História Redescobrindo O Amor Ponto De Vista Joanne Versão Sem Cortes - Capítulo 32


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Categorias Harry Potter
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Palavras 3.287
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - Capitulo 32


Joanne já estava se sentindo bem melhor, ela não via a hora de poder voltar para casa, pois estava morrendo de saudades de Arthur, dois dias do menino estava parecendo ser uma eternidade para ela, pela manhã ela havia recebido a visita de Roberta que havia lhe contado que tinha contado para Snape a verdade, Joanne se irritou mais no fim o próprio Ronny a advertiu que aquilo tinha sido o melhor já que logo ela teria um bebê e ele tinha o direito de saber quem era seu avô e tios.

Ela estava sozinha, Ronny a pedido dela foi para casa, para poder ver como o bebê estava e também ela não queria o bebê ficasse muito tempo só aos cuidados das enfermeiras e dos elfos. Mas sabia que Ronny não poderia ficar lá muito tempo pois a brincadeira de seu pai ainda não tinha perdido o efeito o ruivo ainda estava sendo atendido por médicos.

Nesse momento alguém bateu na porta.

- Entre.

- Como você está Joanne? - Ele se sentou e continuou a encarando.

- Sua brincadeira sem graça podia ter custado a vida o meu filho sabia disso?

- Eu peço desculpas não pensei no momento. Eu não podia imaginar que o idiota levaria o bolo para comer junto de outras pessoas, me lembro dele como era guloso.

Ela se segurou para não rir, afinal aquilo não deixava de ser verdade.

- Isso é bem óbvio. Parece que quando se trata dos outros você nunca pensa. Você nunca pensa que algumas atitudes podem trazer consequências. - Ela sorriu diabolicamente e ele entendeu bem ao que ela estava se referindo.

Sabe também três crianças inocentes estão doentes por conta da sua brincadeira. Ela desviou novamente os olhos dos dele e continuou a fingir que lia um livro.

Ele respirou fundo afinal ela estava certa e ele não podia negar que havia passado dos limites. Mas não deixaria que ela o ignorasse daquele jeito.

- Ouça aqui sua abusada sua mãe lhe escondeu de mim e eu não tinha idéia da sua existência.

- Eu não estava falando disso. De qualquer forma já não adianta mais estou bem grandinha e sei muito bem cuidar de mim mesma nao preciso mais de um pai.

- Não você não precisa mesmo, eu sei que sabe se cuidar prova disso é que sobreviveu no meio de pessoas que podiam ter te matado à qualquer momento, mas seu filho precisa de mais um avô não acha? Afinal os Weasleys podem até ter lhe recebido bem, mas não vão ver com bons olhos seu Roniquinho casando com uma ex-aluna comensal não acha?

- Eles que se explodam! - Ela gargalhou mas logo parou. - Mas eu ouvi direito ou estou dopada avô? Você quer mesmo ser avô do meu filho?

- Ora Joanne francamente eu não apenas quero como eu sou. Ou depois de tudo que fez para invadir minha vida vai me virar às costas.

- Não. Eu não vou negar ao meu filho a oportunidade de conviver com o avô e com os tios, mas eu ainda estou magoada com seu ato então preciso de um tempo.

- Você vai ter quanto tempo achar necessário e tempo também para se preparar pois quando Rose souber ela vai pirar quando souber que tem mais uma irmã.

Joanne gargalhou aquilo ia ser muito louco. Pois ela sabia o quanto Rose odiava dividir Severo com outra irmã. Mas daria um jeito de ganhar o amor fraternal da pestinha.

- Onde está aquele idiota?

- Não o ofenda mais na minha frente.

- Ora. Onde está o senhor Weasley.

- Deve estar sendo atendido por mais algum medibruxo, você pode se sentir feliz a pessoa que mais comeu obviamente é a que mais está passando mal. Mas o que quer com ele?

- Agora já está ficando tarde e tenho que ir para casa, a menos que você queira que eu fique mais. - Ao olhar naqueles olhos ele pode ver que ela não facilitaria muito seu pedido de desculpas. - De um recado ao Weasley, Lila Brown está em Askaban e quer falar com ele, ou melhor ela disse que quer entregar à ele algumas memórias e também o lembrar que ele nunca se livrará dela. - Ele já estava na porta e viu que ela ficou triste ao lembrar que o Weasley ainda era casado.

Na manhã seguinte Joanne sorriu ao ver Hermione afinal estava com saudades da amiga.

- Eu fiquei sabendo hoje do que havia acontecido com você me desculpa não ter vindo antes.

- Não se preocupe, eu entendo. - Disse Joanne desviando os olhos de Hermione.

- Severo já me contou a verdade.

Joanne abriu a boca para dizer algo mas Hermione a impediu.

- Não precisa me dizer nada.

- Hermione eu sinto muito por ter escondido de você a verdade mais eu não queria nem que ele soubesse mas agora já não há mais o que esconder.

- Joanne você tinha os seus motivos e não vou lhe criticar afinal você foi uma das pessoas que mais me ajudou, mas acho que você não deveria parar de falar com ele, Severo está triste, eu fiquei sabendo sobre o bolo e não sabe como o xinguei ele nunca deveria ter feito isso.

- Eu preciso de um tempo Hermione, nunca o deixei desamparado eu sempre estive ao lado dele mas agora tenho pessoas que precisam mais de mim tenho que preocupar com a saúde do meu bebê e sei que o meu pai tem você e às crianças, ele nunca estará só.

- Não estará só mas se você não estiver perto sempre vai haver um buraco no coração dele. - Hermione tirou da bolsa uma caixa em veludo verde. - É sua. - Ela a entregou para Joanne que não queria aceitar a pulseira com o brasão da família Prince.

- Eu não posso a aceitar eu já a vi é uma jóia de familia.

- Sim. Severo me deu no dia em que me deu o anel de noivado, mas você é a primeira filha dele e quero que fique com ela e saiba que você faz parte da nossa familia sempre fez, e agora você não vai poder mais se livrar de nós, eu sempre me perguntei de onde vinha toda sua coragem e agora eu sei, você é mais parecida com o seu pai do que imagina. Agora tenho que ir mais amanhã eu volto para te ver.

- Obrigada. - Joanne viu Hermione sair e então respirou fundo nunca pensou que seria tão bem aceita.

Duas horas depois...

Ronny chegou e Joanne o olhou desconfiada. Afinal o ruivo parecia estar escondendo algo.

- Você demorou o que estava aprontando?

- Olha quem eu trouxe para você matar a saudades. - Ronny jogou uma capa no chão e então Joanne pode ver que Arthur estava em seu colo.

Ronny o entregou para ela que ficou feliz em finalmente poder estar de novo com o filho.

Nesse momento o doutor Jason entrou no quarto e olhou surpreso para o menino.

- O que vocês acham que estão fazendo. Joanne você melhor do que ninguém sabe que é proibida a entrada de crianças.

Joanne sorriu diabolicamente.

- Sim. Mas você sabe que eu sou a dona dessa clínica então sou eu que faço as regras, ele vai ficar quanto tempo eu quiser.

- Joanne você não tem jeito, acho que o melhor é lhe dar alta ou amanhã você vai mandar as enfermeiras lhe trazerem algo que não é permitido.

- Não é má idéia Jason, antes de ir para casa, quero meu almoço e não quero aquela comida sem sal, quero um pote bem grande de chocolate e também quero uma pizza e refrigerante.

Joanne estava acabando de colocar Arthur no berço, ela estava com sono mas queria esperar Ronny chegar em casa afinal estava curiosa para saber o que a esposa dele queria com ele.

Meia hora se passou e ela já havia tomado um banho e colocado uma camisola em um tom verde escuro.

Ela pegou um livro que havia ganhado no tempo da faculdade, e então se jogou na cama, não demorou muito para que ela apagasse afinal mesmo tendo recebido alta, ela tinha que admitir para si ainda não estava muito bem, na verdade o seu problema era saudades de ficar perto de seu pai, e também estava preocupada que agora que Lila Brown estava presa em Askaban às chances do casamento dela com Ronny ser anulado eram mínimas.

Uma hora depois Ronny entrou na casa que agora estava morando com Joanne, e estranhou encontrar uma enfermeira diferente segurando Arthur. A mulher era loira, e sorriu para o ruivo.

- Boa noite senhor. Meu nome é Márcia.

- Boa noite, eu nunca a vi aqui.

- Sim. É porque na verdade só estou substituindo a outra enfermeira ela teve um problema com a filha dela, e não pode vir hoje, mas sabe eu fiquei feliz em estar aqui nunca vi um homem tão bonito quanto o senhor. - A loira sorriu maliciosamente para Ronny, que a olhou com cara feia e então tirou Arthur do colo da enferneira.

- Minha esposa não gostaria de ouvir você falando desse jeito, pelo seu bem vou fazer de conta que eu não ouvi você falar isso.

A enfermeira abaixou à cabeça porém sorriu.

" Esposa? Eu sim seria uma boa esposa e não a doutora Joanne mas vou me fazer de arrependida um dia ainda o terei e nesse dia você vai se arrepender de ter me tratado mal " - Pensou a loira que só levantou a cabeça quando notou que Ronny tinha saido da sala.

Ronny entrou com Arthur no quarto em que Joanne estava dormindo profundamente ele sorriu para o bebê que não dava sinais que dormiria cedo.

- Hoje você pode dormir aqui não o quero perto daquela louca mas por favor não chore sua mãe precisa descansar.

Já havia se passado das duas horas da manhã quando Joanne acordou pois Arthur estava chorando. Ela ao acordar ficou um tempo olhando como Ronny estava perdido ao tentar dar mamadeira para o menino, e então gargalhou.

- Se continuar tentando dar leite para ele assim vai o matar sufocado. Me de ele aqui? - Ao pegar o bebê no colo Joanne olhou curiosa para Ronny. - Porque ele não está com a enfermeira?

Ronny resolveu mentir não queria fazer Joanne passar nervoso.

- Ele estava lá mais eu fiquei sem sono então fui lá para ve-lo e como ele estava acordado o trouxe para me fazer companhia.

- E como foi com a sua esposa?

- Joanne eu não gosto de ouvir você dizendo isso quando você diz sua esposa você me olha como se me cobrasse algo.

- Ronny vou ser honesta eu morro de ciúmes em saber que ela é sua esposa e que pela lei será até morrer. - Joanne olhava para Arthur para Ronny não ver que ela já estava com os olhos cheio de lágrimas.

- Ai que você se engana ela me deu às memórias dela e vimos que o casamento nunca foi consumado até o bebê que ela perdeu não era meu filho, eu nunca fui para a cama com ela logo ela deixará de usar o sobrenone Weasley e se você quiser podemos nos casar. - Ronny deu um beijo nos lábios de Joanne. - Eu te amo nunca vou te trocar por ninguém logo seremos uma família, à manhã vou entrar com o pedido de adoção para que o Arthur seja registrado com o nome Weasley.

Joanne abriu os olhos de forma preguiçosa porque a claridade estava lhe atrapalhando, ao seu lado Arthur dormia o sono dos anjos. O menino estava a cada dia mais saudável, e seus cabelos negros já davam sinal que seriam cacheados.

- Desculpe ter lhe acordado é que eu não estava encontrando minha varinha. - Ronny sorriu.

- Não se preocupe eu já deveria estar acordada estou muito dorminhoca esses meses. - Ela sorriu baixinho para não acordar o bebê. Ao olhar no relógio viu que ainda eram sete horas da manhã. - Vai entrar mais cedo no trabalho meu amor?

- Não estou indo agora porque quero passar na toca, minha mãe me mandou um berrador ontem, ela está preocupada porque eu sumi esses dias. Ela quer brigar comigo afinal acha que eu comprei aquele bolo.

- Ronny é melhor você contar a verdade, dizer que foi o Severo quem lhe deu.

- Não vou colocar minha mãe contra ele afinal logo seremos uma familia não vou envenena-la contra ele. - Ronny sentou na cama e fez carinho nos cabelos de Joanne. - Meu amor eu te amo quero que nossas famílias se dêem bem eu vou fazer o possivel para o seu pai confiar em mim.

Algumas horas depois...

Joanne tinha acabado de dar a mamadeira para Arthur e ele já estava dormindo de novo, ela o colocou no carrinho de bebê perto ao sofá, ela passou a mão na barriga que estava à mostra já que ela estava usando uma blusa que estava curta nela.

Ela resolveu que seria a hora perfeita para fazer um pequeno lanche, ela mesma iria o preparar pois o elfo tinha saido para comprar algumas coisas que ela queria.

Antes que ela pudesse chegar na cozinha uma batida à porta a fez recuar.

Ao atender à porta, Joanne ficou mais pálida do que já estivera em sua vida, afinal à sua frente estavam Molly Weasley e o marido que nesse momento olhavam com os olhos arregalados para à sua barriga.

- Eu posso explicar. - Disse Joanne tentando parecer calma.

Molly olhou chorosa para o marido que estava com um olhar abatido.

- Não há nada que você possa nos explicar senhorita afinal agora eu entendo muita coisa, eu vim porque Ronny nos explicou que sumiu porque você estava intetnada, e no jantar eu notei que você não estava muito bem mas é claro está grávida.

- Senhora Weasley eu não engravidei de propósito foi um acidente.

- Não se preocupe, eu não a estou a julgando e nem vou lhe culpar, estou desgostosa com o meu filho, e eu pensando que ele estava mudado, ele a engravidou estando casado com outra mulher, ele deveria ter nos contado. Eu só tenho desgostos com o Ronny o que mais falta descobrir.

Nesse momento Arthur começou a chorar. Joanne respirou fundo afinal agora sim Molly tiraria falsas conclusões.

- Preciso ver o que meu filho tem, se quiserem por favor vamos entrar. - Disse Joanne para o casal que entrou e a acomoanhou até a sala.

- Ronny nos escondeu que tem um filho com você. - Disse Molly pezarosa. - Ele que me matar do coração.

Joanne pegou Arthur no colo, e depois contou para Molly toda a história do bebê. E aproveitou e contou para ela quem era o seu verdadeiro pai.

- Estou mais tranquila agora afinal por um momento pensei que Ronny fosse um irresponsável em ter nos escondido essa criança. - Disse Molly pegando Arthur no colo. - Fico feliz pelo meu filho ter encontrado uma mulher igual à você, eu não tenho mais nada contra a Hermione, afinal meu filho me contou que batia nela e na Rose mas eu sempre soube que aqueles dois nunca dariam certo, Hermione e ele deveriam ter só mantido a amizade mas agora já é tarde, eu só posso lhe dizer que esse bebê lindo já o considero como meu neto.

Joanne estava preocupada afinal Ronny estava demorando para chegar em casa. Não demorou muito e uma coruja entrou e lhe entregou uma carta. Ela abriu a carta rapidamente.

- Joanne estou demorando porque Lila foi encontrada morta no hospital, estou aqui esperando o corpo ser liberado.

Joanne não pensou duas vezes, pediu para que a enfermeira e o elfo ficassem cuidando de Arthur, e então para o seu quarto onde pegou um casaco e então foi via pó de flúor para o hospital.

Ao chegar lá Joanne foi diretamente para o corredor que ficava próximo a ala do necrotério ela então se arrependeu de ter ido ao ver que Snape estava lá.

Joanne se aproximou dos três deu um abraço em Hermione e depois foi para perto de Ronny o abraçando.

- Você não deveria estar aqui, lembra-se tem que ficar de repouso.

- Eu estou bem. E aqui pelo menos posso ajudar.

Snape olhava furioso ele não estava gostando de ver a filha abraçada ao ruivo enquanto ele era ignorado.

- Senhorita. - Ele disse em um tom letal. - Não vê o problema em que vai se meter estando aqui, o senhor Weasley acabou de ficar viúvo sendo que a morte da falecida ainda vai ser investigada pois ela morreu envenenada se alguém os ver abraçados você vai ser a primeira que vão culpar.

Dois dias depois...

Ronny entrou em casa já decidido sobre sua decisão. Ele aproveitou que Joanne estava acordada e aproveitaria para finalmente falar com ela.

- E então Ronny falou com a sua mãe?

- Falei. Ela está feliz que logo iremos nos casar, mas antes disso preciso convsrsar com você. Lila antes de morrer deixou para mim a chave do cofre dela em gringotes e quero contar para você o que decidi fazer com o dinheiro, como eu não quero e agora tenho um bom trabalho não preciso dele e Hermione não precisa vou doar esse dinheiro para o orfanato assim quem sabe a alma de Lila possa descansar em paz afinal ela fez tantas maldades que quero usar o dinheiro dela para ajudar quem precisa.

Os dois resolveram dar uma volta no beco diagonal, pois fazia tempo que não saiam só os dois.

Eles entraram em várias lojas, onde acabaram comprando coisas para o bebê que iria nascer.

Ao passaram por uma joalheria Ronny insistiu para que entrassem, e no fim revelou que a verdadeira intenção de leva-la para passear era comprar finalmente para ela um anel de noivado. Depois de escolherem a peça eles foram para uma sorveteria e para surpresa deles, acabaram encontrando Roberta e Megan que conversavam animadamente.

Ronny olhou para Joanne e perguntou baixinho.

- Você acha que elas tem algo?

- Eu tenho quase certeza.

- Ela está diferente comigo, já não me olha mais com ódio.

- É porque agora ela deve ter entendido que você não fez nada para ela, nós duas conversamos no hospital e eu pude entender uma coisa, eu tive que concordar com ela talvez minha obsessão em saber o que acontecia com o meu pai me fez ficar com ela, afinal ele sempre confiou nela principalmente quando ele foi morar no mundo trouxa, ela era a única que tinha contato com ele mas às coisas já não estavam boas, e o modo que ela via às coisas só pioraram tudo. Mas agora ela também está feliz e eu sou a mulher mais feliz desse mundo.

- Joanne para você ser feliz você tem que voltar a falar com o seu pai, sabe ele hoje perguntou por você, claro que também me ameaçou um pouco dizendo que se eu não a fizer feliz ele vai me matar.

Joanne deu risada o relacionamento de seu pai com o noivo não era dos melhores mas talvez eles pudessem aprender a conviver.

- Joanne eu tenho pena do menino que se apaixonar por Rose, se ele tem ciúmes de você que já está grande e sabe se defender ele não vai formar as coisas fáceis para ela.

 - Sim. Na verdade eu tenho pena se alguma mulher dar em cima de você sei fazer pior do que o meu pai.



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