História Reconquistando o Ex - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Idesign, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjin, Vhope, Yoonkook
Visualizações 67
Palavras 3.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, rs.
Demorei? Ah, nem tanto né?? Aliás, estamos na segunda semana de agosto e eu cumpri minha meta! Eu estou atualizando, aaaa. Gente, gente gente.... Esse capítulo, ó.... Nem falo nada viu sksjsksksks

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Boa leitura anjinhos!

Capítulo 12 - Twelve


Confesso que estou com medo.

As coisas estão dando certo de mais e isso me assusta. Não é normal minha vida dar certo como está dando agora. Parei para analisar os acontecimentos desde o dia que posso novamente no território coreano, cara... Que loucura.

- Taehyung não mudou a decoração do meu apartamento;

- Yoongi trocou a marca do cigarro;

- Taehyung e Hoseok ainda não casaram;

- Jimin ainda não entrou para universidade;

- Jimin não sabe falar inglês direito;

- Minha mãe é lésbica, ou bissexual;

- Não briguei com meu pai ainda;

- Avó de Jimin me reconheceu e não me chamou de “ Jeongguk”;

Agora me diz, é ou não é uma loucura?

Mas não é mais louco do que Park Jimin estar me tratando bem, mesmo depois do que eu fiz.

Bom, finalmente aquele inverno rigoroso chegou ao fim, agora finalmente estamos no maravilhoso verão e eu chamei Jimin para tomar sorvete. Adivinha só, ele aceitou!

Eu acho que ele está finalmente me perdoando. Ou, voltando a ter interesse em mim depois de eu mostrar minha coragem e bravura para fazer as tatuagens.

Em modesta parte, eu estou um gostosão.

– Você entendeu bem a situação do Jimin, Jungkook? – Senhora Park indagou após explicar nos mínimos detalhes o que eu deveria fazer.

A avó de Jimin também contou a briga que ele o Kwan tiveram e como esse Kwan foi um babaca. Ela está ao meu lado, porém Kwan só dificultou tudo para mim, deixando Jiminnie ainda mais inseguro.

– A senhora acha que ele gosta de mim? – Questionei, encarando as minhas mãos juntas com as mãos enrugadas da mais velha.

– Ele já te amou uma vez, creio que poderá te amar novamente. – Respondeu, suspirando em seguida. – Dessa vez, enfrente seus medos querido. Eu entendo que não é fácil, mas se você realmente ama o Jimin, deverá se arriscar. Meu neto não é para ser amado pela metade, tem que amá-lo por inteiro. E eu sei que você é a pessoa certa para ele.

– A senhora está certa... – Suspirei, apoiando minha bochecha em seu ombro.– Eu vou reconquistar o Jimin!

– É assim que se fala! Agora, vá se arrumar que eu vou visitar o JunJun! – Disse animada enquanto se levantava do sofá e ajeitava seu cabelo branco.

– “JunJun” ?

– Bobinho! É o Lian Junhong! – Revirou os olhos e pegou sua bengala, caminhado até a porta.

– Aquele que você estava pegando na festa de ano novo? – Perguntei enquanto segurava o riso e abria a porta.

– Mais respeito! – Praticamente gritou antes de me bater com a bengala no braço. – Sim, estamos se pegando, como vocês jovens dizem. Mas você deveria se preocupar menos com minha vida e ir pegar o Jimin!

Senhora Park saiu toda grandíloqua rumo ao elevador.

Grandíloqua, que palavra chique né?

Entretanto, senhora Park tem razão. Eu tenho que pegar o Jimin! Tenho que deitá-lo no meu colinho e dizer: “Shhh, passou bebê. Eu tô aqui.”

Estou sentindo que isso não vai demorar para acontecer!

Bom, agora eu vou me arrumar e ficar todo gostosinho para Jimin.

(...)

15:30.

Jimin está meia hora atrasado!

Será que ele vai me dar um bolo igual alguns meses atrás?

É galara, eu fiquei plantado na praça, no frio, esperando Jimin chegar para irmos na pizzaria.

Acabou que eu comi pizza sozinho, e sabe onde o Jimin estava?

Com o Kwan!

Descobri isso agora pouco, já que a vovó de Jimin me contou.

Se eu estou extremamente chateado e já estou tirando minha roupa linda e sexy que eu vesti?

Exatamente, porque eu sou trouxa!

– Já vou! – Berrei após ouvir minha campainha tocar.

Corri até a porta, de cueca mesmo. Afinal, eu estou no meu apartamento, eu pago o aluguel e tenho direito de andar do jeito que eu quiser no meu apartamento.

Girei a chave e destranquei a porta, abrindo-a em seguida dando de cara com o desgraçado do Park Jimin.

– É... Eu sei que eu me atrasei, mas eu trouxe sorvete para nós. – Murmurou, mostrando a sacola com um pote de sorvete e sorriu envergonhado.

Cruzei meus braços e arqueei a sobrancelha, enquanto o ruivo encarava meu corpinho seminu. É Park Jimin, eu estou vendo você de comendo pelos olhos.

– O sorvete é de flocos.

Certo me convenceu.

Dei espaço e Jimin entrou no apartamento.

Respirei fundo e fechei a porta.

Se não for agora, não vai ser nunca.

– Jungkook eu-

Antes que Jimin começasse a falar, me atirei nos braços dele, literalmente eu me joguei e colei nossos lábios. Iniciei um beijo nada calmo e cara, ele retribuiu!

EU ESTOU SURTANDO, SOCORRO!

Jimin deslizavas suas mãozinhas geladinhas por todo meu corpo, apertando minhas bandas e coxas. O mesmo caminhou comigo sem descolar nossos lábios, esbarrando na mesinha de centro, até minhas costas se encontrarem no vidro da porta que dava acesso na varanda.

Dei impulso e estrelecei minhas pernas na cintura do mais baixo, este que me segurou pelas coxas com possessão, do jeitinho que que eu gosto. Quando nossos pulmões imploraram por oxigênio, nossos lábios se separaram e a boquinha carnuda do Park não tardou em atacar meu pescoço, chupando e mordendo minha pele. Dos meus lábios saiam arfares baixos juntamente com alguns gemidos no mesmo tom. Minhas mãos foram até seus fios alaranjados, onde embrenhei meus dígitos ali, puxando-os levemente.

– Eu estava com tanta saudade do seu corpo, Jeongguk... – Jimin sussurrou com a voz rouca em meu ouvido, causando-me arrepios.

– E eu senti falta do seu pau me fodendo, Jimin-ssi. –Sussurrei manhoso em resposta.

Sabe vergonha na cara? Desconheço.

– Minha vadia vai matar a saudade, então. – O safado do Park sussurrou apertando mais minhas coxas antes de me jogar no sofá. Em seguida, seu corpo estava sobre o meu.

Não demorei, logo segurei a barra de sua camiseta e a puxei para cima para tirá-la. Fiquei alguns segundos minutos observando aquela maravilha, céus dá vontade de passar minha língua todinha ali.

– Gosta do que vê, vadia? – Questionou em um sussurro e eu concordei com a cabeça em resposta. Jimin então se sentou no sofá e me puxou para seu colo, guiou minhas mãos até seu abdômen mantendo aquele sorriso crentino no rosto. – Sou todo seu.

Sorri largo e comecei a movimentar meu quadril em seu colo, enquanto minhas unhas deslizavam por seu abdômen definido. Comecei a distribuir chupões e algumas mordidas na pele de seu pescoço, soltando alguns arfares baixinhos ao sentir os apertos em minhas bandas. Aposto que já estariam avermelhadas.

Quando senti algo rígido no meio de minhas bandas, não evitei de rir sapeca, simulando cavalgadas em seu colo.

– Ah... Jeongguk, porra. – Murmurou Jimin, levando uma de suas mãos até meu cabelo, enrolando seus dígitos em meus fios puxando-os levemente.

– O que meu mestre quer que eu faça, uh? – Sabia que “mestre” era o ponto mais fraco de Jimin, esse apelido acabava com toda sanidade que ele tinha.

– Porra Jungkook... – Resmungou distribuindo um tapa na minha banda esquerda. Doeu, tá ardendo pra porra, mas não posso negar que eu estou adorando.

Me julguem.

– Merda, eu preciso ter você sentado no meu pau. Agora. – Murmurou enquanto mordia o inferior, aparentemente não estava usando muita força.

É esse meu momento de brilhar, com licença.

Com delicadeza e sem pressa, desfiz o nó do elástico da calça de moletom e a puxei.

Jimin já estava sem cueca, o que é uma coisa extremamente rara de acontecer.

Será que ele já veio na intenção de abusar do meu corpinho nu ou esqueceu mesmo?

Segunda alternativa, óbvio.

Tirei minha boxer e me apoiei nos ombros de Jiminnie, o mesmo ajudou a posicionar seu pau na minha entradinha e eu fui descendo vagarosamente.

Sabe quanto tempo eu não faço sexo? Desde o ano novo!

Quando seu pau ficou completo em mim, não evitei um gemido alto. Jimin jogou a cabeça para trás, suspirando audível. Senti suas mãos em minha cintura e passou a movimentar meu quadril para cima e para baixo, de acordo com o dele, podia ouvir alguns arfares baixos que Jimin soltava.

E eu gemia baixinho e junto com ajuda dele, quicava lento em seu colo. Minhas unhas deslizavam por suas costas, deixando provavelmente marcar avermelhadas. Notei que o corpo do mais baixo se arrepiou e pude ouvir um gemido baixinho vindo da parte dele, enquanto seu pau ia mais fundo em mim.

Jimin ia aos poucos aumentando a força e velocidade de seu quadril, eu mordia meus lábios com força abafando meus gemidos altos, era tão escandaloso. Deixei meu rosto na curvatura do pescoço de Park, deixando uma mordida forte ali.

O mais baixo soltou um riso nasal, se inclinou e deixou leves chupões em meu pescoço, investindo cada vez mais nas estocadas. Suspirei baixo, inclinando minha cabeça para o lado, deixando meu pescoço mais exposto. Apoiei minhas mãos nos ombros de Park, dando impulso para aumentar a velocidade do meu quadril, enquanto ele maltratava minha pele.

– Me faça gozar como uma a vadia que você é, hm? – Sussurrou, fazendo-me sorrir ladino.

Eu faria tudo o que meu mestre mandasse, então comecei a sentar com força, gemendo alto. Mordia meu lábio inferior diversas vezes, com a intenção de abafar meus gemidos. Levei minhas mãos até os fios ruivos de Park, os puxando sem muita força.

Jimin gemia abafado, aparentemente gostando da forma que eu estava fazendo. Eu ainda me lembro direitinho como agradar Jimin quando o assunto é sexo.

Cravei minhas unhas nos ombros do mais baixo, deslizando por seus braços. Me afastei um pouco e passei a costas da minha mão direito por minha testa, limpando o meu suor.

Novamente, Park aumentou a força e a velocidade das estocadas, atingindo minha próstata com força repetidas vezes, fazendo-me gemer tão alto, parecia realmente uma vadia.

Levei uma de minhas mãos até meu pau, céus eu precisava gozar.

— Nada disso, apenas com o meu pau. — Sussurrou risonho, guiando minhas mãos até seu abdômen, onde fiquei arranhando diversas vezes lá.

Jimin me fodendo daquele jeito é ainda sussurrando meu nome acabava com minha sanidade.

Ele fazia meu corpo sobressaltar algumas vezes, eu gritava e gemia ao mesmo tempo. Mordia meu inferior na tentativa de abafar meus gemidos, não quero aqueles velhos enchendo a porra do meu saco.

— Não abafe seus gemidos. Quero que os vizinhos ouçam que você é meu. Saibam que você está satisfeito com meu pau. — Jimin disse em um tom possessivo, apertando minhas bandas com força mantendo a mesma velocidade.

Eu senti falta desse lado possessivo, aliás senti falta de Jimin por inteiro.

Eu amo esse homem.

— Eles já sabem, mestre. — Respondi com certa dificuldade por causa dos gemidos altos, cravando minhas unhas nas costas de Park. Sentava com vontade no pau de meu mestre, assim como uma boa vadia.

Jimin soltou um arfar arrastado, pouco tempo depois, se desfazendo em meu interior. Eu gozei junto, gemendo falho, minha voz já tinha está toda fodida, que maravilha.

Ficamos parados com nossas respirações ofegantes. Apoiei minha testa no ombro de Jimin e comecei acariciar suas costas nuas.

— Isso quer dizer que você me perdoa? — Sussurrei ofegante, arrancando um suspiro de Jimin.

Sinto que estraguei o clima.

— Depois conversamos sobre isso, certo? Vamos curtir nossa tarde.

Opa, mas é claro!

(...)

Minha tarde com Jimin foi resumida em sexo e carinho.

Sim, carinho.

Carinho: manifestação delicada, que pode ou não envolver contato físico, de apreço, amor ou meiguice.

Mas no meu caso, envolveu contato físico.

Ele não falou se me perdoa ou não, simplesmente não tocamos no assunto.

Não sei se estamos tendo algo ou não e confesso que isso me deixa um tanto frustrado. Eu amo Jimin, eu me joguei — como vocês viram, literalmente eu me joguei — em seus braços, disposto a tomar alguma atitude certa nessa minha vida que está mais do que atolada na bosta.

Agora, eu estou me arrumando enquanto Jimin está me esperando na sala. Eu não vou trabalhar hoje, pedi folga para Namjoon e este deixou bem claro que meu salário será descontado.

Que ótimo, menos dinheiro no fim do mês. E o motivo disso tem nome e sobrenome, e não é Park Jimin! E sim, Jeon Kangho, vulgo meu pai.

Ele voltou para Coréia e quer se encontrar comigo em um restaurante caro. Então, eu estou ficando devidamente arrumado e Jimin me dará uma carona.

— Jimin? — Chamei após sair do quarto todo elegante e cheiroso.

— Uau, que elegância. — Comentou assim que me olhou de cima para baixo.

— Obrigado. — Ri sem graça.

Sim, vocês leram certo. Eu, Jeon Jungkook, fiquei sem graça.

O trajeto até o estabelecimento de luxo foi tranquilo, conversamos sobre diversos assuntos, porém nada se tocar naquele assunto.

E então, ele estacionou na frente do restaurante. Eu estava tão nervoso, credo.

— Boa sorte, Jeongguk. — Disse Jimin enquanto eu tirava o cinto. Sorri pequeno e o abracei apertado.

— Irei precisar. — Sussurrei.

Nossa, isso está me lembrando minha adolescência. Sempre que meu pai me chamava para conversar, eu fica tão tenso e Jiminnie me acalmava.

Sai de seu carro e atravessei a rua, entrando no restaurante em seguida. Não demorou muito, avistei eu sentado em uma mesa sozinho com uma taça de vinho.

Certo Jungkook, se acalme.

— Boa noite. — Cumprimentei meu pai que tirou atenção do celular e sorriu para mim.

— Quanto tempo, garotão. Olha só como cresceu, já é um homem. — Comentou.

Ri baixo e neguei brevemente com a cabeça. Me ajeitei melhor na cadeira confortável e após suspirar fundo, perguntei:

— Por que queria me ver?

— Oras, queria ver meu filho. Ficamos anos separados. — Respondeu revirando os olhos, enquanto guiava a taça de vinho até seus lábios, degustando a bebida. — Deseja alguma coisa?

— Um vinho. — Respondi, dando de ombros.

Meu pai sorriu e pediu mais um vinho quando o garçom se aproximou.

— Muitas coisas aconteceram enquanto você esteve fora. — Pronunciou após o garçom se afastar.

— Por exemplo, seu divórcio com a mamãe?

— Exatamente. — Senhor Jeon respirou fundo, negando com a cabeça. — Esse mundo está perdido.

— Por quê? — Indaguei arqueando minha sobrancelha direita. — Por que ela é e independente? Ou por que ela namora uma mulher?

— Segunda opção, lógico. Onde já se viu? Homem com homem e mulher com mulher? Veja só, estão destruindo lares de pessoas descentes! — Papai disse indignado.

Destruindo lares? Sério isso?

— Eu nem falo nada. — Comentei, agradecendo quando o garçom me serviu o vinho suave.

— Oras, irá me dizer que concorda com essa barbaridade?

— Qual barbaridade? — Acabei elevando um pouco o tom de minha voz.

— Oras! Mesmo depois de anos vivendo longe daquele Jimin, não adiantou? Continua optando por ser um veadinho? — Naquele momento meu sangue ferveu em minhas veias.

Sério que ele falou isso? Esses anos ele não evoluiu nada?

— Você é uma grande decepção, senhor Jeon Kangho. — Ditei enquanto me levantava e apoiava minhas mãos no vidro da mesa. — E eu realmente achando que o senhor tivesse evoluído. Mas vejo que cada dia que se passou, ficou mais xucro!

Então, um tapa foi transferido em minha bochecha.

Doeu, confesso. Doeu demais, porém não chega nem perto da dor que meu coração está sentindo, por causa da rejeição do meu pai.

— Você que é a decepção da família, Jeon Jungkook! — Gritou, chamando atenção das pessoas ricas e refinadas que estavam jantando. — Foi tudo culpa da sua mãe, aquela mulherzinha de quinta. Não soube criar o filho e olha o que este se tornou, um homem repugnante.

— Repugnante? — Gritei também. — Só porque a minha forma de amar é diferente da sua? Ah, espere, você não ama! Não sabe o que é amar e jamais saberá! — Se eu havia diminuído meu tom de voz?

Claro que sim, eu tenho classe.

— Eu desejo, de coração, que o senhor não tenha que sofrer tanto para aprender que, cada pessoa é o que é. Somos todos diferentes, eu não sou errado por amar, eu não destruo família, muito menos irei acabar com a espécie humana ou ofender Deus. Eu sou um ser humano, assim como você, que ama, que tem sentimentos!

— Não! — Vociferou. — Você não é como eu! Jamais, está me ouvindo? Jamais, me compare com um homem nojento como vocês. — Ele falava em pausadamente e dessa vez, não elevava o tom de voz.

No entanto, as pessoas e funcionários continuavam observando.

— Eu tenho pena de você... — Murmurei, negando brevemente com a cabeça.

— Senhores, por gentileza, peço que se retirem e que resolvam seus problemas pessoais fora desse estabelecimento. — O gerente se pronunciou após se aproximar de nós.

Ri irônico, desviando meu olhar para o outro senhor ao lado de meu pai.

— Me perdoe, eu já estou de saída mesmo. — Fiz uma breve reverência e girei meus calcanhares, pronto pra ir embora.

— Você, Jeon Jungkook, é um verme! — Pude ouvir meu pai me xingando e permiti que uma lágrima escorresse por minha bochecha.

Não tinha motivos para engolir o choro, ele não estava me vendo mesmo.

(...)

— Seu pai continua o mesmo babaca de sempre. — Yoongi comentou, bebendo um pouco de seu café.

Depois de todo aquele acontecimento no restaurante, eu vim direito para casa do meu hyung, o que não é tão complicado de se achar, já que ele mora em um pequeno apartamento sobre a papelaria dele.

— Eu realmente achei que ele iria mudar... — Sussurrei quase inaudível.

Se eu chorei rios enquanto falava com Yoongi-hyung? Óbvio.

— Mas me conta, Kookie. — Murmurou e eu sorri assim que senti seus dígitos em meus fios. — Como foi seu dia, fora isso?

— O Jimin se atrasou para nosso passeio, mas em compensação levou sorvete e ... Transamos a tarde inteira! — Contei empolgado. Meu dia não foi tão péssimo assim.

— Nossa, que rápido. — Yoongi riu, mas parecia que ele ria de forma... Falsa?

— Pois é! Eu me joguei nos braços dele. Finalmente tomei uma atitude decente!

— Fico feliz por vocês.

Assim não dá! Meu hyung está muito tristonho!

Respirei fundo e levantei minha cabeça do colo dele, em seguida cruzei meus braços o encarando.

— O que aconteceu?

— Do que você está da falando? — Se fez de desentendido.

— Estou falando dos seus problemas! Nunca escondemos nada um do outro, então por que não me conta o que está havendo?

— É bobagem...

— Não é! — Gritei, fazendo Yoongi arregalar os olhos.

— É que... Eu estou escrevendo uma história. — Murmurou.

Se eu tive um ataque e me joguei nele abraçando e apertando aquele branquelo lindo?

Mas é claro! Até parece que não me conhecem.

— Deixe eu ver! Deixe eu ver!

— Eu publiquei em um site. — Disse após me afastar de si. — Eu estou tão inseguro... Sinto que está uma merda.

— Qual o nome? — Perguntei ansioso.

“A garota da capa Branca”.

— E fala sobre o quê? — Indaguei eufórico enquanto pegava meu celular para poder ler a maravilhosa história do meu hyung.

Min Yoongi inventava ótimas histórias para mim quando era um pequenino feto.

— Sobre uma garota que usa uma capa branca...

— Quero ler!

— Eu não sei não, Jungkook.

— Por favor! — Implorei, com aquela voz irritante que meu hyung odeia.

— Ok! Pivete irritante! — Min pegou meu celular e digitou alguma coisa, em seguida me entregando.

Era o site onde estava a história dele, certo a capa está uma bosta e a sinopse...

“ Com medo de assumir a coroa, a princesa Lilian ficou de seu reino, White Kingdon, aparecendo misteriosamente em outro mundo. Onde poderia ser o que quer, não esconder o que é.

Porém, ela pode confiar nesse outro mundo?

O que explica seus mistérios fios vermelhos?

O que é realmente a princesa Lilian Woondbead?”

Sinopse merda também.

Agora, o capítulo pode ser diferente né?

Confesso que estou com medo do que ler aqui...

“Prólogo”


Notas Finais


Nos encontramos novamente, rs.
Gente, a história do Yoongi realmente existe e eu escrevo skksksksk.
Eu posto no wattpad, já que é um história com personagens originais, mas se quiserem ler, aqui o link, ó:

https://www.wattpad.com/story/144212618-a-garota-da-capa-branca

Então galera, o que acharam? É, Jikook estão se entendendo, porém Jimin tá deixando Jeongguk todo confuso.
Afinal, Park Jimin vai mesmo perdoar??? Talvez sim......talvez não.....

Bom, como eu disse @Bad_Boy_Down a fic foi atualizada no prazo, não é mesmo? Hohoho seria isso um milagre?


É isso gente, até a próxima, quando o milagre aqui acontecer kskskskksjs


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