História Red String Of Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Haikyuu!!, Kuroko no Basuke
Personagens Bokuto Koutarou, Kenma Kozume, Tetsurou Kuroo, Tooru Oikawa
Tags Anime, Asanoya, Bokuaka, Colegial, Comedia, Daisuga, Drama, Escola, Haikyuu, Iwaizumi, Iwaoi, Kagehina, Karasuno, Kenma, Kozume, Kozume Kenma, Kuroken, Kuroo, Lemon, Levyaku, Nishinoya, Oikawa, Romance, Tanaenno, Tanaka, Tetsurou Kuroo, Tooru, Tsukishima, Tsukkiyama, Yamaguchi, Yaoi
Visualizações 74
Palavras 5.500
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OBS
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LEIAAAAAMMM

SERÁ QUE EU OUVI LIMONADA?

CRIEI UMA PLAYLIST PARA OUVIREM ENQUANTO LEEM O CAP:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLQHMQ3TenX4W2bk_wQOCdYcbC6_4PJM77
CURTAM MUITO HIHIHI

Capítulo 7 - Desire


Fanfic / Fanfiction Red String Of Love - Capítulo 7 - Desire

Oikawa on

 

Ela estava tão perto e tão linda. A chuva caindo e eu só gostaria de poder estar assim com ela o máximo de tempo possível e existente na terra. Desse jeito, ela tão perto eu iria... nós iríamos.... De todas as vezes que nos aproximávamos antes, sempre havia algo em meu caminho, mas dessa vez eu poderia ir até o fim. Eu precisava saber como era beijá-la, quais seriam suas reações, como era seu gosto, como era tê-la.

 

Ela estava tão perto e eu não queria assustá-la. Então decidi apenas roçar nossos narizes para ver sua reação. Ela não se manifestou e apenas deixou ser levada pela minha aproximação. Então decidi usar minha mão direita para fazer um carinho em seu rosto. Eu acariciava suas bochechas e a maçã de seu rosto, sua boca vermelha, e ela acabava ficando mais vermelha me fazendo dar um sorriso de satisfação. Passei a mão pela sua orelha e a coloquei atrás de seu cabelo fazendo um leve carinho, depois segurando em seu cabelo e me aproximei mais de seu rosto.

Roçei de leve nossos lábios sentindo sua respiração descompassada, me fazendo cada vez mais ansioso. Fechei meus olhos e disse quase inaudível um " Me desculpe " e selei meus lábios nos seus.

Ela era tão doce, mas por causa da pipoca estava um pouco salgado o que me fazia querer mais. Eu sei que havia feito a promessa de não a beijar, mas eu não aguentava mais. Eu me pegava abrindo meus olhos de vez em quando e via que ela estava com eles fechados e as bochechas quentes, e saber que era eu que fazia isso era extremamente satisfatório. Aquela posição era um pouco incômoda para ela, então decidi colocá-la em meu colo e foi quando ela me olhou e fez uma cara manhosa que fez meu coração parar por um momento e disse:

 

- Hmm, Tooru? - Ela perguntou um pouco ofegante.

- Hm? - Disse me aproximando e dando um beijo em sua bochecha.

- Isso tudo é só pra me acalmar? - Ela disse vermelha e me fez perceber que ela era tão inocente ao ponto de achar que eu não tinha maldade nenhuma além de querer acalmá-la.

Eu ri pelo nariz, ela me surpreendia a cada minuto.

- O que você acha? – Disse em seu ouvido como se fosse um sussurro.

- Eu acho que estou me sentindo mais nervosa do que calma. – Ela disse baixinho como se não quisesse que eu ouvisse.

- E isso é algo ruim? – Disse passando minha boca pelo seu pescoço.

- Se for por causa de você, é. – Ela disse suspirando.

- Porque? – Disse olhando em seus olhos.

- Porque você é um playboy. – Ela disse passando a mão em meu rosto – Você não vale nem 10% da minha chuteira mais cara – Ela se aproximou do meu ouvido – mas você consegue despertar um lado meu, que nem mesmo eu sabia que existia. – Ela disse mordendo minha orelha o que me fez sorrir.

- Então, deixa eu descobrir mais desse seu lado. – Eu disse enquanto a beijava novamente.

 

Só o fato de poder beijá-la me deixava maluco, eu não queria dividi-la com ninguém. Seus lábios eram macios, quentes e convidativos. Sua mão esquerda apoiada em meu peito enquanto a direita estava em meu cabelo me fazia pensar que talvez ela não fosse o tipo experiente, mas sabia o que fazer comigo. Tudo o que eu conseguia pensar, era que eu queria mais.

- Abre mais um pouco a boca, Hana-chan. – Eu disse suspirando.

- Hmm, ainda não. – Ela disse em um tom provocativo – Eu não terminei com você. – Ela disse olhando pra mim e rindo de um jeito totalmente diferente que mal parecia a Hana inocente de alguns minutos atrás.

 

Ela começou a me empurrar para que eu pudesse me deitar mais, então ela começou a beijar meu pescoço me fazendo suspirar. Fiquei surpreso quando senti suas mãos geladas na minha cintura debaixo da minha blusa.

 

- Hana-chan? – Perguntei surpreso.

- Você tá quente. – Ela disse rindo como se fosse a coisa mais engraçada do mundo.

- Você... agora você vai ver. – Eu a peguei e a coloquei na cama e subi em cima dela. Foi tão rápido que ela ficou chocada.

 

Vendo ela embaixo de mim, assim tão linda, eu estava no paraíso. Me inclinei e comecei a beijá-la, sem cerimônias e sem interrupções, apenas o som da chuva e de seus gemidos na minha boca. Ela um beijo romântico, devagar, era muito bom. Aproveitei para pegar mais ar, enquanto mordia seu lábio, fazendo ela resmungar. Eu conseguia ver que ela estava se contendo e eu não queria isso.

 

- Você não precisa se conter, Hana-chan. – Disse em seu ouvido – Eu quero te ouvir.

Ela imediatamente suspirou como se estivesse se aliviando de um peso. Este foi o sinal para que eu pudesse continuar, estava ficando muito quente ali e me sentia ofegante. Decidi abrir o zíper de seu casaco devagar, esperando que ela talvez concordasse, mas ela protestou.

 

- O que está fazendo? – Ela me olhou um pouco preocupada, parecia com medo que eu fizesse algo.

- Não está quente? – Disse a olhando.

- Sim, mas é estranho... – Ela disse desviando o olhar, ela era tão fofa.

- Olha, não vou fazer nada que você não queira. Está difícil com esse calor, não acha? – A perguntei fazendo um carinho em sua bochecha esquerda com meu indicador.

- Ung. – Ela resmungou como se fosse um sim assentindo com a cabeça.

 

Então, enfim tirei seu casaco, vendo que ela só usava uma regata branca colada, seus shorts e as alças de seu sutiã bege aparecendo. Eu estava tentando me controlar ao máximo, mas era difícil ao vê-la assim, então decidi me inclinar e beijá-la mais uma vez, dessa vez pedindo passagem para que eu pudesse me conectar melhor com ela. Ela permitiu ao sentir eu dando leves mordiscadas em seu lábio inferior e meu olhar feroz sobre o seu, era como se ela não pudesse dizer não.

 

Ao sentir minha língua, ela gemeu, e isso me fez ficar animado, eu estava gostando demais daquilo. Comecei a beijá-la devagar, a sentindo por completo, e era uma sensação que nunca havia sentido antes. Meu coração batia forte, seu cheiro era tão bom, seus lábios macios, seus sons extasiantes, era muito apaixonante, era extremamente bom e eu queria mais e eu podia ver que ela também.

 

Aos poucos, com cuidado para não colocar todo meu peso por cima dela, comecei a usar a mão direita para tocar em sua pele da cintura embaixo de sua blusa. Ao sentir ela segurou minha mão, mas a apertei em sinal de que não passaria dali, então ela permitiu. Eu podia ver que uma parte dela estava nervosa e preocupada, não queria que ela ficasse assim, então fui até seu ouvido e roçei meus dentes dizendo “ Você é tão linda”, enquanto distribuía beijos em seu pescoço, clavícula, ombros e atrás de sua orelha. Percebi que ela havia relaxado mais um pouco e beijei ela apaixonadamente, enquanto fazia carícias em sua cintura.

 

Sua pele era extremamente suave, e boa de pegar. Ela era magra, mas não tão magra, ela era fofinha e definida. Eu gostava muito disso. Vi que o beijo já tinha a deixado diferente, porque ela abraçou meu pescoço no começo, mas agora puxava meu cabeço e nuca como se me quisesse mais perto dela. Isso me deixava tão feliz, e nervoso ao mesmo tempo, eu não saberia se iria conseguir parar, porque a levantei um pouco e coloquei em meu colo novamente, sem quebrar o beijo, e comecei a subir minha mão direita pela sua costa debaixo da blusa enquanto a esquerda segurava em sua coxa. Eu a arranhava levemente fazendo ela se separar um pouco do beijo para respirar.

- Hah... – Ela suspirou contra minha boca de um jeito manhoso quando arranhei suas costas, isso estava me tirando a sanidade.

- Hana-chan... – Eu disse manhoso em seu pescoço enquanto sentia seu aroma maravilhoso de flores e a abraçava.

- Hmmm? – Ela disse mais como se fosse difícil falar.

- Eu quero você. - Eu disse em seu ouvido sentindo sua pele se arrepiar debaixo da blusa. Eu continuava beijando seu pescoço fazendo ela soltar leves gemidos.

- Mas... não... ah... somos... aah... melhores amigos? – Ela disse com dificuldade.

- Melhores amigos fazem o que estou fazendo com você? – Eu disse em seu ouvido e depois a encarando.

- Não... mas, então o que somos? – Ela me olhou como se queria que eu decifrasse o que tínhamos.

- Eu não sei também, Hana-chan. Só sei que você está muito linda e eu quero você toda só pra mim. – Disse dando um selinho e depois me aproximando de seu ouvido – e mais ninguém pode te ter.

- Mas tenho medo. – Ela disse fechando os olhos.

- Eu cuido de você – Disse passando a mão em seu rosto – serei gentil, eu nunca vou te machucar. – Eu dizia mais como se fosse uma promessa de vida ou morte.

- Então – Ela colocou suas mãos em meu rosto o acariciando – me faça sua. – Ela deu um sorriso com seus olhos fechados enquanto ficava vermelha.

 

Meu coração bateu tão forte, achei que ela ia ouvir, ela não era feiticeira mas havia uma magia que só ela tinha, ela não era vaqueira mas só ela conseguia me enlaçar assim, ela não era uma mulher famosa mas conseguia me deixar louco. Minha melhor amiga, Hana Kozume, me deixava maluco, me tirava a sanidade, me tirava a respiração, me tirava a calma, me tirava o sono, ela era a única que me fazia sentir isso.

 

- Então, prometo que vou fazer você se sentir muito bem. – Disse sorrindo em seu ouvido.

Ela não respondeu, afinal palavras não seriam suficientes para descrever o sentimento ali. Senti suas mãos na barra de minha blusa, como se ela quisesse tirar, mas não tinha coragem suficiente, então peguei suas mãos e as guiei, tirando minha blusa fazendo ela corar e desviar o olhar na mesma hora. A abracei, porque tamanha fofura e pureza, só poderia ser visto por mim. Ela me abraçou de volta, bem forte, como se tivesse medo que eu fugisse dali.

 

- Eu não vou te deixar – Eu disse em seu ouvido, fazendo ela assentir com a cabeça, ela havia entendido que eu percebi os seus sentimentos.

 

Então a olhei passando a mão lentamente em seu rosto e cabelo, ela ainda permanecia de olhos fechados como se tivesse medo de me ver. Beijei sua testa fazendo ela abrir os olhos, e me olhar da forma mais carinhosa que já havia visto na vida. Com suas mãos que estavam em meu ombro, ela foi descendo pelo meu peito lentamente com seus dedos, me fazendo arrepiar pelo contato gelado com minha pele quente, a fazendo rir. Eu só conseguia olhá-la e suas reações, ela parecia estar se divertindo. Ela mal havia chegado em minha barriga e comecei a beijá-la de novo a deitando na cama.

 

Dessa vez o beijo era completamente diferente do que quando havia a beijado no começo da noite. Eu queria matar uma curiosidade, mas agora só queria vê-la, e poder valorizá-la do jeito que ela merecia, e falar o quanto ela é linda, queria sentir nossos corpos, almas e mentes conectados. Era só o que queria ali. A verdade é que nunca imaginei que chegaríamos nesse ponto, ela sempre esteve em minha frente, sempre linda, mas não a havia notado porque nossa amizade era uma barreira alta e forte.

 

Eu pensei que não iria me entregar assim, eu pensei que jamais ia me deixar levar por ela. Mas olha o que ela fez comigo, como ela me deixa, o jeito que ela me toca é viciante, ela era pior que uma droga, porque não existia reabilitação para alguém como ela. Eu estava perdido, caído em sua rede, seu cheiro nunca ia sair de minha mente, a suavidade de sua pele não ia sair da textura de minhas mãos, o gosto de seu beijo eu nunca iria esquecer.

 

            Estava começando a me sentir desesperado, quando sentia o beijo intensificar, eu queria explorá-la mais, então comecei a subir sua blusa lentamente, não queria estragar tudo cedendo aos meus desejos. Ela não reclamou, mas me separar do beijo para conseguir tirar a blusa a fez resmungar em desaprovação. Eu a via mais claramente agora, a chuva não parava, a lua iluminava seu corpo, ela estava tão linda, tão desejável. Sua pele branca, seus lábios vermelhinhos e molhados pela saliva do beijo, seu rosto corado, seus olhos brilhando, seu pescoço e clavícula marcados por mim Era tudo muito tentador.

Mas ver ela só de sutiã, me tirava do normal. A forma como seu corpo era lindo e angelical, imaculado como se houvesse sido esculpido por um artesão talentoso. Suas curvas eram lindas e não exageradas, seus seios eram lindos e sem qualquer exagero. Do tamanho certo para a pessoa certa. Ela estava ofegante e sexy, eu estava em êxtase por ser o único que tinha essa visão dela, eu era o único que a havia visto assim. Era tudo o que eu podia pedir.

- N-não m-me olha a-assim. Você está e-encarando m-muito. – Ela disse envergonhada olhando pro lado e apertando seus braços juntos com suas mãos em frente de seu rosto.

- É porque você é muito linda. – Eu disse dando um beijo em sua bochecha

- Mas é vergonhoso, bakawa. – Ela disse inflando as bochechas vermelhas.

- Hai, hai. – A disse abraçando e a levantando para me encarar. – Então, só vou olhar em seus olhos. – Eu disse perto fazendo ela sorrir e me dar um beijo de surpresa.

Aproveitei que ela estava um pouco mais relaxada, colocando ela lentamente de volta na cama enquanto passava minha mão por suas costas, fazendo ela ficar arrepiada. Eu gostaria de saber e conhecer todos os seus lugares sensíveis que a faziam se sentir bem. Ela depois de se ajeitar confortavelmente no travesseiro, me inclinei e comecei a beijar todo seu corpo. Só pensava em marcá-la de todas as formas, e eu não tinha pressa, tínhamos a noite inteira pra fazer aquilo.

Eu começava pelo seu maxilar, indo até o pescoço e deixando alguns chupões no caminho, a fazendo arfar. Beijava e mordiscava sua orelha, que a fazia sempre gemer baixinho. Era onde eu sabia que ela mais sensível, e eu adorava provocar. Fui descendo até sua clavícula beijando e indo para seu ombro direito abaixando a alça de seu sutiã e mordendo seu ombro.

- Annhg... – Ela gemeu de forma tão manhosa que até me assustei.

- Que foi isso? – Disse rindo.

- Não sei, para de me encarar. – Ela disse vermelha.

- Então você gosta que eu te morda? – Disse mordendo mais de sua pele, fazendo ela perder o controle de sua respiração e dar longos suspiros manhosos. Aquilo me deixava louco, era tão excitante e ao mesmo animador saber que era eu que a fazia se sentir assim.

Comecei a descer mais, beijando a pele acima de seus seios, descendo pela sua barriga, sempre deixando um rastro de chupões, porque queria que ela visse e se lembrasse que aquele que fez aquilo era eu. Em sua cintura eu a mordia, ela sempre se contorcia, mas nunca reclamava. Estava no caminho certo.

Comecei a abrir o botão de seu short enquanto beijava suas coxas torneadas, que eram absolutamente maravilhosas por conta de anos de futebol. Beijava e mordia como se fosse um item precioso que precisava todo cuidado do mundo, enquanto subia minha mão para seu short e comecei a ir tirando-o aos poucos. Depois de algum tempo, o tirei. Eu já me sentia completamente necessitado de seu corpo, ela era absolutamente tudo o que eu queria, e vê-la deitada ali só de lingerie com várias marcas minhas era tudo o que eu queria.

Engatinhei para cima, enquanto a tomava para um beijo e passava a mão direita em sua perna, enquanto a esquerda tomava sua nuca. Ela se arrepiava a cada toque meu, e eu sempre queria mais reações, era tudo o que eu pensava. Estar de calça já era incômodo, e eu queria me libertar de todo aquele tecido me passando mais calor, queria mais contato com ela. Então comecei a tirar ela, tentando empurrá-la com meus joelhos, porque não queria parar de beijá-la.

Mas foi quase impossível não terminar o beijo, porém havia conseguido me livrar da peça de roupa. Agora Hana já estava mais relaxada, porém eu via que ela estava nervosa, esse não era o nosso plano inicial, e isso era complicado. Uma parte de mim queria ir até o final, mas a outra tinha medo do que nossa relação poderia virar, e se a gente ficasse estranho depois? E se a gente não fosse amigos como antes? Eu precisava confirmar com Hana se isso era o que ela queria.

- Hana-chan. – Eu disse respirando com dificuldade por conta do beijo.

- Hm? – Ela disse me olhando como se não entendesse porque parei.

- Err, você está bem com isso? – Eu disse preocupado – Você tem certeza que é isso que quer fazer?

- Bem... eu não sei bem, eu estou me sentindo estranha. – Hana disse se sentando.

- A verdade é que eu quero muito fazer isso com você, mas não sei se estou fazendo a coisa certa. – Disse passando a mão em seu rosto.

- Entendo... você acha que estamos indo rápido demais? – Ela perguntou como se também quisesse confirmar isso.

- Acho que sim. – Eu disse segurando em suas mãos – Eu quero fazer isso do jeito certo, em um lugar mais bonito e romântico do que seu quarto e não logo depois de você ter tido uma ressaca. – Eu disse a olhando com sinceridade.

- Eu também preferia um lugar mais romântico para minha primeira vez, mas o que vamos fazer agora? Olha sua situação. – Ela disse olhando para boxer como se fosse evidente que agora ia ser difícil parar.

- Eu sei, mas não é impossível. Eu preciso ter certeza se você quer isso ou não. – Disse a olhando com um tom de preocupação.

- Eu... acho que quero. – Ela disse me olhando corada – Não é que eu não prefira que fosse um lugar mais chique e caro, mas eu quero porque é com você e sei que você não vai falar mal de mim e nem vai me abandonar ou ignorar, nem me machucar. Eu confio em você. – Ela disse alisando meu rosto como se confirmasse o que disse.

Sinceramente, aquilo que ela disse foi como um tiro em meu coração, eu já não sabia mais como pensar direito. Saber que ela confiava tanto em mim até esse ponto era assustador, e também assustador, porque era um peso que somente eu carregaria e mais ninguém. Saber que eu poderia mostrar um novo mundo, uma nova experiência de forma tão íntima era algo que me deixava tão feliz... que me deu vontade de chorar.

Sem percebi senti as lágrimas enchendo meus olhos, eu não conseguia dizer nada, era só para sermos melhores amigos e ter diversões de vez em quando, mas como o Iwa-chan disse, isso é complicado. Agora eu entendo o que ele disse daquela vez, era isso disso que ele estava falando. Era muito mais do que meu desejo por ela, era algo mais profundo, eu queria entender aquilo. A abracei fortemente, e fechei meus olhos para que não caísse nenhuma lágrima e ela não visse.

- Tooru? – Ela disse como se estivesse confusa.

-  Prometo cuidar muito bem de você, pra sempre. – Eu disse em seu ouvido.

Então comecei a beijá-la de um jeito completamente romântico e possessivo enquanto ela colocava seus braços ao redor do meu pescoço e puxando meu cabelo com a direita. Queria ela toda pra mim, só pra mim. Ela era só minha, eu não ia entregá-la pra ninguém, enquanto eu viver eu não deixaria outro ver essas reações, sua pele, sua voz. Eu iria conquistá-la de um jeito ou de outro, eu vou fazer ela ser dependente de mim e de mais ninguém. Eu vou fazê-la pensar em mim como se não houvesse mais ninguém no planeta. Eu já havia decidido, ela ia ser totalmente minha.

Subi minhas mãos pelas suas costas e tentei tirar seu sutiã com dificuldade, já que não queria deixar de beijá-la, então depois de algumas tentativas consegui, me livrando dele e passando pela sua pele. A abracei forte e a deitei na cama, eu tentava recuperar meu fôlego, mas era desnecessário porque sempre voltava pedindo mais. Ela arranhava minhas costas com suas unhas esquerda levemente, ás vezes afundava na pele, era seu modo de dizer que queria mais.

Estava muito quente, eu já suava, e o frio que sentia pela chuva, e a brisa que sentia já não era mais possível. Tudo o que sentia era o calor da sua pele contra a minha e os sons que ela fazia contra minha boca. Eu já não conseguia ser tão considerável como antes, eu estava necessitado, estava salivando mais que o normal, e minha roupa íntima já não estava mais confortável como antes.

Desci minha mão direita das suas costas para seus lados, alisando sua coxa de leve e a apertando na virilha, como se fosse um aviso do que fosse fazer em seguida. Subi minha mão até a alça de sua roupa íntima e fui tirando devagar com todo cuidado, então com sua mão direita que estava em meu cabelo ela ajudou, a tirou e jogo no canto. Eu queria muito olhar, mas quando fui, ela tampou com sua mão esquerda e a direita escondeu apertando seus seios dando a impressão de parecerem maiores.

- O que foi? – Perguntei a olhando de cima, aquela visão era muito tentadora, estava mordendo meu lábio.

- Você prometeu que só ia olhar pro meu rosto Tooru. – Ela disse fazendo um bico e com as bochechas infladas e seu rosto todo vermelho.

- Hmmm, mas uma hora vou precisar ver. – Eu disse a olhando com a cabeça caída.

- Mas...mas... é vergonhoso, por favor promete olhar só pro meu rosto. – Ela disse fazendo uma cara de brava, mas com suas bochechas inflamadas só a faziam parecer em um esquilo muito fofo raivoso, me fazendo rir. – Emm Tooru, por favor ne? – Ela disse agora fazendo uma cara manhosa, parecia um gatinho com seus olhos brilhando, era impossível dizer não.

- Hai, hai...eu prometo. – Disse dando um sorriso malicioso.

- Humph. Você só ta se divertindo comigo né?

- Não sei bem descrever, mas é bem mais do que só diversão. – Disse dando um selinho.

- Você é muito ousado. – Ela disse em minha boca, enquanto me olhava. Estávamos próximos desse tanto, não queria me distanciar.

- Mas você gosta né. – Disse sorrindo e arqueando minha sobrancelha.

- Você que gosta de ser ousado comigo. Ne, me diga, se não fosse eu, você seria assim? – Ela me perguntou arqueando a sobrancelha.

-Não. – Falei sem piscar e sem hesitar o que a surpreendeu – Eu só consigo fazer isso, porque é você Hana-chan. – Disse em seu ouvido mordendo sua orelha, fazendo ela gemer. Ela estava extremamente sensível e eu gostava disso.

Aproveitei que ela estava com a boca entreaberta e voltei a beijá-la com toda vontade do mundo. Dessa vez eu não queria mais esperar e fui descendo minha mão devagar, apertando em todos os lugares até chegar em sua parte íntima que foi quando ela mordeu meu lábio pela surpresa, havia doído um pouco mas era bom também. Notei que ela estava completamente molhada, ela estava tão entregue pra mim. Eu mal a tocava e ela se contorcia e gemia em minha boca. Eu como havia prometido, estava olhando seus olhos e ela fazia expressões de prazer e isso me deixava louco, sua voz era a melhor coisa que já havia ouvido em toda vida, só de ouví-la eu pensei que chegaria em meu ápice. Não era alta, nem escandalosa, era um pouco baixa, manhosa e necessitada como se ela quisesse que somente eu a ouvisse.

Obviamente eu gostava de mostrar que eu controlava a situação, eu sempre fazia movimentos devagarzinho e a beijava em seus pontos sensíveis enquanto a mordia, ela puxava meu cabelo e acabou arranhando minhas costas um pouco. Eu queria apenas mostrar para ela que isso não precisava ser ruim, e que ela podia aproveitar tanto quanto eu. Mas só isso era insuficiente para ela e pra mim, mas eu não ia ser tão fácil, eu queria ouvi-la dizer.

- Tooruuuu... porque parou? – Ela reclamava manhosa porque eu havia parado tudo e só a olhava agora.

- Quero ouvir você dizer. – Disse olhando pra baixo com meu olhar sádico e feroz, e meu sorriso irônico.

- Hmnnnnggg, você não presta Oikawa Tooru. – Ela disse me olhando desacreditada.

- Você me conhece melhor do que ninguém. – Disse sorrindo.

- hmm, então... – Ela disse enquanto se aproximava do meu rosto, pegava nele, me olhava profundamente e mordia o canto do meu lábio, chegando até meu ouvido me puxando pra perto e dizia sensualmente – Eu quero você Tooru. Você inteirinho.  – E lambeu depois mordendo minha orelha.

Eu não conseguia falar depois daquilo. Não tinha o que falar, eu só sorria ansioso e mordia meu lábio porque essa garota... ela não era um pedaço de mal caminho, ela era o caminho todo. Depois disso, tirei minha boxer, o que fez ela tampar seus olhos. Não era possível, como ela conseguia ser pura depois do que acabou de dizer? Essa era ela, a pura Hana Kozume. Decidi levar isso como um ponto positivo, ela era muito inocente ao mesmo tempo que nem sabia o que fazia comigo.

- Hana. – Eu disse a olhando de cima.

- hm? – Ela disse com os olhos fechados e tampados.

- Vou precisar pegar você um pouco tá? – Eu disse próximo de seu rosto, mas ela ainda não tirava as mãos.

- Ung. – Ela resmungou acenando a cabeça.

Me posicionei, a peguei e a coloquei em cima de minhas pernas, eu achei que assim seria melhor e ela poderia me olhar. Ela aos poucos foi tirando as mãos dos olhos quando viu que só via meu rosto, claramente suado, meu cabelo estava grudando na testa, mas eu não ligava esse era meu maior charme. Ela colocou o braço envolta de meu pescoço, e me deu um beijo no nariz e depois sorriu. Ela era assim, e eu gostava, aposto que ninguém faria uma coisa dessas.

- Eu vou devagar tá? Mas pode doer. – Disse olhando em seus olhos.

Ela somente assentiu a cabeça e fechou os olhos me apertando, ela já esperava o que fosse vir.

Então a segurei e com todo cuidado a posicionei e fui devagar, mas bem devagar mesmo. Eu estava morrendo com a sensação, mas ela me apertava e fungava, com certeza porque estava chorando. Foi aos poucos até que consegui tudo e a deitei novamente. Eu via que ela não largava do meu pescoço, mas eu queria ver ela.

- Hana, deixa eu te ver.

Então ela soltou e deitou no travesseiro com suas lágrimas escorrendo suas bochechas, e mordia seus dedos da mão esquerda. Ela não falava nada, e eu não queria ver ela assim chorando.

- Não chora, Hana. – Eu dizia passando a mão em seu rosto limpando as lágrimas, mas outras desciam – não chora bebê. – Eu disse beijando o canto de seu olho e todo seu rosto e depois a abraçando.

Aos poucos ela se acalmou um pouco e voltei a beijar seu pescoço até seu rosto e sua boca. Eu percebi que ela estava melhor então decidi me movimentar. Ia devagar e ainda sim ela gemia de dor, e me doía saber que pra mim não estava doendo nada, na verdade estava muito bom, mas eu preferia que ela sentisse também. Aos poucos ela foi se acostumando e seus sons mudaram. Acho que ela precisava se acostumar para poder ficar melhor.

Voltei a beijá-la, o que a fazia gemer em minha boca, as vezes ela tinha que sair do beijo para respirar, era difícil ela coordenar o que acontecia. Então fui acelerando, aquilo estava sendo tão bom, e ela estava com sua voz bem manhosa chamando pelo meu nome.

- T-tooruu.... – Ela fechava os olhos e arranhava minha nuca e minhas costas, e como suas unhas eram grandes, ia ficar marcado.

Quando sua voz mudou eu percebi a situação e a ficha caiu. Eu estava ali, com minha melhor amiga, ouvindo ela gemer assim manhosa pelo meu nome. A garotinha que eu brincava quando criança, a garotinha sem dente, que vivia caindo na lama, com seus cabelos voando de tanto que corria, que chorava se batesse em qualquer coisa. Era ela ali, só que maior, mais velha e madura. Eu não entendia bem porque as coisas saíram assim, mas se tinha algo que eu tinha certeza era que tudo ia ficar bem.

Então era assim. Era uma noite chuvosa, com ninguém em casa, luzes apagadas e a luz da lua iluminando o seu rosto pela janela. Dois amigos, nossas respirações pesadas, nossos rostos escorrendo suor, seus olhos castanhos me fitavam e tornavam-se quase cinzas pela luz da lua, os meus braços entrelaçados em sua cintura enquanto suas delicadas mãos que antes entrelaçavam o meu pescoço, agora me arranhavam pedindo mais. Quando foi que Hana tinha se tornado alguém tão desejável pra mim? Eu não entendia, mas talvez eu sempre havia sentido isso e só queria achar um jeito de esconder. Bem, parece que não foi suficiente.

Naquela noite consumamos todos nossos desejos, todas nossas vontades, todas nossas necessidades. Eu a beijei em todo momento, eu não queria deixar de sentir aquilo, ela era absolutamente maravilhosa, ela era única em todo mundo e eu era o único que sentiu isso e mais ninguém. Ela era como uma deusa que somente uma prece não seria suficiente para exaltá-la, ela era a personagem principal de um conto que não existiria livro grande o suficiente que poderia descrevê-la. O jeito que ela me deixava assim, talvez fosse algo que só ela soubesse e mais ninguém.

Ela era a mistura de santidade e pureza, com tudo o que há de mais desejoso e prazeroso na terra, ela era minha. E somente minha. Ela chamava somente pelo meu nome, eram minhas costas que ela arranhava, era a minha boca que ela beijava, era meu cabelo que ela fazia carinho, era eu que a fazia assim.

Depois de algum tempo, chegamos ao ápice de tudo que poderia sentir. Ouvi-la gemer meu nome em meu ouvido de um jeito tão manhoso foi o meu limite. Eu nunca me esqueceria daquilo, daquele ato, daquela voz, daquelas unhas encravando em minha carne, eu senti como se tivesse vencido uma partida extremamente difícil. Ela era absolutamente maravilhosa, e eu nunca ia me esquecer daquela noite. De como a lua iluminou seu rosto e seu corpo, de como eu a beijei, eu ia me lembrar de cada detalhe, e não dividiria com ninguém mais.

A abracei a puxando comigo quando deitei ao seu lado. Quando recuperamos nossas respirações, eu notei que ela estava vermelha e não me olhava, só de relance ás vezes. Talvez estivesse pensando o mesmo que eu, “Como chegamos a isso? ”, mas isso não importava mais, o que importava era que eu estava ali com ela, e eu só queria abraçá-la. Eu fazia carinhos em seu cabelo e beijava sua testa e rosto. Ela só sorria e fechava os olhos vermelhinha, ela era linda.

- Você é linda. – Eu disse em seu ouvido.

- V-Você é tão espertinho. – Ela disse envergonhada.

- Mas eu só falei a verdade. – Eu disse a olhando.

- Ne, Tooru? – Ela me olhou.

- O que? – Disse fazendo carinho em seu rosto.

- O que vamos fazer agora que fizemos isso? – Ela disse vermelha.

- O que você sugere? – Eu disse a olhando – Quer continuar fazendo isso comigo? – Disse em seu ouvido o que vi que a arrepiou.

- B-bakaaa!!! – Ela disse fazendo bico – É sério. – Ela disse me olhando como se estivesse preocupada com o que eu fosse fazer.

- Não se preocupe Hana, eu não vou ficar estranho com você. Deixa as coisas acontecerem. – Disse dando um beijo em sua testa – Vai ser nosso segredo tá bom? – Disse em seu ouvido.

- T-tá bom... – Ela só disse isso e me abraçou também.

Não dissemos mais nada, eu só a abracei enquanto fazia carinho em seu cabelo, olhando seus detalhes, como ela era linda em todos os aspectos. A fitava enquanto percebia ela adormecer primeiro, e com a chuva não foi difícil e eu me adormeci logo após.

E naquela noite havíamos nos tornado um, havíamos nos entregado aos desejos mais profundos de nossas almas e não existiria quem nos separasse.

Nem barreira, nem amizade, nem pessoas, nem pensamentos morais, ou regras.

Não havia nada mais.

Só nós, o desejo, a paixão consumada, a chuva e a luz da lua.

 


Notas Finais


AMORES PRIMEIRAMENTE MUITO OBRIGADO POR LEREM MEU CAP.
Segundamente, eu sei que muitos tem a visão do Oikawa selvagem e tal, mas eu queria trazer um lado puro, bonito, romântico e pessoal na visão dele sobre isso.
Terceiramente, é meu primeiro lemon, e então espero seus comentários e críticas positivas e é nois.
Quartamente, próximo cap vai ser só KUROKEN, AMÉM IRMÃOS? AMÉM!.
e Quintamente: QUE HOMAOOOOOOOOO, GENTE PRA ESCREVER ESSE CAP A CADA PARÁGRAFO EU DAVA UMA PAUSA PARA RESPIRAR DEVAGAR E RETOMAR, PORQUE ERA DEMAIS PRO MEU CORE.

E POR ÚLTIMO, POOOOR FAVOR, FAÇAM UMA REVIEW DESSE CAP, NUNCA PEDI NADA, ATÉ PORQUE EU DEMOREI O DIA INTEIRO LENDO, RELENDO E REVISANDO O CAPÍTULO INTEIRO.MUITO OBRIGADA E ATÉ A PRÓXIMA AMO VOCÊS <3


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