1. Spirit Fanfics >
  2. Red Dark >
  3. Prólogo

História Red Dark - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


prometi pra mim mesma que iria terminar minhas outras histórias para postar essa aqui mas eu não consegui me segurar kk perdi

de antemão, aviso que nunca pensei em escrever uma história sobrenatural, mas a ideia veio tão forte que não me contive de colocar em prática, e bom... eu amei.
e pra quebrar paradigmas, Sakura vampira e Sasuke mortal. eu surtei, gente
esse capítulo é só uma amostra do que está por vir, vou atualizar de semana em semana, se tudo der certo

boa leitura! ✨

Capítulo 1 - Prólogo


Diante da escuridão a agitação em cada molécula promíscua de medo podia ser vista detalhadamente pelos olhos hostis que sorriam em divertimento nefasto. Os carvalhos que se descacavam em desmantelo por uma estação tempestuosa serviam como obstáculos, que impedia o seu alvo de fugir de um mal iminente: a morte.  

Um silêncio estranho que absteve a floresta, antes tão rumorosa pelos gritos de cigarras e corujas notívagas, fez o coração da sua presa palpitar forte de formas errôneas. Aguçou os ouvidos, ampliando sua visão. Ele continuava correndo. Sorriu, pulando do alto da árvore em que estava. 

Fazia tempos que não se divertia tanto assim em uma caçada. 

Deu passos calmos pelo caminho em que ele percorreu. Não tinha pressa para alcançá-lo. Respirou fundo, sentindo um pequeno resquício do cheiro de suor misturado com um perfume amargo. Seus olhos fixaram-se em uma árvore em específico.

Começou a assobiar, melodiosamente. Seus lábios pintados de um vermelho carmesim cantavam uma música da qual deixava o ar mais tenebroso aos olhos do homem que se escondia atrás da árvore. 

Podia sentir a veia arterial que ligava diretamente ao coração, pulsando; escutar o sangue fervoroso correndo pelos vasos sanguíneos, e sentir a respiração quente e desregulada que saia da boca do homem. Aqueles detalhes depreciativos serviu para aumentar a sua sede latente. 

— Não conseguirá fugir de mim. — riu, mordaz — Desista, e venha até mim como um bom rapazinho. Eu não mordo… 

Se aproximou mais do tronco da árvore, e em um único movimento onde a velocidade era impossível de se acompanhar à olho nu, se pôs de frente à ele. A maestria em que encurralou o seu pescoço não deu chances dele mais fugir. Sua mão se apertou em volta da carne, o levantando do chão. Ele arranhava o seu braço, se debatendo; pedia por misericórdia.

As veias saltitantes de uma cor preta ressaltando em volta da área dos seus olhos amedontrou sua vítima, e as expressões do medo estampado na cara dele a deu uma efervescência de prazer. E mostrando seus caninos afiados, sorriu. 

— Talvez eu morda. 

Abriu a boca, e não importou-se se os gritos angustiantes podiam ser ouvidos por alguém que estivesse ali por perto quando suas presas cravaram na pele do homem. Sugava todo o líquido cálido da artéria jugular, e o gosto ferroso em sua língua a fez fechar os olhos em deleite. 

Aos poucos, os movimentos de desespero e os sonidos de dor foram se esmorecendo. O corpo amoleceu, e ao desprender suas presas e se afastar, ele caiu no chão. Passou o dedão no canto da boca para pegar os resquícios de sangue, e levou até a boca, o lambendo. 

Sua respiração estava ofegante, e ao observar o corpo sem vida no chão, não se conteve de sorrir em agrado com a vista. 

Deu as costas, e começou a caminhar por uma trilha que se estendia até a rua principal. 

O som do salto de suas botas batendo no asfalto ecoava sob a noite vazia e escura. Ajeitou a sua jaqueta de couro, e passou sua mão na nuca para tirar seus longos cabelos róseos que insistiam em entrar dentro da blusa.

Parou no meio da rua, olhando para cima. Seus olhos de um verde intenso miraram no alto do arco uma placa. Sorriu de canto, em um entusiasmo perverso; arqueou uma sobrancelha, sobrepondo o escárnio em cada linha de expressão do seu rosto.

— Bem-vindo à RedWay-Hills… — leu cada palavra na placa com a voz prolongada em ironia. Os tons vocais eram doces, uma doçura da qual existia somente na voz; pois, ela, não tinha nada de meiguices e gentilezas. — Isso vai ser divertido. 

E, com um sorriso, continuou a seguir o caminho; sendo invadida por uma ansiedade que há muito tempo não sentia. 

Sakura Haruno chegava em RedWay-Hills, e muitos não estavam preparados para seus ultrajes sombrios. E, uma pessoa em específico, não estava preparado para a beleza única e personalodade ardilosa da vampira anciã. 

  

  


Notas Finais


eu tô meio insegura com esse prólogo, mas fé no pai q vai dá bom

essa nossa Sakura é a bitch do rolê 🙂


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...