História Redemption - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Crowley, Dean Winchester, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Castiel, Crowley, Dean Winchester, Rowena Macleod, Sam Winchester, Samwena
Visualizações 33
Palavras 1.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, Xuxus!
Um capítulo que acabou de sair do forno, especialmente para vocês.
Espero que gostem.
Sorry por qualquer erro.
~Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo I - O maldito feitiço


Aquele dia seria normal, calmo e razoavelmente tranquilo, se não fosse aquele o dia que Sam a ligou, chamando-a para ajudá-los a prender Lucifer de volta na jaula. Era óbvio que aquele não seria o dia, mas eles ao menos iriam formular o plano. 

Rowena levantou-se de sua cama e, com toda a calma do mundo, se arrumou. Era claro que ela não iria fazer tudo aquilo de boa vontade, afinal, ainda possuía seu humor sórdido e o seu rotineiro deboche; que os Winchesters esperassem, não se importava, de forma alguma.

Quando a ruiva, finalmente, havia batido na imensa porta de metal do Bunker, foi recebida por um olhar de repreensão de Sam que ela apenas ignorou. Dean estava possesso, se não precisassem dela, não pensaria duas vezes antes de pegar a sua arma com balas mata-bruxas como munição. Crowley olhava-a com tédio, já o anjo, este apenas a olhava com curiosidade. Tão típico deles. Ela apenas revirou os olhos, passando por eles e indo até a grande mesa e depositando sua bolsa lá. 

‒ Olá para vocês também. A propósito, meu dia foi ótimo ‒ e lá estava o humor de Rowena, seu maldito sarcasmo que os irritava tanto, principalmente Sam, que não entendia como ela poderia levar algo tão sério na brincadeira.

‒ Não temos tempo para sua zombaria, Rowena. Ou você se esqueceu que, graças à você, Lucifer está livre agora ‒ Sam não mediu as palavras que utilizou, também não notou a feição da bruxa mudar drasticamente para a melancolia, pois ela estava de costas para ele, mexendo em algo na sua bolsa.

A questão era que Sam estava com medo, medo de Lucifer, medo de um novo fim do mundo, o arcanjo havia o quebrado, ele ainda tinha os malditos pesadelos, mesmo depois de anos.

‒ Qual é o plano para prender Lucifer de volta na jaula? ‒ Questionou a ruiva, mudando de assunto. 

‒ Vamos atraí-lo até um lugar que ainda iremos decidir, deixaremos ele fraco e vulnerável e depois você lança o feitiço. Pronto, Lucifer de volta no Inferno e outro apocalipse vencido ‒ respondeu Dean, tranquilamente. 

‒ E como você pretende “deixá-lo fraco e vulnerável” ? 

Aquele era um plano quase insano. Seria suicídio não ter algo bem arquitetado.

‒ Castiel vai pedir ajuda do céu, Crowley vai achar alguns demônios para ajudá-lo e eu e o Sam vamos tentar imobilizá-lo.

‒ Esse é o plano? Foi para isso que vocês me ligaram? ‒ Perguntou incrédula.

Rowena já juntava suas coisas para ir embora, mas antes de dar o primeiro passo, Sam segura o seu braço dando um suave aperto, fazendo-a virar para ele. ‒ Apenas ouça ‒ pediu gentil. Ela estranhou o modo de agir dele, mas não reclamaria, ele não era tão amigável quanto Castiel, ou manipulável como Crowley. 

‒ Okay. Me dê um bom motivo para ficar e ajudá-los. Eu não tenho nada a perder, certo? Se Lucifer tentar me matar, eu posso simplesmente ressuscitar.

‒ É sério que você prefere morrer pelas mãos do Diabo, de novo? 

Rowena não respondeu, apenas olhou para baixo e lembrou-se de como ele a humilhou e em como estava disposto a ser impiedoso com ela. Lucifer era um monstro que precisava ser parado.

‒ O Livro do Condenados ‒ todos fizeram uma feição de incompreensão. ‒ Eu vou precisar do Livro para fazer esse feitiço.

‒ Certo. Mas você terá acesso limitado. Supervisionado.

Eles ainda tinham muitas dúvidas sobre Rowena. Sabiam que o medo que ela sentia por Lucifer era o que estava motivando-a a ajudá-los, mas até quando? Até quando ela estaria disposta a isso? Devido a todas essas questões sem respostas, Sam se ofereceu para ficar vigiando-a, já que Dean e Castiel iriam procurar o lugar para atrair o Diabo e Crowley iria atrás da ajuda demoníaca.

‒ Vocês ainda não confiam em mim? Estou demasiadamente desapontada.

Sam revirou os olhos e por fim disse: 

‒ Temos motivos para confiar?

Rowena ficou em silêncio. Pegou o livro e o Códice, tentando fazer alguma anotação.

Sam estava em sua frente, folheando um livro qualquer que ele nem sequer leu o título. Ele parou e olhou para a bruxa, ela estava concentrada e parte dele achou-a realmente encantadora com aquela expressão no rosto. Ela nem parecia a mulher que, com um simples feitiço, mataria até um demônio.

Balançou a cabeça tentando afastar esses pensamentos. Rowena ainda era perigosa e não confiável.

‒ Algum problema, Samuel? ‒ Perguntou, notando a mudança repentina do maior.

‒ Não, está tudo bem. Eu só vou preparar um chá, aceita?

Aquela tinha sido a desculpa mais coerente que ele achara. A verdade era que ele queria sair um pouco daquele lugar, não estava conseguindo se concentrar em nada.

Levantou-se da cadeira e caminhou apressado até a cozinha, pegando desajeitadamente um bule e procurando os sachês.

Ele havia parado para pensar: quando haviam passado a receber a ajuda de Rowena? Ele sabia que havia sido graças ao seu vasto conhecimento sobre magia e sobre a necessidade de remover a Marca de Cain de Dean. Mas quando eles passaram a chamá-la quando algo não ia bem?

Perdido nesses pensamentos, apenas foi desperto quando o bule fez um barulho, anunciando que a água estava fervendo.

Desligou o fogão e pegou duas xícaras para os chás. Ele se lembrava muito bem de como Rowena gostava do seu, com mel e um pouco de leite. Não sabia quando havia passado a ser tão observador quando se tratava da bruxa, apenas sabia que não teve controle sobre isso.

Colocou as duas xícaras em uma bandeja e foi para a sala, encontrando uma Rowena concentrada, de novo.

A ruiva pegou o recipiente que Sam ofereceu e tomou calmamente um gole do chá. Era um pouco cansativo fazer inúmeras anotações e traduzir o maldito livro. Mesmo com o Códice e o Code Breaker de Charlie.

‒ Está delicioso. Obrigada, Samuel.

Sam maneou a cabeça e sentou-se novamente folheando seu livro.  A verdade era que Sam não estava prestando a mínima atenção nas palavras transcorridos por aquele papel, apenas olhava-as sem realmente formar uma frase coerente. Passava as folhas, forçando-se a focar sua atenção nelas. Mas sempre desviava seu olhar para o mesmo ponto; Rowena.

E isso estava tirando-lhe a paciência. O que dera nele para agir assim? Bufou irritado, o que atraiu um olhar curioso da bruxa. Ela apenas lançou-lhe um olhar de questionamento, que Sam respondeu com um "não é nada, volte a traduzir o livro, não temos muito tempo", Rowena apenas revirou os olhos verdes e voltou a olhar o maldito livro. 

Havia se passado uma hora desde que Sam lhe trouxera o chá e duas horas desde que começou a traduzir o livro. Ela já estava exausta, não só por aquilo ser um trabalho cansativo, mas também porque Sam não estava facilitando nada. Vez ou outra quando ela se distraía, ele fazia questão de lembrar-lhe que não tinham muito tempo. A exaustão ia além da física. O tempo todo ela ficava pensando em como seria quando estivesse cara a cara com Lucifer. Será que ela desistiria no último momento? Era algo bem provável.

‒ Algum problema? 

Perguntou Sam. 

‒ Hm? ‒ maneou a cabeça, tentando se lembrar do que ele disse. ‒ Ah não. Eu apenas me distraí. 

‒ Eu sei que isso está sendo cansativo, podemos fazer uma pausa se quiser.

Disse compreensivo.

‒ Não vai berrar comigo dizendo que não temos tempo? ‒ Perguntou irônica, lançando-lhe seu melhor olhar debochado. ‒ Parece que estamos fazendo um progresso.

Completou sua fala.

‒ Rowena… ‒ disse em tom de advertência.

‒ Oh, Samuel, vamos lá! Comece a destilar seu ódio sobre mim. Vá, diga o quanto sou culpada por Lucifer estar livre.

Explodiu irritada. Era certo que Sam era mais "gentil" que Dean, quando o assunto era lidar com alguém. Mas isso não o deixava menos rude, principalmente com ela; especialmente por ela ter libertado Lucifer.

‒ Eu não quero brigar com você, Rowena. Precisamos que você encontre logo o maldito feitiço. 

Oh, era aquilo. A falsa preocupação era apenas pelo feitiço. Pelo maldito feitiço

‒ Ah, sim, o feitiço. Tudo pelo feitiço  ‒ murmurou irritada. 

‒ Pelo que mais seria?

Ela ficou calada. Não sabia o porquê se sentiu irritada e magoada. Baixou seu olhar e focou no livro, encerrando assim aquela discussão.

Sam também não fazia a menor ideia do porque se sentiu tão arrependido de ter dito aquilo para ela. Resolveu tentar focar no livro que estava "lendo".   


       


Notas Finais


Gostaram?

Gente, tensão no ar.
Esse Samwena vai ser um pouco mais difícil de se encaminhar, os dois são teimosos e ainda por cima não tem tanta "afinidade".
Mas um dia essa bagaça acontece.

Comentários são sempre bem-vindos.

~Até o próximo capítulo💖


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...