História Re.definir - Capítulo 7


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Categorias Neo Culture Technology (NCT), Red Velvet
Personagens Jaehyun, Johnny, Joy, Seulgi, Winwin, Yeri, Yuta
Tags Yuwin
Visualizações 19
Palavras 1.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lírica, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capitulo 07.


Yuta P.O.V

- Como – Seulgi me dá um tapa no braço – você – mais outro – esquece da gente assim? – e dá mais tapas me fazendo encolher-me enquanto sou surrado por aquele projeto de mãe. Eu disse que seria esculachado quando ela me encontrasse e estava completamente certo.

Eu sei que fiz merda, que meu ego subiu quando entrei na faculdade e me envolvi com pessoas da classe alta. Preferi eles e me esqueci dos amigos que passaram a tortura do ensino médio ao meu lado. No final, aqueles também me esqueceram e quem continuou do meu lado foi John, que insistiu em mim até o final.

Me desculpe, mas aquele tempo tudo subiu pela cabeça. Entrei com a bolsa de esportes, era o melhor do time e o mais adorado pelas garotas. Foi o combo perfeito para me achar a ultima bolacha do pacote e dar uma de fuckboy, de viver em festas e de dar meu melhor no time apenas para dizer que eu era o melhor de todos. É muito prazeroso quando se recebe elogios a cada instante, quando você é utilizado com o melhor exemplo e é sempre bem falado. Seu ego brilha, nós nos sentimos radiantes e não há humildade no nosso sistema, como se essa qualidade fosse inexistente.

Obviamente não perdi a noção de tudo. Minhas notas eram uma das melhores também porque senti a necessidade de ganhar em qualquer disputa. Sou competitivo e isso não mudou até hoje, mas é claro que levei tapas o suficiente para que a humildade voltasse ao meu sistema. No auge do ultimo ano rompi um tendão da perna esquerda e não consegui mais jogar, ou seja, nunca mais o melhor de todos nos jogos e adeus vida esportiva. Entrei em depressão e, novamente, veio John para me salvar.

Ele me perguntou se não gostaria de trabalhar na rádio. Se não gostaria de investir na música que um dia gostávamos tanto de discutir. E, assim, as coisas foram se aquietando. Uma festa nos finais de semana, um numero de uma garota desconhecida que conheci em um bar, uma noite sem compromissos, e depois o trabalho.

- Já levei tapa da vida, Seulgi. Você não precisa se juntar também...

- Preciso – me bateu bem mais forte do que das outras – Porque é uma criança idiota e narcisista.

- Hey!

- E que precisa de uma amiga, e demorou malditos cinco anos para voltar a falar comigo! – a encarei confuso. Ela não está brava comigo? Realmente esperou que eu voltasse a falar com ela? Tudo bem, mereço os tapas. Respiro fundo e bagunço sua franja.

- Me desculpe.

- Tudo bem, apenas não vá embora novamente. Você precisa de gente perto de você, pessoas que realmente gostam de você. Então não se afaste de mim e do Johnny.

- Sabe – começo a andar até a cafeteria que tínhamos planejado de ir. Eu quero um chocolate quente, já que finalmente o tempo se ajustou e está frio e ventoso, assim como deveria ser no inverno – Não éramos tão amigos assim no colegial, como você pode dizer que gosta de mim?

- Sempre vi você jogando, e sempre ouvi YoungHo falar de você. Mesmo que não conversássemos, sempre soube o que estava acontecendo na sua vida.

- Wow, você é meu anjo da guarda então... – ela riu – mas me sinto traído por essa desgraça.

- Não se preocupe, nunca falou muito mal de você, apenas comentou das cagadas – entramos no estabelecimento e ela escolheu um lugar próximo a janela. Apenas comentar as cagadas não me é muito tranquilizador. Me sinto levemente traído, e quero lhe bater por ter contado a ela tudo isso, todavia, como essa garota realmente tem uma boa áurea e me faz querer tê-la por perto nas situações complicadas, então eu o perdoarei. – Aliás, me responde: o que está acontecendo agora? Você me parece mais liberal que a Yuri, então não acho que seja verdade a questão de ser sua sexualidade o que está incomodando... – Meu Deus, não era para ela começar a perguntar essas coisas tão cedo.

- Olha – suspiro e encaro o potinho de madeira cheio de sachês. Digo isso agora? Assumo isso? É uma merda ter que assumir isso, principalmente porque odeio isso. Não era para ser assim, não gosto que seja assim – Realidade pura?

- Por favor.

- Acho que preciso de uma namorada que esteja disposta a ser noiva.

- Olha, eu estou disponível – isso me fez rir. Não que não fosse bonita, mas... olha, prefiro alguém que eu esteja apaixonado por.

- Melhor não...

- Eu sei, idiota – ela ri e coloca uma mexa atrás da orelha – apenas para quebrar esse gelo aqui. Mas faz sentido. Pressão familiar?

- Um primo muito bem-sucedido.

- Eita – responde – tenso isso daí, infelizmente não tenho amigas para te apresentar...

- Por favor, não faça isso. Meu maior medo é alguém me apresentar uma garota e ela ser uma das quais dormi com e fui embora no dia seguinte.

- Por que? Se já teve tanta intimidade assim...

- Exatamente, isso é vergonhoso. Provavelmente me sai bem, mas é vergonhoso ter que lidar outra vez com a pessoa – ela ri da minha cara e assim me calo. Eu sei que é idiota, sei que não precisava ser assim, mas minha tática é o “just one night” e fica nisso mesmo. Não passa disso e se eu encontrar com alguém que tratei como um objeto e depois descobrir o quão legal essa pessoa é, provavelmente eu entrarei em colapso e minha consciência vai pesar muito. Então não, muito obrigada, mas não quero isso.

- Eu acho que entendo um pouco... mas posso te apresentar uma amiga? Tipo, ela faz parte do meu circulo intimo que realmente gosto, e ela já conhece o Johnny... acho que seria interessante juntar o grupinho em um só. O que acha?

- E por que não a apresenta em um almoço, ou coisa assim?

- Olha, não passou na minha cabeça essa tesa... Pode ser, aceita?

- Tudo bem – pelo amor de Deus, que não seja ninguém que eu conheça.


Notas Finais


XOXO


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