguém envolvido.

--Então amanhã a noite vamos montar desface, Mark.

--Nós três iremos Calliope, eu também vou, agora eu já vou que estou precisando de banho e cama.

--É nós também vamos, não é Callie que pena que ainda vou deixar essa encomenda em casa quem mandou encher a cara.- Mark já estava jogando a verde para forçar a aproximação das duas.

--Eu não estou bêbada nem cheguei a secar aquela garrafa.

--Se você concordar posso te devolver aquela carona o que acha?

--É melhor não a senhora está cansada.

--Não se preocupe com isso e eu faço questão, não gosto de dever nenhum favor então vamos logo, o carro está logo ali.

--Se não vai incomodar, vamos, ate amanhã Mark.

Ela falou com um tom de crítica para o amigo.

--Até e não esquece do que nós conversamos, até amanhã delegada.

Ele o cumprimentou e saiu, entrou no carro e assim que ela saiu se desculpou.

-- Aruzona desculpa por ter falado daquela forma com você.

--Desculpo se você me falar o motivo de você ter me tratado com tanta brutalidade.

--É que fiquei achando que você não queria minha presença, dai fiquei um pouco tensa e toda vez que eu bebo fico impulsiva e sempre falo demais como estou fazendo agora. -Ela falou tudo rápido sem pausa.

--E por que você achou que eu não queria sua presença na cena de um crime?

--Sei lá apenas achei, desculpa.

--Desculpo sim.

Ligou o som e Callie encostou a cabeça no vidro do carro, mas começou a se sentir estranha, um terrível mal estar.

-- Arizona encosta o carro um pouquinho acho que vou vomitar não estou me sentindo bem.

--Claro.

Ela falou encostando o carro Callie saiu quase que correndo em direção a uma lixeira que tinha no calçadão da praia.

--Nossa estamos quase em frente ao apartamento da minha irmã vamos lá ao menos você lava essa boca, toma uma água, acho que a bebida não caiu bem.

--Não precisa se preocupar, sempre que eu bebo tenho ressaca, mas só que dessa vez ela veio muito rápida, não quero preocupar você e nem incomodar sua família.

-- Calliope deixa de frescura e vamos subir sim, entra no carro para eu encostar ele em frente ao prédio.

Ela acenou com a cabeça e entrou no carro a loira manobrou o carro o encostando na frente do prédio que estava morando.

--Vem entra.- Ela falou abrindo a porta do apartamento.

--Titia boa noite. -A sobrinha dela pulou em seu colo.

--Boa noite princesinha, como você está?

--Tô bem titia, nossa é a mulher da luta daquele dia?

--Ela mesmo, deixa só tia a levar no banheiro e ela já volta para falar com você, vem Calliope é por aqui. 

Arizona guiou Callie ate seu quarto. 

--Obrigada, vou só lavar o rosto.

--Fique à vontade vou buscar um copo com água para você tomar.

Ela aproveitou e trouxe também um comprimido para ressaca, assim que voltou Callie estava em pé ao lado da cama olhando a foto dela com a irmã e a sobrinha.

--Eu adoro essa foto.

--Ela é muito bonita mesmo.

--Toma vai te fazer se sentir melhor.

--Obrigada, eu realmente não sei o que me deu, eu não bebi quase nada e já fiquei assim. -Ela pegou o copo com a água e os comprimidos e tomou.

--As vezes é o cansaço do corpo que ajuda a bebida pegar rapidamente, agora vamos lá na sala senão a Rubyzinha vem te buscar aqui, ela esta louca para te dar o seu presente que se ela descobri que te disse que era um desenho que nem eu vi ainda ela me mata. -Disse rindo 

--Vamos lá então.

Saíram do quarto e foram para a sala.

--Tudo bem como essa menina linda se chama?

--Meu nome é Ruby Robbins. -Ela disse estendendo a mão.

--Prazer Ruy Robbins, meu nome é Calliope Iphiegeni Torres  mais pode me chamar de Callie.

--Também pode me chamar de Ruby, essa é minha mãe Anahí Robbins, mas pode chamar ela de Anny, e meu pai tá na outra casa dele. - Ruby falava tão explicado que Callie encantou-se.

--Prazer Anahi. -Estendeu a mão para a irmã da Loira.

--O prazer é meu, sente-se fique à vontade, Rubyzinha onde está o presente da Calliope?

--Nossa mamãe já estava esquecida, espera um pouco que já te trago. -Ela saiu correndo pelo corredor da casa.

--Eu quis dizer sem correr, mas não iria adianta muito. -Disse Anahi rindo.

--É verdade nessa idade eles nunca andam apenas correm e querem tudo rápido, mas é uma fase tão boa, eles aprendendo tudo.

--Você tem filhos Callie?

--Não tenho, em compensação tem três sobrinhos que equivalem por dez filhos para mim.

--Pronto Callie feche os olhos. -Clara falou atrás dela.

--Pronto já fechei.- Disse Callie com as mãos no rosto.

--Agora pode abrir.

A garota falou e assim que ela abriu os olhos a menina lhe entregou um desenho lindo, com uma bonequinha vestida com uma capa e máscara, de mãos dadas com uma garotinha e uma mulher de cabelos loiros na outra mão.

--Nossa que lindo, essa aqui com certeza é a sua tia Arizona e essa aqui quem é?

--Deixa eu te explicar, essa aqui sou eu e essa com a capa é você que salvou nós duas do homem mau.

--Nossa que legal, eu adorei meu presente, vou guarda-lo com muito carinho.

--Eu não disse mamãe que ela era legal, Callie você também tem uma arma? A Tia Aruzona não me deixa ver a dela.

--Tenho, mas é por que arma é uma coisa muito perigosa por isso não podemos mostrar ela.

--Entendo, quando eu crescer eu vou ser policial feito a tia Arizona e você.

--Que legal, mas para ser policial você tem que estudar muito e também comer coisas saudáveis você faz isso?

--Eu faço sim, Callie a tia Arizona prometeu me levar ao cinema domingo de tarde você não quer ir também?

Callie ficou um pouco sem jeito e a loira percebeu.

--Ela deve ter compromisso Rubyzinha, agora vamos deixar a Calliope ir que vou deixa-la em casa.

--Não, vou ver se dar para eu ir está bem?

-- Está vou esperar tome esse aqui é o número da minha casa, você liga e diz se vai. -Ela deu um papelzinho com o número de telefone.

--Ligarei sim, agora eu vou ter que ir para casa que estou cansada.

--Xau Calliope.

Disse pulando no braço da Callie em um abraço logo retribuído como mesmo entusiasmo.

--Adorei te conhecer Ruby, fica com Deus, Anahi igualmente, obrigada pela atenção.

--A casa é sua, estaremos esperando a sua visita não é filha?- A menina balançou a cabeça afirmando.

--Olha não convida que eu venho hein!

--É para vim mesmo, ate a próxima.

Dspediram-se e segiu junto com a Arizona para o carro.

--A Ruby é um amor de criança.

--Ela é muito especial mesmo, e além de especial é inteligente, e gostou de você, ela é tão tímida com adultos mas com você ela se soltou.

--Também gostei dela. Callie foi guiando a outra até chegar em frente à casa dela.

--Pronto aqui é minha humildade residência, gostaria de entrar?

--Não precisa, incomodar a uma hora dessa.

--Você nunca incomodará.

Callie disse sem querer e na hora ficou vermelha de vergonha.

--Não faz isso. -A delegada falou olhando-a intensamente.

--Isso o que? -Ela falou levantam o rosto.

--Você já é linda e assim vermelhinha fica irresistível.

Falou aproximando o rosto da outra, que ficou mais vermelha ainda.

--É...nossa, muito obrigada pela carona. – Ela falou, porem não se afastou.

--Depois não diga que não te avisei.

A loira falou puxando o pescoço de Callie para um beijo quente e cheio de pressa, só se afastaram quando o celular de Callie tocou.



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