História Reconstruindo o Coração! - Capítulo 28


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Categorias 2AM, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7
Personagens Jackson, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jo Kwon, Jungkook, Lisa, Mark, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom
Tags Menção Jikook, Menção Vlisa
Visualizações 57
Palavras 2.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HAHAHAHAH OI
gente, vcs viram que terá comeback 18 de maio? NÃO ESTOU PREPARADA MAS TO ANSIOSA. AAAAA. Bom, não vou falar nada. Nome do capítulo é bipolar pq ele é todo bipolar, o capanga é bipolar e os povs são bipolares, na Yeva com o Jeon, eles estão felizes da vida, cagando pros problemas, e no pov do capanga, é exatamente o contrário, perceberam?
Atentos? rs
boa leitura, desculpem os erros e até la embaixo!

Capítulo 28 - Bipolar


Fanfic / Fanfiction Reconstruindo o Coração! - Capítulo 28 - Bipolar

Desconhecido (Chefe) 

(Exato momento em que Jungkook enchia Yeva e a mesma resolveu dormir, para passar o tempo): 

– Onde 'tá aquele merda? – Perguntei completamente irritado, aquele idiota havia saído sem me avisar. Eu havia dito para o mesmo sobre meu plano e ele saiu do galpão praticamente correndo, era um imprestável mesmo.  

– Não sei tio, ele saiu e me pediu para eu fazer a parte dele. – Meu sobrinho me respondeu. Eu já havia o dito milhares de vezes que não me chamasse de tio em seu "expediente", mas tudo que entra por um ouvido, sai pelo outro. 

– Quantas vezes eu já disse… – Me aproximei dele, que recuou até bater o quadril em minha mesa no escritório. Puxei a Acheropita, que é o apelido carinhoso que nós damos às armas brancas do galpão, como a faca que eu acabo de puxar de sua mão e a posicionei em seu rosto. – Pra você não me chamar de tio enquanto estivermos aqui? Hein? – Seus olhos arregalados denunciaram sua surpresa e susto, eu tenho vergonha desse garoto carregar meu sobrenome. – Me responda, seu saco de bostas ambulante! 

– Me desculpe ti… – Se auto interrompeu ao perceber que estava repetindo a gafe e quando pressionei Acheropita contra sua bochecha. – Me desculpe, chefe. – Deu um suspiro doloroso quando fiz um pequeno corte no lugar que estava posicionado. – Isso jamais irá se repetir. – O soltei e assenti. O sangue do pequeno corte escorreu, pingando em sua blusa branca como a neve. 

– Acho bom mesmo, porque da próxima vez não garanto que irei te poupar. – Olhei para o meio de suas pernas, me referindo ao seu amiguinho. Ele automaticamente tapou suas partes com as mãos, anuindo mesmo hesitante. E eu, sorri automaticamente. 

 Yeva 

– Ei, deixe de ser preguiçosa e abra esses olhos logo, o ônibus já parou. – Eu não precisava nem gastar meus neurônios para adivinhar quem estava me enchendo para acordar.  

– Para de me cutucar, eu já acordei. – Abri só um olho e olhei pra ele, que me olhava com um sorriso sapeca, parecendo uma criança pequena que queria aprontar. Ou melhor, que já está aprontando. 

– Que bom, agora vamos logo antes que fechem nós aqui dentro. – Me puxou pra fora do ônibus e nós pulamos o último degrau da escada, rindo em seguida e comemorando pelo pulo sincronizado. 

– Wow. – Falamos em uníssono ao ver a quantidade de crianças, adolescentes e adultos haviam ali. E também por perceber que havia vários brinquedos e brincadeiras ali. Inclusive futebol de sabão, pula-pula e até queimada.  

– É hoje que eu volto a ser criança. – Falei e puxei Jungkook, escolhendo aleatoriamente o que nós iríamos fazer. 

Desconhecido (Capanga) 

Às vezes eu acho que aquele cara tem sérios problemas. Sério, onde já se viu querer que eu mate um mendigo só por ele (O mendigo) ter pedido esmola pra ele (O louco do chefe)? Na verdade, eu não acho, eu tenho certeza absoluta que o Chefe é louco de pedra.  

Escutei meu celular vibrar em meu bolso e parei de caminhar naquele imenso deserto, como diabos aqui havia sinal? Era uma mensagem do braço direito do chefe, que mesmo tentando esconder de todas as formas, nós sabíamos que ele era seu sobrinho e tinha uma pequena vantagem.  

"ONDE VOCÊ 'TÁ, SEU IDIOTA?!?!?!?" – Eu li aquilo imaginando sua voz fina num tom bem alto, tentando soar um pouco mais másculo.  

"Por perto, por que?" – Respondi me fingindo de bobo e recebi uma resposta imediata.  

"O Chefe 'tá querendo te matar, acho melhor você aceitar logo essa coisa besta e ir se acostumando, vem coisa bem pior pela frente!" – Suspirei e apenas concordei, mandando um ok e guardei o celular no bolso de novo. Concordar logo seria mais fácil. Até porque é bem melhor tirar a vida dos outros do que perder a própria.  

Yeva 

– Por favor moça… Só por cinco minutos. – Eu estava implorando para a mulher que administrava aquele pula-pula. Sabe, ela meio que tinha razão, só as crianças estavam entrando ali. Mas nada proibia que nós, mais velhos, poderíamos subir ali.  

E eu havia acabado de descobrir que haviam crianças nesse acampamento também. Realmente esse lugar é uma colônia de férias. 

– É, pelo que eu estou vendo, não tem nenhuma regra que proíba nós dois de subirmos aqui. – Jungkook leu meus pensamentos e disse para a mulher.  

– Tudo bem, só cinco minutos, nada mais, nada menos! – Se deu por vencida e abriu a rede que não deixava ninguém ultrapassar o "limite". Finalmente, depois de esperar quase vinte minutos naquela fila, nós conseguimos entrar naquela cama elástica. Sorri involuntariamente e tirei meu tênis, colocando ao lado da escadinha e Jungkook fez o mesmo, esse acampamento foi a melhor ideia que eu já tive em todo esse ano.   

Desconhecido (Capanga) 

Depois de levar um enorme sermão do louco de pedra, vulgo chefe, eu acabei aceitando o "serviço" e já havia me encaminhado para o local. Lá estava ele, sentado em sua cama de papelões, isolado do resto da movimentação dessa cidade infernal, comendo uma marmita numa tigela que uma boa alma havia o dado. Mal sabia ele que aquilo seria sua última refeição. Suspirei e me aproximei dele.  

– Com licença, meu senhor. – Fiquei agachado, tentando ficar frente a frente com ele. Aquele velho cheirava a mijo.  

– Posso ajudá-lo em algo? – O mendigo me perguntou. Como se ele tivesse algo para me ajudar.  

– Na verdade… eu que gostaria de ajudá-lo. – Sorri e vi seus olhos brilharem, aquilo iria ser extremamente fácil. – Eu sou dono de um estabelecimento próximo daqui, lá nós oferecemos estadia e alimentação e como nós estamos próximos do inverno... – Pura mentira, nós estávamos num calor infernal, no meio do verão, mas o velho provavelmente não iria saber disso. – Eu decidi ajudar alguns moradores de rua e levá-los até lá, entende? – Ele assentiu, feliz da vida e eu me levantei. – Me acompanhe até o carro, pegue seus pertences que eu irei levá-lo lá. – Minha lábia para convencer os outros era incrível.  

– Eu não tenho nada. – Percebe-se. – Muito obrigado mesmo, meu jovem. Você vai direto para o céu quando bater as botas. – Eu iria diretamente para o inferno, na verdade.  

 Yeva 

– MAIS ALTO JUNGKOOK! – Eu falava aquilo por falar, não tinha como nós irmos mais alto naquele pula-pula, ele iria acabar quebrando se nós fizéssemos alguma acrobacia perigosa. Jungkook dava enormes cambalhotas no ar para me fazer rir, o que funcionava muito, já que eu gargalhava e tentava fazer também, com sua ajuda.   

– Eu estou tentando! – Ele deu o sorriso que eu tanto amo, ah, como amo. Cada vez que eu dava um pulo, meu sorriso se estendia, eu não estava me importando com meu cabelo que às vezes queria entrar em meu olho e outras vezes que entrava em minha boca, eu só queria ser feliz.  

– Acabou o tempo, desçam antes que quebrem essa cama elástica. – A mulher disse, mas mesmo tentando ser rígida, dava para se perceber que ela ficou contagiada com nossa alegria. Caramba, aquilo era muito bom.  

– Futebol de sabão? – Por coincidência falamos ao mesmo tempo, fazendo nós nos olharmos e sorrir. – Futebol de sabão! – Respondemos um ao outro outra vez, juntos e seguimos para o local desejado, sem antes dar um selinho demorado. São poucas as vezes que eu consigo me sentir feliz como me sinto agora. 

Desconhecido (Capanga) 

– O lugar é muito longe? – O mendigo perguntou, era de se esperar, eu estava rodando com o carro naquela área abandonada fazia um tempo e só agora ele foi me perguntar isso.  

– Nós estamos quase chegando, fique tranquilo. – Lhe dei um sorriso e ele assentiu, balançando os braços, meio apreensivo e meio ansioso. – Chegamos! – Estacionei o carro e abri a porta. Não estava mais aguentando mais aquele cheio de sujeira misturado com urina naquele carro, eu teria que dar uma boa desinfetada depois. Ambos saímos do carro e eu ativei o alarme dele, esperando o velhinho me seguir. Eu usava um boné preto que quase não o deixava ver meu rosto, apenas do meu nariz pra baixo.  

Entramos numa pequena casa que já estava planejada pra ser o local que eu colocaria o "plano" em prática. 

– Sente-se aí, vou buscar umas coisas para te ajudar na dispensa. – Eu estava tentando me convencer que eu iria mesmo ajudá-lo, o matar seria uma ajuda, ninguém merece viver como um lixo nas ruas. Eu havia ido buscar apenas a seringa que usaria para deixá-lo meio grogue, a arma já estava em minha cintura dom uma corda, para amarrá-lo.  

"Aquilo iria livrar ele dessa vida", era meu mantra.  

Yeva 

– Essa droga não para de escorregar! – Eu reclamei, depois de cair pela centésima vez na pequena quadra, com o chão completamente coberto de sabão.  

– Isso é um futebol de sabão, esqueceu? – Jungkook não estava diferente de mim, a diferença é que ele conseguia se equilibrar um pouco mais do que eu, estávamos jogando aleatoriamente, sem marcar pontos ou times, apenas eu e ele.  

– Não esqueci, mas poderia ser menos escorregadio! – Nem me levantar mais eu conseguia, apoiava os braços no chão e quando tentava dar um impulso, eu escorregava e dava de cara no chão, sentindo o gostinho esquisito de sabão em minha boca.  

– Você é muito mole. – Chutou a bola de borracha em minha bunda e riu em seguida, o acompanhei.  

– Eu sou mole é? Quero ver você vir até aqui sem escorregar. – O desafiei arqueando as sobrancelhas, ele não hesitou e tentou andar até onde eu estava, esticada no chão do carpete cheio de sabão.  

– Isso é fác-- – Não conseguiu terminar a frase e escorregou, caindo de nariz no chão. Comecei a gargalhar muito alto, as pessoas à nossa volta só não me encararam porque o barulho das outras pessoas conversando e rindo era mais alto.  

– Muito! – Ironizei. Foi a vez dele de me olhar desafiador. Não sei como e nem por quê, mas ele tomou impulso de alguma forma e deslizou no sabão ainda deitado até chegar em mim, batendo seu quadril com o meu. 

– Muito fácil. – Falou baixinho e me puxou para cima dele, num abraço espumado. – Esse tá sendo o melhor dia da minha vida. – Afirmou e eu concordei, concordei plenamente.  

– Eu te amo. – Ele murmurou um "eu te amo milhões de vezes mais" em resposta e me beijou, um beijo de verdade, sem se importar com estarmos em público. Aquilo estava maravilhosamente, maravilhoso.  

Desconhecido (Capanga) 

– Vol-- – Interrompi minha fala quando percebi que o velho não estava mais sentado no lugar que eu havia deixado ele. Me puni mentalmente por não ter ao menos o amarrado antes. Isso que dava tentar se bom com alguém, eu sempre me fodia!  

– Ah, pensei que você não iria voltar… – Riu, mostrando os (poucos) dentes podres. – Onde estão as coisas? – Franziu o cenho e eu sorri, a máscara de bonzinho "saindo" de meu rosto.  

– Eu acho que você deveria tomar mais cuidados com as pessoas em quem confiar. – Sua cara confusa se intensificou.  

 – Como assim? – Ele se sentou na cadeira, facilitando meu trabalho de ter que correr pra prender ele e etc.  

– Às vezes as pessoas não podem querer lhe ajudar, elas podem ter segundas intenções, querer fazer coisas erradas com você, como te matar. – Ele concordou. Eu estava perdendo a paciência.  

– Você tem razão, nem todas as pessoas tem o bom coração, como você tem. – Ele disse, coçando a barba que eu não duvidaria nada estar escondendo um rato que a qualquer momento pularia dali.  

– SERÁ QUE VOCÊ AINDA NÃO PERCEBEU QUE EU VOU TE MATAR?! – Explodi. Chega de cerimônias, chega de conversar, minha paciência se esgotou. Seus olhos faltaram sair de seu rosto. Ele tentou se levantar e correr, mas eu consegui ser mais rápido e o agarrei. – Nem pense nisso! – Apertei ele em meus braços e peguei a seringa em meu bolso do casaco, injetando nele todo o relaxante muscular. Aquilo iria servir só pra mantê-lo parado, ainda daria para dialogar com ele. Vovô amarrado na cadeira e completamente relaxado, eu fiquei parado em sua frente.  

– Por que quer me matar? – Ele perguntou, ele só não conseguia expressar seu desespero por culpa do medicamento.  

– Nem eu mesmo entendi direito. – Dei de ombros, brincando com as balas que estavam sendo usadas para carregar a arma. – Pense pelo lado positivo, agora você não irá viver na desgraça que é sua vida. – Coloquei uma falsa animação em minha fala, uma lágrima solitária escorreu em sua bochecha.  

– Eu ainda acreditava que um dia eu poderia ser alguém na vida, um grande empresário, uma família e vários animais. – Tive um pouco de pena dele, mas aquilo nunca iria acontecer.  

– Me desculpe estragar seus sonhos, mas isso nunca vai acontecer. Porque você vai morrer! – Exclamei a última parte cantarolando e me levantei, com a arma totalmente carregada.  

– Eu sei. – Suspirou. Ele todo mole ali me dava vontade de rir e ao mesmo tempo de consolá-lo.  

– O líquido que estava na seringa é um relaxante muscular, como o nome mesmo diz, ele faz seu corpo ficar completamente relaxado, quase dormente. Isso não fazia parte dos planos, mas eu decidi comprar pra você não sentir tanta dor ao morrer. – Alisei o cano da arma.  

– Obrigado. Eu acho. – Ele não estava tão desesperado por saber que iria morrer, como eu disse, estava o ajudando.  

– A testa possui músculos? – Perguntei sorrindo de lado, mirando a arma bem no meio de sua testa.  

– Cara, você é bipolar? – Perguntou, meio abismado com minha loucura.  

– Sim, fui diagnosticado aos quinze anos. – Respondi dando outra vez de ombros. – Últimas palavras?  

– Por que tem que me matar? O que eu te fiz? – Suspirei. "VOCÊ ESTÁ APENAS O AJUDANDO", se repetia em minha mente.  

– Estou apenas seguindo ordens, cara. Não tenho nada contra você. – Acenei com a mão para ele que fechou os olhos com força. O barulho da arma ecoou pelo ambiente, junto ao barulho da cadeira indo ao chão, devido ao coice da arma. Suspirei outra vez e tirei uma foto do corpo com a bala no meio da testa, mandando para o chefe:  

"Alvo exterminado." – Esperei por alguma resposta por uns cinco minutos, olhando para os olhos ainda fechados daquele senhor ali, estirado no chão.  

"Elimine as provas e saia daí." – Foi a resposta que recebi. Fiz o que me foi mandado e, quando estava com o fósforo em mãos, pronto para colocar fogo no velhinho, eu disse:  

– Me desculpe por não ter lhe dado o que merecia. – Eu sabia que matá-lo não era ajuda porra nenhuma.  


Notas Finais


vou começar a falar Acheropita pra me referir as facas tbm SJSAKSAAJDSKA, mentira rs
tenso e feliz ao mesmo tempo, assim serão alguns capítulos daqui pra frente. Mais pra frente tem mais alguns capítulos assim.
Ficou confuso? Com o decorrer da fic, vcs vão entender (Não por agora, tem que ficar bem atento por enquanto. Atento aos detalhes pra não se perder, ok?), se vcs prestarem bastante atenção, conseguirão perceber um pequeno detalhe que pode fazer vcs saberem quem são, pelo menos um desses desconhecidos, ou até o local q se passarão esses povs. Qualquer pergunta ou teoria, só comentar aqui ou falar lá no grupo do whatsapp hehe. Link do grupo: https://chat.whatsapp.com/8TtbGcMF6WsHpGUv0tLedX
Amo vcs e obrigada pelos favs. Menor que três~~


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