História Red Eyes ( One Shot - Sehun) - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Oh Se-hun (Sehun), Personagens Originais
Tags Imagine Exo, Imagine Exo Sobrenatural, Imagine Sehun, Sehun
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Palavras 3.358
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Literatura Feminina, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei ,espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único : Red Eyes.


Estava preparando novamente o remédio que nossa vizinha, Morgana, havia passado, mas não surtia efeito em minha mãe.

Seus pulmões estavam cada dia pior, mais tosses com sangue e fadiga.

- Mãe, aqui está o remédio. - Me sento na cama cheia de cobertas com minha mãe com a face pálida e esquia pela magreza.

- Obrigada, (S/N). - Diz com dificuldade pegando a xícara com o remédio de tom esverdeado.

Eu olhava para ela com pesar, pois naquelas condições que se apresentava ela iria partir logo, mas eu não queria isso.

- Minha filha, não acha que está na hora de você parar de se preocupar comigo e ir atrás de um rapaz? - Minha mãe disse colocando a xícara em cima do criado - mudo.

- Não, minha mãe! Além disso os rapazes daqui parecem ogros. Pouco cérebro, muita força bruta.

- Está bem...está bem. Não irei discutir mais isso. - Diz minha mãe se aconchegante mais entre os cobertores e tossindo sem o sangue por enquanto.

- Irei comprar algumas coisas para nosso jantar. - Digo indo para a cozinha saindo do quarto que antigamente era meu, agora eu dormia na sala, na antiga cama de minha mãe.

Peguei a cesta na mesa de madeira da cozinha indo até a sala para colocar minha capa azul que cobria meu corpo junto com o vestido verde escuro.

Saiu de casa vendo as pessoas correndo para a rua principal da vila. Elas estavam esperando alguém provavelmente importante. Talvez o rei?

- Menina (S/N), o que faz aqui? - Pergunta Morgana vestida interinamente de preto.

- Vim comprar coisas para minha mãe. Mas o que é toda essa movimentação?

- O bispo Macael voltou e trouxe um vigário com ele. - Diz ela tentando observar os dois.

Eu olho para a rua vendo o bispo Macael, trajado de preto, montado em um cavalo preto também. Já o vigário esse estava igual ao bispo. Mas algo me chamou a atenção, tanto o bispo quanto o vigário eram parecidos mas o vigário tinha traços mais suaves e olhos amendoados. Aqueles olhos que agora me observavam com um olhar penetrante que por um tempo depois pareciam ser vermelhos como o fogo do inferno.

- Quem é esse homem? - Pergunto para mim mesma.

- (S/N), melhor não tentar saber quem é ele. - Avisa Morgana.

- Como assim , Morgana? - Pergunto sentindo um frio na espinha.

- Depois te explico. Aqui não é o lugar mais apropriado para isso. - Diz Morgana observando ao entorno - Me encontre na minha cabana nessa tarde.

Após isso Morgana foi em direção contrária da multidão enquanto eu ia em direção da feira que ficava ao redor da igreja.

Andava pela multidão que estava mais interessada na chegada do bispo do que na igreja e no trabalho. Vou até a banca que tinha um pouco de pão e batata para comprar no entanto a dona da banca, uma corola gorda que travava todos mal, me cobrou o triplo do preço normal.

- Mas que absurdo! Ontem um pão e quatro batatas eram cinco moedas de pratas!

- Eram, mas hoje temos a vinda do ilustre bispo Macael.

Aquilo me enfurreceu por acharem que o bispo era quase um santo. Mas mamãe dizia para eu ter cuidado com ele por conta da história de que ele dormia com noviças e moças que frequentavam a igreja, sem dizer que ele chegava a ter mais poder do que o governador da cidade.

- Isso é um absurdo! Ele é um homem não um santo! - Grito sem me importar com os outros ao redor.

- Ora, sua vadiazinha! -. A mulher puxou meus cabelos castanhos ondulados fortemente. - Vou te ensinar a ter respeito pelo bispo e por Deus!

Ela levantou a mãe para acertar minha face. A minha única reação foi fechar os olhos esperando o impacto de sua pesada e calejada mão em meu rosto mas não sinto nada. Quando abro os olhos vejo a mão de alguma pessoa segurar o pulso da mulher.

- Você fala que trabalha em nome de Deus mas em suas ações só vejo o Diabo. - Diz a voz masculina de meu protetor. - Agora, peça desculpa a senhorita e cobre o valor adguado dos alimentos.

A mulher tem o pulso solto mas resmungou algumas palavras de ódio para mim e para meu protetor.

Dou as cinco moedas de prata e me volto para o meu protetor que estava atrás de mim.

- Obrigada. - Digo, olhando para os sapatos de couro preto dele.

- De nada. Mas eu gostaria de saber o nome daquela que ajudei. - Diz ele erguendo meu rosto com seu dedo indicador.

Ao olhar em seus olhos pude ver a cor avermelhada em suas orbes, seu rosto tinha um semblante sério mas em si era muito lindo. Era o vigário que chegou na vila hoje.

- Vi..vi...vigário!

- Ah, quanta formalidade. - Diz maliciosamente.

- Como? - Coro.

- Você ainda não me respondeu. Qual seu nome?

- Desculpa. - Arrumo minha postura para parecer menos intimidada com sua presença. - Me chamo (S/N). Mas e o senhor, como se chama?

- Oh Sehun. - Diz ele pegando minha mão e a levando até os lábios, depositando um selar no peito da minha mão. - Encantado.

O seu olhar sedutor era extremamente perigoso para mim que reagiu desviando o olhar para o lado

- De qualquer maneira. Melhor você ir. - Diz ele olhando para o bispo que estava entrando na igreja. - O meu dever me chama.

Ele se afasta de mim, entrando na igreja junto do bispo enquanto eu o observava e meu coração batia forte em meu peito.

- Aí, (S/N)! Pode parar, ele é o vigário. - Sussurro para mim indo até a casa de Morgana.

Bato na porta esperando ser atendida e logo alguns segundos ela aparece.

- Entre,(S/N). - Diz ela sorridente.

Entro em sua cabana que era pequena, apenas um cômodo com lareira de pedra cinza com um caldeirão no fogo, uma mesa simples com dois lugares e uma cama feita de palha madeira com uma coberta que minha mãe havia feito antes de adoecer.

- Veio saber do por que, de eu ter dito aquilo. - Diz ela se sentando em uma das cadeiras.

Eu concordo me sentando na outra, de frente para ela.

- Bem, bispo Macael para muitos é um santo mas a um tempo atrás revirando nas coisas de minha tia achei um registro. - Diz ela, colocando um papel enrolado com uma fita azul na mesa.

- Sobre o que é esse registro? - Pergunto olhando nos olhos azulados de Morgana.

- Uma certidão de nascimento com o nome de bispo Macael como pai da criança.

- Entendo, mas vários religioso tem filhos a escondida. - Digo.

- Mas você já pensou como Macael, um garoto órfão que foi criado no monastério mais pobre do reino, virou esse bispo poderoso.

- Não sei. Estudo ou sorte? - Respondo ingenuamente.

- Esse homem fez um pacto com ajuda de minha tia. Um pacto com o próprio diabo, mas isso tinha um preço. - Diz ela me dando o registro de nascimento.

- Que preço? - Pergunto desfazendo o laço azul do registro.

- Que quando ele tivesse um filho homem ele seria um ser das trevas, um demônio.

Um demônio? Será quem eu estou pensando... não... não pode ser.

Sinto um suor frio correr pelo meu corpo quando abro e leio o nome da criança que tinha como pai o bispo Macael.

- Oh Sehun...- Olho para Morgana. - O vigário.

Morgana apenas acente com a cabeça.

Por isso dos olhos vermelhos. Ele é um demônio.

- Mas, por que está me contando isso?

- Porque meus remédios não estão surtindo efeito em sua mãe e o vigário é o único que pode salva-lá.

- Mas ele...ele é um demônio! - Digo me levantando da cadeira esbaforida e amedrontada.

- Pense no que te falei. - Diz ela, me dando outra remessa de remédio para minha mãe. - Amanhã o vigário fará as confissões do meio dia às seis.

_______ X_______

No outro dia eu estava aérea sobre o que Morgana disse. Ela tinha razão, mas como um ser desse poderia salvar a vida de minha mãe?

Olho pela janela vendo o relógio da catedral marcando cinco e cinquenta.

Olho para mamãe que estava dormindo. Hoje foi um dia ruim, ela não comeu nada, e tossiu muito sangue.

- Deus, me perdoe mas terei que pedir ajuda do outro lado.

Saiu de casa em direção a igreja com o coração na mão mas determinada.

Chegando lá vejo que não havia praticamente ninguém por conta de já estar escurecendo e das pessoas terem medo do desconhecido que habitava a noite.

Vou até o único confissionário que havia na igreja, me ajoelho para começar a confissão.

- O que lhe atordoa, minha filha? - Pergunto Sehun com um tom de voz cansado.

- Vigário Sehun, não sei como dizer mas preciso da sua ajuda... - Eu tomo fôlego - Eu sei o que você é, eu sei do pacto do seu pai o bispo Macael.

- Como? - Perguntou ele. - Ah, lembrei sua família é amiguinha da Morgana.

- Como você sabe? - Pergunto.

- Esqueceu que eu sou um demônio, eu sei de tudo e de todos. - Disse ele. - Como por exemplo eu consigo sentir um pouco de medo em você , dá pra sentir pelo cheiro, mas tem um cheiro adocicado vindo de você, ou seja, ainda é virgem.

- Vamos para de falar de mim e tratar de negócios. Minha mãe está doente e quase morrendo, eu preciso de um remédio para ela.

- Hum, então a wicca da Morgana não conseguiu cura-lá. Está bem irei ajudar você mas terá um preço.

- Qual o preço? - Pergunto com medo dele pedir um valor exorbitante em dinheiro.

- A moeda de troca será sua virgindade.

- O que? - Pergunto com ele saindo do confissionário. - Não pode pedir isso.

- Posso, já que é a vida da sua mãe em risco.

Ele se vira de frente para mim colocando sua mão gélida em meu rosto, nossos olhares se cruzam e sem medo algum suas orbes negras ficam vermelhas intensas.

- Vamos! - Ele me puxa até a casa que ficava ao lado da igreja, onde o vigário morava.

Entramos na casa e ela era bem luxuosa, pequena mas luxuosa. Sehun me leva até um outro cômodo, seu quarto, que era vermelho e dourado com uma cama de casal com lençóis vermelhos e branco de cetim e linho.

- Senta na cama e espere aqui! - Ordenou ele.

Eu vou me sentar na cama percebendo o quão macia era,mas olho com atenção o que Sehun fazia.

Ele abriu um livro que estava em cima de uma cômoda com um caldeirão de ferro e começou a colocar ingredientes dentro dele.

- O que está fazendo? - Pergunto tentando ver o que ele fazia.

Ele não me responde apenas continua seu trabalho até que ouço ele me chamar.

- Quando sua mãe melhorar me encontre na árvore do enforcado. - Diz ele me dando um vidro com um líquido roxo. - Ah! E antes que eu me esqueça.

Com um movimento rápido ele morde meu pescoço.

- Awg. - Grunho de dor e me afastando dele - O que foi isso?

- Vamos dizer que marquei você para ser apenas minha. Nenhum homem ou ser das sombras se atreverá de se aproximar de se aproximar de você.

- Como você, ousa? Seu filho da puta!

- Só garantindo que ninguém irá roubar o que é meu. Já que seu cheiro já me instiga, imagina quando eu te ter. - Ele diz sorrindo maliciosamente.

Eu não me contive e dei um tapa em seu rosto,

- Eu não sou como as vadias que correm atrás de você.

- É, por isso você me instiga. Agora vá, antes que eu perca a cabeça! - Ordenou ele ficando com as orbes com um tom de vermelho intenso e eu acatei sua ordem se não eu iria perder a cabeça.

____X____

Uma semana se passou e minha mãe já estava completamente currada, o que significava que teria que me entregar para o Sehun.

Estava voltando para casa quando minha mãe me abordou perto da mesma.

- Minha filha, ocorreu alguma coisa? - Perguntou ela aflita.

- Não, por quê?

- O vigário Sehun veio aqui hoje, te procurando.

- Ah, deve ser sobre ajudar ele nas missas. - Digo para ela. - Fala do nisso vou encontrar com ele.

Passo a mão na marca de mordida, que era apenas vista por mim e Sehun, nesses dias ela tem doido como se Sehun viesse e me mordesse novamente. Vou em direção a árvore do enforcado que ficava atrás da igreja, onde começava a floresta negra, onde os seres das sombras vivam. Me pergunto se Sehun não se escondia naquela floresta de noite.

Chego na árvore esbaforida, então me sento em suas raízes observando a copa verde dela que contratava com o cinza do céu nublado.

- Ora, ora. Se não é o anjo. - Diz Sehun, aparecendo por de trás da árvore.

- E se não é o demônio que inferniza minha vida. - Digo me levantando olhando para ele que estava sem a batina e sim com uma calça preta e uma blusa de linho vermelha.

- Preparada para quitar a dívida ? - Diz ele estendendo a mão.

- Sim, estou. - Digo com pesar enquanto dou a mão para ele.

- Ótimo.- Diz ele estralando os dedos com a outra e em um piscar de olhos estávamos em um quarto maior do o outro na vila.

Observo atentamente vendo paredes brancas com detalhes dourados e uma janela imensa que mostrava a vila inteira, e na parede oposta a porta havia uma cama de casal com os mesmo lençóis que havia na outra casa.

- Onde estamos? - Pergunto olhando Sehun sorrir.

- Minha mãe era filha de grandes comerciantes coreanos. Então eles tinham esse palácio para as férias de inverno e foi bem nesse lugar que ela conheceu meu pai. - Ele rio - Mal sabia ela que daria a luz a um demônio. Ainda bem que ela não sobreviveu no meu nascimento assim não viu no que eu me tornei.

- Não fale assim. - Olho ao redor vendo um espelho perto do guarda-roupa, puxo Sehun para frente dele. - Para mim você não é nenhum demônio em aparência e nunca te vi fazer algum mal a alguém. Tirando o fato do nosso acordo.

- Você existe? - Perguntou me colocando em sua frente.

- Como assim? - Me olho no espelho.

- Você é um anjo na terra. Um ser humano que consegue ser tão puro quanto um anjo. - Ele diz, tirando meu cabelo do lado esquerdo do pescoço onde havia a marca. - Um anjo tão meu.

Ele deposita beijos em volta da marca em meu pescoço, seus braços me envolvem me pressionando contra seu corpo.

- Sehun..- Murmurro me virando de frente para ele e por impulso selo nossos lábios em um beijo leve,quase um selinho.

Sehun se surpreende mas ele aprofunda o beijo, investindo sua língua contra a minha. O beijo era suave mas com um toque de malícia, estava ótimo mas acabo me assustando quando Sehun começou a desamarrar meu vestido para tirá-lo.

- Espera, Sehun. - Digo separando nossos lábios.

- Não se preocupe, serei delicado. - Diz ele fazendo um carinho em meu rosto.

Eu apenas deixei ele prosseguir, fechei os olhos e apenas senti o meu vestido azul cair no chão me deixando exposta com apenas minha parte íntima coberta por minha roupa íntima.

Sinto as mãos de Sehun irem para minha cintura e minha costa, me causando arrepios pelo meu corpo e uma onda de calor começando a se inflamar.

Abri os olhos para juntar nossos olhares, castanho no vermelho, coloquei minhas mãos em seu peitoral que ainda estava coberto pela sua blusa.

Sehun apenas me guiou até a cama com beijos na marca que ele tinha feito, até que ele me deposita deitada no centro da cama macia, onde ele retira toda a sua roupa.

Eu desvio o olhar sentindo meu rosto corar, até que sinto beijos ao redor dos seus seios. Tento ao máximo segurar meus gemidos pelas sensações novas mas não consigo, um pequeno gemido escapa.por entre meus lábios.

- Eu mal comecei e você já está gemendo. - Comenta ele sorrindo e se aproximando de meus lábios onde deposita um beijo ardente até o momento em que eu gemo por ele apertar um de meus seios. - Imagina quando eu estiver metendo em você.

Ele vai espalhando beijos por todo meu corpo até chegar em minhas roupas íntimas, as retirando e por fim me deixando mais exposta.

- Se..ehun. - Gemo quando ele passa um dos dedos pela minha intimidade molhada.

Ele apenas sorriu antes de beija e lamber toda minha intimidade me levando ao céu, mas sinto um formigamento em minhas pernas e é quando Sehun para de beijar minha intimidade.

- Não vou deixar você gozar agora. - Diz ele aproximando seu rosto do meu e me beijando novamente. - Eu já dormi com algumas mulheres mas nenhuma era como você.

- Como assim? Elas não eram virgens? - Pergunto colocando a mão seu peitoral sentindo seu coração pulsar tão rápido quanto o meu.

- Não, algumas com as quais eu dormi eram mas não tão doces ou ingênuas como você. - Diz ele sorrindo enquanto aperta minha mão que estava em seu peitoral.

E eu sem prestar muita atenção no que ocorria eu fiquei mais apaixona pelos seu olhos vermelhos, mas me assunto quando sinto seu membro enrijecido perto de minha intimidade.

Olho Sehun que sorria para mim.

- Calma, não precisa ter medo. - Diz ele com a voz calma.

Eu seguro seus ombros com as mãos e ele começa a me penetrar rapidamente para que eu não sentisse dor. Mas eu sentia que meu íntimo tinha se partido.

- Sehun, tá doendo.

- Calma, (S/N) vai passar . - Diz ele me beijando para eu esquecer a dor até que ele começa a se movimentar.

Suas estocadas começaram lentas mas com o passar do tempo começaram a ser brutas e fortes.

- Un, (S/N), que bucetinha mais apertinha. - Geme ele, quase urrando.

- Sehun, awn. - Gemo quando ele acerta meu ponto.

- Isso geme pra mim.

Com mais alguma estocadas fortes , ambos chegamos no ápice. Era como se uma corrente de prazer passasse pelo meu corpo mas com uma intensidade acima do comum.

Sehun não sai de dentro de mim, ele ficou me encarando controlando a respiração até se normalizar.

- Sehun. - O chamo por perceber uma marca se formando em seu peito.

- Diga, ( S/N), eu te machuquei?- Pergunta ele preocupado.

- Não mas...ung. - Gemo quando ele sai de dentro de mim e ficando do meu lado.

- ( S/N). A marca em seu pescoço. - Diz ele assustado.

- O que têm ? - Pergunto para ele passando a mãos nela.

- Parece uma rosa. - Diz ele.

- Mas você têm uma igual no peito. - Digo, olhando seu semblante de surpresa.

- Seus olhos estão com um tom de avermelhado. - Diz ele se aproximando de mim.

- O que significa?

- Que somos almas gêmeas. - Ele sorri me dando um beijo apaixonado novamente.

- Mas você é um clérigo.

- Esqueceu que meus avós eram comerciantes ? Ainda sou responsável pelos negócios deles. - Ele me abraça fortemente - Tenho apenas que largar a igreja.

- Mas...e minha mãe? - Pergunto com medo de ter que deixá-la.

- Não se preocupe que por enquanto ficaremos aqui.

- Mas...- Sou interrompida por ele.

- Mas nada. Descanse que teremos mais dias como esse pela frente.


Notas Finais


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Até a próxima


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