História Reencarnação - Jimin - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
Visualizações 32
Palavras 1.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, chuchus! ♡✍
Nem demorei estão vendo? Kkkk.
Só para lembrar: isso tudo é ficção, vários fatores não condizem com a realidade.
Boa leitura. ♡

Capítulo 2 - Segundo Capítulo


Fanfic / Fanfiction Reencarnação - Jimin - Capítulo 2 - Segundo Capítulo



● Città di Castello, Itália.

• Trinta de julho de mil oitocentos e trinta e cinco, século XIX. | 30/07/1835, século 19.

Havia quatro dias que estava trabalhando como criada da princesa Lalisa, quatro dias que a mesma me lançava olhares de desprezo, quatro dias que eu desejava ter obedecido meu pai e ter ficado na casa dos Ricci.


Céus, não vale a pena ser humilhada para conseguir alguns trocados, não vale.


Mas papai não me deu ouvidos, disse que iria passar, a princesa se cansaria de me fazer limpar seu quarto três vezes seguidas, e logo arranjaria outra pessoa para humilhar.


Mas não quero isso, quero que ela pare de se achar superior apenas por ter um título e uma tiara na cabeça.


De acordo com Jennie, a prima da princesa, seu tio matara seu pai — o príncipe herdeiro — para conseguir o trono.


Não sei se Jennie me falara a verdade ou apenas tem inveja da prima, que um dia será a rainha da Tailândia — e consequentemente, da Coréia.


Também soube pela mesma, que Lalisa recusara usar uma tiara durante a viagem, optando por usar uma coroa. “Minha prima não entende que ainda não é rainha, mas insiste em usar apenas a coroa”, foi o que Jennie me falara ontem.


Abri meus olhos quando ouvi os primeiros gritos da princesa chamando por mim, por mais que eu quisesse revirar os olhos diante daquele espetáculo ridículo forcei um sorriso e estendi o saco de alfinetes para a costureira.


— Eu não estou linda nesse vestido, Jennie? — Lalisa perguntou encarando seu reflexo pelo espelho.


— Está sim, será a noiva mais linda que já existiu — Jennie respondeu sem ao menos desviar o olhar do livro, e quando o fez olhou em minha direção revirando os olhos.


— O que pensa que está fazendo, sua idiota? — a princesa gritou tão alto que até Jennie estremeceu.


— Sinto muito vossa alteza, eu não queria... 


— Saia daqui imediatamente! — Lalisa desceu do pedestal onde estava provando seu vestido de noiva e passou o dedo indicador perto da espinha.

Senti pena da pobre costureira, ela havia furado a princesa com um alfinete, obviamente sem querer.


A jovem mulher apenas assentiu de cabeça baixa, parou perto das portas duplas fazendo uma breve reverência antes de sair.


Tive minha atenção voltada para a princesa quando a mesma começou a rasgar o vestido gritando de ódio. Pisquei inerte apenas fitando a cena, pouco a pouco havia vários retalhos de seda branca espalhados pelo chão de mármore.


— Não, vossa alteza! — joguei o saco de alfinetes sobre uma poltrona da sala e segurei os pulsos da loira.


— Não toque em mim, sua rata imunda! — ela vociferou se desvencilhando.


— Lisa, não seja tão cruel — Jennie que antes estava sentada sobre um dos sofás, agora se encontrava em pé de braços cruzados.


— Só falei a verdade — com o nariz empinado Lalisa passou por mim esbarrando pelo meu ombro.

Jennie bufou e me olhou com os olhos repletos de compaixão, antes de deixar a sala deu algumas batidinhas no meu ombro.


Caí sentada no chão, apenas uma coisa ecoava na minha cabeça, “sua rata imunda”. Aquilo havia sido como um tapa na cara, esmurrando os pedaços de tecido no chão grunhi de raiva imaginando ser Lalisa ali.


[• • •]


— Não acredito que ela falou isso! — JungKook esfregou uma mão na bochecha. — O que você disse para ela?


— Nada.


— Como assim nada S/A? Você deixou ela lhe humilhar verbalmente? — ele perguntou, a irritação clara em seu tom de voz.

Suspirei pesado e passei a encarar o horizonte do Rio Tibre. Havia contado para JungKook o ocorrido de mais cedo, só não esperava ele ter essa reação.


Ele estava no horário de almoço enquanto eu fui dispensada do trabalho pelo resto do dia. Meu amigo usava um uniforme completamente preto, tirando a camisa social por baixo da farda, aquela deveria ser a roupa mais luxuosa que ele já usara na vida. As insígnias em seu peito brilhavam por causa dos raios solares.


Balancei minhas pernas enquanto remexia no pedaço de pão duro que tinha sobre meu colo, estávamos em nosso esconderijo secreto: o telhado de uma velha casa abandonada. De lá tínhamos a vista privilegiada do rio e até mesmo do resto da cidade.


— Sim, JungKook — respondi por fim. — Eu deixei ela me humilhar, não apenas verbalmente, se quer saber. — lhe lancei um olhar pelo canto do olho e ele já estava me encarando com os maxilares trincados.


— Eu sinto muito — ele murmurou fitando agora a espada na bainha em sua cintura.


— Não foi culpa sua.

Ele deu um sorrisinho antes de mudar radicalmente de assunto, começando a falar o quanto Namjoon — que descobri ser o capitão do exército coreano — era incrível.


JungKook dizia o que havia aprendido com o capitão enquanto  seus olhos brilhavam em pura admiração.


Fiz um bico de indignação quando o mesmo disse que deveria ir, de acordo com meu amigo o príncipe iria caçar e ele precisava acompanhá-lo.


Tive vontade de implorar para JungKook ficar comigo, só assim para eu não lembrar das coisas horríveis que ouvira mais cedo. Mas não o fiz, sabia que ele cederia e acabaria se prejudicando, então apenas assenti e pedi para tomar cuidado.


— Eu sempre tomo.


— Convencido — revirei os olhos rindo.


— O convencido que você ama — sorriu ladino e eu corei com seu comentário.

Enfiei o pão dentro da minha boca e ignorei a existência do outro que deixou um selar no topo da minha cabeça, desceu a escada que dava para o sótão fechando a portinhola em seguida.


O sol estava um pouco mais frio quando enfim voltei para casa, mamãe como sempre insistia em ficar perambulando pela casa mesmo com as recomendações do Doutor Jeon.


A repreendi e a mesma revirou os olhos voltando lentamente para seu quarto, sentei ao seu lado no colchão duro da cama e perguntei se ela queria comer algo, minha mãe negou mas eu sabia muito bem que Dona S/M queria.


Deixando um beijo estalado em sua testa saí do pequeno quarto indo preparar uma sopa com os poucos legumes que encontrei na cozinha.


A noite logo chegou e meu pai já estava gritando pela casa seus sermões por eu ter sido dispensada, mamãe chorava encolhida enquanto abraçava Lorenzo que cantava para acalmá-la.


Encarei papai sem dizer nada, aquela até poderia ser uma reação exagerada, mas eu entendo que precisamos de dinheiro principalmente para cuidar de mamãe e do meu irmão ou irmã.


Dei as costas para meu pai e pedi para Lorenzo dar a sopa de mamãe, ele apenas assentiu. Peguei uma tigela de barro e enchi a mesma de sopa, olhei para o conteúdo dentro da panela e suspirei alto, não daria para todo mundo — como sempre — então resolvi não comer nada, afinal de contas tinha comido mais cedo.


Peguei um lampião a querosene com uma mão enquanto na outra segurava a tigela. O caminho até o galpão onde Pietro trabalhava não foi muito longo, mas foi o suficiente para a sopa esfriar.


— S/N o que está fazendo aqui? — Pietro parou de bater com o martelo em uma barra de ferro que estava sobre uma bigorna.


— Até quando vai ficar aqui? — desconversei deixando o lampião sobre a bancada de madeira.


— Eu já estava indo — ele coçou a nuca e retirou as luvas.


— Sei.


— Estou falando sério.


— E eu disse que sei — ele revirou os olhos com a minha resposta. — Aqui, trouxe para você.


— Obrigado — agradeceu sorrindo e tomando a tigela das minhas mãos.

Me encostei na parede de braços cruzados enquanto observava meu irmão devorar a comida. Abracei meu corpo quando a brisa da noite entrou no galpão e meu irmão engoliu em seco como se tivesse acabado de lembrar de alguma coisa importante.


— Algum problema? — toquei seu ombro e ele me olhou de olhos arregalados.


— Você já comeu? 


— Ahh — olhei para a tigela e ela se encontrava vazia. Então era isso... — já.


— S/N...


— Eu não estou com fome — era uma mentira, e nós dois sabíamos disso.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! ♡
Até a próxima, chuchus. ♡✍
Meu perfil: https://www.spiritfanfiction.com/perfil/rawatanabe


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