História Red Flavor - Capítulo 3


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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Personagens Originais, Romance, Victoria Justice
Visualizações 30
Palavras 3.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA SÓ QUEM RESOLVEU DAR AS CARAS NOVAMENTE: EUZINHA SIM!
Eu só peço desculpas pela minha imensa demora, o capítulo estava quase pronto, mas eu fiquei com um bloqueio terrível e quase desisti da fanfic.
E muito obrigada aos 78 favoritos e 21 comentários da fanfic, amo vocês, amores!
Boa Leitura ❤

Capítulo 3 - Family Bieber


Fanfic / Fanfiction Red Flavor - Capítulo 3 - Family Bieber

POV Therese Burton

Caminhei em direção ao balcão ainda trêmula e quente depois das últimas emoções.

Os ofegos de Justin atrás de mim só pioraram consideravelmente a minha situação lastimável, portanto respirei profundamente e me concentrei em minha tarefa, logo depois de anotar a medida no meu bloquinho, voltei a olhar para ele e vi que ainda mantinha seus olhos fechados, claramente tentando se acalmar.

Aguardei ele se recuperar enquanto tomava meu chá, me refrescando e apreciando o belo material a minha frente. Não era apenas o seu membro grande e grosso pulsando visivelmente sobre a calça, era ele todo: tão lindo! Fiquei olhando para ele, me imaginando observar suas expressões enquanto eu o chupava com força, fazendo-o enlouquecer, perder toda a concentração que ele estava juntando naquele momento até que gozasse para mim.

Pensar nisso me fez morder o lábio para segurar um gemido, foi quando Justin abriu os olhos e me pegou encarando daquela maneira. Isso pareceu deixá-lo ainda mais afetado, o que fez com que ele abaixasse a cabeça rapidamente muito constrangido.

— Desculpe-me por isso, por favor. Eu…

— Tudo bem, isso acontece, não? — falei, me controlando para não atacá-lo naquele instante. — Você quer ir ao banheiro acalmar os ânimos aí embaixo? — suas bochechas coraram ainda mais, se é que fosse possível, ao mesmo tempo em que assentia, logo eu o mostrei o caminho. — É aqui — apontei para a porta fechada e o loiro abriu — Se precisar de ajuda, é só me chamar. — sorri em expectativa, mas ele apenas fechou a porta com os olhos arregalados.

Eu ri alto, mas estava com certeza, tão afetada quanto ele, tanto pelo desastre que Alaric me causou, quanto pelas fantasias que criei em minha cabeça de deixá-lo ainda mais tímido, ou completamente sem vergonha.

Soltei o ar profundamente, saindo de perto daquele banheiro antes que eu perdesse o que restava do meu tão curto juízo, e dirigi-me para frente da loja, inventando ali alguma coisa para fazer. Tratei de juntar os croquis que esquecemos ali quando Liz chegou e depois de guardá-los, juntei meus lápis com os restos dos desenhos que eu estava tentando fazer mais cedo.

Uma vez tudo terminado, esforcei-me em pensar qualquer coisa que não fosse Justin cuidando sozinho de sua ereção naquele banheiro perto de mim há tanto tempo, porém nada mais me vinha à cabeça.

Eu poderia ser tão útil ao cuidar de tudo de uma maneira bem mais eficaz do que ele estava fazendo, um jeito que resolveria os problemas de nós dois ao mesmo tempo, um jeito no qual seria muito bom...Muito gostoso.

Eu poderia ir lá verificar se ele realmente trancou a porta e, se ele não tiver trancado, posso oferecer minha ajuda, afinal, não me importaria nenhum pouquinho em fingir que sou sua noiva por alguns minutos ou horas.

— Jazmyn ainda não voltou? — Justin perguntou, movendo-se para perto de mim e me tirando dos meus devaneios. O encarei, entretanto, o loiro estava com as mãos nos bolsos enquanto as íris amendoadas permaneciam voltadas para o chão.

— Eu disse que ela ia demorar, não disse? — forcei um sorriso e suspirei entristecida por não ter dado tempo de colocar os meus planos em prática. — Mas senta aí, vamos conversar um pouco. — sem ainda olhar para mim, Justin sentou-se o mais longe possível, e eu revirei os olhos indo até ele. Bieber se remexeu um pouco desconfortável e passou as mãos pelos cabelos, o que fez com eles ficassem ainda mais bagunçados, mas sua roupa ainda continuava impecável, todo arrumadinho, sem nem abrir o colarinho ou os punhos da camisa, mesmo com todo esse calor. Nem parecia que ele tinha…

— Ei, Justin. — bati meu ombro com o dele de brincadeira quando me sentei ao seu lado, expulsando as imagens  que eu havia criado em minha mente. — Você não vai fazer isso, não é?

— Isso o que?

— Ficar aí todo envergonhado com o que aconteceu. — falei ao mesmo tempo em que gesticulava. — Não precisar ficar assim, homens apaixonados como você ás vezes perdem mesmo o controle.

— P-por que está me dizendo isso? — gaguejou, confuso.

— Porque você mal olha para mim, e fica todo encolhidinho no canto e isso não faz sentido. Você não pode ficar com vergonha de mim. — apontei, rindo incrédula. — Sou sua costureira e vou te ver diversas vezes até que o dia do seu casamento chegue, irão ser várias e várias provas até que o seu traje seja perfeito. Vamos ser amigos? — argumentei e estiquei a mão para que ele pudesse apertar, e ele o fez, me presenteando com o seu lindo sorriso torto.

— Tudo bem, eu acho.

— Ei. — exclamei, fingindo estar realmente ofendida. — Você vai gostar de ser meu amigo, sua irmã nunca reclamou. — soltei uma risada, mas o loiro não me acompanhou, me olhando com o cenho franzido.

— Vocês são amigas há muito tempo?

— Há dois anos, desde que encontramos na faculdade. Aposto que você já me conhece das histórias cabeludas que a Jazzy te conta. — ele vincou a testa, parecendo pensar. — Sabe a amiga louca dela, que só se mete em confusão? Pode apostar que sou. — disse divertida.

— Não, ela nunca me falou sobre você. — concluiu e eu entreabri os lábios surpresa.

— Ok, por essa eu não esperava. Jazmyn não poderia contar sobre mim porque eu sei histórias sobre ela que iam te deixar de cabelo em pé e caso eu te contasse, você poderia usar tudo contra ela no tribunal...— ele me interrompeu.

— Tribunal?

— Sim,  caso você precisasse de uma chantagem ou algo contra ela e a seu favor numa dessas brigas que irmãos têm.

— Acho que não foi por isso que ela nunca me falou de você ou dessas histórias que você dse. — ele deu de ombros e me olhou com curiosidade. — Mas, ela fala de mim para você?

— Bem, ela já comentou algumas vezes que tinha um irmão, mas nunca entrou em detalhes, só coisas vagas mesmo...Eu nem sabia o seu nome. — ele assentiu para si mesmo, como se já soubesse a resposta e suspirou, parecendo um pouco decepcionado. Percebendo isso, eu tentei consertar rapidamente. — Ela deveria ter me preparado para conhecer você, afinal, não é sempre que a gente conhece um homem tão bonito. — ele deu um sorriso, desviando os olhos de mim em seguida.

— Foi por isso que pensou que nós íamos nos casar? — balancei a cabeça positivamente.

— Eu não fazia ideia de como você era e Jazmyn me aparece aqui do nada, toda animada para encomendar um traje de casamento, você era o noivo então logo pensei o óbvio.

— Ela está mesmo feliz, não é? — o loiro sorriu, o que me fez sorrir também.

— Não é tão difícil ver Jazzy pulando de alegria, mas dessa vez ela tem um bom motivo. Eu não tenho irmãos, porém acredito que quando alguém que amamos encontra a felicidade, é um motivo para se ficar feliz, não é? — ele abriu um sorriso ainda maior, me contagiando ainda mais.

— Ela não vê a hora de dar a festa. — disse vagamente.

— Você tinha dúvidas disso? Jazmyn adora uma festa e você mais do que qualquer outra pessoa deve saber disso. — o sorriso dele murchou um pouco, logo senti a falta de seu sorriso imediato, então resolvi falar algo para retornar a situação. — Você é mais novo do que ela, certo? — Justin assentiu me olhando e eu respirei fundo. — Acho que não gostaria que o meu irmão mais novo se casasse primeiro que eu.

— Ela não se importa muito com essa parte.

— Pelo visto não mesmo. — conclui, levantando as sobrancelhas. — E então, quantos anos você tem?

— Fiz dezenove no mês passado.

— O que?! Você tem dezenove anos? — elevei a minha voz, assustada e o analisei mais uma vez. Justin parecia ser jovem com uns vinte ou vinte e três anos no máximo; olhando para o seu corpo bem definido ou para o seu rosto tão másculo, muito mais para um homem feito do que para um adolescente.

— Sim.

— Meu Deus, você é bastante jovem, não aparenta ter a idade que tem. — ele deu um meio sorriso.

— Todos dizem que eu amadureci muito cedo, e a idade mental normalmente reflete na aparência. — fiquei ainda um tempo parada em choque, quando me dei conta do pequeno detalhe que eu tinha esquecido.

— Você é louco? — quase gritei. — Por que já vai se casar? Tem toda a sua vida pela frente, não pode desperdiçar assim! — Justin tinha o semblante franzido com o meu pequeno surto, porém logo ficou sério novamente.

— Não acho que casamento seja um desperdício.

— Mas é! Você é jovem demais, não precisa ter pressa para essas coisas, e fala sério, é muito cedo para você ficar preso a uma pessoa só. Você pode se divertir á vontade, conhecer o mundo, estudar, fazer uma infinidade de coisas…

— Mas nada impede de que eu faça tudo isso estando casado.

— Eu sei, mas cuidar  de uma casa, ter uma família sendo jovem desse jeito...É…

— Não se preocupe, posso ser jovem de idade, porém como eu disse, sinto que já está na hora de me tornar um homem de verdade com responsabilidades e uma família para chamar de minha.

— Ah entendi. — balbuciei me sentindo uma tonta por não ter enxergado antes. — Sua noiva está grávida!

— Não! — gritou com os olhos assustados, a boca avermelhada levemente aberta. — È claro que não. Eu disse minha família, mas seremos apenas Scarlett e eu até que terminemos nossos estudos, para depois aumentar nossa família.

— E quantos anos sua noiva tem?

— Nós temos a mesma idade.

— E ela concorda com tudo isso?

— Claro que sim, nós planejamos juntos. Eu sempre quis me casar, ter uma família bem grande e encontrei alguém  que quer isso tanto quanto eu, e então pensei, por que não?

— Porque você só tem dezenove anos! — falei exasperada.

— E isso realmente importa? — ele riu, mais como um sorriso forçado. — E além disso, sinto que já vivi mais que dezenove anos. — Justin tinha uma emoção muito forte em seu olhar que eu não consegui decifrar, já que ele desviou rápido demais. Eu ainda estava atordoada com tantas coisas de uma vez só e querendo entender, perguntei:

— Mas como você tem toda essa certeza sobre o casamento depois de apenas seis meses? É pouquíssimo tempo!

— Não foi tão pouco tempo assim, em seis meses muita coisa pode acontecer. Já estou bem seguro do que vou construir com a Scarlett e acredito que estou no caminho certo.

— Mas já deu tempo de se apaixonar a ponto de querer viver com ela e ter uma família?

 — Nós já nos acertamos e encontramos uma casa. Vamos ser felizes. — ele murmurou e assentiu para si mesmo.

— Você não me respondeu. Está apaixonado por ela?

— Eu não...Essa...Essa não é a palavra.

— Vai se casar e não está apaixonado. — ri incrédula. — Isso vale menos ainda, Justin.

— Não é assim também.

— Então você a ama?

— Ainda não.—  ele passou a mão pelos cabelos e a deixou pousada no pescoço enquanto suspirava alto.

— Ah, já saquei. — sorri encontrando a única explicação óbvia depois de tudo o que foi dito. — Ok, você precisa me contar: o que foi que sua noiva fez com você ontem?

— Como?

— Você ficou louco só de lembrar dela, o que ela te fez para te enlouquecer dessa maneira? — ele corou e olhou para baixo ficando em silêncio, eu estava prestes a lhe perguntar outra vez, quando Jazmyn passa dançando pela porta, sentando-se ao nosso lado.

— Tess, esse lugar é incrível! — a loira disse em extâse. — Nem acredito que estou aqui e que conheci tudo aquilo. É demais, tem uma vaga aqui? Nem que seja para colocar as linhas das máquinas, ser auxiliar de produção, faxineira, qualquer coisa. Não sairei daqui nunca mais!

— Não tem nada demais lá, Jazzy, não sei o que pode ter lhe encantado tanto.

— Sou fascinada por isso, Tess, mas nunca conheci um lugar onde se fabrica roupas, agora estou no próprio galpão da SBurton, onde as roupas são verdadeiras obras de arte. — ela suspirou e direcionou seu olhar para Justin, que estava quieto em canto ainda vermelho por causa da pergunta feita anteriormente por mim. — E vocês? Conseguiram trabalhar sem mim?

— É claro que sim, Jazzy, já tirei as medidas e agora só falta escolher o modelo para o traje.

— Sei. — seus olhos desviaram de mim até o irmão e respirou profundamente. — Então vamos voltar a ver aquelas maravilhas.

Jazmyn se acomodou para observar os croquis, dessa vez eu fui a coordenando, explicando quais eram os prós e contras de cada um, já com as medidas que tirei do noivo nas minhas mãos. Fui relatando como cada modelo cairia e o que seria melhor para o tipo físico do Justin. Jazzy debatia cada uma das minhas opiniões, dando seus próprios palpites e é claro, exaltando cada traço do papel.

Justin permanecia sentado no mesmo lugar, olhando em seu celular, em silêncio. Muitas vezes quando Jazzy não estava olhando, eu o encarava e encontrava o seu olhar curioso sobre mim. Eu sorria e ele desviava o rosto. Depois de algumas vezes, ele sorria de volta e eu fiquei feliz em arrancar sorrisos dele.

As horas passaram rapidamente, e já havia passado muito da hora de fechar, porém Jazzy ainda não tinha visto nem a metade dos desenhos e estava cada vez mais em dúvida.

— Jazzy, meu bem, vamos embora. Na segunda a gente volta bem cedo e discutimos cada detalhe de cada croqui. Dá tempo de você ligar para a noiva e conversar sobre o vestido para termos alguma ideia do que possamos escolher. — argumentei quando já não aguentava mais. — Mas agora, tudo o que eu mais quero é ir para a minha casa, sem falar no seu pobre irmão,o qual aposto que não está mais suportando ficar sentado ali. — seus olhos caramelos pousaram em mim em desconfiança.

— Desde quando Therese Burton fica em casa aos sábados à noite?

— Não disse que ia para casa ficar por lá. Quero ir para casa me arrumar e aproveitar a noite de sábado e você vai comigo. — ela sorriu assentindo.

— Tudo bem, mas vamos ter que nos comportar, sou compromissada agora.

— Você é, meu bem, eu não. Quero encontrar alguém que faça o que o Alaric não fez mais cedo. — meus olhos encontraram-se com os do Bieber mais novo. — Quer vir conosco? Aproveitar que ainda é solteiro e se divertir?

— Obrigado Therese, mas estou para ir para o hotel...— se desculpou, no entanto, eu não o deixei terminar a frase.

— Vai ligar para sua noiva e fazer sexo pelo telefone? — arquei a sobrancelha, olhando-o divertida.

— Tess!

— O que? — perguntei rindo ao ver o espanto de Jazzy e o rubor de Justin. — Somos amigos agora, nós podemos conversar sobre qualquer coisa, não é Justin? — ele colocou a mão na nuca, sorriu, porém não respondeu. — Quem cala, consente. — ambos ainda tinham suas expressões assustadas, o que me fez rir nasalmente. — Vamos, vamos fechar essa loja e dar o fora daqui.

Fechamos tudo enquanto combinamos de nos encontrar em uma das minhas boates favoritas da cidade em algumas horas, animando a Jazzy e tentando convencer Justin a se unir a nós. Quando estava tudo certo, nos despedimos, indo respectivamente cada um para sua casa.

— Justin não quis vir mesmo? — quis saber, um pouco decepcionada, quando avistei minha amiga sozinha horas mais tarde.

— Meu irmão é desse tipo de pessoa que vai a festa, Tess, já não era antes e agora que ficou está ainda pior. Justin nunca foi de sair, se divertir ou ter amigos.

— Isso eu percebi. Ele está mais que decidido a se casar com apenas dezenove anos, que tipo de pessoa faz isso?

— Não o recrimino por isso, Tess, a garota é legal e talvez seja exatamente isso que ele precise. Uma família faria muito bem a ele.

— Por que diz isso? — a olhei confusa. — Ele tem você, o seu pai.

— É que nós não somos...Unidos, digamos assim.

— Por que não? Vocês não se dão bem?

— Somos muito diferentes.

— É por que Justin é muito na dele, não é? — ela balançou a cabeça, concordando.

— Quer dizer, isso também. — gesticulou ao que caminhávamos em direção a porta de entrada da boate. Mesmo que a noite tenha chegado, a temperatura se mantinha quente, entretanto, a brisa leve que surgia refrescava nossos corpos e balançava nossos cabelos. — Para ser bem sincera, o casamento dele é a primeira tentativa que estou fazendo para me aproximar, e se não funcionar, vou morrer de culpa por ter tido um irmão e não ter nenhum tipo de relacionamento com ele.

— O que aconteceu entre vocês? Brigaram feio? — questionei curiosa e cautelosa ao mesmo tempo.

— Na verdade, nunca nos demos bem, desde criança. Eu o amo e tudo mais, só que...— ela inalou profundamente. — Eu te disse como foi que a mamãe morreu, não é? — eu arfei sem acreditar.

— Jazmyn! — estaquei no lugar e arregalei os olhos. — Não acredito que você culpa seu irmão pela morte de sua mãe. — quase berrei, exasperada.

— Não é isso, Tess, não é. Sei que muitas mulheres morrem no parto, é uma fatalidade não é culpa de ninguém, muito menos dele, mas toda vez que tento me aproximar, penso que eu poderia ter a minha mãe comigo se não fosse por ele, entende?

— Jazmyn… — lamentei sem saber o que dizer e ela assentiu, continuando.

— Meu pai também se sente assim, ele não diz, no entanto, nem é preciso. Para o papai é muito difícil ficar perto dele, por mais que o ame e o Justin sente isso. Mesmo sem nunca ter conversado com ele, eu vejo o quanto adora o papai e o quanto gostaria de ter uma amizade como eu tenho com ele, mas meu pai não consegue.

— Que coisa triste. — entortei a boca e encolhi os ombros, prestando atenção nas pessoas que circulavam pela rua, enquanto estávamos paradas na grande fila que se encontrava.

— Acho que o casamento e o trabalho no escritório, ele ter escolhido a mesma profissão, são maneiras que o Justin encontrou de agradar nosso pai, chamar a atenção.

— Por que o casamento? É algo arranjado?

— Não, mas a noiva é filha de um dos sócios do papai, isso uniria as famílias e ele está muito satisfeito com o casamento, porém não acredito que seja por isso que ele está se casando.

— Ele gosta dela?

— Acho que sim, ele sorri muito quando estão juntos, parece sempre feliz. Espero que dê certo, desejo do fundo do meu coração que ele seja feliz, Tess. E para isso iremos planejar o melhor casamento, a melhor festa, a melhor lua de mel. Quero pelo menos fazer algo para deixá-lo feliz.

— Eu sei que vai. — sorri, compadecida. Logo nossa entrada foi liberada e o assunto esquecido, graças a imensa vontade de espairecer que nos consumia. Todavia, não queria relembrar o que conversamos, então guardei tudo o que ouvi para pensar depois.

 

 


Notas Finais


Então, pessoal, o que acharam? Pesada essa relação entre os Bieber, não é mesmo?
Me digam suas opiniões sobre isso, por favor! É importante para mim saber se estão gostando ou não, pois só assim saberei se devo ou não continuar a postar. <3

Beijos, anjos. Até logo! ❤


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