História REDEMPTION - H.S - Capítulo 14


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Categorias Ashley Benson, Elle Fanning, Grant Gustin, Harry Styles, Niall Horan, Norman Reedus, Phoebe Tonkin, Shelley Hennig
Personagens Ashley Benson, Elle Fanning, Grant Gustin, Harry Styles, Niall Horan, Norman Reedus, Phoebe Tonkin, Shelley Hennig
Visualizações 3
Palavras 1.694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - 2 - Capítulo.


Fanfic / Fanfiction REDEMPTION - H.S - Capítulo 14 - 2 - Capítulo.


Desperto de meu sono quando sou invadida por um maravilhoso aroma de café que faz meu estômago dar sinal de vida.

Esfrego meus olhos e me estico toda para acordar, e com um suspiro, me levanto da cama. Caminho no escuro à procura da janela e tropeço em algumas coisas até conseguir alcançá-la, rio comigo mesma e quando finalmente consigo abri-la, um vento forte e gelado me atinge e estremeço. Coloco meus braços a redor do meu corpo na tentativa de me aquecer enquanto olho através da janela. Sou privilegiada com uma vista linda, mas me sinto um pouco desanimada por não conseguir ver a construção do sanatório daqui, pois tudo o que se pode ver é uma densa floresta que se estende sobre uma alta colina.

Respiro fundo apreciando a vista e sorrio ao pensar onde estamos. Nosso apartamento. Ainda não consigo acreditar que chegamos até aqui, mas realmente precisamos encontrar um emprego, quem sabe hoje é nosso dia de sorte.

Pego um moletom mais quente sobre uma caixa de papelão aberta e visto enquanto caminho para a cozinha, onde sou recebida com um sorriso de Lana.

- Bom dia. - saúdo depois de passar minha cabeça pela gola apertada do moletom.

- Bom dia, bela adormecida. - Lana brinca - Fiz café. - ela anuncia e bato palmas animada. Encho quase toda a xícara branca com o líquido preto e me senti ao seu lado no balcão.

- Quais são os planos para hoje? - tomo um gole da bebida quente e me sinto aquecida de imediato.

- Comprar mais café? - ela responde com uma pergunta e eu rio - Não, sério, a gente precisa de mais café e bolachinhas, aquelas em formato de coala, sabe? E um pouco de açúcar também. Nossa, a gente não tem quase nada aqui. - ela diz frustada.

- A gente pode sair para conhecer melhor a cidade e quem sabe procurar por vagas de emprego, e na volta para a casa, passamos no mercado, o que acha? - Pergunto enquanto levo minha xícara até a pia, passo ela por debaixo da água e deixa ao lado para secar.

- Pose ser, vou me trocar. - minha amiga diz, e some do meu campo de visão.

Volto para o meu quarto e decido vestir algo mais quente, hoje o tempo não está dos melhores, então opto por jeans, blusa branca com mangas, minhas botas de cano curto e um casaco amarelo. Penso na possibilidade de levar um cachecol, mas desisto na hora que Lana me chama.

- Estou com fome, vamos! - pego uma bolsa, e dentro de minutos estamos caminhando pelo saguão do prédio.

O simpático porteiro sorri e nos deseja bom dia quando passamos por ele, retribuo a gentileza e Lana desce até a garagem para pegar o carro. Atravesso a porta de vidro e me arrependo de não ter pego o cachecol, aqui fora está um gelo.

Aperto o casaco em volta do meu corpo e atravesso o portão das grades de ferro, chegando à calçada. Desço os poucos degraus da entrada e vejo Margot vindo com um saco de papel nos braços.

- Bom dia. - comprimento.

- Bom dia, menina. - ela sorri - O que está fazendo aqui fora nesse frio?- a senhora pergunta enquanto ajeita o saco de papel em um de seus braços.

- Vou conhecer melhor a cidade, fazer algumas compras e procurar um emprego. - respondo dando de ombros.

- Emprego? - ela pergunta e eu assinto - Sei de uma vaga na biblioteca da cidade, se você tiver interesse, é logo na rua principal. Procure por um rapaz muito simpático, não me recordo seu nome, mas ele tem olhos verdes e um sorriso acolhedor, ele irá te ajudar. - ela informa e faz menção de entrar no prédio, mas volta - Você não vai sozinha não é? - ela parece preocupada agora.

- Não, Lana também vai. - avisto o carro preto de Lana dobrando a esquina.

- Não me parece muito seguro duas jovens meninas como vocês andarem por aí. - a encaro confusa.

- Por quê? Nós só vamos ao centro. - respondo um pouco irritada por ouvir isso. O que pode haver demais na cidade?

- Apenas tome cuidado e volta antes do escurecer. - ela aconselha e antes que eu possa argumentar, ela se vai.

***

Percebo que estamos chegando ao centro quando as casas começam a ser substituídas por pequenas lojas, e foi exatamente essas pequenas coisas que ms encantaram em Hazelwood, casa simples, ruas estreitas, pequenas lojinhas que vendem de tudo, a floresta enorme e encantadora, e claro, Waverly Hills, o sanatório. Não vejo a hora e descobrir mais sobre esse lugar misterioso que todos parecem temer.

Descemos do carro e optamos por um café menos lotado, já que temos muito pelo resto do dia. Fazemos nossos pedidos no balcão e logo uma simpática senhora vem até nossa mesa para entregá-los. Pergunto à ela o caminho para a biblioteca da cidade e ela me dá as coordenadas. É bem perto de onde estamos.

Terminamos nosso café e seguimos o caminho que a senhora nos disse, chegando à biblioteca em minutos.
Olho para a construção admirada com sua beleza e tamanho; quatro altas colunas em mármore claro sustentam o teto com várias gravuras em cinza escura. Não consigo distinguir o que são, mas imagino que sejam esculturas, se pessoas que fizeram parte da história da cidade.

- Ellie! - Volto à realidade quando ouço Lana chamar meu nome - Vamos entrar.- ela diz choramingando.

Subo os poucos degraus da entrada e empurro a pesada porta de madeira escura, revelando o paraíso. Centenas de milhares de livros ocupam estantes que vão do chão ao teto, de lado a lado das paredes, formando inúmeros corredores, algumas mesas estão enfileiradas no centro do salão, dando um ar bem mais sério no local.

Deixo Lana admirando e me dirijo para um balcão ao canto esquerdo onde se lê em uma placa " posso ajudar?" em letras douradas.

- Com licença!? - Digo para um rapaz concentrado em uns papéis em sua mão.
Quando capto sua atenção, vejo que ele se encaixa nas descrições de Margot, jovem, de olhos verdes...

- Posso ajudar, senhorita? - e aí está o sorriso encantador.

- Ahm, sim. - digo um pouco atrapalhada devido ao seu sorriso - Gostaria de saber sobre a vaga de emprego, tenho interesse. - ele me olha por alguns segundos antes de responder.

- Ah, certo... Bom, ahm... Meu chefe não está aqui agora e bom... Não seria educado da minha parte te deixar esperando ou fazê-la voltar mais tarde... então... Ahm... Eu sou Connor, prazer! - ele se atrapalha todo para falar e eu sorrio pelo jeito envergonhado que ele estende a mão para mim.

- Ellinora! - o comprimento e olho em volta à procura de Lana e a vejo perdida em seu próprio mundo enquanto passa o polegar nas capas dos livros.

Connor sorri - Bom, sobre a vaga... - ele clareia a garganta - ... Você basicamente teria que recolocar os livros em seus devidos lugares e organizar os arquivos. - Connor diz e eu sorrio animada. Parece fácil, muito fácil.

- Parece fácil, não é? - ele diz como se tivesse acabado de ler minha mente, e por alguns segundos, realmente penso que ele pode fazer isso, mas, fala sério, ninguém consegue fazer isso, seria surreal, não é? - Bom, o trabalho é bem fácil na maioria das vezes, mas não conta para ninguém. - ele diz essa essa parte um pouco mais baixo, como se estivesse contando um segredo e eu o acho adorável por isso. - Mas espere até ver esse lugar na semana de provas finais. - o garoto de olhos verdes respira fundo - É um caos! - Connor diz um pouco apavorado, me fazendo rir.

Gostei dele.

- Então nós podemos ficar com o emprego?- pergunto esperançosa.

- Nós? - ele arqueia uma sobrancelha de maneira confusa.

Cacete, esqueceu da Lana.

- Sim, Nós! Eu e minha amiga Lana. - rapidamente corro em direção a loira, e a trago arrastado pelo braço, não ligando para seus protestos.

- Ai, Ellie! - ela reclama enquanto esfrega o antebraço, mas para quando vê Connor a observando com um sorriso.

- Connor, está é a Alana. - ela acena envergonhada - Lana, este é Connor, o simpático rapaz de olhos verdes e sorriso acolhedor que vai nos dar um emprego. - brinco e Connor ri ficando levemente vermelho nas bochechas, logo percebendo a referência, e Lana parece confusa.

- Margot? - ele pergunta mesmo sabendo a resposta.

- Sim, nós somos vizinhas, ela que te indicou. - sorrio para ele.

Ele parece surpreso e envergonhado.
- Sério? - ele pigarreia para disfarçar seu espanto - Bom, se Margot indicou vocês, fico muito feliz em dizer que conseguiram a vaga.- ele anuncia e eu grito. Sim, Eu gritei em uma biblioteca, recebendo alguns "shh" em resposta, e me desculpo silenciosamente.

- Não acredito! - Lana me abraça fortemente e nós duas soltamos alguns gritinhos, mas desta vez, mas silenciosos.

- Olha, vocês ainda têm quem preencher toda a papelada e talvez meu chefe me mate, mas eu realmente preciso de ajuda aqui e... - Connor começa devaga, mas eu enterrompo.

- Muito obrigada, Connor. - sorrio e ele cora.

- Quando começamos? - Lana pergunta.

- Amanhã? - ele meio que pergunta para si mesmo.

- Amanhã! - ela responde animada.

- Amanhã, então! - Connor dá o veredito - Ahn, será que eu... Eu poderia pegar seu telefone? - Lana me olha quando a pergunta é lançada para mim - Para vocês sabem... Manter o contato. - Connor se atrapalha com as palavras mais uma vez, e Lana resmunga ao meu lado algo que não consigo entender o que é.

Passo meu número e o de Lana para ele e nos despedimos, mas antes que pudéssemos ir embora, pergunto para Connor onde fica o mercado mais próximo e ele não exagerou quando disse que ficava logo ali. O edifício realmente ficava apenas um quarteirão de distância. 



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