História Red winter (baekhyun x chanyeol) - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Visualizações 114
Palavras 3.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


preparem-se para as surpresas rs

Capítulo 19 - Surprised, he came back.


surprised, he came back.


Suspirei, cansada, e segurei o envelope, seguindo onde minha mãe, Kyungsoo e Taeyeon estavam.

Eles me olharam, tão ansiosos e nervosos quanto eu, então recebi um aceno de Soo, me encorajando.

Abri o envelope, lendo o resultado, meus joelhos fraquejaram e eu caí no chão, chorando como uma idiota.

Minha mãe foi a primeira a levantar, calma, e se ajoelhou no chão sujo e branco ao meu lado, me abraçando e fazendo carinho no meu cabelo, tentando me acalmar. Meus ombros tremiam enquanto eu chorava e a vergonha me consumia por ter que fazer a minha mãe ter que passar isso.

O que me instigava mais era como eu realizaria os meus sonhos de vida sendo uma adolescente grávida numa sociedade preconceituosa.

Taeyeon e Kyungsoo também se ajoelharam, e em poucos segundos eu senti os braços dos meus amigos me rodear como minha mãe fez, tornando um abraço cheio de carinho, como se estivessem dizendo que me ajudariam em qualquer ocasião. Ficamos longos minutos naquele chão gelado, eles tentando passar uma sensação de paz, mas eu estava nervosa demais para isso. Eu sabia que teria o apoio dos meus amigos e da minha família para criar a criança, mas eu teria que esperar muito para fazer a droga da faculdade e eu sei que fui irresponsável o suficiente para engravidar sendo adolescente, e nem sabendo quem era o pai. Afinal, não usei proteção com Baekhyun ou Chanyeol. Me envolvi no calor do momento e deixei de ser a garota madura que era, mas agora eu tenho que me tornar uma mulher para criar a criança.

Não iria abortar, não era contra o aborto mas eu quero ter essa criança. Apesar da vergonha que sinto pela minha burrada, eu vou ter o bebê e vou cuidar dele com todo o amor, assim como meus pais me criaram.

Depois de ter chego em casa, minha mãe apresentou o resultado para o meu pai e os meus irmãos enquanto eu subia, querendo apenas descansar. Minha cabeça só rodeava em como eu iria contar para os meus amigos e, principalmente, para os pais do meu filho.

Pesava muito em meus ombros como eles reagiriam, mas, mesmo se eles não assumirem, eu vou ser mãe, e vou trabalhar duro para conseguir sustentar uma criança sozinha. Seria um menino ou uma menina?

Sorri, fazendo uma pequena carícia na minha barriga, e, em seguida, fechei os olhos, inchados pelo choro e pesados pelo sono.

Acordei e tomei um banho quente, tentando relaxar os meus músculos, mas, ao contrário do que eu pensei, não ajudou muito.

Me vesti com um vestido largo, tentando não apertar a minha barriga mesmo que eu esteja com menos de um mês e ela ainda está lisa.

Depois da minha família, os próximos a contar são os meus amigos. Todos, exceto Baekhyun e Chanyeol estão aqui. Meus pais saíram para nos deixar a sós - ainda estou pasma que eles aceitaram e não me deram bronca pela minha irresponsabilidade, mas sim me acolheram com todo o carinho e cuidado pelo meu estado de culpa.

Minseok e Jaemin insistiram para ficar comigo. Parecem tão delicados e preocupados agora, principalmente o mais velho, me tratando como se eu fosse uma boneca de porcelana que a qualquer momento pode se quebrar. Me sinto muito bem cuidada e grata pela minha família.

Quando desci, todos me encararam, preocupados. Por mais que não soubessem do meu filho, sabiam que era algo grave que eu contaria para eles e estavam se cagando achando que eu estava brava com eles. Principalmente Jongdae - lembram depois da guerra de comida no refeitório, quando nós fomos limpar e ele tremeu de medo?

Eu fiquei ao lado do meu irmão mais velho, segurando o envelope e suspirando.

- Vocês sabem que eu comecei a faltar do nada, não é? - ri um pouco nervosa, coçando o pé na minha perna imaginando as broncas que Luhan e Naeyeon me dariam. Junmyeon, então? Depois de me deixar de castigo por sessenta anos, vai me mimar como um bebê.

- Fala logo, criatura. Você tá me deixando com medo. - Jungyeon reclamou, recebendo um tapa na nuca de Daehyun. - Aí, qual é? Eu só ia perguntar pra ela se ela tava com câncer ou o quê.

Não me segurei e comecei a rir que nem uma louca. Câncer, sério? Só por que eu dei uma sumidinha?

- Não ri, não. O assunto parece ser grave.

- E é - suspirei, retomando o fôlego. - Então, eu comecei a ter alguns sintomas suspeitos e tal, aí para não ter resultados errados e me desesperar eu fui direto para o médico fazer os bagulhos.

Minseok me deu um tapa na nuca, como Dae fez com Jungyeon. - Fala direito, garota. Isso é sério.

- Ah, tá - rolei os olhos pelo meu irmão ter acabado com a minha chance de suavizar o clima. - E aí a resposta veio.

- Resposta do quê? - Jongin perguntou, mordendo um frango frito. De onde ele tirou isso?

- Vocês vão ser titios - eu ri nervosa, colocando a mão na barriga. - Eu estou grávida.

- Minha filha o quê?! - Junmyeon gritou, arregalando os olhos e depois balançando a cabeça como se não estivesse acreditando. - Não, não. Você só tem cinco aninhos.

- Ah... Eu realmente não esperava isso - Jihyo disse, parecendo confusa.

Jungyeon concordou, com o rosto assustado:

- Eu também não. Esperava câncer, mas isso não.

Jongin, que tinha cuspido seu frango, olhou para mim, e depois para Minseok. - Cara, e você está tão de boa assim? Não matou o pai, nem nada?

- Ah, ainda tem isso. Quem é o pai? - Naeyeon perguntou.

- Então... - suspirei, pesando meus olhos em Sehun e Jongdae, que estavam perplexos. - Ou é o Chanyeol ou o Baekhyun. Façam suas apostar.

- Como é que é? - Chen gritou. - Jesus.

- Eu avisei que alguém sairia machucado nessa história - Luhan bateu a mão na testa. - Só não pensei que fosse você.

- Vocês não estão felizes pelo meu filho, gente? - fingi estar ofendida.

- Min, se eu não for o tio mais babão do mundo, eu não sei quem vai ser.

- Sabe sim, Jongdae. Eu. - Yixing argumentou.

- Vocês são burros ou o quê? É claro que eu ganho de vocês. - o chinês taurino brigou, jogando uma almofada nos outros dois.

- São uns babacas, mesmo - Kyungsoo rolou os olhos.

- Min - Jongdae chamou, e Minseok o olhou - Yora. Minyora. Quem você acha que vai ser o melhor tio?

- É claro que o Kyungsoo - os outros três resmungaram. - E você, Sehun? Vai ser um tio coruja?

O maior me olhou, e, tirando sua feição séria anterior, abriu um sorriso lindo e seus olhos brilharam.

- Quero ver se o Soo vai ganhar de mim.

Ri, alegre pelo carinho que estava recebendo. Agora, era hora dos meninos saberem.


- Eu estava preocupado - Chanyeol rodeou seus braços pelo meu corpo, colocando seu rosto em meu ombro. - Por que você anda faltando tanto, Jagiya?

- Chanyeol, precisamos conversar. É sério. - o afastei, e ele me olhou, assustado.

- Quando as garotas dizem isso, geralmente elas terminam.

- Acho que é você que vai terminar comigo depois disso - suspirei, me sentando em uma cadeira em frente dele. - Antes de começar, eu quero saber que nenhum dos dois sabiam um do outro. A culpada fui eu, que fui egoísta e deixei meus sentimentos antes do bem estar de qualquer outro, fui avisada, mas só percebi o meu erro quando cheguei ao extremo.

- Diz logo o que está acontecendo, Minyora - o maior disse, nervoso. Pude ver que suas mãos tremiam.

- Eu me envolvi com você, e não me arrependo disso, mas fui negligente o suficiente para me envolver com outra pessoa e, quando percebi, estava apaixonada pelos dois.

Levantei meus olhos e encarei Chanyeol. Ele me olhava como um filhote assustado, os olhos cheios de lágrimas. Senti meus olhos marejarem, também.

- Me desculpa, me desculpa mesmo. Quando eu me envolvi com Baekhyun eu...

- Você se envolveu com o Baekhyun? - ele gritou, se levantando. Isso me assustou, e eu me encolhi. - Eu... Você... Como vocês puderam fazer isso comigo?

- Eu disse, ele também não sabe sobre você - minha voz tremeu - Isso tudo é culpa minha. Me desculpa.

- Você... Eu nunca pensei que você pudesse fazer isso - ele andava de um lado para o outro, nervoso - Eu amei você! Como você pôde?

- Yeol...

- Não me chame assim - sua voz se tornou fria, e ele não olhou em meus olhos. - Nós não somos nada. Você fez questão de me mostrar isso.

E eu odiei ter feito ele se tornar frio. E eu me odiei por ter feito alguém tão puro e doce como Chanyeol se tornar frio. Chanyeol era como uma criança alegre que agora tinha o coração estava despedaçado, por minha causa. E eu fiquei tão desesperada quando ele abria a porta para ir embora, que só percebi o meu grito.

- Eu estou grávida!

A casa se tornou um silêncio. Eu, derramando as minhas lágrimas, e Chanyeol estático. E depois, correndo para fora.

Perdi as forças, caíndo sentada sobre o sofá e assistindo a porta aberta enquanto chorava em silêncio.

- Por que o Chanyeol saiu correndo daqui daquele jeito? - a imagem de Baekhyun se formou, e então ele olhou para mim. - Você... Você está chorando?

Ele correu em minha direção, se ajoelhando e segurando o meu rosto com suas mãos, preocupado.

Eu apenas segurei suas mãos, cansada, e aproveitei o calor de suas mãos enquanto podia.

- Eu estou grávida, Baekhyun - confessei, meus olhos fechados me impedindo de ver sua reação, mas suas mãos automaticamente pararam. - E eu não sei se é seu ou do Chanyeol.

Ficamos por um bom tempo assim. Eu com os olhos fechados, temendo sua reação, e Baek com suas mãos paradas, agora suando, frias.

Respirei fundo, juntando toda a minha coragem. Afinal, eu tinha interesse em saber o que ele pensaria e exigiria alguma responsabilidade dos pais, eu não fiz a criança sozinha. Abri os meus olhos, e ele me encarava com os olhos arregalados, mas logo tomou pose e se distanciou, sua feição ficando séria.

- Você e o Chanyeol...

- Ele não sabia sobre você, também - expliquei, limpando as lágrimas que teimavam cair. - Por isso ele saiu da minha casa daquele jeito.

- E quando você pretendia me contar? - ele riu nervoso, passando a mão pelo seu cabelo. - Ou pretendia me fazer de idiota para o resto da vida?

- Eu não te fiz de idiota, Baekhyun. - me levantei, ajeitando a postura. Eu tinha orgulho, no final das contas, e não deixaria me rebaixarem. - Eu me apaixonei por vocês dois.

- Então decidiu usar nós dois, também - cuspiu, e seu tom de voz pingava sarcasmo.

- Não, eu decidi tentar escolher um de vocês.

- E a criança é a escolha? - ele se virou para mim, nervoso. - Você vai usar uma criança como escolha? Como você é capaz de descer a esse nível?

- Cala a boca! - gritei, me aproximando. - Eu não disse isso!

- Ah, claro. Quando foi que planejou ir para a cama comigo, aliás? Você também mentiu quando disse que eu era bonito?

Ele parou de falar assim que eu bati minha mão em seu rosto.

- Não fale assim comigo - esbravejei, rangendo os dentes. - Você continua sendo um babaca.

Baekhyun ficou quieto, abaixando a cabeça. Aproveitei para continuar.

- Eu nunca "planejei" ir para a cama com você, muito menos engravidar. Quando eu te vi daquele jeito, todo inseguro consigo mesmo, meu coração se apertou e eu só pensei em como você era lindo e como me doía você pensar assim. Quando eu te abracei e disse que você era perfeito para mim, era verdade, era tudo verdade. Eu me apaixonei de um jeito louco por você e me segurei para não chorar, porque eu te amo, e eu não sei em que instante eu passei a te amar tanto assim, se foi quando você foi buscar um doce para mim quando eu estava com cólica ou quando você sorriu sincero pra mim pela primeira vez, depois que você propôs de sermos amigos. De alguma forma, eu me apaixonei, e agora estou aqui.

Baek paralisou, me encarando com os olhos arregalados. Os cantos de seus olhos ficaram molhados e ele andou até a porta.

- Eu também te amo - sussurrou, e então se foi.

Emoções demais para um só dia, concluí. Passei a mão pelo meu rosto percebendo que minha cabeça latejava. Peguei um casaco para sair, tinha que tomar um ar.

Andei pelas ruas, tentando ao máximo não pensar que eu guardava um filho no meu útero e que provavelmente os homens que podem ser os pais do meu filho nunca mais iriam olhar na minha cara.

Eu tinha mandado uma mensagem para Taeyeon, e ela havia respondido algo que eu havia ficado meio incerta. "Chanyeol pode ter ficado com raiva, mas não por muito tempo, não se preocupe. E, quanto a Baekhyun, ele sempre quis ter um filho. Vai se comprometer. Logo, logo, os dois vão estar aí discutindo com você sobre a criança."

Precisava pensar logo em como fazer o teste de DNA. Hoje em dia, já se pode fazer o teste nos meses iniciais de gravidez, então acho que os meninos vão concordar em fazer o teste logo.

Minha barriga roncou e eu tratei de procurar logo algo para comer. Agora eu tinha alguém que era dependente de mim, mesmo sendo um feto, e eu parei em uma lanchonete, extasiada pelo cheiro gostoso dos bolos.

Percebi que era a lanchonete que eu sempre vinha com Taeyeon. Sentei na mesa de sempre e logo fui atendida, já era de casa. Pedi um pedaço de bolo de chocolate, outro de baunilha, um cappuccino com bastante chocolate, um milkshake de morango e uma torta do mesmo sabor. Eu estava com muita vontade, e eu não iria deixar meu filho nascer com cara de torta de morango ou de cappuccino, certo?

- Me desculpe, mas devo aguardar a sua amiga chegar para trazer os pedidos? - a garçonete perguntou, apontando para o assento em minha frente.

- Ah, não.

- Mas ela não vai vir? - insistiu, então eu olhei para o seu crachá. Tiffany. Sorri.

- Vai ser só eu hoje, Tiffany - expliquei, um pouco envergonhada pelo tamanho do meu pedido. - É que eu estou com bastante fome. Não almocei hoje, sabe como é, né?

- Ah, sim? - ela arregalou os olhos confusa, mas logo soltou uma risada bem gostosa de se ouvir. - Até mais, garota do pedido.

- Até - sorri, aguardando o meu pedido que logo chegou. Engoli tudo em alguns minutos, me sentindo satisfeita e um pouco enjoada. Droga.

Corri para o banheiro da lanchonete que era unissex devido ao estabelecimento ser pequeno. Entrei em uma cabine e despejei metade do que eu comi. Em algum momento, senti meus cabelos serem apanhados, deixando meu rosto livre.

- Obrigada Tiff... Quem é você?

- Sou só alguém que ouviu você vomitando e vim te ajudar. Você está bem?

- Estou sim, obrigada - agradeci, me levantando e indo lavar o rosto. - Sou Minyora, obrigada pela ajuda.

- Sou Jiyong - se apresentou, então me curvei e fui para fora, sendo seguida por ele. - Onde vai?

- Para casa.

- Sozinha?

- Sim.

- Eu te levo - se ofereceu. - É perigoso uma garota andar sozinha pelas ruas.

Concordei, ele estava certo. Fomos andando com ele soltando algumas piadas idiotas para me animar e eu rindo.

- Aliás, sabe o que é mais perigoso ainda? - soltou animado, como se a piada que viesse a seguir fosse realmente hilária. - Uma garota aceitar ser acompanhada por um estranho.

Franzi o cenho e me encolhi, me virando a tempo de ver seu sorriso lindo se tornar assustador, e, quando eu ia correr, ele me puxou e colocou um pano no meu rosto. Tentei não inspirar já sabendo o que estava acontecendo, então prendi a respiração e amoleci meu corpo, fechando os olhos, mas ele foi esperto e deixou o pano prensado em meu rosto enquanto me colocava provavelmente em um carro, me deixando sem ar, então eu tive que respirar e, consequentemente, inspirar aquele ar com alguma droga. Abri os olhos para ver alguma coisa que pudesse me ajudar posteriormente antes de desmaiar, então eu vi um peito tatuado, e tudo ficou preto.

- Amarre ela mais forte. Não quero que ela escape.

Vozes que não paravam faziam minha cabeça latejar. Tive alguns flashes e me desesperei, mas continuei com os olhos fechados, tentando descobrir alguma informação.

- Pode abrir os olhos, princesa - uma voz sussurrou em meu ouvido. - Já sabemos que você está acordada.

Respirei fundo e fiz o que ele disse, vendo um cara na minha frente com uma blusa preta com os primeiros botões abertos, revelando seu peito tatuado. Seus fios negros e ondulados caíam sobre os seus olhos, lhe dando um ar misterioso.

- Chefe, ela acordou - disse, sua voz profunda e grossa.

- Bom trabalho, Yongguk - ouviu-se outra voz. - E você também, Jiyong. Agora confio totalmente em você.

Um homem saiu das sombras, sorrindo para mim.

- É bom te ver, princesa.

- Nam Joo? Nam Joo Hyuk? - inacreditável. Era impossível ele estar lá, vivo. Eu fui no seu enterro.

- Em carne e osso - riu, se aproximando e se ajoelhando em minha frente e apoiando seus braços em minhas coxas. - Soube que você namorou meu priminho depois que eu fui morto. Consideração, hein?

- Eu vou quebrar sua cara - rosnei, tentando levantar o meu braço, mas adivinha? Se você pensou que estava decepado você precisa parar de assistir coisas sangrentas, tipo The Walking Dead. Eu estava presa com cordas, sentada em uma cadeira. - Sério, Nam Joo? Isso é clichê até para você.

- Pois é, né? - riu, me olhando como um lunático. - Fiquei sabendo que você também está grávida, e adivinha? A criança não é minha.

- Até porque era pra você estar morto - rangi. Não tinha nenhum medo desse psicopata, só ódio. - Como você soube?

- Os boatos rolam, sabe? - sorriu, colocando os braços atrás da cabeça. - Mentira. Um amigo seu me contou.

- Se acha que você vai me enganar e me colocar contra os meus amigos, pode tirar o cavalhinho da chuva.

- Você que sabe - se levantou, colocando as mãos nos bolsos. - Mas como eu saberia, não é mesmo?

Bufei, rolando os olhos. Tentei livrar minhas mãos, mas não conseguia.

- Então... Se você tem um filho que não é meu aí - ele pegou uma arma, apontando ela para a minha barriga. - Você não o terá.

Arregalei os olhos quando ele apontou para a minha barriga, sorrindo enquanto seus olhos demonstravam um brilho obcessivo.

- Não! - eu gritei, me mexendo desesperadamente enquanto tentava me soltar. - Eu faço o que você quiser, eu te imploro!

- Você fará - ele riu, engatilhando e atirando.


Notas Finais


queria agradecer a compreensão de vocês, muito obrigada ♡

seria eu má o suficiente para criar vida para o filho da min em um capítulo e tirar no mesmo? rs

e sobre o que o nam joo disse, vcs acham que algum amigo da minyora traiu ela? se sim, quem seria?

vejo vcs nos proximos xuxus ♡


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