História Red Apple - Kim Taehyung (V) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Chase Atlantic
Personagens Christian Anthony, Clinton Cave, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Mitchel Cave, Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Drama, Red Apple, Romance, Suspense
Visualizações 36
Palavras 854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Literatura Feminina, Mistério, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


UHUUUUUUUUUUU
Minha primeira história no Spirit <3
Espero poder agradar.

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Red Apple - Kim Taehyung (V) - Capítulo 1 - Prologue

 Finalmente meu último dia naquele orfanato. Eu talvez fosse uma das crianças que está a mais tempo aqui. E sinceramente, eu já não aguentava mais esse lugar. Fiquei aliviada por finalmente poder estar livre do purgatório, apesar de as circunstâncias nas quais eu, uma garota com mais de dezesseis anos (definitivamente uma idade bem inapropriada para ser adotada por um velho), foi adotada terem sido um tanto quanto estranhas.

 Uma de nossas supervisoras me disse que eu havia sido adotada pela família mais rica do país; os fundadores do Condado de Tearstreet e donos da magnífica Mansão Red Apple, a família Kim. Segundo ela, o proprietário de todo esse patrimônio, Kim Chester,  o patriarca, não confiava em nenhum de seus sete filhos para que administrar sua fortuna e também, a família. Logo, o homem escolheu, por si mesmo, uma criança que ele considerasse ser confiável, para que esta herdasse todos os seus bens assim que completasse dezesseis anos, ao invés de seus herdeiros "legítimos."

 No momento em que recebi a notícia de que eu deveria ser essa criança, eu apenas imaginava o porquê, entre tantos outros, justo eu teria sido a escolhida para carregar esse fardo? E o que teriam os filhos desse homem feito de tão errado para que ele precisasse recorrer a uma criança totalmente estranha, no lugar de seus filhos?

 Eu me lembrava de tê-lo conhecido, sete anos atrás. Já era um homem bem velho, usava um terno vermelho com cheiro de naftalina e tinha cara de quem vivia em raiva constante. Entretanto, tratou a todas as crianças que viu com muita gentileza, inclusive a mim. Esse homem nos visitou por pelo menos um mês inteiro, duas vezes a cada semana, e, com o tempo parou de vir. Mais tarde, descobrimos que o senhor tinha parado de nos visitar porque estava passando por um tratamento que tentaria retardar a proliferação de uma doença aparentemente sem cura, e agora, sete anos depois, eu fui enviada, apenas com metade dos meus pouquíssimos bens acumulados nos quatorze anos em que eu morei nesse orfanato, diretamente ao seu império de quatrocentos bilhões de Won.

 Eu apenas passaria a morar lá, naquela enorme mansão, com sete completos desconhecidos que potencialmente (potencialmente significa com certeza) me odiavam, e todos os seus empregados. Se eu estava ansiosa? Ah, nunca estive tanto quanto estou agora, isso eu posso garantir. Mas, eu também sou a última pessoa apta a fazer objeções, então apenas entrei calada no carro que veio me buscar, as únicas pessoas dentro dele eram um homem pálido com óculos escuros e um ponto eletrônico, ele quem dirigia o carro; e também um rapaz que aparentava ser mais velho do que eu. E, para o meu azar, eu presumo, ele resolveu falar comigo assim que o carro começou a andar.

- Olá! Eu me chamo Kim Seok Jin, e sou o filho mais velho de Kim Chester. Você deve ser a Choi S/n, certo?

 Eu apenas assenti, desconfortável, mal o tinha conhecido e já achava que ele fala demais.

- Bem... Em breve não será mais, seu sobrenome mudará para Kim, de agora em diante, e você então fará “parte” desta família. (Ele fez sinal de aspas com os dedos) isto é, se a senhorita durar até que possamos considerá-la da família.

 Disse com um sorriso estranho no rosto. O pior para mim, é que mesmo sendo sarcástico, ele permanecia esbanjando uma simpatia insuportável. Era difícil de aturar.

 De repente, chegou perto do meu ouvido e começou a prolongar seu discurso maçante

 - Sabe, Srta. Choi, eu e meus irmãos não estamos nenhum pouco felizes de tê-la na família. Eu, como o primogênito, menos ainda. Eu espero que esteja ciente de que, daqui para frente, nós nos certificaremos de que sua vida se torne um verdadeiro inferno. (Se aproximou ainda mais.) Você sofrerá tanto que vai desejar voltar para o lugar de onde veio, junto com todos os outros ratos sujos como você.

 Eu já estava cheia dessa conversa.

- Eu nunca desejei isso, principezinho, e espero que tenha consciência de que qualquer mal que tentar contra mim, eu o farei dez , cem vezes pior. E então, será você quem desejará voltar para os ratos.

 Seok Jin se afastou de mim subitamente, talvez assustado por eu tê-lo subjugado, então apenas voltou-se para mim e cuspiu em minha face.

- O que foi, órfã? Esqueceu o seu lugar?

- Pelo contrário, mimadinho, acho que foi você quem esqueceu o seu. Afinal, que tipo de primogênito não é filho biológico daquele que chama de pai? Você sabe que foi um órfão também, Jin, por que nega suas origens?

(Ele apenas abaixou a cabeça)

- Por quê? Onde está toda aquela sua superioridade agora? O príncipe da eloquência finalmente resolveu se calar por ter encontrado uma adversária a altura? Eu apenas fiz meu dever de casa, Seok.

- Isso não vai ficar assim... (o garoto de cabelos tingidos falou, esfregando suas têmporas com as pontas dos dedos)

 Aquelas foram as últimas palavras que trocamos até chegarmos na placa de boas-vindas ao condado, onde a mansão Red Apple estaria.


Notas Finais


Deem feedback, sejam bonzinhos e relevem meus excesso de vírgulas. Aceito críticas construtivas para ajudar a melhorar, obrigada!


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