História Reencontro - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lgbt, Romance
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Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


 

- Estou pensando em ir fazer uma visita aos meus pais hoje. Quer ir comigo? – Faço uma carinha de cachorro que acabou de cair do caminhão de mudança para a Bah.

- Hoje não da, estou de plantão, quem sabe na próxima. Leva o Dylan, ele vai gostar.

- Ele sai agora da escola, não é? – Digo olhando meu relógio. – Vou ligar para o Bryan.

***

Ding Dong

Dylan esta ao meu lado eufórico para encontra os meus pais, quando ele me viu na porta da escola, ficou super animado e quando disse que ia vim pra cá, sua animação foi ainda maior.

- Olá senhorita Miller, como você esta?

- Estou bem e a senhora? - Senhora Jones esta em minha família bem antes do meu nascimento, ela me criava junto com a minha mãe, nos momentos em que ela estava ausente.

- Estou ótima minha querida, faz tempo que não vinha nos visitar.

- É tem sido corrido lá no hospital, não tive tempo.

- Seus pais estão na sala.

- Tudo bem, obrigado senhora Jones.

- Vamos ver a vovó agora? – Dylan diz dando pulinho ao meu lado.

- Va na frente, vai lá e faz uma surpresa a ela.

Nem precisei dizer duas vezes, Dylan saiu em disparada na direção da sala a procura de minha mãe.

- Olá meu querido. – Disse minha mãe pegando Dylan no colo.

- Oi mãe. - Dei um beijo em sua testa. – Oi pai. – Dessa vez ele beija minha testa.

- Oi minha criança, como você esta? Não veio mais aqui.

- Estou bem pai.

- Soube da novidade?

- Novidade? Qual?

- Natasha esta na cidade.

- É eu sei, já esbarrei com ela.

- E também a beijou. – Disse Dylan animado e saltitante.

- A qual é Dylan, nosso segredo.

- Desculpa mamãe. - Disse colocando as mãozinhas na boca.

- Como assim vocês se beijaram? – Mamãe perguntou. – Vocês voltaram?

- Na onde vocês se encontraram? – Dessa vez foi papai quem perguntou

- Na festa em que a Barbara me arrastou, e logico que não mãe, apenas acabou rolando, não foi nada demais.

- Mas pretende?

- Mãe eu não sei, vi ela apenas alguns minutos.

- E apenas em alguns minutos juntas e já se beijaram.

- Mas me diz uma coisa pai, como você sabe disso? Sobre a volta dela.

- O senhor Bennett falou que ela estava em seu ultimo ano de direito e que queria esta fazendo o estagio aqui perto de casa então ofereci para ela esta fazendo comigo.

- O que? Como assim pai, você deveria ter falado comigo, se eu estava de acordo com isso, você sabe meus sentimentos por ela, devia ter me consultado antes. – Saio em disparada ao meu antigo quarto.

Ele continua igual a quando eu morava aqui, minhas coisas no mesmo lugar, meu violão, livros, tudo.

As lembranças que nos vivemos vêm como um baque em mim, nossa primeira noite juntas, o primeiro eu te amo, a primeira briga... É muita coisa pra receber tudo de uma vez, vou escorregando pela parede devagar ate chegar ao chão, saber que ela esta de volta já foi uma grande coisa, sabendo que poderia acabar encontrando ela na rua, numa cafeteria, mas saber que poderia encontra com ela em casa é outra coisa, tenho como desviar dela nesses lugares, mas em casa não tem como.

- Filha? – Escuto batidas na porta. – Posso entrar?

- Pode.

Ela se aproxima de mim e senta ao meu lado.

- Você esta bem? – Diz limpando as lagrimas que escorriam pelo meu rosto, o que me fez perceber que estava chorando.

- Estou.

- Tem certeza? Não parece.

- Eu só não esperava que isso fosse acontecer, faz cinco anos, não pensei que iria reencontra ela, e muito menos que seria por causa do meu pai.

- Isso pode ser bom, quem sabe vocês reatam, você a ama, certo?

- Nunca deixei de amar ela.

- Então, de tempo ao tempo, só ele vai pode dizer o que ira acontecer com vocês duas.

***

São três horas da manha e as palavras da minha mãe ecoam pela minha cabeça, será que isso vai ser bom? E que talvez iremos voltar? Droga isso ira me deixar louca.

- Terra chamando Beatriz.

- Oi, desculpa Bah, o que houve?

- Nada, apenas estou perguntando se você esta com fome, estou pensando em pedi uma pizza, aceita?

- Sim, estou morta de fome.

- E ai como foi seu dia lá na casa dos seus pais?

- Digamos que foi bem esclarecedor.

- Por quê? O que aconteceu?

- Bem, resumindo Tasha esta de volta pois meu pai ofereceu uma vaga para o estagio dela.

- Mentira, seu pai é o motivo dela esta de volta?

- Ao que aparece, sim.

- Você sabe que isso pode ser uma noticia boa né.

- Como assim?

- Bem ela sabia que era no escritório do seu pai certo?

- Sim, bom eu acho, o pai dela falou com o meu.

- Se ela souber e aceitou do mesmo jeito pode ser que ela tenha outra intenção aceitando esse estágio.

- Não, por favor, não me faça criar expectativa numa coisa que não existe.

- Pense direito Bea, do mesmo jeito que você ainda a ama, ela também pode amar.

***

Hoje meu dia vai ser estressante, não dormi direito essa noite, estou indo em direção a lanchonete do hospital para pegar meu terceiro copo de cafeína.

- Eu queria fala com você.

Há não, isso não pode ser verdade, ate aqui, achei que aqui seria o único lugar que eu não veria ela, droga. Vou me virando devagar ate fica de frente com ela, meu Deus ela consegui fica cada dia mais linda.

- E sobre o que seria?

- Sobre nos duas, sobre aquele... Aquele beijo, acho que temos muito que conversa.

- Eu não acho. – Digo andando.

- Como não Bea, com toda certeza temos que conversa, eu vou fazer estágio com o seu pai, vamos sempre esta nos vendo, acho melhor temos essa conversa.

- Espera. – Paro brutamente a fazendo trombar comigo. – Você sabia que o estágio seria com o meu pai?

- Sabia, é meu ultimo ano, não podia fazer em qualquer lugar.

- Você teve outros escritórios oferecendo?

- Tive, por quê?

- E porque escolheu essa? Qual foi sua intenção? – Continuei andando em qualquer direção, apenas para não fica ali encarando ela.

- Já disse, não ia escolher qualquer uma, minha intenção? – Perguntou já não entendendo nada.

- É sua intenção, alguma que não seja relacionada à sua carreira. – Disse parando e a encarando agora.

Ela deu um sorriso de lado, aqueles que são de molhar calcinhas.

- Vamos reformular sua pergunta, você quer sabe se eu aceitei esse estagio por causa de você?



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