História Reencarnação e Renascimento - Capítulo 42


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Flowey, Gerson, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Au Undertale, Família, Fantasia, Magia, Memória, Mistério, Romance, Undertale, Undertale Au, Universo Alternativo
Visualizações 34
Palavras 838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem por demorar as postagens, mas meus professores decidiram entupir todo mundo de trabalho escolar e mal tive tempo livre pra escrever. Acabei postando este capítulo em outra história por acidente e devo meus agradecimentos à MiriandGames e TiaBr por me darem uma sacudida. Obrigada gente por me alertarem.

Capítulo 42 - Nome


  Agora era pra valer, ele sabia disso. Agora ele morreria de uma vez por todas e ninguém se lembraria dele. Seria este o destino dele? Assassinado por humanos, ressuscitado pela DETERMINAÇÃO, viver desalmado, retornar à sua forma original e morrer sozinho mais uma vez? Era injusto. Sim, ele tinha feito coisas ruins, imperdoáveis, que o assombrariam pelo restante de sua vida já se indo, mas ainda assim, ele queria ter mais uma chance de viver.

  Flowey… Asriel… quem era mesmo ele? Seu corpo era o de Asriel Dreemurr, o falecido pequeno Príncipe dos Monstros, com seus oito anos de idade. Em sua consciência, por outro lado apesar de ter recuperado sentimentos que há muito se foram, amor e compaixão eram os que menos irradiavam o calor que por tanto tempo ansiara em sentir outra vez. Ao menos, não estava mais vazio.

  Não mais…

  Porém, ele estava sozinho, abandonado nos Jardins Reais, deixado para voltar a se desfazer em poeira e juntar-se de uma vez ao Mundo dos Mortos. Asriel… sim, ele era Asriel, mas não o mesmo Asriel que costumava ser antes de morrer… Asriel estava com medo. Muito medo. Estava à mercê do destino, sem forças para nem ao menos tentar se proteger do que quer que lhe fora preparado. Seria uma punição? A pior de todas, que ninguém jamais seria capaz de imaginar? Uma coisa que ele tinha certeza, a morte era muito pouca punição para ele.

  Se ao menos, mesmo que por um breve momento, ele pudesse ver a menina-cabra outra vez. Se ele pudesse saber o nome dela. Eles nunca foram devidamente apresentados um para o outro. Seria pedir demais isso como seu único desejo?

  Ao longe, Asriel ouviu ecos. Um farfalhar alto e passos apressados se aproximavam, acompanhados por uma voz. Uma voz feminina, de uma pequena menina, chamando por alguém. Em resposta, Asriel forçou suas pálpebras a abrirem. O mundo estava turvo, o que seriam as flores douradas não passavam de um imenso borrão amarelo. Porém, um borrão marrom e branco se destacou, um que estava em movimento e parecia se dirigir para Asriel. O pequeno príncipe olhava para aquilo com curiosidade. Parecia ser familiar.

  Mais uma vez a voz foi ouvida, de fato sendo de uma garotinha, o que fez o coração de Asriel pulsar forte, pois era a voz dela.

  - … Asriel…! - disse a garotinha, parando na frente de Asriel.

  Ele notou algo atrás dela. Seriam asas? Ela era um anjo? Ela veio até ele para levá-lo ao céu ou ao purgatório? O que ela estava fazendo ali mesmo?

  - … Asriel…? - ela chamou outra vez.

  O rosto dela agora era mais claro para Asriel. Ela era a mesma garotinha monstra-chefe que estava ao lado dele já perto de seus últimos momentos e que lhe ofereceu companhia quando ninguém mais estava lá. Era a primeira vez que Asriel reparava nos olhos dela: cor de avelã, e pareciam mostrar algumas das emoções dela, incluindo… esperança. Os olhos dela pareciam estar se inundando em lágrimas, lágrimas de felicidade. Ela estava feliz… e, de alguma forma… fez Asriel se sentir feliz também. Como era possível ela estar lhe transmitindo aquele sentimento?

  - … q-quem… é vo-… você…? - perguntou Asriel, sua voz saindo em forma de sussurro.

  Os olhos da menina se encheram ainda mais de lágrimas, uma felicidade que Asriel nunca vira antes a enchia e transbordava em forma das lágrimas que agora escorriam dos belos olhos dela. E então ela sorriu. O sorriso mais doce e sincero que Asriel jamais viu, mais ainda que os de seus pais quando o viam feliz. Aquele sorriso… aqueceu o coração de Asriel.

  - Meu nome é Amarílis! - disse a menina, soluçando. Mais lágrimas escorriam de seus olhos.

  Então… este era o nome dela? Sendo assim, aquele nome era… era…

  - … esse… é um belo… nome… - sussurrou Asriel, um pequenino sorriso se formando em seus lábios.

  E então ela chorou, mas de felicidade, abraçando Asriel como se não houvesse amanhã, suas asas o envolvendo como um cobertor macio e quente, dando à ele uma emoção nunca antes sentida.

  Pela primeira vez, depois do que pareciam ser séculos, Asriel se sentiu protegido…

  …

  …

  …

  Bem-vindo…

  …

  Amarílis se sentia muito feliz, como nunca antes se sentira na vida. Asriel estava vivo. Vivo. E estava bem ali, em seus braços, envolto e protegido por suas asas. Ela não havia falhado. E se havia… jamais o faria outra vez. Ela iria cuidar dele dali pra frente, estaria lá por ele, iria ajudá-lo no que ele precisasse. Mais do que nunca, Amarílis se sentiu em paz e dominada pelo mais puro sentimento de felicidade. Asriel acabara adormecendo em seus braços, aparentemente esgotado, mas que ele descansasse por agora, ambos teriam muito tempo para se conhecerem mais tarde. No momento, Amarílis só queria abraçá-lo.

  As seis ALMAS olhavam de longe a felicidade de Amarílis e o retorno do Príncipe Asriel. Mais do que nunca, as coisas estavam mudando para melhor na opinião deles..


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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