História Reencarnação - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Tags Aventura
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha quem voltou!!!!
Euzinha hihi
desculpe-me pela demora de postar algo, tinha tanta coisa para fazer e se pudesse torturaria uns professores, brincadeirinha hihi
O Brasil inteiro sofreu com a greve e eu sofri com o término, e aconteceu tantas coisas na minha vida, então me perdoe e espero que gostem do cap

Capítulo 6 - Nathan


Fanfic / Fanfiction Reencarnação - Capítulo 6 - Nathan

Acabei não dormindo à noite direito, tomei um banho para tirar a preguiça, estava enrolado na toalha quando ouvi risadas, fui para o quarto de minha irmã e ela conversava com alguém por vídeo chamada, forcei a garganta e ela se despediu do garoto encerrando à chamada de vídeo.

    — O que foi? -ela colocou o telefone para carregar.

    — Eu não ligo com quem você conversa, só fala baixo -antes de sair olhei para ela- vou correr, se quiser vir.

    — Claro, adoraria ver meu irmão super gostoso correr -ela sorriu.

    — O que você quer?

    — Nada, juro -ela sorriu mostrando os dentes.

     Fechei a porta do quarto dela e fui para o meu me vestir. Meu avô, na época dele era conhecido como o galã e até hoje ele é, meu pai à mesma coisa, minha irmã é à primeira garota na família depois de três gerações, então todo mundo mima ela, ela basicamente é a garota perfeita, ela segue um padrão perto das pessoas apenas para não encher o saco, ela tem sorte de aguentar tudo isso.

     Fiz um café da manhã para nós dois bem leve, para não passar mal durante a caminhada, fomos em silêncio, achei estranho que a Lia não tivesse levado seu telefone e seus fones, ela gosta de fazer qualquer coisa com música, ela sempre brinca que é viciada em música. Assim que íamos voltar para casa ela viu um carrinho de cachorro quente, seus olhos brilharam.

    — Maninho, por favor -implorou com suas mãos juntas.

    — Lia -revirei os olhos- só não conta para o papai.

    — Em falar em papai -franzi minha testa- você anda um pouco triste, papai disse algo?

    — Não é nada, só não queira crescer tão rápido.

    — Nate! Eu já sou uma adolescente! -sorri negando e baguncei seu cabelo.

     Comprei dois cachorro quente, vi à Kylie e queria mexer com ela, mas deixa de lado, tinha que levar minha irmã para casa, ainda tínhamos que ir para à escola e eu já acabei com o café da manhã dela, senti alguém pular em mim, coloquei um pé na frente para me equilibrar.

    — Oi princesa -sorri assim que ouvi a voz dela- quem é essa lindeza?

    — Me chamo Lia, sou a irmã dele, quem é você?

     Minha irmã fez seu típico olhar curiosa e à Kylie sorriu, logo as outras duas meninas se aproximaram.

    — Sou Kylie, amiga do seu irmão, agora entendo como você consegue ter esse corpo -elogiou como se fosse uma brincadeira- conhece minha amigas? Eve e à Melanie.

    — São irmãs? -perguntei e elas sorriram.

    — Eu acho que te conheço -Lia disse olhando para elas.

    — A santa tem segredos? -Kylie brincou.

    — Também te acho familiar Lia -Eve comentou e à Kylie pareceu surpresa.

     Conheço à Kylie desde pequena, nunca fui muito chegada à ela por conta de seus pais, eles sempre foram bastante rígido, ela sempre teve que andar na linha, é uma das garotas mais perturbadas que conheço, ela sempre tenta mostrar ser uma garota alegre, mesmo que seja só uma máscara; não sabia muita coisa da Eve, ela sempre ia na casa de um dos mais velhos da cidade (à casa da vó dela) quando era pequeno ouvia os vizinhos dizer que aquela casa era amaldiçoada e já cheguei ouvi que toda aquela família eram de bruxos, já que todos os anos, as duas famílias se uniam e durante três dias ninguém os via, mas agora ninguém mais liga para isso, admito que tenho uma certa curiosidade para saber o que eles fazem.

    — Será que foi no bar--

    — O QUE? -disse assustado.

    — Barbeiro -continuou firme- acho que todo mundo vai lá apenas para passar o tempo.

    — Verdade -Lia concordou sorrindo.

    — Pra que garotas iriam em um barbeiro? Por acaso tem algo de ilegal lá? -perguntou Melanie curiosa e ao mesmo tempo envergonhada.

    — Deixa eu lhe explicar, não é exatamente um barbeiro, bom, o estabelecimento é um só, mas desde que os Cares se separaram virou dois estabelecimento, de um lado uma lanchonete e de outro um salão de beleza, basicamente é o melhor lugar para se ir quando se é jovem.

    — Entendi -ela sorriu grata.

    — Na verdade lá tem a melhor droga do mundo -Kylie disse fazendo suspense e à Eve sorriu entrando no clima.

    — Se você provar um, nunca mais vai viver sem -Eve disse.

    — Verdade, Melanie nunca em hipótese nenhuma prove isso -disse Lia e eu já sabia do que elas estavam falando.

    — Estão me assustando -sorri e abracei à Melanie.

    — Meninas vocês são horríveis.

    — Fritaaaas -cantarolou Eve.

    — Com queijo -continuou Kylie.

    — Mais sundae, vão te viciar -minha irmã cantarolou e as meninas fecharam a cara.

    — Toma no cú! Ela é perfeita Nate -Kylie xingou revoltada e à Lia à abraçou.

    — Você que é.

    — Vocês não vão na escola não? -perguntei sério.

    — Não -Eve respondeu me surpreendendo- mas se puder dizer que comemos algo ruim e estamos passando mal, iremos lhe agradecer.

    — E se quiser à Eve te ensina a como fingir que está passando mal nivel dificil -Kylie piscou um olho para mim e saiu puxando suas amigas.

    — Maninho elas são gatas -sorri e baguncei o cabelo.

    — Não vamos matar aula, vem.

     Ela choramingou e eu fui arrastando ela para casa. Meu pai e avó já estavam tomando seu café da manhã, Lia fechou a blusa escondendo seu decote, fomos tomar nosso café com eles, fiquei impressionado que à Lia comesse, quem inventou essa de que mulher tem que comer pouco? Todas que eu conheço come muito.

    — Como foi à corrida? -meu pai perguntou para puxar assunto.

    — Foi boa -respondemos juntos.

    — Encontramos com umas amigas do Nate, elas são lindas -disse Lia, aquilo basicamente aliviava minha pressão, mas não por muito tempo.

    — Conheço? -ele me encarou e eu fiz questão de morder à torrada.

    — Impossível não conhecer -meu avô se pronunciou.

    — À cidade é pequena vô, mas nem tanto -Lia disse e se levantou- vou me banhar, licença.

    — Claro querida.

     Ficava impressionado em como ela mudava na frente deles. Chegamos na escola e eu fui na diretoria dizer que as meninas estavam indisposta.

    — As três? -perguntou sério.

    — Elas comeram algo estragado -fechei o rosto e ela afirmou.

    — Entendo, pode ir para sua sala.

     Afirmei e saí andando, entrei na sala e um tempo depois o professor entrou, até hoje, por um momento fiquei curioso, à Eve finge que passa mal? Naquele dia que ela interrompeu à Melanie parecia que estava passando mal, será que ela tem alguma doença? Já vi o pai dela dá suplemento de vitamina para ela.

     Fiquei com os meninos no recreio, algumas meninas se juntaram com a gente, tinha uma que fazia questão de ficar perto de mim, de um certo modo ela me dava medo, ela parecia ser de uma gangue ou sei lá, tentei não pensar em nada fora do real.

    — Então Nate, tira nossas dúvidas -olhei para ela e as meninas pareceu bem interessadas- está namorando?

    — Não -assim que vi seu sorriso maligno em seu rosto me arrependi de ter respondido.

    — A gente também não, só para avisar -disse Jacob abraçando o Liam.

     Jenner era uma vadia e os meninos nem ligavam para isso, eles à idolatravam, era ridículo como eles se tornavam submissos à ela e as meninas não eram tão diferente assim, pareciam desesperada para ser uma seguidora dela, era horrível ver aquilo.

     Antes que eu fosse embora vi o carro da Kylie, sorri e fui para à janela, ela tirou os óculos e olhou para mim.

    — Assim vou começar a achar que você está apaixonada por mim.

    — Sou lésbica -rimos, ela olhou para meus olhos- entra ai.

    — Vou deixar à chave com a Lia.

    — Não demora princesa.

     Deixei a mochila no carro e foi atrás da Lia que estaria com suas amigas, assim que ela me avistou ela sorriu e veio até mim.

    — Vou levar as meninas lá para casa -parecia que ela pedia permissão, o que era o caso.

    — Claro, aqui à chave, cuidado quando for dirigir, tô indo com a Kylie.

    — Kylie? Está bem -disse maliciosa e eu revirei meus olhos.

    — Apenas bons amigos e só -ela fez bico.

    — Que chato, mas está certo, vai lá e se ela tentar te estuprar me liga.

    — Bobinha -baguncei seu cabelo e ela tirou minha mão xingando.

     Cheguei perto do carro e abri a porta entrando ao lado do motorista, Kylie ligou o carro ela esperou eu colocar o cinto e saiu tão rápido que fiquei assustado.

    — Você é louca!

    — Para de drama -fez bico e olhou para mim- o que acha das meninas?

     Quando as vi de manhã achei que elas se conheciam desde nova, Kylie sempre teve medo de ir fundo em uma amizade, eu não a julgo, sou a mesma coisa.

    — Acho que vocês estão sendo as primeiras amigas da Eve -Kylie me olhou rapidamente com a testa franzida- bom, tá cedo para dizer.

    — Mas à Jessy, ela era a amiga da Eve.

    — Kylie, aquilo não era uma amizade, Eve só não queria ficar só.

    — Sabe bastante.

    — Sou tão curioso quanto você, me diz por que mataram aula?

    — Falou que passamos mal? -afirmei e ela sorriu- Acredita que a Melanie nunca matou aula atoa?

    — Ta zuando, sério? Os pais dela devem ser horríveis.

    — Não, ela queria ter um histórico perfeito para ajudar a ganhar bolsa e ir para à faculdade.

    — Faz sentido -Kylie revirou os olhos.

    — Ela precisa se divertir um pouco enquanto não chega a hora da faculdade.

    — Kylie, nem tudo que o filho faz é para os pais, hey, está me sequestrando?

    — Agora que percebeu terei que te drogar e amarrar -riu e eu neguei sorrindo- zueira, você é o um dos poucos amigos que me restou, então que tal irmos para a quadra abandonada? Lembra como adorávamos ir lá brincar?

    — Lembro, você era uma das melhores nas brincadeiras.

    — Com certeza, será que nossa bola ainda está lá?

    — As crianças hoje em dia não são como antes, então acho que está.

     Kylie sorriu e acelerou o carro para chegarmos mais rápido. Lembro que quando a Kylie entrou na adolescência à mãe dela surtava quando ela ia brincar com a gente, muita coisa mudou desde aquela época.

     Chegamos e até que estava um pouco arrumado, procurei à bola e pelo estado que se encontrava ficou claro que crianças ainda vinham aqui brincar, até que era bom que as crianças não jogassem suas infâncias fora.

    — Vai Nate! Manda a bola! -sorri de forma desafiadora.

     Coloquei a bola na frente do meu pé e chutei indo atrás dela, Kylie sorriu e eu chutei a bola para pegar no gol, ela pegou a bola e sorriu.

    — Tá meio enferrujado em princesa -ela mandou a bola de volta para mim- mais uma chance.

     Ficamos brincando até escurecer, Kylie me deixou em casa e disse para sairmos mais tarde e que se eu não fosse minha irmã iria ir, até que não seria uma péssima ideia, mesmo ainda sendo quinta feira, entrei e à Lia veio animada em minha direção.

    — Kylie nos chamou para ir em uma festa -ela aumentou seu sorriso me deixando curioso- o que aconteceu?

    — Papai e o vovô não vão vir hoje à noite -ela mexeu os ombros- está suado, vai tomar um banho.

    — Claro, eu vou.

     Lia sorriu e pude ver as meninas conversarem entre si, segurei a mão da Lia e fui subindo com ela.

    — O que foi Nate?

    — Quero que você escolha uma roupa para mim poder usar no meu encontro com a Kylie -disse de uma forma para aa meninas ouvirem.

    — Como?

      Assim que entrei no quarto ela foi para frente só guarda roupa e eu suspirei.

    — Não leva as meninas, não gosto delas.

    — São falsas, menos a Bruna, ela com certeza é a única verdadeira no meio delas, mas se você não quiser irei respeitar -afirmei e fui atrás da minha toalha que ficou na cadeira- você disse que ia ter um encontro por causa delas?

    — Lógico, vou tomar banho.

     Depois que chegamos em uma boate Kylie fez questão de pegar alguma bebida, claramente fui atrás dela, sabia que iria dá merda no momento que bebi minha segunda dose de tequila, não era acostumado a beber, então não teria controle nenhum do restante das bebidas.

     Eu, Kylie e à Lia dançávamos sincronizados, ninguém ali poderia se comparar à nós, éramos dois bêbados, Lia não queria beber, à verdade era que ela sabia que não deveria ir ali, então iria aproveitar o suficiente da noite e fingir que nada aconteceu na noite anterior, ela era muito esperta. Vi um garoto segurar o braço da Kylie, apesar de estar embriagado ainda tinha um pouco de consciência, não deixaria nenhum homem encostar na minha irmã ou na minha amiga.

    — Solta ela! -gritei segurando a Kylie.

    — Vocês dois estão bêbados! -gritou nervoso.

    — Hey, calma, gente -Lia disse entrando no meio da gente- estamos aqui para se divertir.

    — Gente esse é o Erick -disse rindo.

    — Ele não tem o direito de fazer isso com você.

    — Não vou discutir com um bêbado, vamos Kylie.

    — Só mais um pouco.

     Puxei à Kylie dele, Lia segurou à Kylie, o tal do Erick percebeu que não conseguiria tirar ela tão fácil de mim, então me deu um soco no rosto fazendo eu cair em algumas pessoas, me levantei e ele estava conversando com a Kylie que estava nervosa e se mostrou está com mais consciência do que eu, me aproximei e o Erick olhava para mim um pouco ameaçador.

    — Está bem? -perguntou encostando no meu rosto.

     Sua mão era fria e anestesiava à ferida, estava gostando do toque dele.

    — Estou -disse um pouco atordoado.

    — Vão pegar gelo, Lia vem comigo.

     Kylie segurou a mão da minha irmã e saiu andando com ela logo atrás, eu e o Erick nos entreolhamos e fomos para uma bancada, Erick só apontou para meu olho e o barman colocou gelo em um pano e entregou para o Erick que colocou no meu olho.

    — Você não vai se lembrar de nada, mas Desculpa, eu me preocupo muito com a Kylie.

    — Como… -tentei forçar minha mente, estava me sentindo cansado.

    — Ta enjoado?

    — Cansado seria a melhor forma de definir, muito estresses.

    — O que faz um cara lindo que consegue tudo se estressar.

    — Conseguir tudo, as pessoas sempre acham isso, o que eu luto para conseguir é visto como se meu pai tivesse me ajudado ou minha beleza.

    — Queria ter esse problema -ele sorriu me fazendo fazer o mesmo.

     Fiquei hipnotizado com o seu sorriso, puxei sua nuca e o beijei, sentia uma enorme vontade de provar aquela boca.


Notas Finais


O que acharam do Nate?? Me dizem
Desculpem se acharam que o ego dele ficou alto d+ esse personagem foi feito para ser bonito hihi, o que acham?

Galerinha deem uma olhadinha na minha outra fic
https://www.spiritfanfiction.com/historia/my-dear-little-girl-12325335


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