História RED Candy - Capítulo 11


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Notas do Autor


Boa leitura hehe.

Capítulo 11 - 30 de 365. - You're a natural!


[...]

Suspiro, depreciativa. Os acontecimentos de hoje de manhã me desanimaram mais que o normal e olha que eu sou extremamente agitada. Primeiro foi a Rosa, depois Kentin e Castiel. Agora só falta Alexy, mas não quero deixá-lo pior (e a mim) do que já está.

Rosalya me contou que Kentin era a pessoa que botava as cartas no armário dela, mas era por engano, pois a remetente seria eu. Deve ter sido horrível Alexy ter visto e ouvido isso da pessoa que ele ama. Boto a mão no vão dos meus peitos e respiro e inspiro, na tentativa de acalmar meu coração estressado.

- Lu? – Priya me chama, me tirando dos meus pensamentos.

Eu estou tão avoada que nem percebi que Priya fez o trabalho no meu lugar que Enillie e Rosalya estão conversando de boa. 

- Você está bem? – Alexy pergunta, botando a mão em minhas costas, demonstrando preocupação, com sua tristeza evidente. – Não encostou o garfo um momento sequer no seu almoço. Normalmente é você quem está terminando primeiro e partindo para a sobremesa.

Coro, tímida. Começo a soluçar, tentando segurar o choro.

- Oh Alexy... – Começo, um pouco chateada. Não queria contar, mas o meu peito está tão apertado em esconder isso dele. – O babaca do Kentin... – Lágrimas escorriam do meu rosto, enquanto Alexy e as outras três ficam desesperadas. Ele sem pensar duas vezes me abraça.

- Ken se declarou para você? – O azulado pergunta, com sua voz um pouco embargada. Sua cabeça estava apoiada em meu ombro, escondendo o seu rosto de nós.

Lamento e fungo, acompanhada da minha falha tentativa de secar as minhas lágrimas.

- Ele fez pior. – Inicio a minha frase novamente. – Kentin me agarrou com força e me beijou.

- QUE? – Priya e Rosalya falam em uníssono.

- Aquele guri de merda, quando eu por as minhas mãos nele, eu vou soca-lo! – Rosalya ameaça e se levanta.

- Eu ajudo. – Priya arregaça as mangas e sai da cadeira também.

- Eu assisto enquanto como pipoca. – Enillie põe mais lenha na fogueira e acompanha as outras duas, chamando a atenção dos outros do restaurante.

Fungo mais uma vez e nego com a cabeça, fazendo as três se sentarem novamente, desanimadas. Enfim, Alexy se afasta de mim, me olhando com interrogação.

- Eu o empurrei com tudo e não correspondi o beijo. – Complementei e Alexy parece suspirar aliviado.

- Pare de chorar, meu bem. – Alexy fala. – Você fez o certo, e bem... Mesmo se correspondesse? O que eu tenho a ver com isso?

- Alexy! – Chamo a atenção dele. – Sou sua amiga, não faria isso.

- Relaxa, eu não iria ligar. Só iria ligar se vocês dois namorassem, mas ao contrario não. – Ele dá de ombros. – Kentin já beijou Ambre.

Minhas lágrimas cessam e eu levo alguns segundos para processar a última frase que o azulado me falou. Sem pensar duas vezes, levanto e vou ao banheiro lavar minha boca com sabão.

[...]
Sexta-feira, dia 18/03/20XX
[20h30min]

Segurava meu copo de piña colada enquanto encarava Castiel, ao som de Lysandre e Enillie no karaokê. O ruivo estava revidando o olhar arduamente. Era como se quem desviasse o olhar, iria perder essa competição de não sei o quê, mas eu não queria perder. Duas garotas se comportavam estranhamente no lado dele, mas ele apenas ignorava elas, dando a atenção a mim.

Infelizmente eu sentia Castiel perto de mim, pois estava com o seu bendito casaco e o cheiro de nicotina e perfume amadeirado está extremamente forte. Céus se eu não tirar esse cheiro de mim logo, eu não sei o quão viciada eu vou ficar nessa droga. Suspiro pesadamente e vejo ele sorrir de lado, de longe.

Ainda olhando-o, chupo o canudo do meu drink com certo ódio, tomando um gole extremamente grande da bebida doce feita de suco de abacaxi e rum. Pego um doce e cruzo as minhas pernas e me apoio no sofá, para descansar e ouço o dueto de Lys e Enillie acabar.

-  Owww, tem que escolher a próxima dupla. – Alexy grita, chamando atenção de todos. Até mesmo de nós dois, fazendo a derrota de não sei o quê. O azulado se levanta, e aperta o botão da parede, para randomizar as duplas.

Eu olho para o televisor, ansiosa, para não ser a minha vez. Não quero cantar, não quero cantar, não quero cantar. Desanimo quando os blocos começam a ficar lentos e as fotos estava entre eu e Rosalya.

- E a dupla da vez é... – Dake inicia a frase quando um bloco para de rodar.

E infelizmente era eu, e o outro...

Castiel.

Suspiro, um pouco irritada pela falta de sorte e levanto. Todo mundo fica em silencio, e logo Castiel levanta, parecendo sem vontade.

- E então... – Alexy me encara, um pouco preocupado, sabendo do coleguismo conturbado que tenho com o Castiel. – Eu randomizo ou vocês escolhem a música?

- Hoje eu to em uma vibe de Imagine Dragons. Tipo Natural.

Olho para Castiel e espero a resposta dele, dando a concordância final.

- Por mim tanto faz, só quero voltar pro meu lugar pra beber.

- Boboca. – Sussurro, parecendo quase um rosnado e sinto o olhar de Castiel em mim.

- Ok então! – Alexy vai na lista de músicas e escolhe. E então se inicia a primeira estrofe com o Castiel... 

Flashback, 15 minutos atrás.

Bufava porque infelizmente, de verdade tinha encontrado Castiel no meio do caminho para o karaokê. Não estou com saco pra ele. Não depois de ontem de manhã. Sei o que eu fiz foi errado contando para Alexy e Rosalya, mas ele foi bem mais.

Olho de soslaio para Castiel, com o cenho franzido de ódio.

- Para com essa cara de cu, Luiza. – Ele pede e eu me assusto com o tom da sua voz no meio de todo o silêncio. – Rosalya e Alexy me irritaram, agora eu revidei, irritando a fonte. Nem foi tão forte, apenas disse a Kentin que você era fácil de mais como Ambre e era só chegar e beijar.

- Você disse que não ia vir, Castiel. – Ignoro totalmente seu comentário de bosta

- Eu falei que não ia vir em um momento de mau humor.

- Ué, mas você não está sempre de mau humor? Então quer dizer que sempre faz escolhas com a cabeça quente?

- Só quando garotinhas estúpidas me tiram do sério.

- Vish, então tuas tietes tão sempre te deixando nervoso né. Quase nunca falo contigo para ser uma delas.

- Quase nunca? Infelizmente eu te via quase todos os dias, agora que tu entrou no clube de música vai ser todos os dias até eu terminar o meu bendito ensino médio. – Castiel bufa e eu jogo o meu cabelo contra ele, na intenção de acertar a cara dele. – Trouxa. – Ele me xinga e anda mais rápido, porém minha cabeça vai junto com ele e eu grito. O ruivo para e fica no meu lado e eu gemo por causa da dor que eu estava sentindo. – Caralho, Luiza. Teu cabelo fez um nó no reco da minha jaqueta.

Eu tento olhar para onde o meu cabelo estava pendurado, mas a minha visão era tapada pela quantidade de fios que estavam presos ali.

- Não consigo ver. – Resmungo. – Me ajuda a me soltar disso, babaca.

- Olha o jeito que fala comigo, boboca. – Quando ele me responde grosseiramente, minha cabeça é puxada mais uma vez, só que agora eu levo o meu corpo para não sentir dor. Só que nessa minha ação, meu corpo colide contra o dele. Eu sinto meu rosto esquentar e meu coração galopear, fazendo-me sentir extremamente estranha e irritada com a sensação. – Péssima hora para cair nos meus encantos, oompa loompa.

- Oras, Castiel, apenas cale a boca!! – Dou um tapa em seu peitoral e logo escondo a minha mão novamente por vergonha e ele ri nasalmente. Meu Deus, deixa de ser burra, garota...

Em questão de segundos ele se afasta do meu corpo e me dá seu casaco.

- Se solta logo e me dá ele antes que chegue algum conhe... – Ele automaticamente se corta na hora. – Bota essa merda.

- Que? – Pergunto, sem entender nada enquanto soltava minhas mechas.

- Bota logo! Dakota e Henri estão chegando. – Castiel fala grosseiramente e sem pensar duas vezes, eu boto. Me escondo atrás do maior, tiro meus cabelos de dentro da jaqueta e dobro as mangas até meus cotovelos. Arrumo a gola para parecer diferente de algo que eles já possam ter visto no corpo do babaca.

- Oi Cassy!! – Castiel é jogado contra mim, me empurrando para frente. Me viro e vejo duas garotas penduradas no pescoço dele, uma de cada lado.

Viro o rosto e levo meus olhos acima. Tietes.

- Louise! – Dake chama a minha atenção e vem em minha direção para me cumprimentar com um beijo na bochecha. Henri vem e faz o mesmo. – É bom te ver de volta.

- Digo o mesmo Dake. – Respondo. – E é Luiza. – Solto uma risadinha para não parecer má corrigindo-o. Ele sorri de volta e pisca para mim, fazendo-me ignorá-lo por tal ação.

- Olha só que casaco maneiro, Luiza! – Henri elogia. – Ficasse sexy, até parece uma tiete com a jaqueta parecida com o do Castiel. – Coro, sem graça e fico nervosa pelas palavras dele, que são bem certeiras. Vejo de canteiro um Dake lançando um olhar inquisitivo para Castiel, que ignora.

- Obrigada. Mas eu comprei em uma loja de animes, por mais que pareça que comprei em uma loja de satanismo. – Sorrio e Castiel me corta, limpando a garganta.

- Oh garotas, por favor, tem um braço para cada uma, não precisa se pendurarem em meu pescoço. – O ruivo me olha de soslaio, mostrando reprovação pelo o que eu falei.

Coço meu nariz com o dedo do meio (indireta).

- Também queremos uma jaqueta igual do Castiel. – Uma das garotas se viram para mim. 

- É. – A outra concorda. – Onde você comprou?

- Eu próprio posso dizer onde comprei, eu sou o dono da... – Ele se corta. – Do meu estilo. O dela poder ser que seja falsificada.

- Aaaaah... – Elas respondem em uníssono e eu sinto tristeza por terem mulheres assim nessa cidade.

- Chega de papo, vamos! – Dake se aproxima de mim e chama.

O loiro não pensa duas vezes antes de me puxar para perto e rodear meus ombros com um de seus braços. Olho para ele, me sentindo incomodada, mas ele apenas sorri. Depois encaro Castiel com ódio.

Ele não deve ter feito o que fez de novo, né?

Atualmente...

- Rather be the hunter than the prey… - Continuo a música, cantando com uma entonação extremamente braba.

- And you're standing on the edge, face up – Castiel termina a segunda estrofe com animação e então nos preparamos para ir ao refrão.

- Cause you're a natural – canto em unissono com o ruivo, contrastando nossas vozes. - A beating heart of stone, you gotta be so cold, to make it in this world – ele para de cantar, deixando essa parte apenas para mim e eu aponto para ele. –  yeah, you're a natural.

Ele gargalha e continua:

- Living your life cutthroat, you gotta be so cold, yeah, you're a natural!

[...]

Sento de volta no meu lugar, ofegante e sorridente pelo o recém dueto. Fazia algum tempo que eu não cantava em karaokê.

- Caralho, mona. – Alexy me acorda, sentando no meu lado. – Você canta muito bem, igual Castiel e Lysandre. – O azulado me elogia, pegando em minha mão. Coro e sorrio abobada.

- Muito obrigada, bem. – Abraço-o. Mas em questão de segundos ele se afasta e começa a me cheirar.

-... Garota? – Ele me encara com olhos esbugalhados. Se aproxima e sussurra. – Por que diabos você tá com esse casaco??? Não me diga que você está sendo uma das presas de Castiel? Olha, se for eu vou te bater aqui e agora mesmo.

- Não. – Respondo quase de imediato depois de sua ameaça. – É que... – Pauso a minha frase quando sinto alguém afundar o sofá ao meu lado e era ninguém menos do que Dake, no telefone do karaokê. – Depois te conto. – Sussurro e Alexy concorda, saindo do meu lado.

- Isso, traga mais quatro copos de piña colada... – Ele para pra ouvir. – Isso, nessa sala mesmo... Ok, obrigado. Espero. – Dake desliga o telefone e vira seu rosto para mim. – Gatinha, como você cantou bem! – O loiro me elogia e põe seu braço ao redor dos meus ombros novamente. Cara, como eu estou odiando os machos dessa sala, em exceção de Lysandre e Alexy.

Ele fala mais algumas coisas, mas apenas me finjo de surda e olho para qualquer canto aleatório da sala.

O concerto está chegando e ao em vez de estar ensaiando, eu estou aqui, brincando... Eu me sinto idiota. E se eu chegar na hora da apresentação e travar? Minha mãe não vai estar lá para me acalmar. E se eu tiver um ataque de pânico? Tenho que me preparar mais e estou aqui perdendo tempo à toa com tudo isso. Sei que a minha maior preocupação quando eu botei os pés em Sweet Amoris era fazer amizade, mas agora eu já fiz e... A música é meu futuro.

Eu tenho que ir embora.

Viro meu rosto para pedir ao Dake para me soltar, mas eu o encontro de olhos fechados virado para mim, fazendo biquinho.

- Que?! – Grito sem querer e o empurro, chamando atenção de todos. As pessoas nos encaram e meu rosto cora, de vergonha.

- Hey gatinha, estava apenas brincando. – Ele inventa uma desculpa, massageando onde eu empurrei.

- É... Eu não gostei. Não quero ser beijada. – Digo, friamente.

- Mas... – Dake é interrompido pela porta sendo aberta, com a atendente segurando quatro piña coladas.

Levanto, pego duas das quatros bebidas e saio porta a fora, tomando os dois drinks simultaneamente pelo o canudo de cada copo. Fico parada, no meio do corredor me forçando a terminar tudo aquilo rapidamente. Se eu fosse ficar bêbada, que se dane. Estou tão estressada de tudo desde ontem e se eu for me preocupar por mais alguma coisa eu vou explodir, então é melhor tomar todas, esquecer tudo e ir para casa fazer qualquer coisa que não seja ensaiar, falar, comer, rir, cantar...

- Luizaaa! – Ouço Alexy me chamar. Viro em direção a ele, terminando minhas bebidas. Castiel estava sendo puxado pelo o azulado. O maior fazia uma cara extremamente emburrada.

Largo meus copos de bebida em cima de um banquinho qualquer e limpo minhas mãos no casaco de Castiel, deixando-a manchada.

- Filha da puta. – O ruivo grita comigo e eu apenas mostro o dedo do meio para ele. – Olha só Alexy, eu não vou fazer favor nenhum para essa cuzona.

- E quem disse que eu quero algum favor seu? – Grito com ele, no mesmo tom.

- Ah é?! Então vai embora sozinha, vai. Sua maluca. – Castiel aumenta mais o tom e eu fico louca da vida, com o corpo tremendo para soca-lo.

- Parem vocês dois! Não comecem! – Alexy se intromete. – Luiza está alterada, ignore isso, Castiel. E Luiza, o Castiel vai ter que te levar em casa essa noite, pois tenho que cuidar da Rosa que está vomitando horrores... Por favor, coopere com nós dois, que somos seus amigos.

- Ok. – Digo de cara, sem relutar.

Vejo Castiel revirar os olhos e por minha vontade de revidar, eu mostro minha língua para ele.

- Vão vão, antes que Dake venha encher o saco de vocês dois. – Alexy nos empurra para fora do apartamento.

[...]

Chego em frente a minha casa e relaxo os ombros. Suspiro, e dou um rodopio, virando-me para trás, só que no meio da ação, fico tonta e me apoio na grade ao meu lado.

Encaro ao boçal à minha frente e vejo ele babando pelo o meu condomínio, revezando o olhar entre mim e a minha casa, como se tivesse nos comparando, descaradamente. Limpo a garganta, sem jeito algum, para chamar atenção dele totalmente para mim.

- Então isso é. – Começo a frase um pouco sem jeito. – Um adeus.

- Adeus? – Castiel, pergunta, abismando-se. Rio dessa palavra que acabo de pensar. – Louca. Aperta o interfone logo, criatura. Não aguento mais esperar nesse frio.

- Shhhh... – Boto o meu dedo indicador em seus lábios e rio. – É um adeus sabe por quê? Não quero ser mais sua amiga.

- Mas quem disse que somos amigos? – Não gosto do jeito que ele fala e dou um soco no ombro dele.

- Eu disse. – Mostro a língua para ele. – E a sua jaqueta agora é minha.

- Ãhn? Não é não. – Seu rosto faz uma feição engraçada e eu rio mais uma vez. – Me devolve.

- Não devolvo, babacão. Só vai conseguir de volta se tirar de mim. – Provoco, fechando a jaqueta rapidamente no meu corpo e cruzando meus braços na altura dos meus peitos. – Eu vou DORMIR com essa jaqueta. – Termino minhas frases e cheiro o inebriante odor de nicotina e perfume, e solto um pequeno gemido no final.

Castiel bate na sua própria testa, mostrando-se desanimado e eu bato pequenas palminhas, descruzando meus braços.

- Ok, você venceu, é sua. – Ele se aproxima e me empurra contra o portão da minha casa. – Agora entra, que eu quero ir embora.

- Não vai me dar nenhum tchau?

- Tchau, agora, vai.

- E um beijo de boa noite, não rola? – Castiel para de me empurrar contra o portão e eu vejo uma brecha para me meter no meio dos braços dele, extremamente perto de seu corpo. – Por favoooor, nem que seja na bochecha.

- Caralho, você tá mesmo me pedindo isso? Não sou seu irmão e nem seu amigo para fazer isso, oompa loompa.

Eu dou um peteleco na testa dele e ele rosna.

- Meu nome é Luiza. L U I Z A. – Soletro para ele. – Darcy Charpentier. E eu quero um beijo de despedida. E você é meu amigo sim!

Castiel vira meu rosto e se curva até ficar com sua cabeça na altura para a minha.

- Não venha me irritar amanhã, ok? Sua insuportável. – Ele se aproxima rapidamente e eu viro meu rosto na hora.

- Oxe, eu n... – E o ruivo me cala, acertando seus lábios nos meus com suavidade, me dando um selinho, no qual era para ser enviado diretamente a minha bochecha. O cheiro que emana dele se torna mil vezes mais forte, fazendo-me grunhir de leve, de felicidade, espanto, vergonha, surpresa.

 Meu sangue ferve, subindo para cada pedacinho do meu corpo, enquanto fico parada que nem estátua. Castiel se afasta de mim, demonstrando uma expressão indecifrável.

- Porra, Luiza. Meu Deus, se ao menos você ficasse quieta algum segundo isso não teria acontecido, céus, se Dake souber que houve isso ele vem encher a merda do meu saco... Luiza? Alô?

- Alô, quem fala? – Pergunto, extremamente sorridente, antes de cair desacordada.


Notas Finais


BNAJSNXDAKLSMAKLSM Luiza é mt eu bêbada, amo.
E aí, o que acharam?


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