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História Reencontro - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hey, sei que faz bastante tempo que eu escrevi alguma coisa e postei aqui. Desculpem por isso, mas realmente, com tudo o que está acontecendo fica difícil ser criativa. Se você está lendo essa significa que ainda se lembra de mim, e nesse caso eu amo você por isso❤ sem mais delongas me acompanhem pelo início de mais uma fic Sasuhina(meus xodos)

Capítulo 1 - Possibilidades


Pov Altora


A Hyuuga empurrou a porta de vidro e sorriu ao encontrar o sorriso gentil de Konan, sua chefe. A mulher tinha seus 25 anos, cabelos tingidos de roxo claro na altura dos ombros, olhos amarelos chamativos e um pincer no septo que lembrava uma caveira.


--Sinto muito pelo atraso Konan-sama, o ônibus demorou a chegar e no caminho até a parada um carro jogou lama em mim.--a garota se explicou agarrando a bolsa no ombro fortemente. Estava claro pelas roupas da mesma que falava a verdade.

--Tudo bem garota, vai lá atrás se trocar e coloca essa roupa na maquina de lavar, não posso deixar você voltar pra casa usando uma roupa suja de lama. Se apresse que estamos com a casa cheia hoje.--Konan falou apontando para a porta atrás do balcão de recepção. Hinata olhou ao redor e percebeu que estava chamando atenção.

--Obrigada Konan-Sama.--Agradeceu e correu para a sala dos funcionários. Foi até seu armário e pegou o uniforme, uma camisa de botões branca e uma saia preta que ia até os joelhos. A garota foi até o banheiro dos funcionários e se apressou em tirar as roupas sujas.

Vestiu o uniforme e foi até o espelho amarrar o logo cabelo preto com uma liga de cabelo. Sua pele era clara e rosada, o uniforme deixava seu corpo curvilíneo em evidência, os olhos eram claros e belos. Hinata Hyuuga é uma jovem adulta de 22 anos que cursa o segundo ano de pedágogia e trabalha meio período no "Café Latte" da sua chefe Konan. A vida era corrida.

A morena se apressou em colocar a roupa pra lavar a seco na maquina onde os uniformes e as toalhas de mesa eram lavados. Pegou seu avental e o amarrou no quadril, pegou sua bandeja e começou a se apressar para atender os clientes.

No café trabalhavam Konan que era a chefe do lugar; Hinata como garçonete para pagar as despesas de casa e da faculdade; Kurenai como garçonete, ela era uma mãe solteira querendo sustentar a filha de 3 anos; Ichiraku e sua filha Yumi os responsáveis pela comida deliciosa servida no Café.

Todos ali trabalhavam dando o seu máximo pelo bem do café. Um local de muito prestígio naquela parte da cidade. Hinata agradecia aos deuses por ter conhecido Yumi, ela quem tinha lhe contado sobre a vaga de garçonete, e agora ela trabalhava ali já a quase um mês inteiro, em breve receberia seu primeiro salário. O Café Latte ficava aberto da 17 horas as 21 horas da noite nos dias de semana, nos Sábados e Domingos ficavam abertos só até as 20 horas.

Hinata sempre foi muito decidida sobre o que queria na vida. Ela queria seguir a carreira de pedagoga e guiar os jovens problemáticos das escolas por bons caminhos. Ela mesma tinha uma vida familiar muito conturbada, a mãe morreu num acidente quando sua irmã mais nova só tinha 2 anos de idade, o pai entrou em depressão por perder a esposa e se matou seis meses depois da morte dela. Sobrando então apena a Hyuuga com seus 9 anos pra cuidar da mais nova e lidar com os próprios traumas.

Até Hinata completar 18 anos, as duas viviam de casa em casa, nenhuma família queria adotar as duas juntas e as meninas se recusavam a se separar. Assim passaram a infância. Com 18 anos, Hinata conseguiu a guarda da irmã, que já tinha 10 anos, alugou um pequeno quarto num apartamento e se focou em trabalho e Universidade. Vive no mesmo caos de vida até hoje, com 22 anos. As coisas tinha ficado um pouco mais fáceis agora que Hanabi já tinha 15 anos.

Já eram 20 horas, as pessoas estavam começando a ir embora do café e Hinata já estava recolhendo os pratos e limpando as mesas.

--Hina, você já pode ir.--Kurenai falou olhando para a mais nova com um pouco de pena. Aquele dia parecia estar terrível para a morena. Ela tinha visto que ela tinha quebrado uns dois copos hoje.--Eu posso fechar o Café hoje.--Completou encarando os olhos da garota.

--Ah, não, nem pensar. Eu cheguei atrasada hoje, de jeito nenhum. Saia você mais cedo. Aposto que Miraí está infernizando a pobre Senhora Chio.--Hinata falou negando com a cabeça. Elas eram íntimas, Hinata sabia que Miraí ficava com a vizinha quando Kurenai vinha trabalhar.

--Mas você parece tão mal hoje.--Kurenai falou se sentindo tentada a aceitar. Estava preocupada com a filha, ela tinha uma tendência a riscar paredes.

--Estou bem, é sério. Pode ir. Eu fico pra fechar a loja hoje.--Hinata falou sorrindo gentilmente para a mais velha.

--Você é um anjo. Obrigada Hina.--Kurenai agradeceu dando um beijo no rosto da garota. Hinata assistiu Kurenai ir lá pra dentro se trocar. Claro que ela estava mentindo. O seu dia tinha sido péssimo. Tinha tido um pesadelo e na noite passada não tinha dormido nada. Dormiu na primeira aula da faculdade, perdeu assuntos importantes do dia, tomou um banho de lama no caminho para a parada de ônibus, o ônibus demorou e ela se atrasou, tinha quebrado dois copos que seriam descontados no seu salário e só deus sabe o que mais aconteceria com ela até o fim da noite.

--Tchau pessoal.--escutou a voz de Kurenai se despedindo do pessoal da cozinha.--Tchau Hinata.--Falou sorrindo ao passar pela Hyuuga. Kurenai era uma mulher linda, não aparentava ser mais velha do que 25 anos e mesmo assim tinha 32. Cabelos negros e olhos vermelhos, uma verdadeira beleza natural.

--Tchau. Tome cuidado no caminho, tem acontecido assaltos aqui perto.--A morena alertou a mais velha. O que a fez sorrir e concordar com a cabeça. Logo só estava ela ali. Terminando de varrer o chão.

--Tchau Hinata, eu e meu pai já estamos indo. Feche tudo direitinho.--Yumi falou ao passar por ela. O café já estava fechado e só restara ela ali.

--Ah.--suspirou quando se encontrou sozinha no lugar.--Terminei, e já são 21:05 hrs. Melhor eu me apressar ou vou perder meu ônibus.--Hinata falou olhando o relógio de pulso no braço. Fechou as cortinas e trancou a porta. Foi até os fundos é se trocou. Sua roupa já estava limpa graças à máquina de lavagem a seco. 

Quando deu exatas 21:08 ela estava trancando tudo pra então sair dali. Estava bastante frio e mesmo já sendo tarde, a cidade estava movimentada. O cabelo escuro balançava com a força do vento, fazendo seu corpo inteiro tremer, não estava usando roupas quentes. Não demorou a chegar na parada de ônibus.

Como de costume, leu todas as besteiras rabiscadas na parede atrás de si, e novamente seus olhos encontraram a frase que sempre chamava sua atenção.

"Em alguns momentos, todas as possibilidades estão na nossa frente".

Ela não sabia de quem era o autor da frase e não sabia quem tinha colocado ela ali, mas sempre que lia, se sentia um pouco mais esperançosa em conquistar as coisas que queria. Gostava de pensar que um dia as coisas na sua vida iriam se acertar.

Não demorou muito para que o ônibus chegasse, exatamente 21:15, o horário de sempre. A Hyuuga subiu e comprimentou o motorista com um sorriso amigável. Passou pela catraca e sentou no final do onibus.


Em outro lugar da cidade...


--Eu juro por Deus que se você não chegar aqui em 10 min como me prometeu eu vou ligar pro seu chefe e recomendar sua demissão.--A voz firme e irritada soou no celular.--Seja rápido com essa parada e encha o tanque de uma vez.--O moreno falou irritado enquanto desligava o celular e sentava de uma vez no banco da recepção do prédio.

O moreno irritadinho era Uchiha Sasuke, 23 anos, cursava o último ano de administração numa faculdade particular no centro da cidade. Um jovem muito bonito, até de mais na verdade. Seu Cabelo preto, os olhos negros como ônix, a pele clara e a boca rosada, faziam dele um dos homens mais desejados do campus.

O motivo de sua raiva era claro. Estava se mudando para um novo apartamento e até agora só tinha problemas e mais problemas pra lidar. Primeiro a moto. Tinha acabado de sair de uma discussão feia sobre onde ficaria sua moto, o dono do apartamento anterior a esse deixava que ele colocasse ela no estacionamento, dessa vez ele só conseguiu quando pagou um aluguel pra ela, uma coisa ridícula. Além disso, o homem que ficou de trazer suas coisas do outro apartamento para esse ainda não tinha chegado, ele estava atrasado e agora estava enchendo o tanque no que parecia ser do outro lado da cidade pela demora.

--Sinceramente.--O moreno respirou fundo tentando se acalmar. Além de resolver as questões que diziam respeito a sua nova casa, ele tinha passado uma manhã estressante na faculdade e o pai não saia do seu pé com o assunto do casamento arranjado. Sasuke Uchiha amava as mulheres, mas nada o faria se casar a força, nem que o pai lhe tirasse tudo o que ele mais amava, sua moto.

--Suas coisas não chegaram ainda?--Uma mulher bonita lhe perguntou. Claramente uma mera visitante ali, e mesmo tendo o visto por pouco tempo, ela já parecia animada com relação a ele. As mulheres são todas iguais ele pensou.

--Não, nisso que da confiar em outra pessoa com assuntos que você deveria resolver.--O moreno reclamou arrumando a coluna no sofá e encarando a mulher de cima a baixo de forma tão descarada quanto ela o olhava.--Tenho que ir.--falou levantando e a deixando surpresa.

--Espere, tome uma bebida comigo no bar, é aqui perto do apartamento.--A mulher falou levantando e observando ele saindo. O que tinha feito de errado?

--Não, obrigada. --ele agradeceu honestamente mas não podia ficar com ela, parecia roubada ficar com alguém que frequentava o apartamento, podia lhe causar problemas futuros. Sasuke se apressou pela calçada enfiou a mão nos bolsos e de um deles tirou o celular que estava vibrando.

"Estou te falando Sasuke, você vai casar com ela querendo ou não. Precisamos do dinheiro e influência da empresa Rasengan, são negócios filho, temos que fazer sacrifícios para sermos a maior empresa automobilística do Japão".

Era seu pai. O inabalável Fugaku Uchiha, dono da Susano'o, uma famosa fabricante de automóveis, a segunda maior do Japão. Claro, o primeiro lugar pertencia somente aos Uzumaki com seus modelos de carro e moto, inovadores.

--Eu não vou me vender!!--Sasuke falou irritado enquanto mandava o áudio para o pai.--Sincera...

--Ahh!--a garota gritou derrubando a bolsa no chão. Sasuke olhou pra trás e viu que tinha esbarrado com força numa mulher e as coisas dela cairam chão perto da rua, ele nem tinha reparado nela antes.

--Opa, desculpa.--Sasuke falou observando enquanto ela pegava a bolsa do chão e reunia as coisas que tinham caido pra fora.

Sasuke a analisou, a mulher usava um jeans azul claro e uma blusa amarela que se destacava na pele clara. O cabelo liso, longo e Preto. Quando ela o olhou com um olhar acusatório ele pôde ver a cor fascinante de seus olhos. Uma mulher bonita de forma natural, diferente de todas as outras que ele já tinha conhecido.

--Tome mais cuidado, se fosse com mais força você tinha me jogado no meio da rua e eu teria sido atropelada.--A mulher o fuzilou com os olhos. 

--Sinto muito, não foi minha intenção.--Sasuke falou de forma atrapalhada enquanto recuperava seu próprio equilíbrio. A mulher lhe virou as costas e seguiu o caminho dela.--Ela nem mesmo pareceu interessada em mim.--falou pasmo. O celular vibrou chamando sua atenção.

"Você sabe que isso é necessário".

Uma única frase que lhe fez perder o chão. Ele sabia que a única forma da Susano'o crescer e atingir o 1 lugar é através dessa aliança. Mas aquilo era só um idealismo do pai, por que ele deveria se vender por um sonho que nem era o dele? Qual o problema de ser a número dois do Japão? Ele era o cordeiro pro abate do pai já que Itachi já era casado. O pior de tudo era que ele fazia estágio na Susano'o por causa do curso de administração, então uma hora ou outra teria que enfrentar o pai.

Resmungou e guardou o celular no bolso novamente. Olhou para o chão e viu uma pequena chave dourada reluzinho a luz da lua, com uma espécie de compartimento que guardava um papelzinho escrito "Café Latte" pendurado junto à chave.

--A mulher deve ter esquecido de pegar a chave.--O moreno falou pegando a pequena chave do chão. Olhou pra trás e tentou lembrar pra onde ela tinha ido.--O que eu faço com isso?--se perguntou olhando a identificação da chave, na parte de trás tinha uma localização.--Um café no centro...não é muito longe da faculdade, amanhã vejo se eu passo lá.--Sasuke falou enfiando a chave no bolso.

O Uchiha decidiu ir até o bar que a mulher de antes tinha comentado. Chegou, comprou uma latinha de cerveja e voltou até o apartamento. Sentou num dos bancos que ficavam bem na frente do prédio e abriu a latinha.

Suspirou de prazer quando se sentiu o líquido amargo e gelado lhe descer a garganta. A noite estava fria, ele tinha sorte de ter vestido roupas quentes. Mais ou menos 5 minutos depois que ele terminou a cerveja o carro chegou.

--Finalmente.--Sasuke reclamou levantando e indo até o homem.

--Sinto muito mesmo, o trânsito estava horrível. Mas tudo chegou em perfeito estado. Eu o ajudarei a levar tudo pra dentro.--O senhor com uns 40 e poucos anos falou com medo de ser demitido. Sasuke fez uma careta de desagrado mas decidiu terminar logo com aquilo.

Os dois levaram as três caixas que Sasuke tinha trazido do antigo apartamento. Como esse outro quarto era decorado ele só iria complementar o que já tinha ali com suas coisas. 

Quando passou pela porta viu que era bem espaçoso ali dentro. Ele ainda não tinha entrado. O homem foi embora o deixando ali sozinho. Sasuke arregaçou as mangas da camisa e começou a tirar algumas coisas das caixas e a decorar o novo apartamento.

Tendo terminado, foi até o bar da cozinha e encheu uma taça com vinho branco. Tomou um gole e decidiu abrir as janelas.

--Oh, uma sacada.--falou surpreso. Destrancou e sentiu o vento frio tocar seu rosto. O moreno não tinha uma sacada no prédio anterior. Se aconchegouu, escorado na cerca da sacada enquanto bebia e apreciava as estrelas no céu.


Pov Hinata

Abri a porta de casa e vi as luzes ligadas. O som estava ligado na maior altura tocando uma música pop adolescente de um cantor que Hanabi gostava. Joguei minha bolsa em cima da mesa da cozinha e abaixei o som.

--Consigo ouvir sua música lá das escadas.--Falei alto sabendo que Hanabi me escutaria.--comeu a  que eu deixei pra você?--Perguntei indo até o fogão checar as panelas.

--Eu comi não se preocupe nee-chan.--Hanabi apareceu na sala. Usava um short branco curto, uma camiseta branca e estava descalça. Seu cabelo castanho estava amarrado num coque, e ela possuia os mesmos olhos que eu. Hanabi parecia com nosso pai mais do que eu.

-- Estava estudando? --Perguntei colocando as tampas das panelas no lugar e indo até ela com um sorriso. Hanabi me abraçou como sempre fazia, um abraço de urso.--Quando você cresceu tanto? Já está quase do meu tamanho.--reclamei e ela sorriu.

--Estava estudando sim. Se lembra que eu entrei pro ensino médio? Eu cresci.--ela sorriu me largando.--Como foi seu dia?--perguntou.

--Cansativo e estressante como normalmente é.--reclamei tornando a lembrar de todas as pérolas do dia.--Vou tomar um banho, preciso muito.--Falei me espreguiçando. Peguei a bolsa em cima da mesa e segui pro meu quarto. Coloquei a bolsa na minha cama e fui pegar minha toalha. Tomei um banho menos demorado do que eu realmente gostaria e vesti meu pijama.

--Hina, pode me ajudar com essa questão?--Hanabi pergutou da sala. Peguei uma toalha e fui até lá enxugando meu cabelo.--Eu realmente não entendo Matriz.--ela reclamou.

--Ajudo sim. Por que essa varanda está fechada?--perguntei largando a toalha sobre os ombros e indo até a varanda. Puxei as cortinas de cor lilás e abri a porta. Andei até a sacada e fechei os olhos, senti vento frio da noite bateu em meu rosto. Me deixava relaxada. Quando abri os olhos um cara no outro prédio estava olhando pra mim.

Me assustei, nunca tinha visto ninguém naquele quarto. A quanto tempo ele estava ali em silêncio? Ele tinha cabelos negros e era branco como leite, seus olhos eram negros como a noite que nos cercava. Ele é muito bonito. Seus braços fortes estavam apoiado na sacada como eu, e tinha uma taça de alguma coisa na mão dele. Estavamos a uns 5 metros de distância numa situação constrangedora. Ele arregalou os olhos ao mesmo tempo que eu, provavelmente ao se lembrar que quase me derrubou no meio da rua. Era o cara de agora a pouco. Fechei a cara e ele pareceu alarmado enquanto remexia nos bolsos da calça eu acho.

--Hina?--Hanabi me chamou de novo. Encarei o homem de novo e lhe dei as costas. Voltei pra dentro, fechei a porta e a cortina.--Ué? Não ia deixar ela aberta?--Hanabi perguntou.

--Está muito frio, mudei de ideia. Qual era sua dúvida?--Perguntei sorrindo. Sentei ao redor da mesa junto com ela. Hanabi tirou sua dúvida comigo e depois eu fui fazer as pesquisas e leituras que devia estudar pro dia seguinte.


Notas Finais


Obrigado por lerem até aqui, o próximo capítulo sairá em breve❤


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