1. Spirit Fanfics >
  2. Red as ruby, warm as love... (Taekook - Vkook) >
  3. The Jeon's.

História Red as ruby, warm as love... (Taekook - Vkook) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Opa! Olha só quem voltou, irra! Eu senti muitas saudades de vocês, cara. Eu consegui recuperar meu dispositivo.

EPA! PARA, PARA, PARA! NÃO leia esse conteúdo agora.

Como eu disse no último capítulo, eu editei os últimos três capítulos e acrescentei vários detalhes importantes que ajudarão no decorrer da obra, juro. Por isso, indico vocês lerem eles antes de lerem este daqui.

Ah! O roteiro está ficando muito massa, creio que irão gostar.

Gente, outra coisa, eu nunca implorei comentários ou disse "só irei continuar se bater XX de comentários" em nenhuma obra minha, e nessa não será diferente.
Lógico que isso estimula muito a felicidade do criador e até o deixa com mais vontade de produzir, sabe, incentivo. Só estou falando isso porque vi algumas coisas por aí que não me agradaram.

Certamente é só isso.

Boa leitura, bebês.

Capítulo 5 - The Jeon's.


Fanfic / Fanfiction Red as ruby, warm as love... (Taekook - Vkook) - Capítulo 5 - The Jeon's.

 

 

 

   Taehyung havia sido deixado dormindo em uma cama de casal quentinha e macia, os cobertores tampavam seu corpo até á raiz de seus fios avermelhados e seu corpinho todo encolhido. Mesmo estando sozinho em tal cômodo, sentia-se protegido e refugiado, conseguia sentir o cheiro de Jeongguk impregnado naqueles travesseiros e naquelas cobertas quentinhas.

 

   Minutos depois, estava saindo da suíte do alfa lúpus, já que havia um bilhetinho em cima de uma muda de roupa, e como era absurdamente curioso, não deixou de ler, vendo pela caligrafia e a assinatura, Jeon havia deixado o recadinho.

 

Meu neném, sei que está assustado por não

conhecer o quarto em que está

Mas deve ter sentido meu cheiro; bem-vindo ao meu quarto!

Deixei o bilhete em cima de algumas roupas antigas minhas 

para você usar após o banho, uh?! Não fique com medo de descer, Taehy.

Vou estar no andar debaixo lhe esperando, ok?!

 

Se precisar de algo, você que lute

Brincadeira, pode me chamar para o que precisar. Sinta-se em casa, você é

incrível!

 

- Ggukie."

 

 

   Depois de seu banho, estava lá no quarto novamente. Pegou uma boxer e a passou pelos seus pés, após, seus tornozelos, suas panturrilhas, suas coxas e tampou suas partes íntimas. Ambos lobos tinham sim uma diferença de tamanho, já que Taehyung, por ser um dócil, tinha um corpo menor do que de um alfa original, puro e lúpus, no entanto, com muito sacrifício, Jeon pegou roupas que ficavam justas em si, sabendo que assim, ficariam em um bom tamanho para seu hyung.

 

   Colocou uma calça de moletom azul, contendo alguns furinhos pelo desgaste, aquilo não importava, porém. Para tampar seu torso, usou uma blusa branca simples. Apenas. Nada chique ou de seda. Era confortável e ainda continha cheiro — mesmo que mínimo — do lúpus.

 

   Lá estava a sua luta, ir para o andar inferior. 

 

   Podia sentir cheiros e ouvir barulhos naquele andar, sabia que não havia apenas o moreno lá, e isso o assustava.

 

   Seu olhar correu até o papel amarelado e releu uma parte do bilhete, assim suspirando.

 

 

" [...]

 Não fique com medo de descer, Taehy.

Vou estar no andar debaixo lhe esperando, ok?! "

 

 

   Não estava com medo, ou ao menos não deveria estar. Não era bem medo... Era algo mais puxado para a receosidade. Talvez as mães de Jeon? Alguma outra pessoa? Não se sentia preparado.

 

   Cada passo que dava em direção ao andar debaixo, era uma batida de coração mais desesperada. Pisou no degrau de madeira encerada e começou a descer cada um deles com cautela, até notar uma ômega parada no fim da escada.

 

   Resultado? Ambos assustados.

 

 — Mulher! — Taehyung soltou isso, levando automaticamente a mão em seu próprio peitoral parecendo que iria explodir.

 

 — Pai amado! — A mulher falou levando susto com a presença do ruivo.

 

   Vendo poucas rugas no semblante da ômega em sua frente, pôde notar também alguns fios grisalhos perdidos naqueles cabelos negros feito os de Jeongguk, notou que poderia sim ser uma das mães dele. Contudo, não deixou de ser arisco e correr em passos traseiros até cair sentado em um dos degraus.

 

 — Ei, está tudo bem, ok?! — Senhora Jeon iniciou a fala dando passos para frente, todavia, parou de andar quando viu o mais novo rosnar baixo em forma de defesa. — Olha, eu sou Soyo, uma das mães de Jeongguk, certo? — Viu o dócil assentir com a cabeça ainda que arisco.

 

   O silêncio reinou, apenas os olhares fiscalizando um ao outro.

 

 — Gguk, vem cá! — A mulher chamou seu primogênito, mas não gritou, já que estava com medo de assustar o ruivo ou o fazer entrar em forma de ataque.

 

   Não se passou nem um minuto e o lúpu,s com seu avental posto, apareceu dando um sorriso singelo para a mãe. Ao ver o moreno, Kim correu desgovernado para a direção do outro alfa e pulou em seu colo, sendo pego mesmo que por impulso.

 

 — Uh, já acordou, é?! — Voltou a sorrir e analisou o corpo do ruivo — Ei! Por que não secou o cabelo? Ainda está de noite e você pode pegar um resfriado se pegar uma brisa com seu cabelo molhado, sabia?

 

 — Mas eu passei a toalha, Jeon! — Murmurou cruzando seus braços. Os olhares se perderam, como de costume.

 

 — Depois vamos passar o secador. — Avisou dando de ombros — Olha, eu estou com panela no fogo agora. Fica aqui só um pouquinho que eu já volto, tá bom?! Eu juro. — Colocou o mais velho no chão e bagunçou aqueles fios avermelhados antes de sair de lá.

 

   Deixando lá, apenas aqueles dois, novamente.

 

 — Senhora Jeon, eu sinto muito pela forma que agi... É só que — Parou para pensar no que iria dizer, todavia, nem precisou continuar.

 

 — Oh meu anjo, está tudo bem! É compreensível, deve ser novo para você acordar em um quarto diferente e descer dando de cara com alguém que não conhece. Quer dizer, acho que isso é novo para todo mundo. — Riu boba e tirou um riso do outro que assentiu com a cabeça.

 

 — É que o Gguk não avisou que me traria aqui... — Kim proferiu envergonhado, por mania, caminhou seu olhar para as paredes.

 

   As mesmas tinha uma coloração pastel, era um tom pêssego bem clarinho, nada chamativo; era rústico. Nas mesmas haviam porta-retratos de família, Jeon ainda criança ao lado de suas duas mães.

 

   Kim se lembrava daquela blusinha avermelhada de Naruto que o garoto usava, afinal, ele já havia levado para a escola quando pequeno, apenas para mostrar Kim que, de fato, adorava o anime. Perdendo para Castelo animado, aquele era seu favorito!

 

   Deu uma risadinha baixa olhando o outro retrato, era Jeongguk e com uma mulher — que Taehyung julgou ser a outra mãe do mesmo — lhe dando susto. Mas não um susto qualquer, já deveria ter seus dezesseis anos de idade, pois já se encontrava na forma de lobo. Ele não tinha total controle sobre seu lado lobo ainda. Tinha que se harmonizar com seu lobo e saber lidar, assim, tornando-se um só.

 

   Uma semana — ou duas, em outros casos — antes do cio de um alfa lúpus que acabara de completar no seus dezesseis anos — ou até um pouco mais novo, ou mais velho, certamente isso depende muito do lobo —, ou seja, seu primeiro cio, acontece a primeira transformação para a forma lupina. Logicamente ficando desolado e sem controle, isso acontecia nas primeiras vezes.

 

   Lá não era diferente, Jeongguk parecia estar explorando por aí, era a chance perfeita. A mãe do garoto não perderia a chance, e não perdeu mesmo. Acabou por assustar o lúpus, que por reação, deu um pulo, ficando no mínimo, um metro longe do chão.Seus olhos avermelhados arregalados e uma careta extraordinária.

 

 — Oh céus... Ele- — Interrompeu a si próprio, se deixando rir ligeiro e totalmente abobado. Deixando Soyo se juntar ao momento de deboche.

 

 — Joy havia pedido para o Gguk ir ver o que estava escondido em meio ao monte de galho de havia lá, e pelos seus instintos, ele foi. Ela o assustou quando o tocou de surpresa. Ele ficou tão medroso na hora, tão pequenino — A ômega riu alheia.

 

 — Ele parece um gatinho fofo, só que grande. — Taehyung não segurou seu sorriso, estava animado apenas de lembrar — Eu lembro de quando eu estava dormindo e um lobo pulou em minha janela, a que eu havia esquecido de fechar. Não sei como ele conseguiu, mas entrou em meu quarto. Mas esse tal lobo era um desastrado, sabe?

 

 — Oh, sei muito bem! — Soyo afirmou encarando o ruivo simpático.

 

 — Ele jogou meu projeto escolar todo no chão, nem sei como meus pais não acordaram. Eu só lembro de ter acordado e visto um lobo grande, com seus pelos brilhantes reluzindo a luz da lua que passava pela janela. Eram tão negros e lisos...Mesmo na escuridão, seus olhos brilhavam do modo mais avermelhado que imaginar. Admito que me assustei, afinal, não é todo dia que um lobo invade sua casa, não? — Voltou a rir baixo.

 

   Seu olhar estava perdido em um quadro dos Queen. Sabia que Jeon não curtia muito, então julgou ser de suas mães. Umedeceu seus lábios, usando a língua no processo e continou sua fala:

 

 — Ele parecia perdido, com medo e confuso. Eu não me desesperei, pois aquele cheiro... Aquele cheirinho de pinha com hortelã...É único. Apenas do Gguk. — O dono dos fios rubros, respirou fundo conseguindo sentir aquele cheiro forte pela casa, assim, lhe arrancando suspiros. — Ele me pediu ajuda, aquela foi a sua primeira transformação. Estava em uma festa e isso aconteceu...

 

 — E ele foi á você... — A mulher citou dando um sorriso gengival. — Não sabia que se conheciam a tantos anos. Não lembro de ter visto você.

 

 — Acredite ou não, o conheço desde meus oito anos de idade — Afirmou animado, deixando isso visível para a mulher ao seu lado. A mesma se encontrava surpresa, nunca soube da existência do dócil.

 

   Antes de Kim pensar em continuar, duas mãos seguraram sua cintura com leveza e a boca avermelhada se aproximou do lóbulo de sua orelha:

 

 — Mas nem sempre Taehyung facilitou para eu chegar perto de si. Isso foi oitenta e quatro anos depois. Quase sua idade, mãe — O lúpus brincou, logo bufando por ter recebido um tapa na nuca, dado por sua mãe, Soyo.

 

 — Garoto, você cala essa boquinha linda antes que eu enfie aquela almofada em sua boca — Apontou para uma das almofadas brancas do sofá amarronzado. — Eu sou nova, tenho apenas quarenta e um anos, ok?! — Ditou fazendo o lúpus rir concordando.

 

 — Se a senhora diz. — Deu de ombros, logo sentindo os braços quentinhos de Taehyung, laçarem sua cintura com força e esconder seu rosto naquele peitoral tampado pelo avental. Precisava sentir aquele cheiro viciante, como se sua vida dependesse daquilo. Precisava um pouco de Jeon ao seu lado, e teve.

 

 

[...]

 

 

   O alfa dócil estava sentado em uma das cadeira da rústica sala de jantar dos Jeon's. As paredes eram brancas como a neve e isso dava um certo contraste por conta dos objetos e móveis de cores vibrantes. Como os cinco vasinhos vermelhos cheios de plantinhas esverdeadas.

 

   Taehyung já havia se apresentado para ambas mulheres mais velhas que si, mesmo estando tímido e ainda entristecido com o ocorrido naquele dia. Oh céus... Aquele dia estava sendo tão cheio.

 

   Jeongguk sentia seu coração disparado, quanto mais o garfo se aproximava daqueles lábios rosados, mais seu corpo reagia. Suando, mordendo os lábios, balançando os pés, contorcendo os dedos das mãos e afins. Quando o ruivo começou a mastigar aquela comida, Jeon, sem disfarçar, encarou o mais velho. Estava ansioso.

 

   Como em uma programa de Master Chef, ele sendo um participante e Tae o jurado principal.

 

 — Vocês gostaram? Gostaram? — Indagou ainda sem tocar em sua comida.

 

 — Filho, você cozinhou muito bem! Está muito bom, parabéns, meu amor! — Soyo, como sempre, amorosa e elogiando seu garotinho. 

 

 — É, dá para engolir, não é, Tae? — Joy, por sua vez, brincou com a cara de seu filho que rolou seus olhinhos negros. Taehyung riu, acenando positivamente com a cabeça.

 

 — E-E você, Taehy? — Perguntou querendo fingir não se importar, no entanto, quem ele queria enganar? Já estava tão na cara que até mesmo o dócil notou.

 

   As senhoras Jeon apenas observavam atentamente as ações do garoto em sua frente. Cheios de hormônios e sentimentos, típicos da juventude. Kim perdeu seu olhar com o do mais alto e sorriu ladino.

 

 — Ficou muito bom. — Falou dando de ombros, logo voltando a comer. Jeongguk assentiu com a cabeça e começou a comer calado.

 

   O cômodo estava totalmente silencioso. Apenas as respirações, ou então, algumas vezes que os hashis  batiam contra a tigela de vidro. Conhecia o mais novo já fazia um bom tempo, tempo o bastante para notar a insatisfação.

 

 — Sabe... — Taehyung iniciou sua fala, sinceramente. — Eu não sei se você tem o costume de fazer o Kimchi sem a pimenta ou apenas fez assim por conta de minha intolerância... Mas, o único Kimchi sem pimenta e totalmente equilibrado que havia comido, era o da vovó Kim. — Deu uma pausa para tomar o suco de laranja — O meu favorito. Mas Jeon, comendo seu Kimchi, é idêntico ao da vovó. Está incrível e nada enjoativo... Ele acabou de se tornar o meu favorito. Você e a vovó são os meus favoritos pra' sempre.

 

   Depois de tal fala, Jeongguk começou a rir alto e bobo. Não havia escutado algo engraçado, não estava rindo por graça, estava tímido e totalmente abobado. Resumindo em duas palavras:

 

   Gay panic.

 

 — E-eu posso te ensinar depois... Se quiser.

 

   Suas mães totalmente abismadas, Jeon nunca foi muito aberto, ainda mais com suas mães. Todavia, com o ruivo, ele era tão transparente. Tão leve.

 

   Um silêncio confortável se estadiou por lá e continuaram a comer calmamente, trocando olhares e sorrisos sem motivo ou porquê. Até Joy iniciar sua fala:

 

 — Taehyung, cursa qual faculdade? — A alfa perguntou.

 

 — Eu curso Artes & fotografia, na SNU. — Respondeu tímido.

 

 — Ele tem bolsa integral. Ah, ele é tão talentoso e inteligente. — O Jeon mais novo elogiou o dócil que não estava tão dócil pela vergonha.

 

 — Cala a boca, vou enfiar aquela almofada em sua boca... — Kim falou, brincando com seus dedos por debaixo da mesa. 

 

 — Uau, todos querem colocar aquela almofada em minha boca?! Meu Deus, vamos com calma.

 

 — Já gostei do Taehyung. — Soyo citou risonha.

 

 — Minha ômega — Joy olhou para a única ômega do ambiente e continou a falar — é cursada em administração. Eu sou em administração e advocacia.

 

 — Caramba... — o menor falou surpreso, logo tampando a boca com as duas mãos, assim, tirando risos dos Jeon's. — É que... Eu já quase surto fazendo uma, imagina duas.

 

   Explicou sentindo a cabeça do alfa lúpus ser deitada em seu ombro, sem rodeios, deitou sua cabeça para o lado, apoiando a mesma na do moreno. Pertinhos um do outro — Também pelas cadeiras estarem uma do lado da outra.

 

 — Sendo assim, também sou advogada. Meu filho falou sobre o ocorrido com você, sinto muito por ainda existirem pessoas com mentalidade como aquelas que gravaram o vídeo. — A alfa começou — Eu posso ser sua advogada amanhã. Indo novamente na delegacia, já que tenho uma parceria com eles, podemos apagar o vídeo e entrar com um processo com a pessoa que vazou o vídeo. Pois, se a linha de rastreação estivesse segura, a pessoa não teria sido descuidada por postar o vídeo em uma rede universitária.

 

 — Então dá para rastrear a pessoa? Matar? Fritar? Fazer purê? — O moreno indagou com seu lobo agitado.

 

 — Jeongguk! — Joy repreendeu seu filho, mas logo riu — Dá sim. — Afirmou com um sorriso sádico, tirando um idêntico de seu primogênito. — Mas não iremos, senão sua mãe me mata. — Exclareceu rindo baixo — Ah garoto! E que merda é essa que você ameaçou um policial? Você sabe que poderia ter sido preso? Eu não vou ser sua advogada não, trouxa.

 

 — Ah! Mas é aquele idiota lá, ficou tratando o TaeTae mal e depois ficou assendiando ele! Sorte dele que ainda não arranquei o pau dele fora, você vai ver se não vou! 

 

   Entre aquela conversa, Tae estava com os olhos arregalados e atento na conversa, já Soyo, com um semblante tedioso, como su tivesse que aguentar aquela conversa "Sadia" sempre.

 

 — Quem era? Era um cabeçudo ou o narigudo? São novatos, não gosto deles.

 

 — Era o cabeçudo. O narigudo estava ocupado demais enfiado aquele nariz no café. Ah, eu odeio policial por isso!

 

 — Mas nem todos são babacas assim, Ggukie. — Taehyung falou, por sua vez.

 

 — Amanhã cedo vamos na delegacia, o delegado não é igual aos estagiários. Vamos resolver isso. Justiça é justiça, não? Agora vão dormir, amanhã será um dia cheio, garotos.

 

 — Oh sim... Bom, grata por tudo mesmo! Vocês são muito legais e foi um prazer conhecer as senhoras. Tenham uma boa noite.

 

 — Também gostamos muito de conhecer você, Tae. Por favor, não me chame de senhora, é apenas Joy, ok?! — Sorriu para o menor que assentiu. — Boa noite!

 

 — Boa noite, meus pequenos. — Soyo falou mandando beijinhos.

 

 — Boa noite, mães.

 

   Entrelaçou seus dedos macios com os de Kim e o guiou em direção ao seu quarto. Havia uma certa bagunça espalhada por lá, mas aquilo não importava muito. Estavam cansados e com sono. O dia foi cheio de acontecimentos e tudo o que precisavam era dormir agarradinhos um com o outro. 

 

   Depois de dois selinhos demorados, se ajeitaram na cama, ficando de conchinha; era novo para eles. O que não deu muito certo, como esperado. Por isso, ficaram na posição que sempre ficavam quando dormiam na mesma cama. 

 

   Taehyung espatifado por cima de Jeongguk que abraçava aquela cintura não tão fina como a de um ômega. 

 

   Assim, dormiram, aconchegados um no outro. Apenas um descanso.

 

   Se aquilo continuasse daquela forma...

 

 

Música do capítulo:

 

Por que meus olhos estão cheios de lágrimas?

Ei, fique ao meu lado e apenas sorria

 

O futuro sem você é um mundo sem cor

Monocrómatico e frio

 

Até a escuridão que vemos é tão bonita

Por favor, acredite em mim

Estou olhando diretamente para você

Para que você não vá a lugar algum

 

O que quer que esteja à nossa frente

Eu vou olhar para o futuro

O lugar que você me deu continua sendo

Onde o meu coração se sente seguro

 

As sombras do passado me seguem repetidamente

Quanto mais eu tento soltá-las, mais elas me seguem

Mas ainda quero me agarrar a isso; onde quer que você esteja

Eu vou te encontrar e entrar no amanhã com você

 

Mesmo que pareça o começo do fim

Eu chamarei o seu nome

 

Esse seu olhar é tão colorido

Eu farei tudo que puder

Ainda não consigo verbalizar

O sonho sem esperança em meu coração

 

Para enfrentar o passado e o futuro

Quanta esperança preciso para te alcançar?

Penso em noites como essa

Na cidade ao entardecer

 

Ser amado, poder amar

Eu serei seus olhos pela aventura que está por vir

 

Até a escuridão que vemos é tão bonita

Por favor, acredite em mim

Estou olhando diretamente para você

Para que não vá a lugar algum

 

Esse seu olhar é tão colorido

Você me ensinou

Que um dia essa tristeza

Nos (nos) juntará (juntará)

 

Ah-ah-ah

Seus olhos, eles dizem

Ah-ah

 

( BTS - Your eyes tell )


Notas Finais


Uh! E então? Oque acharam? Amo muito as mães de JK!

Espero que tenham gostado!
Até a próxima, bebês!

Amo muito vocês! Grata pelos favoritos! ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...