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História Reencontrando O Amor - Now United - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Hey, gente...
Como estão?!
Primeiramente quero avisar que essa fanfic é um tanto diferente da outras.
Normalmente o personagem da Any, na maioria das vezes, é meiga e fofa, mas nesta historia ela vai tomar um rumo diferente. Vai ser a rebelde, a patricinha.
Não me julgue, gente, pelo amor de Deus. Só quiz diferenciar um pouco.
Então...
Bom leitura ~>

Capítulo 2 - Aposta


Josh Beauchamp P.O.V.

Se eu ainda fosse o mesmo rapaz de quase dois anos atrás, eu estaria achando isso uma loucura, mas agora vendo com outros olhos, a vida é muito melhor com um tempero de adrenalina.

O Wager me proporciona a melhor êxtase para a vida conturbada que eu tinha, dês das apostas às garotas salientes. Com a morte da Luna meu mundo caio, me vi na depressão e só sai quando conheci meus mais novos amigos, Bailey e Lamar. Eles que me apresentaram ao Wager.

Wager é uma pista de corridas ilegais, que muitos jovens vêm aqui para ganhar um grana extra e saciar a fome por adrenalina. O dono é o Donny, melhor corredor aposentado do Wager, ninguém nunca conseguiu quebrar o seu recorde.

Hoje Donny se encontra com 46 anos, é um senhor jovem, quem vê-lo nunca diz que ele tem tudo isso, ele aparentar ter no máximo 38 anos. O homem é bem jovial. A um ano atrás, dês da primeira vez que eu vim aqui, Donny vem me ajudando a prosseguir nas corridas.

— Você tem muito potencial. — Donny fala assim que eu estacionou meu Porsche.

Donny têm uma certa obsessão por corrida. E ele enxerga o mesmo em mim. Para ele a melhor corrida é aquela que se corre por diversão, e não por apostas e disputas. Algo que eu concordo 49%, pois a maioria das minhas corridas são por disputas e apostas.

— Tudo isso graças à você. — Fitu-o sorrindo.

Me aproximo de onde se envontra Lamar e Bailey, que se satisfaz com seus cigarros.

— Vocês vam à festa de Boas Vindas da escola? — Pergunta Bailey me olhando atento.

Bailey tem 17 anos, ainda é de menor, mas nada que o impede de vir nas corridas do Wager, já que Donny é seu tio. Legal, não?

— Estou pensando em ir. Fiquei sabendo que vai ter umas calouras gata lá. — Diz Lamar com sua sede por rabo de saia.

Entre nós três Lamar é o mais velho, ele tem 19 anos. Lamar não corre, ele gosta mais de aproveitar a meninas que vêm dar uma visitinha por aqui.

— Eu acho que também vou. Digo ao dar de ombros. — Não tenho nada a perder mesmo.

Olho para trás e vejo Donny se aproximando com sua filha. Any Gabrielly. Eu e Any nós conhecemos à um ano atrás, dês de quando eu cheguei aqui ela insiste em ter algo comigo, mas não quero me envolver com ninguém, sabendo que não vou poder ser recíproco com ela.

Any é o tipo de garota mimada, que gosta de gastar o dinheiro do pai, nada que eu admire. Na escola a Any debocha das garotas que não são populares, zoa dos CDF e humilha os Nerd. Any Gabrielly é o meu contrário em todos os sentidos. Mas de alguma forma gosto de tê-la como amiga.

Ela sabe ser legal quando quer.

— Vão vim para a corrida de hoje? — Pergunta Donny ao se aproximar, junto com Any.

— Hoje não vai dar. Vai ter um festa na escola. — Fala Bailey.

— Eu falei papai. — Any fala fitando Donny com animação. — E em falar na festa. Já sabem com quais fantasias vocês vam? — Ela pergunta mordendo o canto do lábio esquerdo.

Puta merda. Me esqueci da fantasia!

— Eu esqueci da minha fantasia — Falo e vejo Lamar franzir o cenho.

— Cara. Você é muito cara de cu, mesmo. — Diz ele batendo em sua própria testa.

Então lembro-me que ficou da Sabina olhar minha fantasia. Respiro aliviado.

— Sabina ficou de olhar minha fantasia. — Digo ao revirar os olhos.

— E vocês vam de quê? Os três mosqueteiros? — Pergunta Donny sorrindo debochado.

— Claro que não! — Lamar quase grita. — Eu vou de Heimdall, dos vingadores. — Lamar estufa o beito quando fala.

— Eu vou Coringa. — Diz Bailey. Donny acena positivamente com a cabeça.

— E você, rapaz? — Pergunta Donny ao me fitar.

— Não sei. — Digo ao dar de ombros. — Só espero que não seja nada vergonhoso. — faço uma careta.

— Você é maluco em deixar a Sabina escolher a sua fantasia. — Diz Any sorrindo irônica.

— E você acha que a melhor pessoa para fazer a escolha é você? — Bailey fala se divertindo da cara da Any que olha-o com o olhar cerrado então concorda com a cabeça. — E você escolheria qual fantasia? Uma de Gogoboy?

Fecho minha boca para não sorrir, mas acaba escapando sem querer. Olho para Any e a vejo com o rosto vermelho igual a um pimentão, ela estava prestes a falar até que Donny lhe interrompe.

— Para de implicar com a sua prima, Bailey. — Donny fala calmo com Bailey.

— Está bem, parei. — Bailey fala divertido enquanto ergue as mãos na altura dos ombros, em sinal de rendição.

• • •

Logo que saio do Wager pego meu carro e saio para a casa da Sabina, reparo que hojes as ruas da Cidade estão movimentadas, o céu está com nuvens pesada e a atmosfera refrescante. Uma tempestade se aproxima.

Assim que alcanço a rotatória do centro, gotas finas da futura chuva se chocam contra o parabrisa do carro, do lado de fora o vento começa a ganhar velocidade, fazendo assim o ar ficar mais frio.

Tempo chuvosos são os meus preferidos. 

Após pegar a rodovia principal a chuva já se engrossa, fecho os vidros do carro quando as gotas de água tentam entrar com a força do vento. Alcanço a rua da casa da Sabina e logo vejo sua casa, através do nevoeiro que se formou. 

Assim que estaciono o carro vejo que a casa se encontra toda fechada, mas acabo conseguindo ver através do vidro de uma janela, uma lâmpada acesa. Pego meu celular e disco o numero da Sabina.

Enquanto o celular faz a chamada um estrondo soa lá fora e sei que é um trovão. Olho para a janela novamente e vejo que a luz já não se encontra mais lá. 

A chamada entra em caixa postal e me frusto. 

— Me atende, Sabina. — Bufo e coloco para chamar novamente, então me lembro que quando chove a Sabina não tem coragem de chegar nem três metros do celular, mas dessa vez a chamada é asseita. 

O que faz me ligando essa hora? — Pergunta ela, e pelo tom de voz, ela está frustrada. — Sabe que está tendo uma tempestade, né? — Grita do outro lado da linha.

— Eu sei... é que eu estou aqui na frente da sua casa. Vim pegar a minha fantasia. — Digo e olho pela janela logo vendo um Sabina descabelada aparecendo na mesma. 

Eu vou abrir a porta para você entrar. — Diz ela sumindo do meu campo de visão. 

Olho para frente e me surpreendo quando vejo um raio cortando o céu, suas raízes azuladas rasgam por onde passa deixando um rastro roxo quando some. A chuva se intensificou. 

A porta está aberta. Pode vir. — Fala Sabina e fito quando ela abre a porta deixando-a entreaberta. 

— Estou indo. — Desligo a chamada, me viro para o porta luvas e de lá eu retiro meu boné. Visto meu moletom que jazia no banco do passageiro e saio correndo do carro. 

Sinto quando as gotas grossas atinge meu corpo então quando alcanço a porta eu entro e logo fechando-a atrás de mim. Olho para dentro da casa e vejo-a sentada no sofá com os pés sobre o mesmo, enquanto calça meias. 

Me aproximo dela e sento-me no sofá, ao seu lado. 

— E então? Qual a minha fantasia? — Pergunto retirando meus coturnos. Olho para ela que dá de ombros, brincalhona. 

— Exterminador do Futuro. — Arregalo meus olhos milimetricamente surpreso. 

Sabina sorri ladino e concorda com a cabeça, divertindo-se com minha surpresa. 

— Sério isso? 

— Seríssimo. — Sorri. 

— Então tá bom. — Falo ao dar de ombros. 

• • • 

Quando deixei a casa da Sabina já era seis da tarde, a chuva estáva mais calma e o movimento da rua ainda mais movimentos. 

O trânsito não ajudou muito e quando cheguei em casa já se encontrava as 18:47, e a festa na escola começaria as oito. Ainda tenho bastante tempo até me arrumar. 

Ponho-me a tomar um banho quente, para relaxar o corpo, fecho meus olhos quando a água alcança minha cabeça, e sem conseguir evitar um par de olhos verdes aparece em meus pensamentos. 

Os belos olhos verdes da Luna, que até hoje me assombrar, faz-me ter um aperto no coração. Faz dois anos que ela se foi. Dois anos de saudade. Dois anos de sofrimento. Dois anos de solidão. Todos esses dois anos sem ela fora os piores da minha vida, nada se compara a companhia dela. 

Luna Parker é única. 

É... Não. 

Era, única. 

Mas para mim Luna ainda vive. 

E sempre vai viver. 

Acabo me lembrado do nosso primeiro beijo, que nunca esquecerei.

*** 

Os lábios carnudos dela estavão naquele momento me chamando a atenção como nunca antes. O avermelhado de sua boca, os olhos verdes esmeraldas, com as pílulas dilatadas. Tudo nela é em uma áurea angelical. 

Quando senti suas mãos em meus ombros, uma felicidade sem fim tomou conta do meu beito. Quando senti o toque de sua boca na minha foi maravilhoso, mas nada se comparava com a sensação de sua língua resvalando na minha, se entrelaçando. 

Foi então que eu tive a certeza de que eu a queria para o resto de minha vida, porque ela foi o meu primeiro beijo e minha primeira vez. 

Ela foi minha primeira e única namorada. Ela foi minha primeira em tudo. Foi meu primeiro amor.

Quando sua boca se afastou da minha o seu gosto doce se instalou por entre minha boca e ansiei por mais do seu gosto, pelo seu toque singelo de suas mãos em meus cabelos. 

Olhei para seus olhos verdes e nele vi que nada seria sem ela. Porque ela é tudo de mim. É meu mundo. 

***

Acordo de meu torpor e chacoalho a cabeça. Quando lembro-me dela é como um sonho, quando você está nos mais coloridos deles. É como se sua alegria seria eterna, mas não é. É quando você não vê o mal, quando se tem muitos ao seu redor. 

Tudo poderia ser diferente se ela não tivesse me deixado. 

Saio do banheiro e vou até o quarto visto a fantasia e vejo que me serviu perfeitamente. Olho no celular e vejo que já são 20:07. 

Merda, estou atrasado!

Passo a mão pelo meu cabelo de forma desajeitada e logo vou até meu carro. Dou partida rumo a escola. 

Durante o percurso até a escola vou ao som de "Rag'nBone Man" para ver se anima mais, depois de já ter tido o tempo depressivo do dia.

Ao chegar na entrada da escola já dava para escutar o som da música eletrônica no máximo, as luzes multicoloridas atravessavam a vidraça da escola. Um ar igual a de balada. 

Estaciono o carro e logo que saio do mesmo já vejo um casal se agarrando em um canto do estacionamento. Ando para dentro da escola e logo vou para o ginásio, onde se encontra a balada improvisada, procuro com o olhar o Bailey e Lamar, até que os acho perto do bar.

Me aproximo e reparo logo de caro o cabelo verde do Bailey. Acabo sorrindo quando ele se vira e eu tenho a visão de sua boca, ela tem uma listra muito louca, para que dê a impressão de uma boca grande, tipo a do Jeff the Killer.

— Eai gente. — Comprimento eles assim que os alcanço. Olho para Lamar, que está melhor que o Bailey, que tem os olhos amarelos. Combinou com ele, ficou igual o cara do filme. 

— Eai. Porque demorou? — Pergunta Lamar. 

— Acabei me atrasando sem querer. — Digo ao dar de ombros. 

Vejo Bailey me analisar com o dedo indicador no queixo e o olhar cerrado, acaba por balançar positivamente a cabeça. 

— A fantasia ficou boa, cara. — diz ele me olhando e logo dá uma risadinha maliciosa. — Acho que essa fantasia ai vai fazer mais efeito nas gatotas do que a de Gogoboy. 

Olho para ele sério, mas acabo sorrindo

— Tomara que dê certo mesmo, porque eu tô querendo ficar com alguma caloura gata. — Digo olhando envolta até que meu olhar bate em uma menina de cabelos loiros que está de costas dançando na pista de dança. 

Não sei que tipo de fantasia ela feste, mas ela está com uma cordinha fina dourada amarrada sobre sua testa, até a nuca, dando um ar angelical. Suas roupas são brancas, puro de anjo, suas pernas coberta somente por sua meia calca preta deixa ela com um ar sexual. 

Reparo quando ela começa a se movimentar no ritimo da musica, ao lado de uma menina que para mim parece familiar. Deacordo com seus movimentos ela vem se virando para o meu lado, até que seu rosto vira em minha direção e acaba seu olhar cruzando com o meu.

Seu olhos azuis são tão intensos que acabo prendendo o ar de meus pulmões, proibindo-me de respirar corretamente. O tempo que leva para nossos olhares se cruzarem é rápido, mas rápido o suficiente para me fazer querer mais deles. 

Ela desvia o olhar rapidamente, no momento em que vê que eu também a olhava, e sai de onde está, sumindo no meio da multidão. Minha vontade era de ir atrás dela, mas uma mão se estalando em frente ao meu rosto me faz acordar de meus devaneios. 

— Ei cara. Você tá ai ainda? — Bailey fala sorrindo da minha cara de paisagem. 

— Vai te lascar. Vou pegar uma bebida. — Falo e saio de onde estamos, chego perto do barman e pesso um drink. 

Me escoro no balcão improvisado e volto meu olhar para a pista de dança, tentando encontrá-la no meio da multidão, mas ao ver que não iria encontrá-la volto-me para onde os meninos então. 

— Como era o nome dela? — Pergunto para Bailey, porque sei que ele sabia para onde eu encarava.

— Thea O'conner. Nova estudante, vai fazer o terceiro ano. Tem 17 anos e é gata pra caralho. 

— Que ela é gata pra caralho eu já sei. Não sou cego. Ela tem namorado? — Pergunto tomando uma golada da minha bebida. 

— Isso eu não sei. Mas parece que ela é próxima do Noah. — Fala Lamar dando de ombros. Olho para ele sério, procurando vestígios de mentira, mas não encontro. 

— Como ficou sabendo tantas coisas dela, assim? Tão cedo? 

— Tenho meus contatos. — Bailey revira os olhos. — Se fosse você já iria tirando o cavalinho da chuva. 

— E porquê eu faria isso? — Pergunto rindo de seu aviso. Agora sim eu quero saber mais sobre aquele anjo.

— Parece que o Noah têm bastante ciúmes dela, como também da Sina, e de qualquer forma você não teria chances. — Bailey fala e sorri convencido. Fito ele de esguela e depois olho para a pista de dança novamente. 

E ela estáva lá. Thea O'conner. Toda delicada, inocente. Não tem cara de menina rebelde que vai para uma balada... escolar. 

Estou interessado. 

Você quer apostar que eu fico com ela em um mês? — Pergunto olhando para ele com uma sobrancelha erguida. 

— Uma aposta? — Bailey me olha desconfiado. Aceno que sim. — E se você se apaixonar? — Sorrio debochado.

— Eu não me apaixono. Não mais. — Falo confiante. 

— Então está tratado. Estendo minha mão que logo o Bailey aperta. — E eu vou ganhar o que se você perder a aposta? Bailey ergue sua sobrancelha esquerda. 

— Não vai ganhar. Mas se caso isso acontecer, eu te dou duzentos dólares. 

— Estou ansioso com o que vou fazer com esse dinheiro todo. — Sorri irônico. 

E eu estou ansioso para tê-la em minha cama. — falo olhando seu balançar de quadril. 

Passo a língua por entre os lábios e vou rumo à minha presa.

***


Notas Finais


E então... o que acharam?
O Josh não tem coração. Será mesmo?
Isso vai dar certo?
Hummm
Tô ansiosa para o próximo capítulo.

No Wattpad... Link: https://my.w.tt/cFVozVoAZ3


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